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Para o diagnóstico de mesotelioma pleural maligno é importante questionar a atividade ocupacional do paciente, já que a ocorrência do tumor — com período de latência curto, em média 5 anos — está relacionada, em cerca de 35% dos casos, à exposição ao asbesto.
O tratamento do mesotelioma fibroso da pleura é eminentemente cirúrgico, com ressecção completa; pois, apesar de se tratar de lesão benigna, há relatos de recidiva em uma variante maligna.
O mesotelioma pleural maligno, apesar de raro, é a principal neoplasia maligna primária da pleura.
Geralmente se encontra tecido fetal na análise histológica do teratoma maduro, que apresenta bom prognóstico em crianças.
Cerca de 90% dos tumores malignos de células germinativas ocorrem em pacientes do sexo masculino.
O timolipoma caracteriza-se por contornar as estruturas adjacentes, simulando cardiomegalia ou elevação frênica e podendo mudar de forma com o decúbito.
Cerca de metade dos tumores mediastinais localizam-se no mediastino posterior
A presença de síndrome de compressão da veia cava superior, de síndrome de Horner e a paralisia de corda vocal são frequentes em grandes lesões benignas localizadas no mediastino superior.
A maioria dos pacientes assintomáticos com tumores mediastinais tem lesões malignas.
As metástases pulmonares de seminoma de testículo devem ser ressecadas e o tratamento complementado com quimioterapia, uma vez que a resposta medicamentosa costuma ser lenta.
É comum a presença de metástase pulmonar isolada em pacientes com câncer de próstata. A ressecção, mesmo que completa, não apresenta bom prognóstico.
No caso de câncer de cólon, o maior número de metástases pulmonares indica uma maior chance de recidiva do tumor no sítio primário.
A metastasectomia realizada em portadores de metástase de tumor renal oferece ao paciente bom índice de sobrevida. O intervalo livre de doença é o mais importante elemento preditivo de bom prognóstico.
Na realização de videopleuroscopia em crianças, para o tratamento de derrame pleural complicado, o uso de insuflação de gás carbônico, visando à criação de um pneumotórax artificial, dispensa a realização de intubação seletiva.
A ultrassonografia é um dos principais exames utilizados para determinar o estágio em que se encontra o derrame pleural parapneumônico complicado em crianças.
A fase fibrino-purulenta caracteriza-se pela presença de fibroblastos sobre as pleuras, originando uma membrana espessa e inelástica que cobre o pulmão e reduz sua expansibilidade.
O derrame pleural parapneumônico complicado sempre demanda um procedimento invasivo. O tipo de abordagem depende da fase em que se encontra o derrame.
Uma das alterações radiológicas mais frequentes, após aspiração de corpo estranho, é a hiperinsuflação localizada no pulmão acometido.
Complicações graves, como obstrução severa das vias aéreas e morte, são mais comuns em crianças de pouca idade.
As complicações clínicas mais frequentes ligadas à aspiração de corpo estranho são os laringoespasmos, a bronquite crônica e a pneumonia.