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Vasodilatação transitória, seguida de vasoconstrição e edema, resulta da produção de histamina e óxido nítrico nos tecidos acometidos por processos inflamatórios.
Fibrose e distorção arquitetural dos linfonodos inguinais são alterações frequentemente observadas, não necessariamente associadas com doenças coexistentes.
Calcificação da camada média das artérias uterinas está associada ao tromboembolismo.
Espécimes de biópsia gástrica podem apresentar hemorragia na lâmina própria, que somente deve ser considerada patológica quando associada com aspecto endoscópico de gastrite hemorrágica.
Redução da área de mucosa fúndica do estômago e expansão da pilórica, associada a alterações inflamatórias crônicas, são comuns nos indivíduos idosos e provocam hipocloridria.
Calcificação e ossificação das cartilagens pulmonares ocorrem na doença pulmonar obstrutiva crônica, provocando a diminuição do fluxo aéreo típica do enfisema e da bronquite crônica.
Ainda que escassa porção citoplasmática periférica possa ser visualizada na coloração pela hematoxilina e eosina, a membrana basal dos adipócitos se torna mais evidente quando se utilizam as técnicas do PAS ou da reticulina.
Os ácinos mucosos da glândula parótida contêm grânulos secretores de zimogênio com mucopolissacarídios neutros.
Pseudofolículos são encontrados na paratireoide normal e o conteúdo eosinofílico dos mesmos apresenta reação positiva com o ácido periódico de Schiff (PAS).
Técnicas histológicas que utilizam a orceína permitem a identificação do antígeno de superfície do vírus da hepatite B em células hepáticas.
Histiócitos e macrófagos apresentam reatividade com anticorpos monoclonais para CD11b, CD35 e CD 68.
Para evidenciar os dois principais compartimentos histológicos do linfonodo (folículos linfoides e zona paracortical), pode-se utilizar o método de coloração de Giemsa.
Na pesquisa do H pylori, as biópsias realizadas no antrogástrico, em vigência de tratamento com inibidor de bomba de prótons, podem produzir resultados falsos negativos.
A principal e mais frequente indicação de CPRE (colangiopancreatografia endoscópica) é a coledocolitíase.
O aspecto colonoscópico característico é suficiente para se confirmar o diagnóstico de colite pseudomembranosa; a ausência de pseudomembranas exclui o diagnóstico.
Após a desinfecção de alto nível, pois somente assim ocorre eliminação de microrganismos, principalmente os mais elementares como vírus e príons, as pinças de biópsias endoscópicas podem ser reutilizadas.
O tamanho da úlcera sangrante e sua localização no estômago ou duodeno não interferem no prognóstico de hemorragia digestiva alta.
A utilização de clipes hemostáticos dispensa outros métodos de hemostasia, como térmicos ou injeção.
Nas hemorragias digestivas altas, segundo a classificação de Forrest, apenas nos graus Ia e Ib há indicações de terapêutica endoscópica no momento do exame, haja vista o índice de ressangramento ser muito baixo nos outros graus.
Quando realizada com sonda de 7,5 MHz possibilita a visualização da parede do trato gastrointestinal dividida em cinco camadas. A terceira camada, hiperecoica, corresponde histologicamente à camada muscular própria.