Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de itapevi - sp

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Q1028322 Matemática
Isabela faz agendas artesanais. Com uma folha de papel kraft, Isabela recorta em partes iguais e faz 8 folhas para agenda. Para fazer uma agenda com 96 folhas, a quantidade de folhas de papel kraft que Isabela precisa é de, pelo menos,
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Q1028318 Matemática
Leila pagou R$ 9,80 por 200 gramas de damasco na feira. O preço de 1 quilograma de damasco nessa feira é
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Q1028317 Matemática
A moto de Vitor faz 27 km com um litro de combustível. A capacidade total do tanque da moto de Vitor é 14 litros. Se encher o tanque, Vitor poderá percorrer com sua moto, entre
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Q1028314 Matemática
Paula fará 13 jogos de damas com tampinhas para usar com seus alunos. Para cada jogo serão necessárias 24 tampinhas. O total de tampinhas que Paula precisará para fazer todos os jogos é
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Q1028311 Português
Assinale a alternativa em que a colocação dos pronomes está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
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Q1028307 Português
Assinale a alternativa em que a pontuação está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
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Q1028306 Português

                                         Vizinhos


      Fabrício via na infância moradores pedindo um pouco de açúcar, de sal, de arroz e de café emprestado para os vizinhos. Era natural a convivência harmoniosa na urgência. Chegava uma visita inesperada e não se tinha tempo para sair e dar um pulo no mercado. Então batia-se na porta ao lado e dificilmente alguém recebia um não.

      Com a insegurança atual, o máximo que Fabrício testemunha na vida adulta é vizinho gritando para baixar a música, chamando a polícia ou denunciando os outros nas reuniões de condomínio.

      Fabrício e a mulher, Beatriz, estavam jantando, num sábado, quando a campainha do apartamento deles tocou. Fabrício já se encontrava receoso, tanto que tratou de criticar e expelir o veneno pela boca:

       – Quem veio nos incomodar e estragar a paz do final de semana?

       Beatriz, ao contrário do marido, abriu a porta com generosidade:

      – Como posso ajudar, querida?

      Uma senhora do apartamento do andar de cima, Dona Lúcia, vinha solicitar um abajur emprestado. Beatriz não estranhou o pedido nem hostilizou a necessidade da vizinha. Foi ao quarto e, imediatamente, trouxe o objeto.

      – Não tenha pressa de devolver.

      Fabrício ainda se sentia irritado com a cara de pau da vizinha e ficou desconfiado com o destino do empréstimo. Não quis se meter no assunto, embora considerasse que Beatriz tinha sido ingênua ao emprestar o abajur. Logo mais estariam pedindo o sofá, as cortinas, a máquina de lavar, as cadeiras, o fogão, a geladeira... Não teria fim a ciranda de favores.

       Entretanto, no dia seguinte a vizinha voltou com o abajur e mais um vaso com flores muito perfumadas para retribuir a gentileza de Beatriz. Quando Fabrício olhou para as flores no centro da mesa, sentiu o perfume em seu rosto. Arrependeu-se de pensar e desejar o pior, pensando no quanto a confiança é perfumada.

(Fabrício Carpinejar. Amizade é também amor. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2017. Adaptado)

No trecho “... a vizinha voltou com o abajur e mais um vaso com flores muito perfumadas...”,

Assinale a alternativa em que a palavra destacada estabelece sentido de oposição ao que foi dito anteriormente no texto. 
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Q1028305 Português
No trecho “... a vizinha voltou com o abajur e mais um vaso com flores muito perfumadas...”, a palavra destacada expressa circunstância de
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Q1028304 Português
Na frase “Beatriz, ao contrário do marido, abriu a porta com generosidade...”, a expressão destacada estabelece sentido de
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Q1028303 Português
Assinale a alternativa em que o verbo destacado está no tempo presente.
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Q1028302 Português

                                         Vizinhos


      Fabrício via na infância moradores pedindo um pouco de açúcar, de sal, de arroz e de café emprestado para os vizinhos. Era natural a convivência harmoniosa na urgência. Chegava uma visita inesperada e não se tinha tempo para sair e dar um pulo no mercado. Então batia-se na porta ao lado e dificilmente alguém recebia um não.

