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Ao finalizar uma reunião de grupo, o técnico deverá avaliá-la para reformular as posteriores, corrigir o que não tenha funcionado adequadamente, ajustar a participação de todos e verificar possíveis causas de desajustes.
As técnicas de trabalho em grupo foram desenvolvidas para aumentar e dinamizar a produtividade dos trabalhos; por isso, elas não são absolutas, são ferramentas dinâmicas, passíveis de modificação e de adaptação.
É de exclusiva responsabilidade do condutor o bom funcionamento do grupo, que pressupõe planejamentos e ações com relação a horários, pauta de reunião, decisões, divisão de tarefas, programação dos próximos encontros e avaliação.
Nas atividades de dinâmica de grupo, o planejamento deverá prever um ambiente propício à participação e à interação efetiva entre os participantes.
Para melhor desenvolvimento dos trabalhos, é fundamental que os grupos sejam pequenos, visto que estes permitem o debate e a participação de todos, diferentemente de grupos grandes, que dificultam a verbalização, o que exigirá do coordenador a sua divisão em subgrupos.
Ao conduzir os trabalhos em grupo na organização, o técnico em assuntos educacionais deve motivar o grupo a evitar o uso de informalidades na linguagem e no comportamento e fazer avaliações periódicas para excluir integrantes capazes de interferir no bom desenvolvimento do grupo.
Na participação em um grupo, seja ele social, de estudo ou de trabalho, deve-se ter comprometimento com os objetivos pessoais de cada um dos participantes.
Na escolha do mediador de equipe, deve-se levar em consideração que, ainda que falte ao candidato a formação profissional ou a especialização para essa tarefa, ele deve demonstrar capacidade de coordenar criativamente o grupo.
Um planejamento exige que a participação dos integrantes do grupo aconteça em cada momento e em cada ação.
O processo do planejamento participativo envolve distribuição do poder, análise da situação, descentralização e diversidade de olhares sobre a realidade.
O processo de planejamento participativo implica dimensionar a política que orienta o projeto político social do ser humano e da sociedade, de forma que apresente conotação de emancipação e empoderamento.
O processo de planejamento participativo, alinhado à gestão democrática, implica realizar — dentro de um ciclo de previsão, implementação e avaliação — as ações para os fins desejados. Desse modo, requer envolvimento de todos os atores sociais ao qual se destina.
Grupos podem ser definidos como conjunto de pessoas em interação num determinado período de tempo e que visam a objetivos comuns. Nesse caso, é necessário que cada membro faça a sua parte para que o objetivo seja alcançado.
Grupos menores e coesos exercem maior poder sobre os demais, o que facilita processos de mudança, sobretudo no interior do próprio grupo, devido aos fortes laços afetivos existentes entre os seus membros.
A realização dos objetivos compartilhados pelo grupo independe das expectativas individuais de seus membros e das formas de comunicação entre eles, uma vez que os interesses coletivos se sobrepõem aos individuais.
São ações e características de um líder alinhado à liderança transformacional: ser carismático, estimular a criatividade, inspirar confiança e propor desafios, além de estimular e motivar seus liderados para superação e desenvolvimento pessoal e no trabalho.
São características que evidenciam a liderança transformacional; trocas entre líderes e liderados com vistas ao alcance das metas organizacionais; monitoramento frequente para correção de desvios; e programas de recompensas que permitam, por exemplo, que liderados exerçam outras atividades no horário de trabalho.
Na perspectiva da teoria de traços, que compreende a liderança a partir das características pessoais dos líderes, os atributos pessoais são inatos e capazes de exercer influência sobre as pessoas, o que diferencia os líderes dos demais.
Os três estilos básicos de liderança — autocrática, democrática e laissez faire — são definidos com base no comportamento do líder nos grupos de trabalho.
Nas relações de trabalho, o líder assume destaque na organização e passa a ser um dos principais responsáveis pelo sucesso ou fracasso organizacional.