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O número procurado é
Se considerarmos que p é falsa, então é verdade que
• fator RH
RH+ se tiver o antígeno RH
RH- se não tiver o antígeno RH
• Grupo sangüíneo
A se tiver o antígeno A e não tiver o B
B se tiver o antígeno B e não tiver o A
AB se tiver ambos os antígenos, A e B
O se não tiver o antígeno A nem o B
Sejam os conjuntos
H = {x | x é uma pessoa com sangue Rh+ }
A = {x | x é uma pessoa com sangue do grupo A}
B = {x | x é uma pessoa com sangue do grupo B}
M = H n (A ∆ B)
N =

(Se X e Y são conjuntos,
é o complementar de X e X ∆ Y é a diferença simétrica entre X e Y). Os conjuntos M e N são os conjuntos dos X tais que X é uma pessoa com sangue

A proposição composta que substitui corretamente o ponto de interrogação é
I.o Catálogo de endereços do Outlook.
II. o menu Editar, editando e encaminhando a mensa- gem por meio de sua opção “Enviar para”.
III.um Catálogo particular de endereços.
É acertadamente atendida a solicitação APENAS em
A destruição do passado – ou melhor, dos mecanismos sociais que vinculam nossa experiência pessoal à das gerações passadas – é um dos fenômenos mais característicos e lúgubres do final do século XX. Quase todos os jovens de hoje crescem numa espécie de presente contínuo, sem qualquer relação orgânica com o passado público da época em que vivem. Por isso os historiadores, cujo ofício é lembrar o que outros esquecem, tornam-se mais importantes que nunca no final do segundo milênio. Por esse mesmo motivo, porém, eles têm de ser mais que simples cronistas, memorialistas e compiladores. Em 198 9 todos os governos do mundo, e particularmente todos os ministérios do Exterior do mundo, ter-se-iam beneficiado de um seminário sobre os acordos de paz firmados após as duas guerras mundiais, que a maioria deles aparentemente havia esquecido.
(Eric Hobsbaw m, Era dos extremos – O breve século XX.Trad. de Marcos Santarrita. São Paulo: Companhia das L etras,2005, p. 13)
I. O autor lamenta a situação dos jovens de hoje, que vivem o tempo como uma espécie de presente contínuo.
II. Ao final do século XIX, ocorreu o esquecimento dos mecanismos sociais que vinculam nossa experiência pessoal à das gerações passadas.
III. Preservemos a memória do passado, cujas experiências encerram lições ainda vivas.
A eliminação da vírgula acarretará alteração de sentido APENAS para o que está em
A destruição do passado – ou melhor, dos mecanismos sociais que vinculam nossa experiência pessoal à das gerações passadas – é um dos fenômenos mais característicos e lúgubres do final do século XX. Quase todos os jovens de hoje crescem numa espécie de presente contínuo, sem qualquer relação orgânica com o passado público da época em que vivem. Por isso os historiadores, cujo ofício é lembrar o que outros esquecem, tornam-se mais importantes que nunca no final do segundo milênio. Por esse mesmo motivo, porém, eles têm de ser mais que simples cronistas, memorialistas e compiladores. Em 198 9 todos os governos do mundo, e particularmente todos os ministérios do Exterior do mundo, ter-se-iam beneficiado de um seminário sobre os acordos de paz firmados após as duas guerras mundiais, que a maioria deles aparentemente havia esquecido.
(Eric Hobsbaw m, Era dos extremos – O breve século XX.Trad. de Marcos Santarrita. São Paulo: Companhia das L etras,2005, p. 13)