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economia e o crescimento dos fluxos de mercadorias reafirmam
a desuniformidade do espaço terrestre e dão visibilidade à sua
heterogeneidade e à sua diversificação pela ação das sociedades
que o modelam.
Iná E. Castro. Geografia política, território, escalas
de ação e instituições. Bertrand Brasil, 2006, p. 234.
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os
assuntos por ele suscitados, julgue os seguintes itens.
economia e o crescimento dos fluxos de mercadorias reafirmam
a desuniformidade do espaço terrestre e dão visibilidade à sua
heterogeneidade e à sua diversificação pela ação das sociedades
que o modelam.
Iná E. Castro. Geografia política, território, escalas
de ação e instituições. Bertrand Brasil, 2006, p. 234.
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os
assuntos por ele suscitados, julgue os seguintes itens.
economia e o crescimento dos fluxos de mercadorias reafirmam
a desuniformidade do espaço terrestre e dão visibilidade à sua
heterogeneidade e à sua diversificação pela ação das sociedades
que o modelam.
Iná E. Castro. Geografia política, território, escalas
de ação e instituições. Bertrand Brasil, 2006, p. 234.
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os
assuntos por ele suscitados, julgue os seguintes itens.
diplomacias e dos serviços de defesa do Estado e dos
cidadãos comuns que atravessam fronteiras diariamente, em
todo o mundo. A respeito desse tema, julgue os itens
seguintes.
diplomacias e dos serviços de defesa do Estado e dos
cidadãos comuns que atravessam fronteiras diariamente, em
todo o mundo. A respeito desse tema, julgue os itens
seguintes.
diplomacias e dos serviços de defesa do Estado e dos
cidadãos comuns que atravessam fronteiras diariamente, em
todo o mundo. A respeito desse tema, julgue os itens
seguintes.
diplomacias e dos serviços de defesa do Estado e dos
cidadãos comuns que atravessam fronteiras diariamente, em
todo o mundo. A respeito desse tema, julgue os itens
seguintes.
globalização e a porosidade das relações entre economia internacional
e Estado nacional geraram novos desafios para a defesa e a segurança
do Estado. A respeito desse tema, julgue os itens de 31 a 35.
globalização e a porosidade das relações entre economia internacional
e Estado nacional geraram novos desafios para a defesa e a segurança
do Estado. A respeito desse tema, julgue os itens de 31 a 35.
globalização e a porosidade das relações entre economia internacional
e Estado nacional geraram novos desafios para a defesa e a segurança
do Estado. A respeito desse tema, julgue os itens de 31 a 35.
globalização e a porosidade das relações entre economia internacional
e Estado nacional geraram novos desafios para a defesa e a segurança
do Estado. A respeito desse tema, julgue os itens de 31 a 35.
Estado nacional até o início do século XXI, afastando-se ela
mesma da média de recomposição institucional dos demais
países da América do Sul. Os fatos bolivianos que assustam
o brasileiro médio nesses dias e as preocupações naturais
ante a iminência do corte de suprimento de gás ou dos riscos
de uma guerra civil na fronteira porosa, seca e imensa que o
Brasil compartilha com aquele país expõem as dificuldades
que permanecem para a formação de instituições do Estado
moderno de direito do outro lado da fronteira.
José Flávio Sombra Saraiva. Duas nações e um Estado imperfeito.
In: Correio Braziliense, 13/9/2008, p. 23 (com adaptações).
Tomando o texto acima como referência inicial, julgue os
itens de 26 a 30, relativos à instabilidade política na Bolívia,
suas raízes históricas e seus desdobramentos recentes, bem
como suas conseqüências para o processo de integração em
curso na América do Sul.
Estado nacional até o início do século XXI, afastando-se ela
mesma da média de recomposição institucional dos demais
países da América do Sul. Os fatos bolivianos que assustam
o brasileiro médio nesses dias e as preocupações naturais
ante a iminência do corte de suprimento de gás ou dos riscos
de uma guerra civil na fronteira porosa, seca e imensa que o
Brasil compartilha com aquele país expõem as dificuldades
que permanecem para a formação de instituições do Estado
moderno de direito do outro lado da fronteira.
