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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN
Q1229947 Sistemas Operacionais
O Registro do sistema operacional Windows contém informações necessárias à configuração desse sistema para um ou mais usuários, aplicativos e dispositivos de hardware. Assim, muitas vezes torna-se necessário que o técnico em tecnologia da informação acesse esse registro para modificar determinadas configurações. 
Considerando a necessidade de acessar o registro do sistema operacional Windows, o comando necessário para abrir o Editor de Registro é
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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN
Q1226296 Áudio e Vídeo
Na cena, o diretor deve informar o telespectador sobre a passagem do tempo com a seguinte inscrição eletrônica na tela do vídeo: “Alguns anos depois”. Nesse caso, o assistente de direção e produção deve solicitar a utilização da técnica de
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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN
Q1226279 Áudio e Vídeo
Na gravação de uma cena externa, o diretor deu o seguinte comando para o cinegrafista: “Comece com take fechado da porta do palácio e abra até mostrá-lo por completo”. Nesse caso, o cinegrafista deve fazer o movimento de
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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN
Q1226243 Áudio e Vídeo
Em uma tomada de imagem no ambiente externo, o diretor quis contemplar toda a paisagem agrupando os elementos presentes na cena, desde que mostrasse os atores por inteiro. Um recurso para atender às necessidades de imagem do diretor é fazer bom uso do plano 
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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN
Q1219769 Áudio e Vídeo
A mesa de áudio ou de controle de áudio é um equipamento essencial em um estúdio e, independente do modelo ser analógico ou digital, ela tem como uma de suas funções principais
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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN
Q1219734 Áudio e Vídeo
Para minimizar a distorção, ao reduzir as diferenças de nível entre trechos com volume baixo e alto num som gravado ou transmitido, o sonoplasta deverá fazer uso de um
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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN
Q1219726 Áudio e Vídeo
Um recurso que facilita e torna mais ágil a montagem de uma peça sonora durante a edição é a decupagem do áudio. O sonoplasta deve entender esse processo, que consiste em
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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN
Q1200377 Odontologia
Em artigo de avaliação da Política Nacional de Saúde Bucal (PNSB), Narvai (2011) afirma que “a linha de ação com maior visibilidade da PNSB é a relacionada com a ampliação da atenção secundária, historicamente residual nas políticas públicas do setor. Refiro-me aos CEO – Centros de Especialidades Odontológicas que a partir de 2004 começaram a ser instalados em todos os estados brasileiros”. O autor pondera, contudo, que não se deve reduzir a PNSB a essa rede, sendo necessária sua articulação com outros componentes dos serviços de saúde. O pressuposto sobre o qual se baseia a estratégia dos CEO é a
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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN
Q1195042 Edificações
Para a determinação da umidade de um solo no laboratório, foi utilizada uma amostra no estado natural com peso de 256,0 g. Após secagem em estufa por um período de 24 horas, essa amostra apresentou peso igual a 231,0 g. A umidade dessa amostra, em porcentagem, é de, aproximadamente
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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN
Q1186809 Áudio e Vídeo
No ensaio de uma cena, o diretor percebeu que o ator estava com uma das mãos mais pálida em relação ao rosto. Considerando que o ator fará uma tomada das mãos em close, o assistente de direção e produção, a fim de resolver o problema da forma mais breve possível, deve convocar um
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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN
Q1186800 Áudio e Vídeo
No trabalho de pós-produção, o diretor recolheu as imagens e os áudios e se encaminhou à ilha de edição digital. Para ele, esse processo seria mais prático e rápido, por possibilitar a autonomia das fontes. A edição digital também é conhecida como
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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN
Q1186504 Áudio e Vídeo
Um assistente de direção e produção recebeu orientação do diretor para conferir, no estúdio, se o grid estava ajustado conforme as necessidades da gravação da cena. Grid está relacionado ao sistema de
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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN
Q1184620 Odontologia
