Questões de Concurso Comentadas para dpe-rj

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Q372959 Biblioteconomia
A linguagem jurídica pode ser detalhada em vários níveis. Associe o tipo de linguagem jurídica com sua respectiva aplicação/função.


1. Linguagem Legislativa
2. Linguagem Judiciária
3. Linguagem Contratual
4. Linguagem Doutrinária
5. Linguagem Notarial

( ) explica os institutos jurídicos e ensina o Direito.
( ) formaliza os direitos e obrigações das partes.
( ) cria o direito.
( ) registra os atos de direito.
( ) aplica o direito.

A sequência correta é:

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Q372958 Biblioteconomia
Na recuperação das fontes legislativas, o bibliotecário deverá inicialmente identificar
Alternativas
Q372957 Biblioteconomia
A educação ou treinamento de usuário no uso das fontes de informação disponíveis deve considerar o usuário como
Alternativas
Q372956 Biblioteconomia
No serviço de referência virtual, uma das vantagens do QuestionPoint, alimentada continuamente pelas perguntas e respostas formuladas na rede, é a
Alternativas
Q372955 Biblioteconomia
Depois que o usuário apresenta ao bibliotecário um problema de pesquisa, na expectativa de orientação a partir dos modos de organização da informação na biblioteca e em fontes de informação específicas, faz-se necessária uma sequência de decisões que compõem um dos passos do processo de referência, denominada
Alternativas
Q372954 Biblioteconomia
Considere os tipos de fontes de informação apontados na primeira coluna (I-II) e os exemplos de fontes arrolados na segunda (1-5).

I. fonte primária
II. fonte secundária
1 – Diário da Justiça
2 – Diário Oficial da União
3 – Cartilha do egresso [folheto eletrônico]
4 – Jus Navegandi [periódico eletrônico]
5 – Revista dos Tribunais

As relações entre o tipo de fonte e seu(s) exemplo(s) estão indicadas em
Alternativas
Q372953 Biblioteconomia
A fonte de referência em Direito, que se configura como um compêndio e que reúne as obras fundamentais da área para consulta fácil, é a(o)
Alternativas
Q372952 Biblioteconomia
A Biblioteca Digital Jurídica nasceu com a finalidade de
Alternativas
Q372951 Biblioteconomia
No âmbito das instituições da Biblioteconomia Jurídica, a biblioteca criada em 1912, que possui expressivo acervo jurídico e onde, dentre outros produtos oferecidos aos usuários, destacam-se a Biblioteca Digital Rui Barbosa e o Guia de Direito Constitucional é a Biblioteca da(o)
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Q372950 Biblioteconomia
Ao desenvolver um projeto para diagnóstico de um serviço de informação, o bibliotecário elegeu o índice de penetração como critério de qualidade, ciente de que essa medida deve ser utilizada com reservas porque
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Q372949 Biblioteconomia
Numa unidade de informação, quando a gestão de qualidade, baseada em padrões referentes às normas NBR ISO 9000, considera a análise de dados e informações para a tomada de decisões eficazes, diz-se que o gestor relevou o princípio da abordagem
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Q372948 Biblioteconomia
Um repertório biográfico coletivo recém-publicado, que arrola notáveis brasileiros do século XIX de renome internacional, é classificado, considerando APENAS essas informações, como fonte
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Q372947 Biblioteconomia
O teórico e a obra que marcaram a transição da biblioteconomia empírica para a moderna prática bibliotecária foram
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Q372942 Português
                                                         XÓPIS

        Não foram os americanos que inventaram o shopping center. Seus antecedentes diretos são as galerias de comércio de Leeds, na Inglaterra, e as passagens de Paris pelas quais flanava, encantado, o Walter Benjamin. Ou, se você quiser ir mais longe, os bazares do Oriente. Mas foram os americanos que aperfeiçoaram a ideia de cidades fechadas e controladas, à prova de poluição, pedintes, automóveis, variações climáticas e todos os outros inconvenientes da rua. Cidades só de calçadas, onde nunca chove, neva ou venta, dedicadas exclusivamente às compras e ao lazer - enfim, pequenos (ou enormes) templos de consumo e conforto. Os xópis são civilizações à parte, cuja existência e o sucesso dependem, acima de tudo, de não serem invadidas pelos males da rua.

