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A expressão “desse estilo" ( l.11) é elemento coesivo que retoma o antecedente “marchinhas" ( l.9).
O segmento “durante todo o mês de fevereiro" (l.2) está escrito entre vírgulas por tratar-se de expressão apositiva.
A diminuição da reprovação no ensino fundamental é um dos fatores que podem assegurar a ampliação da taxa de escolaridade da população.
A escolaridade média da população adulta do Espírito Santo indica que a maior parte desse contingente concluiu o ensino fundamental.
Na linha 23, o emprego do acento grave em “às principais" justifica-se pela regência de “concomitantemente", que exige preposição a, e pela presença de artigo definido feminino plural antes de “principais".
Prejudica-se a correção gramatical do período ao se substituir o segmento “é realizado" (l. 20 ) por realiza-se.
A escolha do material a ser utilizado em sala de aula pode mostrar ao estudante os diferentes processos de criação de uma obra.
As técnicas de reprodução de imagens como o vídeo são usadas para a aprendizagem das artes plásticas.
O vídeo é adotado como um recurso didático tradicional das artes plásticas.
Não basta dizer que a arte deve ser estudada como assunto específico no currículo escolar sem mencionar mais especificamente o que significa buscar a excelência desse ensino. A meta geral do ensino da arte é o desenvolvimento da disposição de apreciar obras de arte, em que a excelência da arte implica dois fatores: a extrema capacidade que têm os trabalhos de arte de intensificar e ampliar o âmbito do conhecimento e experiência humanos e as qualidades peculiares de trabalhos artísticos dos quais resulta tal capacidade. Ou, de forma mais resumida, a meta desse ensino é desenvolver nos jovens a disposição de apreciar a excelência nas artes em função da experiência maior de que a arte é capaz.
Ralph Smith. Excelência no ensino da arte. In: Ana Mãe Barbosa (org.).
Leitura no subsolo. São Paulo: Cortez, 1997, p. 97 (com adaptações).
o estudo da arte é a única matéria complexa, porque pressupõe compreensão disciplinada e sensibilidade cultivada.
Não basta dizer que a arte deve ser estudada como assunto específico no currículo escolar sem mencionar mais especificamente o que significa buscar a excelência desse ensino. A meta geral do ensino da arte é o desenvolvimento da disposição de apreciar obras de arte, em que a excelência da arte implica dois fatores: a extrema capacidade que têm os trabalhos de arte de intensificar e ampliar o âmbito do conhecimento e experiência humanos e as qualidades peculiares de trabalhos artísticos dos quais resulta tal capacidade. Ou, de forma mais resumida, a meta desse ensino é desenvolver nos jovens a disposição de apreciar a excelência nas artes em função da experiência maior de que a arte é capaz.
Ralph Smith. Excelência no ensino da arte. In: Ana Mãe Barbosa (org.).
Leitura no subsolo. São Paulo: Cortez, 1997, p. 97 (com adaptações).
A experiência maior de que a arte é capaz, apresentada por meio da excelência do ensino da arte, significa que
os educadores necessitam de qualificação específica para repassar aos estudantes uma compreensão histórica, uma apreciação estética e um pensamento crítico em relação ao campo da arte.
Não basta dizer que a arte deve ser estudada como assunto específico no currículo escolar sem mencionar mais especificamente o que significa buscar a excelência desse ensino. A meta geral do ensino da arte é o desenvolvimento da disposição de apreciar obras de arte, em que a excelência da arte implica dois fatores: a extrema capacidade que têm os trabalhos de arte de intensificar e ampliar o âmbito do conhecimento e experiência humanos e as qualidades peculiares de trabalhos artísticos dos quais resulta tal capacidade. Ou, de forma mais resumida, a meta desse ensino é desenvolver nos jovens a disposição de apreciar a excelência nas artes em função da experiência maior de que a arte é capaz.
Ralph Smith. Excelência no ensino da arte. In: Ana Mãe Barbosa (org.).
Leitura no subsolo. São Paulo: Cortez, 1997, p. 97 (com adaptações).
A experiência maior de que a arte é capaz, apresentada por meio da excelência do ensino da arte, significa que
os estudantes aprendem a sentir a arte, a compreendê-la no seu
sentido histórico e a apreciá-la esteticamente.
Durante o Modernismo, houve dificuldade na definição e no reconhecimento das chamadas expressões culturais locais ou regionais da cultura brasileira.
A cultura brasileira no Modernismo era apenas uma manifestação local somatória de costumes, tradições e valores, ou seja, expressão de um indivíduo com seu jeito próprio de ser, estar e sentir o mundo.
No Modernismo, existia a possibilidade de desenvolver um ideal, uma orientação nacional que perpassasse a fase do mimetismo para a fase da criação brasileira autêntica.
Os valores estéticos da arte e tecnologia insinuados no século XX são decorrentes
das atitudes dos artistas que, procurando avaliar os novos
tempos, mantinham a tradição da arte europeia como base para
o que produziam, recorrendo às técnicas tradicionais das artes
plásticas.
Os valores estéticos da arte e tecnologia insinuados no século XX são decorrentes
das práticas artísticas que iam além do ato de pintar e de
esculpir em função de um a integração mais direta com os
elementos da vida cotidiana.
Os valores estéticos da arte e tecnologia insinuados no século XX são decorrentes
da permanência dos valores tradicionais da arte, pois os artistas
não dialogavam com o novo meio de produção de imagens.
Os objetos-esculturas nasceram do desenho de corpos unidos. O artista isolou a linha que define ao mesmo tempo duas pessoas: fronteira e mistura de peles, vasos comunicantes e incomunicados. Metáfora das relações amorosas, essa linha ganhou volume e expandiu-se em duas formas: urna e cálice (ou aberto e fechado, masculino e feminino). Preenchendo o espaço entre elas, um lábio. Está montada a equação visual que, conforme os hábitos do artista-autor, ainda se alimentou de inúmeras fontes de pesquisa, entre elas as ciências exatas.
Internet: <www.portalsaofrancisco.com.br>(com adaptações).
Na produção artística, o planejamento consiste no conjunto de instrumentos utilizados e na metodologia aplicada oriunda do processo de criação artística.
Os objetos-esculturas nasceram do desenho de corpos unidos. O artista isolou a linha que define ao mesmo tempo duas pessoas: fronteira e mistura de peles, vasos comunicantes e incomunicados. Metáfora das relações amorosas, essa linha ganhou volume e expandiu-se em duas formas: urna e cálice (ou aberto e fechado, masculino e feminino). Preenchendo o espaço entre elas, um lábio. Está montada a equação visual que, conforme os hábitos do artista-autor, ainda se alimentou de inúmeras fontes de pesquisa, entre elas as ciências exatas.
Internet: <www.portalsaofrancisco.com.br>(com adaptações).
Os materiais e os instrumentos são parte da atividade do artista, pois valem em termos práticos ao momento em que a obra adquire seu significado total.

