Questões de Concurso
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As crianças com leucemia linfoblástica aguda e síndrome de Down têm baixas taxas de remissão, altas taxas de mortalidade durante indução e pobre sobrevida em longo prazo.
Doença residual mínima acima de 10, hipoploidia inferior a 45 cromossomos, t(9;22) BCR-ABL e t(4;11) MLL-AF4 são fatores prognósticos favoráveis da leucemia linfoblástica aguda na criança.
A associação, nas últimas décadas, de radioterapia cranioespinhal e quimioterapia intratecal para o tratamento de LLA aumentou para 80%, em 5 anos, a sobrevida livre de evento.
A translocação oculta t(12;21), resultado da fusão transcrita TEL-AML1, é uma anormalidade citogenética rara em criança.
Segundo a OMS, a presença de concentração sérica de uma proteína monoclonal maior que 30 g/L, plasmocitose medular menor que 10% e ausência de lesão em órgão alvo, associados à inexistência de doença de base, definem o diagnóstico de gamopatia monoclonal de significado indeterminado.
Cerca de 3% dos casos de mieloma múltiplo não apresentam proteína monoclonal detectável à imunofixação de proteínas urinárias ou séricas.
A etiologia da lesão óssea do mieloma múltiplo está associada à falta de aderência dos plasmócitos neoplásicos ao estroma da medula óssea.
A leucemia linfoide aguda do adulto apresenta, invariavelmente, a presença do antígeno gp40 (CD7).
A leucemia linfoide aguda com cromossomo Philadelphia apresenta, com o uso do mesilato de imatinibe, evolução semelhante às demais leucemias linfoides agudas.
Apesar do acometimento do sistema nervoso central ao diagnóstico ser raro, cerca de 30% dos pacientes que não receberem quimioprofilaxia apresentarão recaída nesse sítio.
Cerca de 20% dos casos de leucemia linfoide aguda de linhagem T apresentam rearranjo da cadeia pesada da imunoglobulina.
Raros são os casos de leucemia linfoide aguda de linhagem B que apresentam rearranjo da cadeia pesada da imunoglobulina.
Infecção é a principal causa de óbito de pacientes com leucemia mieloide aguda em tratamento de indução de remissão, e o pulmão é o principal órgão acometido.
A leucemia mieloide aguda secundária a tratamento com agentes alquilantes normalmente é precedida de um período de mielodisplasia e citopenias variadas.
A leucemia mieloide aguda sem maturação, conforme os critérios da OMS, corresponde àquela em que a linhagem mieloide foi comprovada e apresenta 90% ou mais de blastos na medula óssea.
Alterações citogenéticas adicionais à translocação t(15;17)(q22;q12) são observadas em raros casos de leucemia promielocítica aguda e representam menos de 10% do total.
O cariótipo ao diagnóstico é o principal fator prognóstico das leucemias mieloides agudas.
A presença da mutação T315I do BCR-ABL é um critério objetivo para indicar o transplante de medula óssea em paciente jovem recém-diagnosticado com leucemia mieloide crônica e com doador relacionado HLA compatível.
Pacientes que, ao diagnóstico, apresentam-se em fase acelerada e são tratados com doses superiores de mesilato de imatinibe, por exemplo, 600 mg, têm evolução semelhante aos de fase crônica tratados com dose padrão.
No momento de transformação de fase crônica para fase acelerada ou para crise blástica, cerca de 80% dos pacientes apresentam alterações citogenéticas adicionais.