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As universidades corporativas buscam oferecer aos colaboradores — funcionários, clientes, fornecedores e comunidade — o conhecimento e as competências técnicas e comportamentais necessárias para o alcance dos objetivos estratégicos das organizações.
Os objetivos atuais da educação corporativa incluem desenvolvimento de competências críticas, foco no aprendizado organizacional, escopo estratégico, ênfase nas estratégias do negócio e aumento da competitividade.
Nas organizações, os departamentos de educação corporativa devem ter autonomia e atuar de forma independente dos departamentos de gestão de pessoas.
Em gestão de pessoas, a pesquisa documental, considerada um método de baixa eficiência, é pouco adotada para a identificação das competências organizacionais.
A educação corporativa, fundamentada no desenvolvimento de competências, promove a reformulação das práticas pedagógicas tradicionais e exige dos docentes uma revisão constante de suas práticas de ensino.
As competências essenciais, também denominadas core competence, referem-se aos conhecimentos, às habilidades e às atitudes dos colaboradores para realizarem seus trabalhos com sucesso.
Os sistemas de educação corporativa dispensam o mapeamento das competências organizacionais e, após serem implantados, servem de base para a definição das diretrizes estratégicas do negócio, das competências individuais e das competências empresariais da organização.
No processo corporativo de aprendizagem, o conhecimento tácito do colaborador, por ser subjetivo, complexo e pessoal, deve ser substituído pelo conhecimento explícito, que se caracteriza por ser formal, sistemático e de fácil transmissão.
Para serem reconhecidos como testes psicológicos, os testes devem atender aos requisitos técnicos e científicos, considerando a perspectiva de integralidade dos fenômenos sociais, multifatoriais, culturais e historicamente construídos.
Os testes psicológicos, instrumentos de avaliação ou mensuração de características psicológicas, podem ser utilizados livremente por todos os profissionais que trabalhem com gestão de pessoas.
A inteligência emocional, grau de ajustamento do comportamento emocional da pessoa, tem sido considerada um fator importante na seleção de pessoas para trabalhar ou conviver juntas, na formação de equipes bem-sucedidas.
O psicodiagnóstico miocinético de Mira y Lopez (PMK) é um teste projetivo de psicodiagnóstico, ou seja, de projeção da personalidade.
Os testes psicológicos são preditores, ou seja, apresentam resultados semelhantes em várias aplicações para a mesma pessoa.
Para pesquisar o fator G, ou inteligência geral, são aplicados testes de nível mental ou testes de inteligência.
De acordo com o modelo de qualidade de vida no trabalho desenvolvido por Walton, condições de segurança e saúde no trabalho figuram entre os oito fatores que afetam a qualidade de vida no trabalho.
A qualidade de vida no trabalho pode ser medida de acordo com o grau de satisfação ou insatisfação do empregado, influenciando seu estado emocional dentro e fora da organização.
O objetivo da ergonomia é a adaptação do homem ao trabalho.
A ergonomia busca a padronização no contexto sociotécnico do trabalho, com base nas noções abstratas de trabalhador médio e de desempenhos iguais.
O absenteísmo pode ser minimizado com a redução da jornada de trabalho, com o trabalho em casa (home office) e, sobretudo, com a reciclagem profissional por meio do treinamento contínuo e intensivo.
Trabalhar aspectos motivacionais para a assiduidade, como, por exemplo, recompensar a assiduidade e punir o absenteísmo, contribui para diminuir o absenteísmo nas organizações.