José Flávio Sombra Saraiva. Duas nações e um Estado imperfeito.
In: Correio Braziliense, 13/9/2008, p. 23 (com adaptações).
Tomando o texto acima como referência inicial, julgue os
itens de 26 a 30, relativos à instabilidade política na Bolívia,
suas raízes históricas e seus desdobramentos recentes, bem
como suas conseqüências para o processo de integração em
curso na América do Sul.
Estado nacional até o início do século XXI, afastando-se ela
mesma da média de recomposição institucional dos demais
países da América do Sul. Os fatos bolivianos que assustam
o brasileiro médio nesses dias e as preocupações naturais
ante a iminência do corte de suprimento de gás ou dos riscos
de uma guerra civil na fronteira porosa, seca e imensa que o
Brasil compartilha com aquele país expõem as dificuldades
que permanecem para a formação de instituições do Estado
moderno de direito do outro lado da fronteira.
José Flávio Sombra Saraiva. Duas nações e um Estado imperfeito.
In: Correio Braziliense, 13/9/2008, p. 23 (com adaptações).
Tomando o texto acima como referência inicial, julgue os
itens de 26 a 30, relativos à instabilidade política na Bolívia,
suas raízes históricas e seus desdobramentos recentes, bem
como suas conseqüências para o processo de integração em
curso na América do Sul.
Estado nacional até o início do século XXI, afastando-se ela
mesma da média de recomposição institucional dos demais
países da América do Sul. Os fatos bolivianos que assustam
o brasileiro médio nesses dias e as preocupações naturais
ante a iminência do corte de suprimento de gás ou dos riscos
de uma guerra civil na fronteira porosa, seca e imensa que o
Brasil compartilha com aquele país expõem as dificuldades
que permanecem para a formação de instituições do Estado
moderno de direito do outro lado da fronteira.
José Flávio Sombra Saraiva. Duas nações e um Estado imperfeito.
In: Correio Braziliense, 13/9/2008, p. 23 (com adaptações).
Tomando o texto acima como referência inicial, julgue os
itens de 26 a 30, relativos à instabilidade política na Bolívia,
suas raízes históricas e seus desdobramentos recentes, bem
como suas conseqüências para o processo de integração em
curso na América do Sul.
A UN agency rolled out a $ 214 million program
Tuesday to help 16 needy places hit hard by high prices for food
and oil, amid a crisis already making it hard for aid groups to
provide enough food for the world's hungry.
The World Food Program said almost 1 billion poor
people around the world are struggling to survive amid the higher
prices. The agency is trying to reach those in critical need of
assistance in Africa, Asia and the Caribbean.
"Food prices are not abating, and the world's most
vulnerable have exhausted their coping strategies", said Josette
Sheeran, the agency's executive director. "Our action plan is
targeted and customized to help the most vulnerable meet their
urgent needs."
The plan will provide assistance to groups such as
pregnant women, undernourished children and people living in
urban areas affected most by the food crisis.
The Rome-based agency also hopes to cut transportation
costs and help support farmers in countries where emergency
food can be bought locally.
But the agency already faces "obstacles" in procuring
food, particularly when trying to buy supplies locally,
spokeswoman Brenda Barton said.
"At the markets we have been buying food it has become
just too expensive", Barton told The Associated Press by
telephone. And she added: "a lot of markets just don't have any
food to buy."
Internet:
Based on the text above, it can be deduced that
A UN agency rolled out a $ 214 million program
Tuesday to help 16 needy places hit hard by high prices for food
and oil, amid a crisis already making it hard for aid groups to
provide enough food for the world's hungry.
The World Food Program said almost 1 billion poor
people around the world are struggling to survive amid the higher
prices. The agency is trying to reach those in critical need of
assistance in Africa, Asia and the Caribbean.
"Food prices are not abating, and the world's most
vulnerable have exhausted their coping strategies", said Josette
Sheeran, the agency's executive director. "Our action plan is
targeted and customized to help the most vulnerable meet their
urgent needs."