        Dentro dos xópis você pode lamentar a padronização de lojas e grifes, que são as mesmas em todos, e a sensação de estar num ambiente artificial, longe do mundo real, mas não pode deixar de reconhecer que, se a americanização do planeta teve seu lado bom, foi a criação desses bazares modernos, estes centros de conveniência com que o Primeiro Mundo - ou pelo menos uma ilusão de Primeiro Mundo - se espraia pelo mundo todo. Os xópis não são exclusivos, qualquer um pode entrar num xópi nem que seja só para fugir do calor ou flanar entre as suas vitrines, mas a apreensão causada por essas manifestações de massa nas suas calçadas protegidas, os rolezinhos, soa como privilégio ameaçado. De um jeito ou de outro, a invasão planejada de xópis tem algo de dessacralização. É a rua se infiltrando no falso Primeiro Mundo. A perigosa rua, que vai acabar estragando a ilusão.

        As invasões podem ser passageiras ou podem descambar para violência e saques. Você pode considerar que elas são contra tudo que os templos de consumo representam ou pode vê-las como o ataque de outra civilização à parte, a da irmandade da internet, à civilização dos xópis. No caso seria o choque de duas potências parecidas, na medida em que as duas pertencem a um primeiro mundo de mentira que não tem muito a ver com a nossa realidade. O difícil seria escolher para qual das duas torcer. Eu ficaria com a mentira dos xópis.

                                                                                                          (Veríssimo, O Globo, 26-01-2014.) 



O autor do texto prepara informações pertinentes para que chegue a tratar dos “rolezinhos”; a informação que antecipa uma posição contrária a esse tipo de ocorrência é
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Q372938 Português
                                                         XÓPIS

        Não foram os americanos que inventaram o shopping center. Seus antecedentes diretos são as galerias de comércio de Leeds, na Inglaterra, e as passagens de Paris pelas quais flanava, encantado, o Walter Benjamin. Ou, se você quiser ir mais longe, os bazares do Oriente. Mas foram os americanos que aperfeiçoaram a ideia de cidades fechadas e controladas, à prova de poluição, pedintes, automóveis, variações climáticas e todos os outros inconvenientes da rua. Cidades só de calçadas, onde nunca chove, neva ou venta, dedicadas exclusivamente às compras e ao lazer - enfim, pequenos (ou enormes) templos de consumo e conforto. Os xópis são civilizações à parte, cuja existência e o sucesso dependem, acima de tudo, de não serem invadidas pelos males da rua.

        Dentro dos xópis você pode lamentar a padronização de lojas e grifes, que são as mesmas em todos, e a sensação de estar num ambiente artificial, longe do mundo real, mas não pode deixar de reconhecer que, se a americanização do planeta teve seu lado bom, foi a criação desses bazares modernos, estes centros de conveniência com que o Primeiro Mundo - ou pelo menos uma ilusão de Primeiro Mundo - se espraia pelo mundo todo. Os xópis não são exclusivos, qualquer um pode entrar num xópi nem que seja só para fugir do calor ou flanar entre as suas vitrines, mas a apreensão causada por essas manifestações de massa nas suas calçadas protegidas, os rolezinhos, soa como privilégio ameaçado. De um jeito ou de outro, a invasão planejada de xópis tem algo de dessacralização. É a rua se infiltrando no falso Primeiro Mundo. A perigosa rua, que vai acabar estragando a ilusão.

        As invasões podem ser passageiras ou podem descambar para violência e saques. Você pode considerar que elas são contra tudo que os templos de consumo representam ou pode vê-las como o ataque de outra civilização à parte, a da irmandade da internet, à civilização dos xópis. No caso seria o choque de duas potências parecidas, na medida em que as duas pertencem a um primeiro mundo de mentira que não tem muito a ver com a nossa realidade. O difícil seria escolher para qual das duas torcer. Eu ficaria com a mentira dos xópis.

                                                                                                          (Veríssimo, O Globo, 26-01-2014.) 



Ao dizer que os shoppings são “cidades”, o autor do texto faz uso de um tipo de linguagem figurada denominada
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Q372937 Português
                                                         XÓPIS

        Não foram os americanos que inventaram o shopping center. Seus antecedentes diretos são as galerias de comércio de Leeds, na Inglaterra, e as passagens de Paris pelas quais flanava, encantado, o Walter Benjamin. Ou, se você quiser ir mais longe, os bazares do Oriente. Mas foram os americanos que aperfeiçoaram a ideia de cidades fechadas e controladas, à prova de poluição, pedintes, automóveis, variações climáticas e todos os outros inconvenientes da rua. Cidades só de calçadas, onde nunca chove, neva ou venta, dedicadas exclusivamente às compras e ao lazer - enfim, pequenos (ou enormes) templos de consumo e conforto. Os xópis são civilizações à parte, cuja existência e o sucesso dependem, acima de tudo, de não serem invadidas pelos males da rua.

