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Conforme os critérios atuais da OMS, em todos os casos de leucemia mieloide crônica é possível detectar o cromossomo Philadelphia, decorrente da translocação t(9;22).
A doença linfoproliferativa pós-transplante, que ocorre nos primeiros anos após o transplante, está frequentemente associada à infecção pelo vírus de Epstein-Bar.
A leucemia linfocítica crônica é a neoplasia hematológica que apresenta maior predisposição genética.
Em cerca de um terço dos pacientes com linfoma esplênico da zona marginal é possível detectar uma proteína monoclonal. Esses casos estão associados a uma alta incidência de síndrome de hiperviscosidade.
Uma das características do imunofenótipo da leucemia linfocítica crônica é a presença de cadeia de imunoglobulina monoclonal de expressão forte.
A leucemia prolinfocítica crônica caracteriza-se por células maiores, de aspecto mais imaturo e nucléolo proeminente, quando comparada com a leucemia linfocítica crônica.
A doença de Hodgkin tipo predomínio linfocítico localizada pode ser tratada com excisão cirúrgica seguida de observação.
Segundo o estadiamento de Costwold, um paciente com diagnóstico de doença de Hodgkin com envolvimento de linfonodos em ambos os lados do diafragma, comprometimento de lifonodos para-aórticos, febre, doença extensa (bulky) no mediastino e sem acometimento extranodal ou de medula óssea deve ser categorizado como III1XB.
As células de Hodgkin e as células de Reed Sternberg são caracteristicamente positivas para CD30, CD15 e CD45.
O uso de quimioterapia no tratamento das síndromes mielodisplásicas pode levar a remissão em 40% a 80% dos pacientes, mas é de curta duração.
A maior parte dos pacientes com síndrome mielodisplásica apresenta medula óssea normo ou hipercelular.
O uso da lenalinomida pode induzir a supressão do clone anormal em alguns pacientes com síndrome mielodisplásica com deleção isolada do braço longo do cromossomo 5 (5q), mas esse fenômeno não tem correlação com a redução da necessidade de transfusão de glóbulos vermelhos.
Segundo a classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS), um indivíduo que apresente leucopenia com ausência de blastos no sangue periférico, displasia em menos de 10% da linhagem granulocítica e 2% de blastos ao mielograma, e deleção do cromossomo 5 no cariótipo da medula óssea deve ser diagnosticado como portador de síndrome mielodisplásica – inclassificável.
As complicações das bronquiectasias podem incluir hemoptise, cor pulmonale e abscessos secundários à distância.
O diagnóstico de proteinose alveolar é baseado na demonstração de achados característicos no lavado broncoalveolar em pacientes com quadro clínico sugestivo.
Provas de função pulmonar, tomografia computadorizada do tórax até glândula adrenal, radiograma do tórax, confirmação anatomopatológica da malignidade, hemograma e bioquímica sanguínea, incluindo eletrólitos, fosfatase alcalina, albumina, creatinina e enzimas hepáticas, são exames necessários para o estadiamento do paciente com câncer pulmonar.
Em trabalhadores que lidam com asbesto, o tabagismo aumenta o risco para carcinoma broncogênico e mesotelioma e agrava a asbestose.
As síndromes paraneoplásicas, que podem ocorrer em 10% a 30% dos pacientes com câncer pulmonar, não são completamente entendidas.
O termo nódulo pulmonar solitário geralmente refere-se a uma lesão arredondada, isolada, com menos de 3 cm, circundada por parênquima pulmonar normal, sem associação com atelectasia ou adenopatia.
Até 30% dos casos de tumores carcinoides bronquiais costumam apresentar-se com síndrome carcinoide, que se caracteriza por diarreia, sibilância, hipotensão e flushing.