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O condroblastoma normalmente localiza-se na região metafisária dos ossos longos.
A taxa de transformação maligna na osteocondromatose é cerca de 3 vezes maior que no osteocondroma solitário.
No condrossarcoma de células claras, a proteína S 100 encontra-se negativa.
No cordoma, após o tratamento cirúrgico, deve-se indicar radioterapia e quimioterapia.
Calcificações intratumorais são verificadas na maioria dos cordomas da coluna vertebral.
Além das formas primárias, os osteossarcomas podem ser secundários à doença de Paget, irradiação, osteogênese imperfeita, infarto ósseo, osteomielite crônica e displasia fibrosa.
Considere que um paciente de 14 anos de idade foi submetido à quimioterapia neoadjuvante em decorrência de osteossarcoma osteoblástico de fêmur distal, tendo sido verificada 80 % de necrose tumoral na análise histológica do segmento ressecado, com margens cirúrgicas livres de neoplasia. Nesse caso, o esquema de quimioterapia deve ser mantido no pós-operatório, devido à boa resposta do tumor.
O osteossarcoma telangectásico, caracterizado pela presença de lacunas preenchidas com sangue e separadas por septos fibrosos, é uma forma relativamente rara do osteossarcoma central. Nesse tipo de tumor, a produção de osteoide tumoral pode ser escassa e difícil de encontrar em uma pequena quantidade de tecido de biópsia.
No tratamento de osteossarcoma paraosteal, deve-se utilizar quimioterapia pré e pós-cirúrgica.
O osteossarcoma central tem seu pico de incidência na segunda década de vida, acometendo mais comumente a região epifisária de ossos longos, principalmente o fêmur, a tíbia e o úmero.
Quando se realiza biópsia incisional em lesão óssea suspeita, deve-se fazer uma dissecção cuidadosa entre os planos musculares.
Deve-se evitar a biópsia por congelação nos tumores ósseos, devido à dificuldade de interpretação diagnóstica causada por esse método de análise.
Por apresentarem menor risco de complicações, as biópsias ósseas percutâneas com trefinas devem ser preferidas às demais, podendo, em alguns casos, ser realizadas com anestesia local.
A linfadenectomia profilática eletiva regional é contraindicada quando a lesão primária localiza-se em uma área que possibilita drenagem linfática para várias cadeias diferentes.
As metástases sistêmicas mais frequentes do melanoma são para fígado (entre 33% e 44 %), seguido pelo sistema nervoso central (entre 7 % e 14 %).
O melanoma apresenta boa resposta à radioterapia, que deve ser iniciada precocemente, assim que o diagnóstico for confirmado.
As primeiras metástases do melanoma são sistêmicas em cerca de 20 % dos casos e ocorrem por disseminação hematogênica.
A espessura do tumor, determinada pelo método de Breslow, é o fator mais importante tanto para a classificação do melanoma quanto para a definição da conduta a ser tomada, do risco de recidiva e da prognose.
A forma amelanótica dos melanomas representa uma dificuldade diagnóstica e ocorre em, no mínimo, 20 % das apresentações nodulares do melanoma.
Setenta por cento de todos os melanomas manifestam-se na forma extensiva superficial, sendo as localizações preferidas o tronco e o dorso nos homens e membros inferiores nas mulheres.