Questões de Concurso Comentadas para ufrj

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Q444966 Arquitetura
O melhor comando para acertar a escala de imagens quando se utiliza o software Autocad, é:
Alternativas
Q444965 Arquitetura
Para a composição de uma fachada se deverão utilizar retângulo áureo, medida de proporção utilizada para o traçado regulador da arquitetura clássica, que guarda a seguinte proporção:
Alternativas
Q444964 Arquitetura
A alternativa correspondente ao comando cuja tarefa é desfazer a última modificação ou conjunto de modificações efetuado na configuração da layer (camada), é:
Alternativas
Q444963 Arquitetura
O sólido que descende do triângulo e do círculo, é:
Alternativas
Q444962 Arquitetura
Dentro dos princípios da geometria descritiva você defniria os desenhos contidos no projeto básico de arquitetura como:
Alternativas
Q444961 Arquitetura
Novos materiais e técnicas são introduzidos frequentemente no mercado e facilitam o retrofit de edificações mais antigas por apresentarem baixa sobrecarga. Nesse sentido, a opção a seguir em que os materiais relacionados são adequados à construção de paredes em reformas, em substituição à alvenaria tradicional em tijolo cerâmico, é:
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Q444960 Arquitetura
A introdução da arquitetura moderna no Brasil se deu dentro de um contexto de mudanças sociais, econômicas e tecnológicas, diferente daquele presenciado pelos arquitetos europeus. Assim, a técnica construtiva mais utilizada pelos arquitetos brasileiros para introduzir a arquitetura moderna no Brasil, foi:
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Q444959 Arquitetura
Analisando-se três representações gráficas ou desenhos topográficos observa-se que as escalas utilizadas são respectivamente 1:500, 1:10.000, e 1:50.000. Marque a seguir a alternativa que corresponde à utilização correta dessas escalas.
Alternativas
Q444958 Arquitetura
O levantamento topográfco de um dado terreno é composto das seguintes partes:
Alternativas
Q444957 Arquitetura
A alternativa que contém as informações que devem constar no projeto de arquitetura para a elaboração do projeto de instalações prediais elétricas, é:
Alternativas
Q444956 Arquitetura
Elementos estruturais presentes nos edifícios modernos (laje, viga e pilar) correspondem predominantemente e respectivamente aos esforços de:
Alternativas
Q444955 Arquitetura
A arquitetura moderna ordenou princípios para propiciar uma racionalidade no projeto arquitetônico. Um desses princípios é a modulação que, além de auxiliar no ato de projetar, contribui para:
Alternativas
Q444954 Arquitetura
As primeiras edificações construídas na Cidade Universitária do Fundão guardam características dos preceitos assimilados pelo grupo carioca dos modernos e constituem parte do patrimônio arquitetônico da UFRJ. Esses preceitos, herança do arquiteto francês Le Corbusier, foram denominados e constituem-se de:
Alternativas
Q444953 Arquitetura
Em 1945, defniu-se que o arquipélago das 8 ilhas de Manguinhos, comporia , após aterramentos, a Ilha Universitária, ou Ilha do Fundão, para ser ali construída a Cidade Universitária. Sua inauguração se deu simbolicamente em duas datas distintas em função de sucessivos anos de paralisação das obras. A primeira inauguração ocorreu em 01/10/1953 com a inauguração por Getulio Vargas do Instituto de Pediatria e Puericultura e a outra em 07/09/1972, pelo então presidente General Médici. O projeto sob a tutela da equipe de arquitetos do Escritório Técnico da Universidade do Brasil (ETUB), tendo como arquiteto chefe Jorge Machado Moreira definiu como elementos da estrutura urbanística e tipos arquitetônicos predominantes:
Alternativas
Q444952 Arquitetura
Seguindo a afirmativa de que o projeto básico de arquitetura é o conjunto de elementos necessários e sufcientes, com nível de precisão adequado para caracterizar a obra, serviço ou aquisição de materiais, e deve ser elaborado com base nas indicações de estudos técnicos preliminares, podemos afirmar que esse projeto é composto dos seguintes elementos gráficos:
Alternativas
Q444951 Arquitetura
O edifício do Palácio Universitário do campus da UFRJ da Praia Vermelha abrigou no passado o antigo Hospício Pedro II. A Universidade, no final dos anos 1940, sob a direção do Reitor Pedro Calmon, salvou o prédio da destruição e do abandono. Com sua primeira restauração, concluída em 1952, o prédio contou com um valioso mobiliário de época, peças decorativas e obras de arte que passaram a integrar o seu patrimônio.Transferida a sede da reitoria da UFRJ para a Cidade Universitária na Ilha do Fundão, o palácio continuou a abrigar provisoriamente algumas unidades e teve a sua parte nobre destinada ao Forum de Ciência e Cultura Esse importante edifício tem estilo arquitetônico e foi construído segundo o estilo:
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Q444940 Português