      Com a insegurança atual, o máximo que Fabrício testemunha na vida adulta é vizinho gritando para baixar a música, chamando a polícia ou denunciando os outros nas reuniões de condomínio.

      Fabrício e a mulher, Beatriz, estavam jantando, num sábado, quando a campainha do apartamento deles tocou. Fabrício já se encontrava receoso, tanto que tratou de criticar e expelir o veneno pela boca:

       – Quem veio nos incomodar e estragar a paz do final de semana?

       Beatriz, ao contrário do marido, abriu a porta com generosidade:

      – Como posso ajudar, querida?

      Uma senhora do apartamento do andar de cima, Dona Lúcia, vinha solicitar um abajur emprestado. Beatriz não estranhou o pedido nem hostilizou a necessidade da vizinha. Foi ao quarto e, imediatamente, trouxe o objeto.

      – Não tenha pressa de devolver.

      Fabrício ainda se sentia irritado com a cara de pau da vizinha e ficou desconfiado com o destino do empréstimo. Não quis se meter no assunto, embora considerasse que Beatriz tinha sido ingênua ao emprestar o abajur. Logo mais estariam pedindo o sofá, as cortinas, a máquina de lavar, as cadeiras, o fogão, a geladeira... Não teria fim a ciranda de favores.

       Entretanto, no dia seguinte a vizinha voltou com o abajur e mais um vaso com flores muito perfumadas para retribuir a gentileza de Beatriz. Quando Fabrício olhou para as flores no centro da mesa, sentiu o perfume em seu rosto. Arrependeu-se de pensar e desejar o pior, pensando no quanto a confiança é perfumada.

(Fabrício Carpinejar. Amizade é também amor. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2017. Adaptado)

Na frase “... Beatriz tinha sido ingênua ao emprestar o abajur.”, a palavra destacada tem sentido contrário de
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Q1028300 Português

                                         Vizinhos


      Fabrício via na infância moradores pedindo um pouco de açúcar, de sal, de arroz e de café emprestado para os vizinhos. Era natural a convivência harmoniosa na urgência. Chegava uma visita inesperada e não se tinha tempo para sair e dar um pulo no mercado. Então batia-se na porta ao lado e dificilmente alguém recebia um não.

      Com a insegurança atual, o máximo que Fabrício testemunha na vida adulta é vizinho gritando para baixar a música, chamando a polícia ou denunciando os outros nas reuniões de condomínio.

      Fabrício e a mulher, Beatriz, estavam jantando, num sábado, quando a campainha do apartamento deles tocou. Fabrício já se encontrava receoso, tanto que tratou de criticar e expelir o veneno pela boca:

       – Quem veio nos incomodar e estragar a paz do final de semana?

       Beatriz, ao contrário do marido, abriu a porta com generosidade:

      – Como posso ajudar, querida?

      Uma senhora do apartamento do andar de cima, Dona Lúcia, vinha solicitar um abajur emprestado. Beatriz não estranhou o pedido nem hostilizou a necessidade da vizinha. Foi ao quarto e, imediatamente, trouxe o objeto.

      – Não tenha pressa de devolver.

      Fabrício ainda se sentia irritado com a cara de pau da vizinha e ficou desconfiado com o destino do empréstimo. Não quis se meter no assunto, embora considerasse que Beatriz tinha sido ingênua ao emprestar o abajur. Logo mais estariam pedindo o sofá, as cortinas, a máquina de lavar, as cadeiras, o fogão, a geladeira... Não teria fim a ciranda de favores.

       Entretanto, no dia seguinte a vizinha voltou com o abajur e mais um vaso com flores muito perfumadas para retribuir a gentileza de Beatriz. Quando Fabrício olhou para as flores no centro da mesa, sentiu o perfume em seu rosto. Arrependeu-se de pensar e desejar o pior, pensando no quanto a confiança é perfumada.