A dosagem oral clássica de metronidazol para o tratamento da doença periodontal, usada na maioria dos estudos, é de 250mg, três vezes ao dia, por sete a dez dias. No caso dos fumantes, o antibiótico mais recentemente recomendado para tratamento da doença periodontal é a
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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN
Q1184484 Odontologia
A fluoretação das águas pode ser considerada como a mais importante medida de caráter coletivo para a prevenção da cárie dentária, sendo um dos eixos da Política Nacional de Saúde Bucal, o Brasil Sorridente. Trata-se de uma medida bastante estudada no mundo inteiro, tendo sido objeto de, pelo menos, três grandes revisões sistemáticas nos últimos 20 anos. De uma maneira geral, a respeito da efetividade e da segurança do método, os mais recentes achados revelam que a fluoretação das águas
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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN
Q1184244 Odontologia
A imunização dos profissionais da saúde se constitui em uma medida para proteger a sua saúde e a da sua equipe. A vacina contra a hepatite B é uma das vacinas recomendadas para a equipe de saúde bucal e deve ser realizada em três doses. Em profissionais que iniciam o esquema vacinal após os 40 anos, é importante fazer o acompanhamento sorológico após 30 dias da última dose, para avaliar se a imunização foi obtida, por meio do teste
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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN
Q1183546 Áudio e Vídeo
Trabalho escravo é ainda uma realidade no Brasil
Esse tipo de violação não prende mais o indivíduo a correntes, mas acomete a liberdade do trabalhador e o mantém submisso a uma situação de exploração Natalia Suzuki (*) e Thiago Casteli
O trabalho escravo ainda é uma violação de direitos humanos que persiste no Brasil. A sua existência foi assumida pelo governo federal perante o país e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) em 1995, o que fez com que o Brasil se tornasse uma das primeiras nações do mundo a reconhecer oficialmente a escravidão contemporânea em seu território. Daquele ano até 2016, mais de 50 mil trabalhadores foram libertados de situações análogas a de escravidão em atividades econômicas nas zonas rural e urbana. Quem é o trabalhador escravo? Em geral, são migrantes que deixaram suas casas em busca de melhores condições de vida e de sustento para as suas famílias. Saem de suas cidades atraídos por falsas promessas de aliciadores ou migram, forçadamente, por uma série de motivos, que pode incluir a falta de opção econômica, guerras e até perseguições políticas. No Brasil, os trabalhadores provêm de diversos estados das regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte, mas também podem ser migrantes internacionais de países latino-americanos – como a Bolívia, Paraguai e Peru –, africanos, além de procedentes do Haiti e do Oriente Médio. Essas pessoas podem se destinar à região de expansão agrícola ou aos centros urbanos à procura de oportunidades de trabalho. Tradicionalmente, o trabalho escravo é empregado em atividades econômicas na zona rural, como a pecuária, a produção de carvão e os cultivos de cana-de-açúcar, soja e algodão. Nos últimos anos, essa situação também é verificada em centros urbanos, principalmente na construção civil e na confecção têxtil. No Brasil, 95% das pessoas submetidas ao trabalho escravo rural são homens. Em geral, as atividades para as quais esse tipo de mão-de-obra é utilizado exigem força física, por isso, os aliciadores buscam principalmente homens e jovens. Os dados oficiais do Programa SeguroDesemprego de 2003 a 2014 indicam que, entre os trabalhadores libertados, 72,1% são analfabetos ou não concluíram o quinto ano do Ensino Fundamental. Muitas vezes, o trabalhador submetido ao trabalho escravo consegue fugir da situação de exploração, colocando a sua vida em risco. Quando tem sucesso em sua empreitada, recorre a órgãos governamentais ou a organizações da sociedade civil para denunciar a violação que sofreu. Diante disso, o governo brasileiro tem centrado seus esforços para o combate desse crime, especialmente na fiscalização de propriedades e na repressão por meio da punição administrativa e econômica de empregadores flagrados utilizando mão-de-obra escrava. Enquanto isso, o trabalhador libertado tende a retornar a sua cidade de origem, onde as condições que o levaram a migrar permanecem as mesmas. Diante dessa situação, o indivíduo pode novamente ser aliciado para outro trabalho em que será explorado, perpetuando uma dinâmica que chamamos de “Ciclo do Trabalho Escravo”. Para que esse ciclo vicioso seja rompido, são necessárias ações que incidam na vida do trabalhador para além do âmbito da repressão do crime. Por isso, a erradicação do problema passa também pela adoção de políticas públicas de assistência à vítima e prevenção para reverter a situação de pobreza e de vulnerabilidade de comunidades. Dentre essas políticas, estão as ações formativas no âmbito da educação, como aquelas propostas pelo programa Escravo, nem pensar!