TEXTO - PAZ GLOBAL IMPOSSÍVEL
Umberto Eco


Perto do final de dezembro, a Academia Universal das Culturas discutiu em Paris o tema de como se pode imaginar a paz nos dias de hoje. Não definir ou desejar, mas imaginar. Logo, a paz parece ainda ser não apenas uma meta distante, mas um objeto desconhecido. Os teólogos a definiram como a “tranquillita ordinis".


A tranquilidade de que ordem? Somos todos vítimas de um mito original: havia uma condição edênica, depois essa tranquilidade foi violada pelo primeiro ato de violência. Mas Heráclito nos preveniu de que “a luta é a regra do mundo, e a guerra é geradora comum e senhora de todas as coisas". No início houve a guerra, e a evolução implica uma luta pela vida.


As grandes pazes que conhecemos na História, como a paz romana, ou, em nosso tempo, a paz americana (mas também já houve paz soviética, paz otomana, paz chinesa), foram resultados de uma conquista e uma pressão militar contínua através das quais se mantinha uma certa ordem e se reduzia o grau de conflitos no centro, à custa de algumas tantas pequenas, porém sangrentas, guerras periféricas. A coisa pode agradar a quem está no olho do furacão, mas quem está na periferia sofre a violência que serve para conservar o equilíbrio do sistema. “Nossa" paz se obtém sempre ao preço da guerra que sofrem os outros.


Isso deveria nos levar a uma conclusão cínica, porém realista: se queres a paz (para ti), prepara a guerra (contra os outros). Entretanto, nas últimas décadas, a guerra se transformou em algo tão complexo que não costuma mais chegar ao fim com uma situação de paz, nem que seja apenas provisória. Ao longo dos séculos, a finalidade da guerra tem sido a de derrotar o inimigo em seu próprio território, mantendo-o no desconhecimento quanto a nossos movimentos para poder pegá-lo de surpresa, conseguindo forte solidariedade na frente interna. Hoje, depois das guerras do Golfo e de Kosovo, temos visto não apenas jornalistas ocidentais falando das cidades inimigas bombardeadas, como também os representantes dos países adversários expressando-se livremente em nossas telas de televisão. Os meios de comunicação informavam ao inimigo sobre as posições e os movimentos dos “nossos", como se Mata Hari tivesse se transformado em diretora da televisão local. Os chamados do inimigo dentro de nossa própria casa e a prova visual insuportável da destruição provocada pela guerra levaram a que se dissesse que não se deveriam assassinar os inimigos (ou mostrar que eram assassinados por engano),e, por outro lado, parecia insustentável a idéia de que um dos nossos pudesse morrer. Dá para se fazer uma guerra nessas condições?



Por tratar-se de um texto objetivo, são abundantes os encontros de substantivos + adjetivos objetivos. A alternativa que mostra um par de valor subjetivo é:
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Q444939 Português

TEXTO - PAZ GLOBAL IMPOSSÍVEL
Umberto Eco


Perto do final de dezembro, a Academia Universal das Culturas discutiu em Paris o tema de como se pode imaginar a paz nos dias de hoje. Não definir ou desejar, mas imaginar. Logo, a paz parece ainda ser não apenas uma meta distante, mas um objeto desconhecido. Os teólogos a definiram como a “tranquillita ordinis".


