Questões de Concurso
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O planejamento do currículo da escola deve objetivar o crescimento pessoal, as habilidades de vida e o aprender a aprender.
A formação continuada deve ser uma constante entre os professores.
Os critérios de avaliação do processo educativo devem ser iguais, permanentes e eficazes.
Freqüentemente, dados resultantes do exame mental de um paciente recém-admitido no hospital e de sua história clínica e pessoal permitem atender ao objetivo da classificação nosológica dos transtornos mentais. Essa avaliação com tal objetivo é realizada pelo psiquiatra e, também, pelo psicólogo, quando o paciente não é testável. Nesse caso, utiliza-se um modelo psicométrico para análise da psicopatologia, isto é, efetua-se um julgamento numérico quanto à presença ou à ausência de uma configuração de sintomas significativos.
Uma importante questão com que se defronta o psicólogo hospitalar envolve os encaminhamentos para avaliação psicológica de pacientes, feitos por profissionais que necessitam de subsídios para basear uma decisão ou planejar um tratamento. Muitas vezes esses profissionais não sabem que perguntas devem fazer ou, por razões de sigilo profissional, apresentam encaminhamentos vagos. Uma das falhas do psicólogo hospitalar é a aceitação tácita de tais encaminhamentos, o que pode levar a psicodiagnósticos sem relação com as necessidades de quem os solicitou.
A elaboração dos objetivos dos cursos deve considerar as atividades que os instrutores deverão desenvolver durante os treinamentos.
A atuação junto a um grupo de mulheres vinculadas a um ambulatório de climatério, com história de fatores de risco para câncer da mama, com o objetivo de trabalhar as dificuldades e as barreiras psicossociais associadas à prática do auto-exame, para o qual já foram treinadas, refere-se à prevenção secundária.
Constitui uma ação de prevenção terciária a atuação do psicólogo em um ambulatório de crescimento e desenvolvimento, localizado em um centro de saúde, fazendo avaliação e acompanhamento do desenvolvimento infantil,com orientação aos pais quanto a estimulação oportuna e adequada à criança, do primeiro mês até doze meses.
A intervenção do psicólogo vinculado a uma equipe interdisciplinar para atuação junto a pacientes com lesão medular, visando trabalhar as dificuldades psicológicas relativas ao exercício da sexualidade, refere-se à prevenção secundária.
A realização, pelo psicólogo, de oficinas relativas a sexualidade e práticas sexuais seguras, para adolescentes de uma escola localizada na área de abrangência do centro de saúde, com o objetivo de desenvolver habilidades para o uso da camisinha masculina e(ou) feminina, é uma atividade de prevenção primária.
Historicamente, a primeira demanda que se fez à Psicologia em nome da justiça ocorreu no campo da psicopatologia.
os preconceitos dos familiares do casal adotante contra a infertilidade não interferem na participação dos mesmos na vida da criança.
é importante que os pais adotivos não tenham preconceito contra infertilidade/esterilidade.
exclui a saúde mental do indivíduo atendido enquanto seu campo e objeto de intervenção.
Apenas algumas criança envolvem-se profundamente com a rua, sendo constatado o uso de drogas, o envolvimento com gangues e o contato com instituições de atendimento.
Mais recentemente, a lei vem absorvendo o discurso científico psicológico, ampliando as possibilidades do trabalho psicológico no contexto da justiça.
A reflexão crítica acerca da função dos antigos Juizados de Menores e FEBEM não foi relevante para a transformação da prática do psicólogo nessas instituições.
Inicialmente, a psicologia serviu somente como mais uma das técnicas de exame no auxílio à produção da verdade jurídica.
Um quinto das crianças que trabalham nas ruas mantêm os vínculos familiares, freqüentam escola e apresentam envolvimento expressivo com atividades marginais.
Na história da Psicologia Jurídica constata-se que os principais clientes que o Direito encaminhou à psicologia foram os deficientes físicos e mentais.