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(Disponível em: https://portal.saude.sp.gov.br/resources/cve-centrode-vigilancia-epidemiologica/areas-de-vigilancia/doencas-detransmissao-por-vetores-e-zoonoses/dengue.htm.)
As orientações do Ministério da Saúde apontam que a abordagem precoce do paciente acometido por esta doença e a correta classificação do caso e seu manejo são fatores críticos de sucesso para evitar a evolução dos casos graves para o óbito. Nos casos de suspeita de Dengue, a hidratação de imediato para o paciente, de acordo com a classificação de risco (em grupos A, B, C e D) deve ser iniciada, enquanto aguarda exames laboratoriais. A hidratação venosa é indicada para o(s) grupo(s):
I. As próteses endoesqueléticas infantis podem ser utilizadas para todos os níveis de amputação dos membros inferiores, com exceção das amputações parciais do pé e do tornozelo. Para os membros superiores se restringem às amputações transumerais.
II. Os componentes em titânio conferem grande resistência; contudo, têm maior peso. O alumínio reduz significativamente o peso total da prótese; porém, limita a capacidade de carga por ter menor resistência mecânica. O alumínio ainda confere as melhores propriedades mecânicas, pois é leve e resistente, porém com maior custo.
III. O processo para a prescrição de próteses deve ser multidisciplinar, considerando a experiência do técnico em órtese e prótese, bem como demais profissionais de reabilitação, juntamente as necessidades do usuário e dos familiares para que a escolha seja assertiva e proporcione maior funcionalidade. Um exemplo de prescrição seria: prótese para amputação transfemoral direita; endoesquelética em titânio; encaixe com contenção isquiática confeccionado em resina; joelho monocêntrico com freio; pé articulado.
IV. Os encaixes transtibiais KAFO devem ter uma pressão acima dos côndilos femorais, sobretudo no bordo medial, para garantir uma boa suspensão. Devem,também,ter uma pressão na região do tendão patelar, favorecendo a descarga de peso nesta região, bem como contar com um alívio na região distal, evitando a descarga direta de peso nesta ponta distal.
V. Diferentemente das amputações que promovem a secção óssea, nas desarticulações, como as amputações de desarticulação de joelho, a descarga de peso sobre a prótese se dá na parte distal do coto.
Está correto o que se afirma apenas em
( ) A insuficiência de convergência é um problema comum de coordenação muscular, no qual os olhos tendem a realizar uma estereopsia, principalmente durante a leitura ou outras atividades que necessitem da utilização da visão para perto.
( ) A insuficiência de convergência é umas das disfunções não estrábicas mais comuns da visão binocular, que apresenta uma sintomatologia associada a atividades que requerem uma visão mais próxima; dessa forma, o rendimento acadêmico, profissional ou laboral desses indivíduos cai.
( ) Diversos tratamentos conservadores são prescritos para a Insuficiência de Convergência (IC), incluindo óculos de leitura com base de prisma interno e exercícios domiciliares para convergência como abordagem de caneta e terapia visual. Embora a cirurgia seja uma opção de tratamento para IC, raramente é usada, pois é de natureza invasiva e possui algumas complicações, mesmo para indivíduos que possuam um alto grau de convergência.
( ) Em um protocolo de terapia visual para insuficiência de convergência incluem-se exercícios de alongamento passivo dos músculos reto-medial bilateralmente com a estabilização manual um olho com pegada na inserção do reto-medial e contra lateralmente, com a mesma pegada, alonga o músculo no sentido contrário (abdução).
( ) No fortalecimento isométrico dos músculos reto-lateral bilateralmente, o Fisioterapeuta estabiliza o musculo reto- -medial com posicionamento na sua inserção e resiste ao movimento de abdução realizado pelo paciente, ainda são indicadas para tratar insuficiência de convergência: cartelas de exercícios para divergência; corda de Brock; régua de divergência; tabelas de Hart e exercícios com barras de prisma.
