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O planejamento da entrevista, a escolha do entrevistado, as condições de confidencialidade e a organização do roteiro ou formulário com as questões importantes são componentes da etapa de preparação da entrevista pelo entrevistador.
As entrevistas podem ser de dois tipos: fechadas, que geralmente requerem explicação para o entrevistado opinar ou escolher uma alternativa, e abertas, formadas por questões que apresentam um número predeterminado de respostas, a partir das quais o entrevistado tem de fazer sua escolha.
A governança de TI habilita a organização a integrar e institucionalizar boas práticas, para garantir que a área de TI da organização apoie o direcionamento dos investimentos em recursos e processos de TI.
Áreas de foco da governança de TI, a gestão de risco e de recursos, a entrega de valor, a mensuração de desempenho e o alinhamento estratégico descrevem os tópicos que os executivos precisam pôr em execução para direcionar a área de TI.
A engenharia de requisitos é definida como o processo por meio do qual a descoberta, a análise, a documentação e a verificação das funções e restrições do sistema possibilitam o controle de mudanças.
O propósito do processo denominado desenvolvimento de requisitos é definir os requisitos do cliente, do produto e dos componentes do produto.
O custo de correção de um problema de requisitos é maior na fase de implementação do que na fase de validação dos requisitos.
Requisitos não funcionais, também conhecidos como restrições ou requisitos de qualidade, expressam as condições ou as qualidades específicas a que o produto e(ou) componentes do produto deve(m) atender.
As atividades relacionadas à identificação, rastreabilidade e gerência de mudanças estão vinculadas ao processo de desenvolvimento de requisitos, que cria e interpreta os requisitos.
Entre as características básicas das métricas efetivas, geralmente chamadas de indicadores-chave de desempenho (KPIs — performance indicators), identificam-se o alinhamento com os objetivos e as estratégias corporativas, o foco em usuários e em algumas poucas atividades de alto valor e a facilidade de serem compreendidas.
Independentemente das métricas e medições envolvidas no trabalho de monitoramento com vistas à melhoria do processo, é fundamental avaliar o valor que o processo agrega ao cliente, aspecto que deve conduzir qualquer análise posterior.
Os dados e as informações coletados durante o monitoramento, que fornecem subsídios para a melhoria dos processos, são sempre obtidos de forma automática, por intermédio de sistemas de gerenciamento de processos de negócios.
Cada processo tem uma métrica e uma medição associadas com o trabalho ou a saída do processo executado, estando ambas baseadas nas dimensões fundamentais de tempo, custo, capacidade e qualidade.
O uso de tecnologia para a automação de processos propõe-se a reduzir o tempo e o custo associados ao processo, tanto no que diz respeito às atividades em si, quanto à passagem de uma atividade para outra.
A simulação de processos com o uso de ferramentas de software apropriadas é considerada pouco vantajosa, pois não contempla a interação dos atores reais do processo testado.
Para efetiva simulação de processos, é necessário que as ferramentas utilizadas permitam a criação dinâmica de cenários, com a definição de propriedades das atividades, tais como a quantidade de recursos envolvidos, o tempo e o custo estimados, além da distribuição de ocorrências e da prioridade de processamento.
O objetivo da criação de um modelo de processo é buscar uma representação que descreva esse processo de forma integral e completa, sem a qual será impossível proceder à análise e ao gerenciamento das operações de negócio.
Os processos devem ser modelados com base, exclusivamente, nas perspectivas das operações e dos sistemas que dão suporte a tarefas e procedimentos.
A informação obtida a partir da análise de determinado processo deve ser consensual entre todos os que nele interagem e incluir aspectos de melhoria que representem o modo como se deseja que o processo seja ou opere na prática.
A necessidade de análise de um processo pode advir de monitoramento contínuo, resultado do ciclo de vida da gestão por processos, ou de evento específico, como a necessidade de planejamento dos objetivos e das metas estratégicas da organização.