Questões de Concurso Comentadas para seduc-sp

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Q3524841 Artes Cênicas
A denominação “dança dramática” com base na coleta de material folclórico levantado e coletado na década anterior, sobretudo pelo Norte e Nordeste do país, surge pela primeira vez em artigo publicado em 1935 no VI Boletim Latino-Americano de Música. Esse estudo resulta, em 1959, na introdução da obra Danças Dramáticas do Brasil, organizada por Oneyda Alvarenga.
A pesquisa e denominação foi elaborada por
Alternativas
Q3524840 Artes Cênicas
No Brasil, foi durante a década de 1970 que começaram as experimentações cênicas de dança-teatro. No mesmo período, tem início uma investigação bastante particular que buscava novas pontes entre corpo, palavra, dança e teatro, na construção do que seria um “teatro total”. Destacam-se, por exemplo, “Isso ou Aquilo?”, (1975) “Por Dentro, Por Fora”, (1976), “Escuta Zé!”, (1977) (esta obra trazia uma discussão cênica das teorias reichianas), e “Sopro de Vida” (1979).
Essa proposta foi desenvolvida por
Alternativas
Q3524839 Artes Cênicas
Segundo Koudela (2015), Rudolf Laban propõe o estudo da Coreologia como fundamento de sua proposta de dança. Após sua morte, em 1958, a Coreologia foi fragmentada em áreas distintas de estudo.
Assinale a alternativa que apresenta uma dessas áreas que compõe a Coreologia. 
Alternativas
Q3524838 Artes Cênicas
Os viewpoints (pontos de vista) são conceitos ou procedimentos de improvisação utilizados para a prática de criação em artes cênicas. Os conceitos dos viewpoints têm sua origem no movimento da dança pós-moderna norte-americana, que nos anos de 1970 apresentou princípios de improvisação e composição em dança, como a Judson Church, que alteraram o modo de investigação do processo de criação. A coreógrafa Mary Overlie desenvolve os Six Viewpoints, cujo objetivo era a criação em dança, por meio da improvisação.
Segundo Koudela (2015), são os pontos de vista, a partir de Mary Overlie: 
Alternativas
Q3524837 Artes Plásticas
Na proposição de atividades que têm o objetivo de desenvolver a percepção da altura do som, Almeida (2011) aponta para uma abordagem na qual é elaborado um trabalho de percepção de altura do som minucioso.
Segundo Almeida, a autoria da abordagem é de
Alternativas
Q3524836 Educação Artística
Os objetos de conhecimento, presentes no componente Arte, do Currículo Paulista, etapa Ensino Médio, foram definidos a partir das interações entre as linguagens da arte, o perfil de saída do estudante, as aprendizagens promovidas no Ensino Fundamental e as especificidades e demandas desta etapa da escolarização.
Aquele que é apresentado como “para conhecer arte e cultura é preciso buscar conhecimentos e informações no estudo dos campos de saberes estéticos e culturais, embasando nosso pensamento sobre seu sistema simbólico ou social, oferecendo outras referências para nossa atuação como intérpretes da cultura”, é o denominado 
Alternativas
Q3524835 Música
Na proposição de atividades de construção de instrumentos musicais, Almeida (2011) classifica os instrumentos a partir de como são produzidos. Aquela categoria de instrumentos cujo som é produzido pelo próprio corpo por meio de percurtir, raspar e chacoalhar.
Trata-se de
Alternativas
Q3524834 Artes Cênicas
Segundo Fonterrada, a proposta educacional de Shinichi Suzuki tem como características
Alternativas
Q3524833 Artes Cênicas
Metodologia a partir da utilização da palavra, da dança e de arranjos de música folclórica para um conjunto de instrumentos de percussão em que os instrumentos de placa de madeira e de metal formam os naipes melódicos. Foi inspirado nos instrumentos de percussão da orquestra e nas marimbas africanas, para os seus interesses didáticos. Os instrumentos desse naipe melódico são divididos de acordo com a tessitura, e foram utilizados a nomenclatura de classificação das vozes em um coral para nomeá-los: glockenspiel (um metalofone muito agudo), xilofones e metalofones sopranos (os mais agudos), xilofones e metalofones contraltos (os médios) e xilofones baixos (os mais graves).
(Almeida, 2011)