(Fabrício Carpinejar. Amizade é também amor. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2017. Adaptado)

A alternativa em que a palavra destacada dá uma qualidade ao vocábulo anterior é:
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Q1028299 Português

                                         Vizinhos


      Fabrício via na infância moradores pedindo um pouco de açúcar, de sal, de arroz e de café emprestado para os vizinhos. Era natural a convivência harmoniosa na urgência. Chegava uma visita inesperada e não se tinha tempo para sair e dar um pulo no mercado. Então batia-se na porta ao lado e dificilmente alguém recebia um não.

      Com a insegurança atual, o máximo que Fabrício testemunha na vida adulta é vizinho gritando para baixar a música, chamando a polícia ou denunciando os outros nas reuniões de condomínio.

      Fabrício e a mulher, Beatriz, estavam jantando, num sábado, quando a campainha do apartamento deles tocou. Fabrício já se encontrava receoso, tanto que tratou de criticar e expelir o veneno pela boca:

       – Quem veio nos incomodar e estragar a paz do final de semana?

       Beatriz, ao contrário do marido, abriu a porta com generosidade:

      – Como posso ajudar, querida?

      Uma senhora do apartamento do andar de cima, Dona Lúcia, vinha solicitar um abajur emprestado. Beatriz não estranhou o pedido nem hostilizou a necessidade da vizinha. Foi ao quarto e, imediatamente, trouxe o objeto.

      – Não tenha pressa de devolver.

      Fabrício ainda se sentia irritado com a cara de pau da vizinha e ficou desconfiado com o destino do empréstimo. Não quis se meter no assunto, embora considerasse que Beatriz tinha sido ingênua ao emprestar o abajur. Logo mais estariam pedindo o sofá, as cortinas, a máquina de lavar, as cadeiras, o fogão, a geladeira... Não teria fim a ciranda de favores.

       Entretanto, no dia seguinte a vizinha voltou com o abajur e mais um vaso com flores muito perfumadas para retribuir a gentileza de Beatriz. Quando Fabrício olhou para as flores no centro da mesa, sentiu o perfume em seu rosto. Arrependeu-se de pensar e desejar o pior, pensando no quanto a confiança é perfumada.

(Fabrício Carpinejar. Amizade é também amor. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2017. Adaptado)

Assinale a alternativa em que há palavra ou expressão empregada no sentido figurado.
Alternativas
Q1028298 Português

                                         Vizinhos


      Fabrício via na infância moradores pedindo um pouco de açúcar, de sal, de arroz e de café emprestado para os vizinhos. Era natural a convivência harmoniosa na urgência. Chegava uma visita inesperada e não se tinha tempo para sair e dar um pulo no mercado. Então batia-se na porta ao lado e dificilmente alguém recebia um não.

      Com a insegurança atual, o máximo que Fabrício testemunha na vida adulta é vizinho gritando para baixar a música, chamando a polícia ou denunciando os outros nas reuniões de condomínio.

      Fabrício e a mulher, Beatriz, estavam jantando, num sábado, quando a campainha do apartamento deles tocou. Fabrício já se encontrava receoso, tanto que tratou de criticar e expelir o veneno pela boca:

       – Quem veio nos incomodar e estragar a paz do final de semana?

       Beatriz, ao contrário do marido, abriu a porta com generosidade:

      – Como posso ajudar, querida?

      Uma senhora do apartamento do andar de cima, Dona Lúcia, vinha solicitar um abajur emprestado. Beatriz não estranhou o pedido nem hostilizou a necessidade da vizinha. Foi ao quarto e, imediatamente, trouxe o objeto.

      – Não tenha pressa de devolver.

      Fabrício ainda se sentia irritado com a cara de pau da vizinha e ficou desconfiado com o destino do empréstimo. Não quis se meter no assunto, embora considerasse que Beatriz tinha sido ingênua ao emprestar o abajur. Logo mais estariam pedindo o sofá, as cortinas, a máquina de lavar, as cadeiras, o fogão, a geladeira... Não teria fim a ciranda de favores.

