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Um psicólogo atende um paciente internado há 48 horas, devido a um quadro hepático grave. A equipe que pediu a intervenção do psicólogo não o informou das razões para o encaminhamento. A enfermagem comenta que o paciente está agitado e insone. Na entrevista com o psicólogo, o paciente apresenta sudorese e tremores intensos. Logo antes do diálogo iniciar, o paciente dirige o olhar para a parede, em um ponto à direita do psicólogo, faz um gesto negativo com a cabeça, fixa a atenção por um momento e, depois, começa a rir muito.
Com base nesses dados, qual é a hipótese diagnóstica mais provável que cabe ao psicólogo verificar?
O trabalho do psicólogo hospitalar é demarcado por limites institucionais.
Nesse sentido, a resistência à atividade do psicólogo hospitalar está diretamente relacionada à
O psicólogo hospitalar pode vir a lidar com pacientes terminais.
Nessas situações, é importante que o psicólogo sustente, diante da equipe e da família do paciente,
O psicólogo de um hospital se apresenta a F., 54 anos, internado na Unidade de Tratamento Intensivo há 7 dias, consciente e responsivo. F. apresenta alucinações visuais, desorientação espaçotemporal e fuga de ideias. O médico plantonista afirma não ter percebido tal quadro em seu último plantão, três dias antes. A enfermagem comenta que o paciente estava entubado até a véspera. Um familiar, questionado, informa que F. trabalha como advogado e que levava uma vida normal e nunca havia apresentado tais sintomas.
De acordo com as informações disponíveis, a conduta a ser adotada pelo psicólogo deverá ser a de
Historicamente, existe no caso brasileiro uma anterioridade da prática com relação à teoria. Nos episódios, nos empreendimentos institucionais, na construção de um campo próprio para a psicologia, verificamos que a técnica precede o conhecimento. Este, de maneira geral, permanece como um fundamento, cujo valor se esgota na derivação de uma ação prática [...].
Disponível em:<https://http://psyykologi02.blogspot.com.br/2011/05/epistemologia-filosofica-o-trabalho.html>. Acesso em: 26 abr. 2016. Adaptado.
Na história da Psicologia nos hospitais no Brasil, que característica corresponde ao que é apontado no texto?
Existem alguns remédios usados na clínica médica que podem contribuir para o surgimento de quadros depressivos, devido às substâncias que os compõem.
As substâncias indicadas para tratar de ansiedade e insônia, que favorecem o surgimento de quadros depressivos são:
Uma paciente grávida teve uma intercorrência na gestação de alto risco. O médico detectou a ruptura espontânea da membrana amniótica na 21ª semana de gravidez. O feto se encontrava prematuro e o colo imaturo. Depois do nascimento, a mãe apresenta quadros de ansiedade e de culpa decorrente do rompimento da bolsa, tentando dar sentido ao ocorrido.
Esse quadro caracteriza
Em um exame psíquico, um paciente apresenta resposta automática da iris diante da presença da luz e resposta normal a uma ação específica mecânica, feita com o martelo adequado, sobre os tendões do joelho.
Os dois reflexos avaliados pelo psicólogo são, respectivamente,
Um psicólogo hospitalar que trabalha em uma UTI, devido à exposição à rotina de casos entre a vida e a morte, comum entre seus pacientes, desenvolve uma síndrome decorrente da prevalência de estresse, caracterizada por esgotamento emocional e psíquico com desenvolvimento de imagem negativa de si, atitudes negativas em relação ao trabalho, despersonalização e desinteresse pelos seus pacientes. Além de se ausentar do trabalho com mais frequência, vem desenvolvendo comportamento cínico, em relação aos seus colegas de trabalho, e dependência de álcool.
O quadro patológico descrito na história é característico de
A avaliação neuropsicológica consiste no mapeamento das habilidades cognitivas do paciente com intuito de detectar facilidades e dificuldades no seu desempenho cotidiano.
Dentre os objetivos da avaliação neuropsicológica, estão o diagnóstico, o prognóstico, a definição do tratamento, a eficácia e a pesquisa.
Uma das habilidades requeridas para se alcançar o objetivo da eficácia na avaliação neuropsicológica é
L ficou muito feliz com o nascimento de seu filho. No entanto, poucos dias depois do parto, passou a chorar sem estar triste e apresentar um comportamento hostil com seu marido e sua mãe. Ao avaliar o seu quadro, a equipe que a acompanha salientou que L estava com um distúrbio emocional transitório, não necessitando de um tratamento medicamentoso.
De acordo com o quadro descrito, qual foi o transtorno psiquiátrico puerperal que acometeu L?
X é técnico de informática, 28 anos, sexo masculino, solteiro, data de internação 28/01/2016. No Hospital Z, ele foi diagnosticado com câncer no fígado. Ao conversar com o psicólogo responsável por seu acompanhamento, demonstrou estar incrédulo em relação ao diagnóstico e à competência da equipe que o atendeu. Além disso, ele apresenta muita ansiedade em relação à notícia de sua doença.
A partir do caso relatado, conclui-se que o estado psicológico de X, decorrente da elaboração da sua doença, é característico do que se identifica como
As fases do luto, enunciadas por Bowlby, são importantes ferramentas para se pensar o trabalho do luto. Considere as duas situações de vivência de luto descritas abaixo.
Situação I
Sra. X viveu a perda relativa à morte inesperada de seu esposo, W.
No encontro com os amigos, que foram a sua casa apresentar suas condolências, Sra. X se mostrou profundamente incrédula com o ocorrido.
Quando seus amigos se retiram de sua casa, Sra. X resolve passar as últimas horas antes do enterro com W para conversar com ele.
Situação II
Faz dois anos que Y morreu. Ele tinha 10 anos quando uma bala perdida derivada do confronto entre policiais e traficantes atingiu o seu corpo, matando-o na hora. Sua mãe ainda é tomada por um sentimento profundo em relação à perda do filho. Ela tem muita dificuldade em seguir sua vida, já que ela tem consciência clara da morte do filho. Sente apatia e, muitas vezes, é atravessada pela angústia. Ao conversar com seu marido, afirma que não consegue superar a morte de seu filho e seguir sua vida.
A partir das situações, verifica-se que as fases do luto, descritas na situação I e na situação II são, respectivamente,
Uma equipe de um hospital utiliza o procedimento de interconsulta em relação ao seguinte paciente: uma criança de sete anos que será submetida a uma intervenção de transplante cardíaco.
Assim, a equipe se atém às reações psicológicas esperadas de um paciente de sete anos que será submetido à tal intervenção.
Essa atenção da equipe retrata o modelo de psiquiatria de ligação e interconsulta