Trata-se da abordagem de ensino musical de
Alternativas
Q3524832 Música
Murray Schafer, segundo Almeida (2011), desenvolve um trabalho centrado na improvisação e sensibilização, que define como “campo sonoro total, dentro do que nos encontramos”, e que caracteriza
Alternativas
Q3524831 Música
A propriedade do som que, acusticamente, indica a frequência sonora e nos provoca a sensação de um som mais agudo ou mais grave é
Alternativas
Q3524830 Música
A forma musical na qual uma linha melódica é cantada ou tocada primeiro e, logo após, é imitada por uma segunda voz, ou mais de uma, que canta a mesma melodia, mas começa depois que a anterior começou, é denominada
Alternativas
Q3524829 Artes Plásticas
Surgida no início do século XVIII e desenvolvida por Werkminster em sua obra Harmonologia, essa teoria explicava e estabelecia regras para os eventos musicais a partir de estados emocionais.
Segundo Fonterrada (2008), a denominação dessa abordagem é
Alternativas
Q3524828 Educação Artística
A música é a expressão mais imediata de eros, uma ponte entre ideia e características. Nessa concepção, o principal papel da música é pedagógico, pois, sendo responsável pela ética e pela estética, está implicado na construção da moral e do caráter da nação, o que a transforma em evento público e não privado. Cada melodia, cada ritmo e cada instrumento tem um efeito peculiar na natureza moral da res public. Para essa concepção, a boa música promove o bem-estar e determina as normas de conduta moral, enquanto a música de baixa qualidade a vingança.

(Fonterada, 2008. Adaptado)

Segundo Fonterrada, tal concepção do papel da música se localiza no período
Alternativas
Q3524827 Artes Cênicas
Entenda-se como mediação o espaço reservado para ampliar e/ou estreitar a relação do espectador com a obra de arte. Ela ocupa o processo estético do criador e busca interligá-lo ao público, possibilitando o acesso à obra de arte. Seu principal objetivo é formar apreciadores capazes de contextualizar a experiência estética proposta pelo artista. (…) Especificamente no teatro, quando falamos em mediação teatral, estamos nos referindo ao diálogo entre a encenação e o público.

(Koudela, 2015. Adaptado)

Nesse sentido e na situação de mediação, segundo Koudela (2015), se dá a oportunidade
Alternativas
Q3524826 Artes Cênicas
Segundo Koudela (2015), o movimento Escola Nova estudou as manifestações próprias do desenvolvimento da criança como fonte para a ação e intervenção do professor. Nesse sentido, segundo a autora, no âmbito da pedagogia do teatro, o movimento destacado
Alternativas
Q3524825 Artes Cênicas
É o conjunto das propostas relacionadas à utilização do jogo teatral como mediador da emergência de soluções cênicas diversas, nas quais a participação dos jogadores se torna constitutiva do resultado final. Essa proposta, considerando que “a necessidade de criar parceria e ao mesmo tempo de garantir o toque do diretor [encenador] sobre a produção exige uma abordagem não autoritária”, afirma, propositivamente, que “a direção não vem de fora, mas das necessidades dos jogadores e das necessidades teatrais do momento”. Ao se colocar como participante de uma equipe de jogo, o professor-encenador pode encontrar um equilíbrio entre a necessidade de coordenar e a importância de compartilhar. O horizonte descortinado pela multiplicidade de funções externas para um objetivo comum reavivar o desejo de se estabelecerem bases mais democráticas de construção de uma coletividade que não anule as individualidades. (Koudela, 2015. Adaptado) A definição aponta para as propostas educacionais de 

(Koudela, 2015. Adaptado)

A definição aponta para as propostas educacionais de 
Alternativas
Q3524824 Artes Cênicas
Improvisação a partir de temas ou situações, também denominado jogo teatral, é uma criação e representação coletiva, bastante aplicada em escolas. Trata-se da definição de Reverbel (1996) para
Alternativas
Q3524823 Educação Artística
No Currículo Paulista, a Dimensão do Ensino de Arte denominada Estesia refere-se
Alternativas
Q3524822 Artes Cênicas
Em sua característica híbrida, essa forma teatral transita entre a performance, a pintura, a escultura e a arte do objeto no espaço, enfatizando a imaginação onírica do espectador. Dentro dessa perspectiva, diferentes sequências de movimentos, de deslocamentos de cena, de ritmos que podem ir do lento ao frenético, do desaparecimento e do aparecimento dos objetos, das projeções de silhuetas, transformam o espaço cênico em uma paisagem em movimento, numa dramaturgia visual. (Koudela, 2015. Adaptado) O excerto descreve o

(Koudela, 2015. Adaptado)

O trecho descreve o
Alternativas
Respostas
3121: C
3122: C
3123: D
3124: A
3125: E
3126: E
3127: B
3128: C
3129: E
3130: A
3131: D
3132: B
3133: A
3134: C
3135: B
3136: D
3137: E
3138: C
3139: A
3140: E