No último parágrafo do texto, predomina a
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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN
Q1183313 Áudio e Vídeo
Trabalho escravo é ainda uma realidade no Brasil
Esse tipo de violação não prende mais o indivíduo a correntes, mas acomete a liberdade do trabalhador e o mantém submisso a uma situação de exploração Natalia Suzuki (*) e Thiago Casteli
O trabalho escravo ainda é uma violação de direitos humanos que persiste no Brasil. A sua existência foi assumida pelo governo federal perante o país e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) em 1995, o que fez com que o Brasil se tornasse uma das primeiras nações do mundo a reconhecer oficialmente a escravidão contemporânea em seu território. Daquele ano até 2016, mais de 50 mil trabalhadores foram libertados de situações análogas a de escravidão em atividades econômicas nas zonas rural e urbana. Quem é o trabalhador escravo? Em geral, são migrantes que deixaram suas casas em busca de melhores condições de vida e de sustento para as suas famílias. Saem de suas cidades atraídos por falsas promessas de aliciadores ou migram, forçadamente, por uma série de motivos, que pode incluir a falta de opção econômica, guerras e até perseguições políticas. No Brasil, os trabalhadores provêm de diversos estados das regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte, mas também podem ser migrantes internacionais de países latino-americanos – como a Bolívia, Paraguai e Peru –, africanos, além de procedentes do Haiti e do Oriente Médio. Essas pessoas podem se destinar à região de expansão agrícola ou aos centros urbanos à procura de oportunidades de trabalho. Tradicionalmente, o trabalho escravo é empregado em atividades econômicas na zona rural, como a pecuária, a produção de carvão e os cultivos de cana-de-açúcar, soja e algodão. Nos últimos anos, essa situação também é verificada em centros urbanos, principalmente na construção civil e na confecção têxtil. No Brasil, 95% das pessoas submetidas ao trabalho escravo rural são homens. Em geral, as atividades para as quais esse tipo de mão-de-obra é utilizado exigem força física, por isso, os aliciadores buscam principalmente homens e jovens. Os dados oficiais do Programa SeguroDesemprego de 2003 a 2014 indicam que, entre os trabalhadores libertados, 72,1% são analfabetos ou não concluíram o quinto ano do Ensino Fundamental. Muitas vezes, o trabalhador submetido ao trabalho escravo consegue fugir da situação de exploração, colocando a sua vida em risco. Quando tem sucesso em sua empreitada, recorre a órgãos governamentais ou a organizações da sociedade civil para denunciar a violação que sofreu. Diante disso, o governo brasileiro tem centrado seus esforços para o combate desse crime, especialmente na fiscalização de propriedades e na repressão por meio da punição administrativa e econômica de empregadores flagrados utilizando mão-de-obra escrava. Enquanto isso, o trabalhador libertado tende a retornar a sua cidade de origem, onde as condições que o levaram a migrar permanecem as mesmas. Diante dessa situação, o indivíduo pode novamente ser aliciado para outro trabalho em que será explorado, perpetuando uma dinâmica que chamamos de “Ciclo do Trabalho Escravo”. Para que esse ciclo vicioso seja rompido, são necessárias ações que incidam na vida do trabalhador para além do âmbito da repressão do crime. Por isso, a erradicação do problema passa também pela adoção de políticas públicas de assistência à vítima e prevenção para reverter a situação de pobreza e de vulnerabilidade de comunidades. Dentre essas políticas, estão as ações formativas no âmbito da educação, como aquelas propostas pelo programa Escravo, nem pensar!
O Ciclo do Trabalho Escravo mencionado no texto significa a
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Q933761 Arquivologia
A Portaria Interministerial n. 1.677/2015 determina que, ao ocorrer perda ou extravio de processo, digital ou não, a autoridade competente do órgão ou entidade deverá ser comunicada, cabendo a ela promover as medidas cabíveis para apuração dos fatos e resgate das informações e dos documentos perdidos ou extraviados. Reunidos os documentos obtidos durante a operação de busca, será feita a autuação e atribuído ao processo formado um novo número (NUP), mantendo-se o número (NUP) anterior como referência. Em seguida, será lavrado o Termo de
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Q933760 Arquivologia
De acordo com a Portaria Interministerial n. 1.677/2015, que define procedimentos gerais para o desenvolvimento das atividades de protocolo, o procedimento de união de processo(s) a processo, em caráter provisório, tendo como finalidade estudos, instrução e uniformidade de tratamento de matérias semelhantes, com o mesmo interessado ou não, é denominado
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Q933759 Arquivologia
A Lei n. 12.527, de 18 de Novembro de 2011, que regulamenta o acesso à informação pública, dispõe que as informações pessoais relativas à intimidade, vida privada, honra e imagem terão seu acesso restrito, independente de classificação de sigilo, a agentes públicos legalmente autorizados e à pessoa a que elas se referirem. De acordo com essa lei, esse tipo de informação terá seu acesso restrito pelo prazo máximo de
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Respostas
2101: D
2102: D
2103: C
2104: A
2105: B
2106: B
2107: C
2108: C
2109: D
2110: B
2111: A
2112: A
2113: C
2114: B
2115: A
2116: C
2117: B
2118: D
2119: D
2120: A