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Com base na Constituição Federal de 1988, é correto afirmar que a competência residual do exercício de toda atividade policial de segurança pública, quando não atribuída aos demais órgãos, é pertinente à polícia civil, nos estados, e à polícia federal, no âmbito da União.
Na esquematização de segurança de autoridade, o efetivo varia de acordo com as necessidades de cada missão, porém, em deslocamento a pé, é habitual haver cinco agentes — posicionados à frente, à retaguarda e nos lados da autoridade — de forma a possibilitar uma observação de 360 graus ao seu redor.
Quando uma autoridade for se alimentar, o agente de segurança em serviço deverá se alimentar também, mantendo-se bem próximo à autoridade para sua melhor proteção.
A polícia federal exerce atividades de polícia judiciária da União e de polícia administrativa, quando atua de forma preventiva e repressiva na defesa dos direitos e interesses dos cidadãos.
As guardas municipais são destinadas à proteção de bens, serviços e instalações e se subordinam aos governadores dos estados, do Distrito Federal e dos territórios.
O planejamento das operações de segurança velada deve ser divulgado aos funcionários da instituição, visando a facilitar a condução dos trabalhos de segurança.
O grau de risco deve ser reavaliado a cada doze meses, para evitar que sua atualização constante cause transtornos à execução dos procedimentos de segurança.
O planejamento da segurança de dignitários compreende o nível estratégico, no qual se avalia a conjuntura política, social e econômica, e o nível tático-operacional, em que se apresentam as ações a serem adotadas.
O grau de risco reduzido é aquele em que o protegido está sujeito aos riscos inerentes ao cargo que ocupa.
A equipe de segurança velada deve acompanhar, de forma dissimulada, a movimentação de pessoal no ambiente e no trajeto em que o dignitário estará presente.
No planejamento da composição do sistema de segurança, considera-se segurança ostensiva aquela executada tanto por quem caracterize essa função quanto por pessoas descaracterizadas, que ocultam a natureza dessa função.
Deve-se avaliar o grau de risco a que está sujeita a autoridade, para estabelecer se o nível de segurança será reduzido, normal ou elevado (ou especial).
Durante a fase de planejamento, devem-se identificar os pontos críticos e os pontos de apoio do trajeto para a escolha do itinerário principal, que, uma vez definido, será mantido, sem alterações, a fim de garantir a segurança do dignitário.
Garantir a integridade física e moral de um dignitário constitui uma das premissas da segurança.
Os extintores de combate a incêndio de classe C, que se referem àqueles usados contra a combustão de líquidos inflamáveis, são identificados pelo triângulo verde com um C no seu interior.
O modelo do triângulo do fogo, por meio do qual se explicava a manutenção de um incêndio, foi substituído pelo modelo do tetraedro, em razão da inclusão, nesse segundo modelo, do elemento reação em cadeia, que evidencia a autossustentabilidade da queima.
O método de extinção de incêndio denominado abafamento consiste na retirada parcial de calor e do combustível que mantém a chama.
Em locais com incidência direta de luz solar, recomenda-se o uso de câmeras com sistema BLC (back light compensation).
Os detectores de metal do tipo pórtico, normalmente associados a uma porta giratória, identificam a presença de metal pela variação do campo eletromagnético produzido entre as antenas localizadas nas laterais da porta.
Os pan/tilt são equipamentos utilizados em conjunto com as câmeras para obtenção de imagens noturnas ou em ambientes desprovidos de iluminação.