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Na prática diária da microtomia, os cortes do bloco de parafina apresentam 5 mm de espessura.
Antes de serem cortados, os blocos de parafina podem ser colocados sobre o gelo para ficarem mais duros.
O histotécnico é um aparelho que, uma vez programado, executa da desidratação à impregnação em parafina.
Na desidratação e no clareamento, as substâncias utilizadas são o xilol e o álcool, respectivamente.
A espessura dos fragmentos dos tecidos que serão submetidos ao processamento histológico deve variar entre 5mm e 12 mm.
No caso em apreço, a coloração que seria mais apropriada é o tricromo de Masson.
Para visualização da embolia gordurosa, será mais adequado submeter o fragmento ao exame de congelação que ao processamento habitual.
No código do tumor em questão, não há informação sobre o grau de diferenciação da neoplasia.
O dígito após a barra (/) indica se o tumor é maligno, benigno, in situ, ou incerto quanto a malignidade ou benignidade.
A CID-O é uma classificação dupla, incluindo sistemas de códigos para topografia e morfologia. O código topográfico registra o local de origem do tumor; no caso do tumor em questão, o código que indica tratar-se de mama é o C50.
O reativo de Schiff é constituído pelo ácido pícrico.
A coloração Ziehl-Neelsen cora as micobactérias em vermelho e o fundo, em preto.
O patologista pode estar suspeitando de infecção viral, já que solicitou a coloração Grocott.
O equipamento que será utilizado para realização dos cortes congelados é chamado de criostato.
Nesse exame, o fragmento não necessita de desidratação e clareamento.
O exame de congelação foi solicitado por ser mais rápido do que o processamento histológico habitual.
Se o fragmento em questão fosse de tecido ósseo, ele deveria ser colocado em descalcificador antes da fixação.
Para avaliação ultraestrutural, o líquido de Bouin seria mais indicado na fixação tecidual.
Na situação considerada, mesmo que o volume do fixador esteja adequado, a fixação no centro do fragmento pode ficar comprometida devido à espessura do mesmo.
Fraturas cranianas são causadas por traumatismos e a necropsia deve investigar causa externa no instituto médico legal, mesmo se o evento ocorreu durante internação hospitalar.