A tranquilidade de que ordem? Somos todos vítimas de um mito original: havia uma condição edênica, depois essa tranquilidade foi violada pelo primeiro ato de violência. Mas Heráclito nos preveniu de que “a luta é a regra do mundo, e a guerra é geradora comum e senhora de todas as coisas". No início houve a guerra, e a evolução implica uma luta pela vida.


As grandes pazes que conhecemos na História, como a paz romana, ou, em nosso tempo, a paz americana (mas também já houve paz soviética, paz otomana, paz chinesa), foram resultados de uma conquista e uma pressão militar contínua através das quais se mantinha uma certa ordem e se reduzia o grau de conflitos no centro, à custa de algumas tantas pequenas, porém sangrentas, guerras periféricas. A coisa pode agradar a quem está no olho do furacão, mas quem está na periferia sofre a violência que serve para conservar o equilíbrio do sistema. “Nossa" paz se obtém sempre ao preço da guerra que sofrem os outros.


Isso deveria nos levar a uma conclusão cínica, porém realista: se queres a paz (para ti), prepara a guerra (contra os outros). Entretanto, nas últimas décadas, a guerra se transformou em algo tão complexo que não costuma mais chegar ao fim com uma situação de paz, nem que seja apenas provisória. Ao longo dos séculos, a finalidade da guerra tem sido a de derrotar o inimigo em seu próprio território, mantendo-o no desconhecimento quanto a nossos movimentos para poder pegá-lo de surpresa, conseguindo forte solidariedade na frente interna. Hoje, depois das guerras do Golfo e de Kosovo, temos visto não apenas jornalistas ocidentais falando das cidades inimigas bombardeadas, como também os representantes dos países adversários expressando-se livremente em nossas telas de televisão. Os meios de comunicação informavam ao inimigo sobre as posições e os movimentos dos “nossos", como se Mata Hari tivesse se transformado em diretora da televisão local. Os chamados do inimigo dentro de nossa própria casa e a prova visual insuportável da destruição provocada pela guerra levaram a que se dissesse que não se deveriam assassinar os inimigos (ou mostrar que eram assassinados por engano),e, por outro lado, parecia insustentável a idéia de que um dos nossos pudesse morrer. Dá para se fazer uma guerra nessas condições?



A frase do texto que se encontra na voz passiva é:
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Q444938 Português

TEXTO - PAZ GLOBAL IMPOSSÍVEL
Umberto Eco


Perto do final de dezembro, a Academia Universal das Culturas discutiu em Paris o tema de como se pode imaginar a paz nos dias de hoje. Não definir ou desejar, mas imaginar. Logo, a paz parece ainda ser não apenas uma meta distante, mas um objeto desconhecido. Os teólogos a definiram como a “tranquillita ordinis".


A tranquilidade de que ordem? Somos todos vítimas de um mito original: havia uma condição edênica, depois essa tranquilidade foi violada pelo primeiro ato de violência. Mas Heráclito nos preveniu de que “a luta é a regra do mundo, e a guerra é geradora comum e senhora de todas as coisas". No início houve a guerra, e a evolução implica uma luta pela vida.


As grandes pazes que conhecemos na História, como a paz romana, ou, em nosso tempo, a paz americana (mas também já houve paz soviética, paz otomana, paz chinesa), foram resultados de uma conquista e uma pressão militar contínua através das quais se mantinha uma certa ordem e se reduzia o grau de conflitos no centro, à custa de algumas tantas pequenas, porém sangrentas, guerras periféricas. A coisa pode agradar a quem está no olho do furacão, mas quem está na periferia sofre a violência que serve para conservar o equilíbrio do sistema. “Nossa" paz se obtém sempre ao preço da guerra que sofrem os outros.


