Foram encontradas 6.639 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3529034 Pedagogia
Leia o texto a seguir:

    Que seja dito e repetido à exaustão: uma aula pode ser extremamente conservadora e ultrapassada contando com todos os mais modernos meios audiovisuais. Uma aula pode ser muito dinâmica e inovadora utilizando giz, professor e aluno.
(Leandro Karnal, “Introdução”. Em: Leandro Karnal, História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas, 2015.)

Nesse sentido, para Karnal,
Alternativas
Q3529033 História
Leia o texto a seguir:

    No contexto pedagógico atual, a História Contemporânea, tendo em vista que ela está mais próxima do cotidiano do aluno, tem sido muito valorizada como ponte para o estudo do passado mais remoto. Há o risco de o ensino (e a pesquisa) voltarem-se para um certo presentismo subjetivista e cometer um dos (ou todos) três pecados capitais da explicação histórica: o anacronismo, o voluntarismo teórico e o descritivismo nominalista.
(Marcos Napolitano, “Pensando a estranha História sem fim”. Em: Leandro Karnal, História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas, 2015. Adaptado)

Marcos Napolitano define o voluntarismo teórico como 
Alternativas
Q3529032 História
De acordo com a obra A África na Sala de Aula, de Leila Leite Hernandez, é correto afirmar que os sistemas classificatórios europeus, em meados do século 18, concebiam os africanos como
Alternativas
Q3529031 Pedagogia
Leia o texto a seguir:

    A História do Brasil deve ser o núcleo central dos estudos históricos nas escolas e jamais um apêndice da História Geral. A centralidade da História do Brasil, contudo, merece uma reflexão e um aprofundamento em dois aspectos essenciais.
(Circe Bittencourt, “Identidade nacional e ensino e história do Brasil”. Em: Leandro Karnal, História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas, 2015. Adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta, segundo Circe Bittencourt, um desses aspectos essenciais.
Alternativas
Q3529030 História
Leia o texto a seguir:

    O século XVIII, antiaristocrático e anticlerical, acentuou o menosprezo à Idade Média, vista como momento áureo da nobreza e do clero.
(Hilário Franco Júnior. A Idade Média: nascimento do Ocidente, 2001.)

Considerando o contexto abordado pelo fragmento, é correto afirmar:
Alternativas
Q3529029 História
Leia o texto a seguir:

     No início do ano de 1798, na cidade de Salvador, amanheceu queimada a forca instalada no largo em que se erguia o Pelourinho — símbolo máximo do poder da Coroa portuguesa. O gesto era de desafio, contestava a autoridade política de Lisboa e dispensava justificações.
    Alguns meses depois, na manhã de 12 de agosto, a cidade acordou semeada de panfletos que pareciam vir de todo lugar e apanharam de surpresa população e autoridades. Os panfletos baianos surgiram nos pontos de maior circulação de pessoas.
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling, Brasil: uma biografia, 2015. Adaptado)

As autoras, na obra citada, afirmam que a Conjuração Baiana
Alternativas
Q3529028 História
Segundo a obra A Idade Média: nascimento do Ocidente, de Hilário Franco Júnior, o conceito de Idade Média, elaborado no contexto do Renascimento europeu, indicava
Alternativas
Q3529027 Sociologia
Tiago Muniz Cavalcanti e Rafael Garcia Rodrigues, no artigo Trabalho escravo contemporâneo: hoje, o mesmo de ontem, defendem que o trabalho escravo no Brasil
Alternativas
Q3529026 História
Leia o texto a seguir:

    Entre a última década do século XVII e a primeira do XVIII, os moradores do planalto de Piratininga começaram a desconfiar que estavam sendo enganados — a Coroa portuguesa havia prometido muito mais do que estava disposta a cumprir e não cogitava entregar a posse das regiões auríferas a seus descobridores. Entre 1707 e 1709, o conflito até então surdo explodiu: os paulistas enfurecidos meteram-se em guerra pelo controle das Minas, contra os emboabas.
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling, Brasil: uma biografia, 2015. Adaptado)