        Dentro dos xópis você pode lamentar a padronização de lojas e grifes, que são as mesmas em todos, e a sensação de estar num ambiente artificial, longe do mundo real, mas não pode deixar de reconhecer que, se a americanização do planeta teve seu lado bom, foi a criação desses bazares modernos, estes centros de conveniência com que o Primeiro Mundo - ou pelo menos uma ilusão de Primeiro Mundo - se espraia pelo mundo todo. Os xópis não são exclusivos, qualquer um pode entrar num xópi nem que seja só para fugir do calor ou flanar entre as suas vitrines, mas a apreensão causada por essas manifestações de massa nas suas calçadas protegidas, os rolezinhos, soa como privilégio ameaçado. De um jeito ou de outro, a invasão planejada de xópis tem algo de dessacralização. É a rua se infiltrando no falso Primeiro Mundo. A perigosa rua, que vai acabar estragando a ilusão.

        As invasões podem ser passageiras ou podem descambar para violência e saques. Você pode considerar que elas são contra tudo que os templos de consumo representam ou pode vê-las como o ataque de outra civilização à parte, a da irmandade da internet, à civilização dos xópis. No caso seria o choque de duas potências parecidas, na medida em que as duas pertencem a um primeiro mundo de mentira que não tem muito a ver com a nossa realidade. O difícil seria escolher para qual das duas torcer. Eu ficaria com a mentira dos xópis.

                                                                                                          (Veríssimo, O Globo, 26-01-2014.) 



A frase abaixo em que a palavra sublinhada apresenta dupla possibilidade de sentido é
Alternativas
Q372934 Administração Geral
No que diz respeito à tomada de decisão pública no contexto brasileiro, as características dos administradores sofrem influência da cultura nacional e também adotam uma abordagem ao processo decisório que se orienta segundo estilos de tomada de decisão que diferem em duas dimensões: o foco no desempenho e o foco nas relações pessoais. Sobre os quatro estilos descritos a seguir:

I. o diretivo, representativo da tomada de decisão orientada para o desempenho e com baixa complexidade cognitiva;

II. o analítico, que se caracteriza pela tomada de decisão socialmente orientada e considera grande quantidade de informação;

III. o conceitual, representativo da tomada de decisão orientada para tarefas e com elevada complexidade cognitiva;

IV. o comportamental, que caracteriza pela preocupação com o bem estar das pessoas na tomada de decisão.

São corretas somente as afirmativas.
Alternativas
Q372933 Administração Geral
A tomada de decisão é um processo que engloba a identificação do problema, dos critérios, das técnicas utilizadas para elaborar, analisar e escolher alternativas e, ainda, verificar a eficácia da decisão. A teoria de decisão no ambiente contemporâneo tem se caracterizado pelo aumento da incerteza e pela complexidade das técnicas de decisão. Nesse contexto, o administrador tomador de decisões deve considerar.
Alternativas
Q372932 Gerência de Projetos
Dentre as principais funções atribuídas aos Escritórios de Gerenciamento de Projetos, é possível mencionar: o suporte a gestão dos projetos, disseminar e aperfeiçoar a metodologia de gerenciamento, suas ferramentas e documentos padrões, além de manter a memória técnica das ações levadas a efeito na organização. Paralelamente, os Escritórios de Gerenciamento de Projetos presentes nas organizações do setor público têm como principal objetivo.
Alternativas
Q372931 Gerência de Projetos
Na gestão de projetos, os indicadores devem constituir-se em prova de que a finalidade, o objetivo e as metas previstas foram alcançados. Os indicadores de finalidade podem ser mais genéricos, desde que seja possível mensurá-los ou indicar sua qualidade. Já os indicadores de metas devem, necessariamente, ser medidos. Um bom indicador deve ser .

I. essencial ao projeto;
II. objetivamente verificável;
III. imputável ao projeto, direta ou indiretamente;
IV. comum a todos os níveis do projeto.

São corretos somente os itens.
Alternativas
Respostas
1001: A
1002: C
1003: A
1004: B
1005: C
1006: A
1007: C
1008: A
1009: D
1010: E
1011: A
1012: B
1013: C
1014: A
1015: D
1016: B
1017: C
1018: D
1019: D
1020: A