Questões de Concurso
Comentadas para instituto rio branco
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Texto III


Com referência ao texto III, julgue (C ou E) os itens que se seguem
No trecho “porque eu, Dom Pedro Quaderna” (l.54), a
conjunção “porque” é expressão de realce, empregada de modo
expletivo, visto que não estabelece relação entre a oração que
ela introduz e outra oração do período.
Texto III


Com referência ao texto III, julgue (C ou E) o item que se segue.
No sintagma “os ‘irônicos estrangeiros’” (l. 21 e 22), o
vocábulo ‘irônicos’ é o núcleo do sujeito, o que é confirmado
pelo emprego de “irônico” em “desafio qualquer
irônico” (l.58).
Texto III


Com referência ao texto III, julgue (C ou E) o item que se segue.
Sem prejuízo da informação veiculada no relato e da correção
gramatical do texto, a vírgula empregada logo após “janelas”
(l.2) poderia ser substituída pelo conector e.
Texto III


Julgue (C ou E) o item subsequente, relativo às ideias
desenvolvidas no texto III.
Em “somos incapazes de forjar uma verdadeira trança, uma intrincada teia” (l. 23 e 24), a palavra “trança” foi empregada no sentido de trama.
Texto III


O trecho “Até na estatística criminal o nosso país revela-se mesquinho” (l. 42 e 43), atribuído pelo narrador a Tobias Barreto, indica que os ‘irônicos estrangeiros’ ridicularizam a pouca capacidade dos brasileiros de conhecerem a realidade em que vivem.
Texto III


Além de revelar sua identidade e algumas de suas alcunhas, o narrador do texto declara-se apto a, com sua história, superar os irônicos, sejam eles estrangeiros ou não.
Texto III


Julgue (C ou E) o item subsequente, relativo às ideias desenvolvidas no texto III.
Em “E comenta, ácido” (l.39), a palavra “ácido” foi
empregada, com ironia, para ridicularizar o Desembargador
Pontes Visgueiro, criminoso de Alagoas.
Texto III


Conforme o narrador, brasileiros como Nicolau Fagundes Varela e Tobias Barreto escreveram contra os brasileiros, incapazes, para ambos, de decifrar os enigmas do país e de fazer aparecer um romance de gênio.
Texto III


Para o narrador, a formação territorial do Brasil foi um ato de bravura que poderia fazer os brasileiros ultrapassarem os feitos narrados por Homero.
Texto III


O narrador classifica Tobias Barreto de “excelso Gênio brasileiro” (l.32) por este haver escrito um romance que não expressou a índole de um povo superficial, uma vez que a narrativa se revelou enigmática e sangrenta.
Texto III


Com relação às ideias desenvolvidas no texto III, julgue (C ou E) o próximo item.
O narrador do texto apresenta um “insolúvel enredo de
‘romance de crime e sangue’” (l. 24 e 25), a partir de um
episódio familiar, constituído pela degola do seu padrinho e
pelo rapto de Sinésio.
Texto II


Infere-se do texto que, na tribo Urubu-Kaapor, a fúria sagrada se manifesta sempre que um parente, em especial, um filho, morre, o que, por consequência, demonstra que os índios dessa tribo valorizam os laços familiares e não aceitam a impermanência da existência humana.
Texto II


A oração reduzida iniciada pelo gerúndio “incluindo” (l.10) poderia ser corretamente substituída pela seguinte oração desenvolvida: no qual se inclui vários trabalhos sobre os índios.
Texto II


Considerando as relações semântico-sintáticas estabelecidas no texto II, julgue (C ou E) o item a seguir.
O trecho “viceja um esplêndido indigenismo” (l.3) indica que,
para a autora, prosperou na literatura hispano-americana,
durante todo o século XX, a imagem do índio como herói,
como bom selvagem, ou seja, como elemento diferenciador da
identidade de nações sul-americanas
Texto II


As relações semântico-sintáticas no período “Nas Bacantes, do mesmo autor, Agave, fora de si, participa do desmembramento de seu filho adulto, Penteu, rei de Tebas” (l. 26 e 27) sustentam a inferência de que Agave tinha mais de um filho e apenas um deles era adulto.
Texto II


Sem prejuízo da correção gramatical e do sentido do texto, a expressão “contar nos dedos das mãos” (l.6) poderia ser substituída por contar pelos dedos.
Acerca das relações semântico-sintáticas e do vocabulário do texto II, julgue (C ou E) o item seguinte.
Os termos “trágico” (l.15), “de Uirá” (l.16) e “deste século” (l.16) exercem a mesma função sintática, na oração em que ocorrem.
Texto II


Mantendo-se a correção gramatical do texto, o segmento “fora transformado em filme” (l. 11 e 12) poderia ser reescrito da seguinte forma: foi transposto para o cinema.
Texto II


Acerca das relações semântico-sintáticas e do vocabulário do texto II, julgue (C ou E) o item seguinte.
Na oração que inicia o segundo parágrafo, o verbo concorda
com o primeiro núcleo do sujeito posposto, concordância
verbal abonada pela gramática normativa.
Texto II


Ao afirmar que “o índio está mais vivo do que nunca em sua conexão com a literatura” (l. 49 e 50), a autora defende que romances como Maíra têm o mérito de salvar tribos e civilizações indígenas das forças destrutivas que predominam nas sociedades.