Isso deveria nos levar a uma conclusão cínica, porém realista: se queres a paz (para ti), prepara a guerra (contra os outros). Entretanto, nas últimas décadas, a guerra se transformou em algo tão complexo que não costuma mais chegar ao fim com uma situação de paz, nem que seja apenas provisória. Ao longo dos séculos, a finalidade da guerra tem sido a de derrotar o inimigo em seu próprio território, mantendo-o no desconhecimento quanto a nossos movimentos para poder pegá-lo de surpresa, conseguindo forte solidariedade na frente interna. Hoje, depois das guerras do Golfo e de Kosovo, temos visto não apenas jornalistas ocidentais falando das cidades inimigas bombardeadas, como também os representantes dos países adversários expressando-se livremente em nossas telas de televisão. Os meios de comunicação informavam ao inimigo sobre as posições e os movimentos dos “nossos", como se Mata Hari tivesse se transformado em diretora da televisão local. Os chamados do inimigo dentro de nossa própria casa e a prova visual insuportável da destruição provocada pela guerra levaram a que se dissesse que não se deveriam assassinar os inimigos (ou mostrar que eram assassinados por engano),e, por outro lado, parecia insustentável a idéia de que um dos nossos pudesse morrer. Dá para se fazer uma guerra nessas condições?



O segmento que mostra que o texto foi produzido já há algum tempo é:
Alternativas
Q444937 Português

TEXTO - PAZ GLOBAL IMPOSSÍVEL
Umberto Eco


Perto do final de dezembro, a Academia Universal das Culturas discutiu em Paris o tema de como se pode imaginar a paz nos dias de hoje. Não definir ou desejar, mas imaginar. Logo, a paz parece ainda ser não apenas uma meta distante, mas um objeto desconhecido. Os teólogos a definiram como a “tranquillita ordinis".


A tranquilidade de que ordem? Somos todos vítimas de um mito original: havia uma condição edênica, depois essa tranquilidade foi violada pelo primeiro ato de violência. Mas Heráclito nos preveniu de que “a luta é a regra do mundo, e a guerra é geradora comum e senhora de todas as coisas". No início houve a guerra, e a evolução implica uma luta pela vida.


As grandes pazes que conhecemos na História, como a paz romana, ou, em nosso tempo, a paz americana (mas também já houve paz soviética, paz otomana, paz chinesa), foram resultados de uma conquista e uma pressão militar contínua através das quais se mantinha uma certa ordem e se reduzia o grau de conflitos no centro, à custa de algumas tantas pequenas, porém sangrentas, guerras periféricas. A coisa pode agradar a quem está no olho do furacão, mas quem está na periferia sofre a violência que serve para conservar o equilíbrio do sistema. “Nossa" paz se obtém sempre ao preço da guerra que sofrem os outros.


Isso deveria nos levar a uma conclusão cínica, porém realista: se queres a paz (para ti), prepara a guerra (contra os outros). Entretanto, nas últimas décadas, a guerra se transformou em algo tão complexo que não costuma mais chegar ao fim com uma situação de paz, nem que seja apenas provisória. Ao longo dos séculos, a finalidade da guerra tem sido a de derrotar o inimigo em seu próprio território, mantendo-o no desconhecimento quanto a nossos movimentos para poder pegá-lo de surpresa, conseguindo forte solidariedade na frente interna. Hoje, depois das guerras do Golfo e de Kosovo, temos visto não apenas jornalistas ocidentais falando das cidades inimigas bombardeadas, como também os representantes dos países adversários expressando-se livremente em nossas telas de televisão. Os meios de comunicação informavam ao inimigo sobre as posições e os movimentos dos “nossos", como se Mata Hari tivesse se transformado em diretora da televisão local. Os chamados do inimigo dentro de nossa própria casa e a prova visual insuportável da destruição provocada pela guerra levaram a que se dissesse que não se deveriam assassinar os inimigos (ou mostrar que eram assassinados por engano),e, por outro lado, parecia insustentável a idéia de que um dos nossos pudesse morrer. Dá para se fazer uma guerra nessas condições?



A distinção fundamental entre a guerra na atualidade e a guerra do passado é:
Alternativas
Respostas
6401: D
6402: B
6403: C
6404: E
6405: B
6406: D
6407: E
6408: C
6409: A
6410: B
6411: A
6412: E
6413: C
6414: D
6415: D
6416: A
6417: A
6418: D
6419: C
6420: E