The plan will provide assistance to groups such as
pregnant women, undernourished children and people living in
urban areas affected most by the food crisis.
The Rome-based agency also hopes to cut transportation
costs and help support farmers in countries where emergency
food can be bought locally.
But the agency already faces "obstacles" in procuring
food, particularly when trying to buy supplies locally,
spokeswoman Brenda Barton said.
"At the markets we have been buying food it has become
just too expensive", Barton told The Associated Press by
telephone. And she added: "a lot of markets just don't have any
food to buy."
Internet:
Based on the text above, it can be deduced that
A UN agency rolled out a $ 214 million program
Tuesday to help 16 needy places hit hard by high prices for food
and oil, amid a crisis already making it hard for aid groups to
provide enough food for the world's hungry.
The World Food Program said almost 1 billion poor
people around the world are struggling to survive amid the higher
prices. The agency is trying to reach those in critical need of
assistance in Africa, Asia and the Caribbean.
"Food prices are not abating, and the world's most
vulnerable have exhausted their coping strategies", said Josette
Sheeran, the agency's executive director. "Our action plan is
targeted and customized to help the most vulnerable meet their
urgent needs."
The plan will provide assistance to groups such as
pregnant women, undernourished children and people living in
urban areas affected most by the food crisis.
The Rome-based agency also hopes to cut transportation
costs and help support farmers in countries where emergency
food can be bought locally.
But the agency already faces "obstacles" in procuring
food, particularly when trying to buy supplies locally,
spokeswoman Brenda Barton said.
"At the markets we have been buying food it has become
just too expensive", Barton told The Associated Press by
telephone. And she added: "a lot of markets just don't have any
food to buy."
Internet:
Based on the text above, it can be deduced that
A UN agency rolled out a $ 214 million program
Tuesday to help 16 needy places hit hard by high prices for food
and oil, amid a crisis already making it hard for aid groups to
provide enough food for the world's hungry.
The World Food Program said almost 1 billion poor
people around the world are struggling to survive amid the higher
prices. The agency is trying to reach those in critical need of
assistance in Africa, Asia and the Caribbean.
"Food prices are not abating, and the world's most
vulnerable have exhausted their coping strategies", said Josette
Sheeran, the agency's executive director. "Our action plan is
targeted and customized to help the most vulnerable meet their
urgent needs."
The plan will provide assistance to groups such as
pregnant women, undernourished children and people living in
urban areas affected most by the food crisis.
The Rome-based agency also hopes to cut transportation
costs and help support farmers in countries where emergency
food can be bought locally.
But the agency already faces "obstacles" in procuring
food, particularly when trying to buy supplies locally,
spokeswoman Brenda Barton said.
"At the markets we have been buying food it has become
just too expensive", Barton told The Associated Press by
telephone. And she added: "a lot of markets just don't have any
food to buy."
Internet:
Based on the text above, it can be deduced that
A UN agency rolled out a $ 214 million program
Tuesday to help 16 needy places hit hard by high prices for food
and oil, amid a crisis already making it hard for aid groups to
provide enough food for the world's hungry.
The World Food Program said almost 1 billion poor
people around the world are struggling to survive amid the higher
prices. The agency is trying to reach those in critical need of
assistance in Africa, Asia and the Caribbean.
"Food prices are not abating, and the world's most
vulnerable have exhausted their coping strategies", said Josette
Sheeran, the agency's executive director. "Our action plan is
targeted and customized to help the most vulnerable meet their
urgent needs."
The plan will provide assistance to groups such as
pregnant women, undernourished children and people living in
urban areas affected most by the food crisis.
The Rome-based agency also hopes to cut transportation
costs and help support farmers in countries where emergency
food can be bought locally.
But the agency already faces "obstacles" in procuring
food, particularly when trying to buy supplies locally,
spokeswoman Brenda Barton said.
"At the markets we have been buying food it has become
just too expensive", Barton told The Associated Press by
telephone. And she added: "a lot of markets just don't have any
food to buy."
Internet:
Based on the text above, it can be deduced that