Questões de Concurso
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Receptores de linfócitos B possuem a mesma estrutura de imunoglobulinas, mais especificamente de IgG e IgD, diferindo apenas em um prolongamento a mais na cadeia pesada para poder se ancorar na superfície do linfócito.
As cadeias leves e pesadas da molécula das imunoglobulinas caracterizam a classe do anticorpo, sendo que as cadeias leves determinam a classe dos anticorpos IgG, IgM, IgA, IgD, IgE.
Quando imunoglobulinas se unem formando dímeros, trímeros ou pentâmeros, o número de antígenos a que o anticorpo poderá ligar-se aumenta. Esse fenômeno se chama valência de um anticorpo.
Conforme o protocolo IAEA/TRS 398, o ponto de referência da câmara de ionização cilíndrica está no eixo central da câmara, no centro do volume da cavidade.
Na determinação da dose absorvida de feixes clínicos de fótons de alta energia, utilizando-se o protocolo IAEA/TRS 398, quando a câmara apresenta um efeito de polarização não desprezível, é necessário o uso de um fator de correção de polaridade. Este, por sua vez, considera a soma das médias das leituras obtidas com o eletrômetro em polarização positiva e em polarização negativa, dividindo-se essa soma por duas vezes a média da leitura obtida com a polarização de rotina do eletrômetro.
A imunoglobulina IgE é monomérica com um domínio a mais. Ela encontra-se ligada a mastócitos e basófilos, podendo ser encontrada no cordão umbilical, nas mucosas e no colostro.
A citometria de fluxo pode ser usada para determinadas células em suspensão, promovendo, por meio da análise de tamanho, granulosidade e intensidade de fluorescência dessas células, a sua identificação, mas não a sua quantificação.
A IgG se apresenta em forma de monômeros e as subclasses diferem no número de pontes dissulfeto e no comprimento da região da dobradiça. Ela é considerada a mais versátil imunoglobulina porque é capaz de realizar todas as funções das moléculas de imunoglobulinas. A IgG corresponde a 75% das imunoglobulinas presentes no soro.
Os citômetros atuais mais sofisticados podem possuir até dezesseis detectores em simultâneo, o que permite analisar múltiplas possibilidades de características celulares e(ou) componentes celulares de um elevado número de células de forma individual.
Os fluorocromos para citometria de fluxo oferecem um método sensível para obter informação acerca da estrutura, função e vitalidade das células. Fluorocromos de ligação covalente, devido a sua composição molecular especial, unem-se a determinados componentes celulares, enquanto os fluorocromos que não se ligam covalentemente são reativos e usados para marcar proteínas, lipídios ou outras moléculas biológicas. O fluorocromo mais empregado é a fluoresceína.
O citômetro de fluxo é um aparelho utilizado para avaliação da emissão de fluorescência das células. Alguns aparelhos são capazes de separar fisicamente as células, de acordo com as suas características morfológicas.
O protocolo IAEA/TRS 398 trouxe uma mudança conceitual em relação ao formalismo utilizado no protocolo IAEA/TRS 277, tendo em vista que passou a ter como base o fator de calibração em termos de dose absorvida no ar e não mais em termos de kerma na água, como anteriormente.
Os detectores a gás são utilizados porque a radiação incidente no volume sensível de gás cria pares de íons que podem ser coletados em um dispositivo ou mede a energia elétrica dos mesmos.
Sulfato de cálcio dopado com disprósio e sulfato de cálcio dopado com manganês são substâncias utilizadas como materiais termoluminescentes em dosímetros termoluminescentes.
Detectores portáteis do tipo gama-câmara de ionização usam pilhas como bateria para o seu funcionamento. Por isso, é importante verificar o estado dessas pilhas, pois, ocorrendo o funcionamento inadequado das mesmas, não é possível gerar diferença de potencial entre a casca metálica e o eletrodo central nesse tipo de detector.
Aplicando-se a metodologia da calibração cruzada, o fator de calibração da câmara de placas paralelas é obtido pela igualdade entre os valores de dose absorvida na água, medidas em um mesmo ponto de referência. Para isso, é preciso assegurar o posicionamento correto de ambas as câmaras, ou seja, tanto da câmara cilíndrica de referência, com fator de calibração de dose na água conhecido, quanto da câmara de placas paralelas a ser calibrada.
Em um detector a gás, a probabilidade de interação da radiação com o gás varia com o campo elétrico aplicado ao gás dentro do volume sensível.
A calibração cruzada permite o cálculo do fator de calibração da câmara de placas paralelas em termos de dose absorvida na água, a partir do fator de calibração da câmara cilíndrica em acordo com o IAEA/TRS 398 para energia de elétrons acima de 16 MeV.
O uso de câmara de placas paralelas para dosimetria de elétrons de alta energia é recomendado para a implementação de um programa de controle de qualidade em radioterapia com feixes externos. O protocolo IAEA/TRS 381 pode ser utilizado nesse caso.
No protocolo IAEA/TRS 277, o ponto de referência de uma câmara de ionização de placas paralelas é considerado como sendo a superfície interna da parede frontal da câmara.