Diante do conflito, a Coroa interveio e
Alternativas
Q3529025 História
Leia o texto a seguir:

    A história do Brasil não cabe num único livro. Até porque não há nação cuja história possa ser contada de forma linear, progressiva, ou mesmo de uma só maneira. Assim, aqui não se pretende contar uma história do Brasil, mas fazer do Brasil uma história. Ao contar uma história, tanto o historiador quanto o leitor aprendem a “treinar a imaginação para sair em visita”, como diria Hannah Arendt. E é por levar a sério essa noção de “visita” que este livro deixará de lado a meta de construir uma “história geral dos brasileiros” para se concentrar na ideia de que a biografia talvez seja outro bom caminho para tentar compreender o Brasil em perspectiva histórica.
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling, Brasil: uma biografia, 2015. Adaptado)

Dessa forma, no livro citado, a proposta das autoras se constitui em
Alternativas
Q3529024 História
Considerando a obra Apologia da história ou o ofício do historiador, de Marc Bloch, é correto afirmar que a História e o historiador
Alternativas
Q3529023 História
Leia o texto a seguir:

    Que historiador das religiões se contentaria em compilar tratados de teologia ou coletâneas de hinos? Ele sabe muito bem que as imagens pintadas ou esculpidas nas paredes dos santuários, a disposição e o mobiliários dos túmulos têm tanto a lhe dizer sobre as crenças e as sensibilidades mortas quanto muitos escritos.
Marc Bloch, Apologia da História ou o ofício do historiador, 2002.)

Segundo o excerto e a obra citada, Bloch
Alternativas
Q3529022 História
Em Apologia da História ou o ofício do historiador, Marc Bloch considera a História como
Alternativas
Q3529021 História
De acordo com Luiz Felipe de Alencastro, na obra O trato dos viventes, a singularidade do processo de formação da sociedade brasileira encontra-se
Alternativas
Q3529020 História
É correto afirmar que, na obra de Luiz Felipe de Alencastro, O Trato dos Viventes, um dos enfoques é
Alternativas
Q3529019 História
Leia o texto a seguir:

    Nossa história colonial não se confunde com a continuidade do nosso território colonial. Sempre se pensou o Brasil fora do Brasil, mas de maneira incompleta: o país aparece no prolongamento da Europa. Ora, a ideia exposta neste livro é diferente e relativamente simples: a colonização portuguesa, fundada no escravismo, deu lugar a um espaço econômico e social bipolar, englobando uma zona de produção escravista situada no litoral da América do Sul e uma zona de reprodução de escravos centrada em Angola.
(Luiz Felipe de Alencastro, O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul, 2000.)

Considerando o exposto, o autor identifica que, a partir do final do século 16, constituiu-se um espaço aterritorial,
Alternativas
Q3529018 Pedagogia
Considerando as premissas teóricas do Currículo Paulista, é correto afirmar que a História
Alternativas
Q3529017 Pedagogia
Considerando as indagações e reflexões acerca do ensino e estudo da História a partir da relação entre presente e passado que fazem parte do Currículo Paulista, é correto afirmar que
Alternativas
Q3529016 Pedagogia
Considerando as referências orientadoras do Currículo Paulista para a prática do professor de História em sala de aula, é correto afirmar que
Alternativas
Q3529015 Direitos Humanos
A Educação em Direitos Humanos tem como objetivo central a formação para a vida e para a convivência, no exercício cotidiano dos Direitos Humanos como forma de vida e de organização social, política, econômica e cultural nos níveis regionais, nacionais e planetário. Conforme a Resolução CNE/CP n° 1/2012, art. 5° , § 2° , as estratégias de acompanhamento das ações de Educação em Direitos Humanos serão definidas
Alternativas
Respostas
1481: D
1482: E
1483: A
1484: C
1485: B
1486: D
1487: C
1488: E
1489: A
1490: D
1491: B
1492: C
1493: E
1494: E
1495: A
1496: B
1497: D
1498: B
1499: C
1500: E