( ) A terapia visual também surge como uma opção terapêutica, caracterizada como um procedimento clínico não cirúrgico, que tem como objetivo fornecer uma visão binocular mais segura e confortável. A reabilitação visual é a reeducação da visão do ser humano através da aprendizagem de novos esquemas de comportamento visual, isso significa que o indivíduo deve ser envolvido no desenvolvimento de novas competências adquiridas a fim de melhorar a função visual e perceptual.
( ) O uso do questionário CISS, o qual é validado para a população brasileira, é aconselhado pois este instrumento foi desenvolvido pelo CITT (Convergence Insufficiency Treatment Trial) ferramenta estandardizada que foi provada válida e confiável para a medida da frequência e da sintomatologia, antes e depois de uma terapia de insuficiência de convergência ou outra desordem binocular ou acomodativa.
A sequência está correta em
I. O TENS de alta frequência e baixa duração de pulso é conhecida como TENS convencional e promove um tipo de estimulação tátil capaz de ativar as fibras de grosso calibre e diminuir a sensação dolorosa. Sua ação pode ser explicada pela teoria da comporta da dor e seu efeito analgésico é local, realizando-se no segmento medular correspondente ao dermátomo estimulado.
II. O TENS do tipo convencional é uma estimulação de alta frequência (50 e 150 Hz) e baixa intensidade, que estimula de forma contínua as fibras nervosas de condução lenta. A intensidade não deve provocar contrações musculares, mas apenas percepção parestésica não-desagradável, ajustada de acordo com a sensibilidade do indivíduo.
III. Estudos evidenciam que a intensidade entre dez e 30 miliamperes (mÅ) é menos confortável e provoca fasciculações significativas no tempo de pulso, variando de 40 a 75 μs. Neste tipo de estimulação, a analgesia é imediata ou após dez minutos de aplicação, efeito que perdura de 20 a 30 minutos até duas horas, razão pela qual este método é preferencialmente aplicado no tratamento de dores crônicas.
IV. Acredita-se que o TENS promova analgesia predominantemente por meio do mecanismo do portão ou teoria das comportas, proposta por Melzack e Wall, que provoca analgesia mediante a ativação seletiva das fibras táteis de diâmetro largo (A-beta), sem ativar fibras nociceptivas de menor diâmetro (A-delta e C). A atividade gerada nas fibras A-beta inibe a atividade em curso dos neurônios nociceptivos no corno dorsal da medula espinal.
V. Estudos recentes demonstram que a baixa frequência do TENS ativa especificamente receptores opioides μ, receptores serotoninérgicos e receptores muscarínicos espinais. Por outro lado, a analgesia produzida pela alta frequência de TENS ativaria receptores delta-opioides e receptores muscarínicos na coluna dorsal da medula espinal, além da ativação de receptores delta-opioides supra-espinal.
Está correto o que se afirma apenas em
( ) Tendo em vista que a paciente apresenta sinal de Giordano negativo, exclui-se a hipótese de doença do trato urinário, considerada como principal hipótese apendicite aguda não complicada pela presença da dor em fossa ilíaca direita.
( ) O exame padrão-ouro para a confirmação da nefrolitíase é a tomografia de abdômen e pelve contrastada.
( ) O tratamento adequado para a paciente consiste no uso de anti-inflamatório por 3 a 5 dias, associado à terapia expulsora com um bloqueador alfa-1, como a doxazosina. Pode ser feita, também, a analgesia com opioides por via oral.
A sequência está correta em
I. Deve ser solicitada a realização de um eletrocardiograma que, vindo normal, descarta síndrome coronariana aguda.
II. Pela característica da dor, o paciente apresenta um quadro gástrico por provável úlcera gástrica, sendo recomendada a prescrição de um inibidor da bomba de prótons e endoscopia digestiva alta em sete dias.
III. Deve ser realizada a aferição da pressão arterial nos quatro membros, pensando no diagnóstico diferencial de dissecção arterial aguda.
IV. É adequada a dosagem da troponina cardíaca que, mesmo se vier dentro do limite da normalidade na primeira dosagem, não descarta o diagnóstico de síndrome coronariana aguda.
Está correto o que se afirma apenas em