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É preconizado que, para os medicamentos manipulados, é suficiente o controle de qualidade do(s) princípio(s) ativo(s).
Os xaropes são soluções concentradas de sacarose (85%) em água. Para preparar 250 mL de um xarope simples, deve-se dissolver 212,5 g de sacarose em água, podendo o processo ser realizado tanto a frio como a quente.
A preparação de suspensões injetáveis e orais requer os mesmos cuidados. Um passo importante na manipulação é o aumento da viscosidade da fase externa, pois, quanto maior a viscosidade, maior a estabilidade das preparações e menor a velocidade de sedimentação das duas suspensões.
Uma solução constituída por um fármaco cujo princípio ativo é um composto orgânico de caráter ácido pode ser preparada em pH fisiológico.
Entre as diferentes substâncias capazes de estimular as terminações nervosas está a bradicinina. A ação dessa substância química depende da liberação de prostaglandinas.
O paracetamol é um anti-inflamatório não esteroidal considerado eficaz como analgésico para dores de baixa intensidade.
A dor neuropática está, frequentemente, associada a estados dolorosos crônicos e é facilmente controlada utilizando-se analgésicos opioides.
Os neurônios sensitivos periféricos que respondem aos estímulos nocivos são os nociceptores polimodais, principalmente de fibras C não mielinizadas.
Quando uma nova droga oncológica está sendo pesquisada, e é realizada uma pesquisa ou ensaio clínico para demonstrar sua eficácia, essa ação é atribuída à farmacoepidemiologia.
É comum os pacientes apresentarem reações adversas aos medicamentos utilizados durante o tratamento oncológico. A identificação, a notificação e o registro dessas reações podem ser chamados de farmacoepidemiologia.
A permanência por muito tempo nas capelas de segurança e em postura inadequada expõe o profissional aos riscos biológicos e físicos, respectivamente.
A técnica de preparo de medicamentos citostáticos exige antissepsia e utilização de luvas de procedimento, que devem ser trocadas apenas em caso de extravasamento ou quando houver mudança de ciclo por paciente.
Antes da manipulação, a superfície de trabalho deve ser coberta com material absorvente para diminuir o risco de contaminação, e, após a manipulação, esse material absorvente deve ser eliminado diariamente sem tratamento, mesmo se acidentalmente medicamentos tóxicos tiverem sido derramados.
A diarreia é uma séria complicação do tratamento oncológico, pois, quando não diagnosticada e tratada, pode desidratar o paciente e comprometer a resposta ao tratamento. Orientações nutricionais e farmacológicas auxiliam no tratamento e facilitam a recuperação do paciente.
Náuseas e vômitos são efeitos adversos desagradáveis na terapia com medicamentos oncológicos e que não podem ser evitados, e o farmacêutico não deve sugerir à equipe médica o uso de antieméticos para auxiliar o paciente.
A caquexia é um dos efeitos adversos do tratamento oncológico, podendo trazer consequências graves e interferir na terapia. O monitoramento desse efeito adverso faz parte de atividades realizadas dentro da assistência farmacêutica.
Uma das atividades da atenção farmacêutica que pode ser desenvolvida durante o tratamento oncológico é alertar o paciente em tratamento sobre os prováveis efeitos colaterais da droga usada na terapia oncológica e suas interações com alimentos e outros medicamentos.
O processo de atenção farmacêutica é desenvolvido por vários profissionais além do farmacêutico, não sendo uma exclusividade deste profissional.
A escolha de um medicamento a ser adquirido por um hospital deve ser pautada pela relação custo/benefício.
O médico que, ao atender um paciente no pronto-socorro prescreva um antitérmico e um antiemético, indicando, na receita, os princípios ativos dos medicamentos, estará participando ativamente do programa de redução de custo do tratamento sem interferir nos resultados esperados.