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Para criança em choque séptico e hiperglicemia, com glicemia maior que 178 mg/dL, há indicação precisa, com base em evidências, do uso de insulina contínua para manter um controle glicêmico.
As evidências mais atuais indicam que está contraindicado o uso de medicamentos fibrinolíticos, por via intravenosa, em pacientes com diagnóstico de infarto cerebelar, devido ao aumento da mortalidade associado a essa terapêutica nesse grupo de pacientes.
Em paciente na fase quente do choque refratário a volume e resistente a dopamina, deve-se iniciar a infusão contínua de dobutamina 0,2 micrograma/kg/min.
A tomografia computadorizada do crânio é o exame de imagem que apresenta maior sensibilidade e especificidade para confirmar o diagnóstico de AVC cerebelar.
O tratamento com corticosteróides em TCE grave é indicado para diminuir o edema cerebral.
Em caso de hipertensão intracraniana (HIC), deve-se evitar a hipertermia a todo custo, pois a hipotermia (34 graus), por 48 horas, pode ser considerada opção terapêutica de segunda linha em casos de HIC refratária.
A hiperventilação tem papel central no controle da hipertensão intracraniana (HIC), sendo terapia de primeira linha no tratamento do quadro, independentemente da sua causa.
Embolia de origem cardíaca e doença aterosclerótica dos grandes vasos são as causas mais comuns do AVC provocado por infarto cerebelar.
O uso profilático de anticonvulsivantes está indicado para pós-operatório de tumores supratentoriais e quando há história de convulsão anterior.
A presença do sinal de Romberg é patognomônica de infarto cerebelar.
O tratamento do hematoma subdural é clínico, e sua evolução caracteriza-se por deterioração neurológica leve.
Como o infarto cerebelar apresenta manifestações neurológicas muito características, seu diagnóstico clínico, geralmente, é rápido e acurado.
A dopamina é o vasopressor de primeira escolha para choques refratários a fluidoterapia. No caso de resistência a essa droga, recomenda-se o uso de noradrenalina e altas doses de epinefrina endovenosas contínuas.
Radioterapia e ressecção da vértebra acometida (corpectomia) isoladas ou em associação são exemplos de opções para o tratamento dessa emergência.
A heparina de baixo peso molecular difere da heparina não fracionada por apresentar maior atividade contra o fator Xa.
Dor de tipo radicular, que piora com o repouso, principalmente no período noturno, e melhora quando o paciente assume a posição ortostática, fraqueza muscular dos membros inferiores, parestesias ou anestesia ascendente nas pernas, ataxia e síndrome de Horner são exemplos de manifestações neurológicas associadas a essa síndrome.
Nas crianças, geralmente, o choque está associado à severa hipovolemia, e elas respondem bem a uma agressiva ressuscitação fluídica.
Na síndrome de Claude-Bernard-Horner, observa-se anisocoria à custa de miose ipsilateral à lesão simpática (em qualquer nível — desde o hipotálamo até a medula cervical baixa), com reflexo fotomotor preservado.
Nos casos de choque séptico pediátrico, a paralisia vasomotora é a principal causa de morte. Nesses casos, há também, disfunção miocárdica, manifestada pela diminuição da fração de ejeção, mas o débito cardíaco é mantido pelo aumento da frequência cardíaca e pela dilatação ventricular.
Pupilas levemente dilatadas (5 mm a 6 mm de diâmetro) com reflexo fotomotor ausente, que se dilatam com o reflexo cilioespinhal, são características de lesão no bulbo.