       Entretanto, no dia seguinte a vizinha voltou com o abajur e mais um vaso com flores muito perfumadas para retribuir a gentileza de Beatriz. Quando Fabrício olhou para as flores no centro da mesa, sentiu o perfume em seu rosto. Arrependeu-se de pensar e desejar o pior, pensando no quanto a confiança é perfumada.

(Fabrício Carpinejar. Amizade é também amor. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2017. Adaptado)

A leitura do último parágrafo permite afirmar que Fabrício
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Q1028297 Português

                                         Vizinhos


      Fabrício via na infância moradores pedindo um pouco de açúcar, de sal, de arroz e de café emprestado para os vizinhos. Era natural a convivência harmoniosa na urgência. Chegava uma visita inesperada e não se tinha tempo para sair e dar um pulo no mercado. Então batia-se na porta ao lado e dificilmente alguém recebia um não.

      Com a insegurança atual, o máximo que Fabrício testemunha na vida adulta é vizinho gritando para baixar a música, chamando a polícia ou denunciando os outros nas reuniões de condomínio.

      Fabrício e a mulher, Beatriz, estavam jantando, num sábado, quando a campainha do apartamento deles tocou. Fabrício já se encontrava receoso, tanto que tratou de criticar e expelir o veneno pela boca:

       – Quem veio nos incomodar e estragar a paz do final de semana?

       Beatriz, ao contrário do marido, abriu a porta com generosidade:

      – Como posso ajudar, querida?

      Uma senhora do apartamento do andar de cima, Dona Lúcia, vinha solicitar um abajur emprestado. Beatriz não estranhou o pedido nem hostilizou a necessidade da vizinha. Foi ao quarto e, imediatamente, trouxe o objeto.

      – Não tenha pressa de devolver.

      Fabrício ainda se sentia irritado com a cara de pau da vizinha e ficou desconfiado com o destino do empréstimo. Não quis se meter no assunto, embora considerasse que Beatriz tinha sido ingênua ao emprestar o abajur. Logo mais estariam pedindo o sofá, as cortinas, a máquina de lavar, as cadeiras, o fogão, a geladeira... Não teria fim a ciranda de favores.

       Entretanto, no dia seguinte a vizinha voltou com o abajur e mais um vaso com flores muito perfumadas para retribuir a gentileza de Beatriz. Quando Fabrício olhou para as flores no centro da mesa, sentiu o perfume em seu rosto. Arrependeu-se de pensar e desejar o pior, pensando no quanto a confiança é perfumada.

(Fabrício Carpinejar. Amizade é também amor. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2017. Adaptado)

O fato de Dona Lúcia retribuir um favor com flores mostrou a Fabrício que os seres humanos
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Q1028296 Português

                                         Vizinhos


      Fabrício via na infância moradores pedindo um pouco de açúcar, de sal, de arroz e de café emprestado para os vizinhos. Era natural a convivência harmoniosa na urgência. Chegava uma visita inesperada e não se tinha tempo para sair e dar um pulo no mercado. Então batia-se na porta ao lado e dificilmente alguém recebia um não.

      Com a insegurança atual, o máximo que Fabrício testemunha na vida adulta é vizinho gritando para baixar a música, chamando a polícia ou denunciando os outros nas reuniões de condomínio.

      Fabrício e a mulher, Beatriz, estavam jantando, num sábado, quando a campainha do apartamento deles tocou. Fabrício já se encontrava receoso, tanto que tratou de criticar e expelir o veneno pela boca:

       – Quem veio nos incomodar e estragar a paz do final de semana?

       Beatriz, ao contrário do marido, abriu a porta com generosidade:

      – Como posso ajudar, querida?

      Uma senhora do apartamento do andar de cima, Dona Lúcia, vinha solicitar um abajur emprestado. Beatriz não estranhou o pedido nem hostilizou a necessidade da vizinha. Foi ao quarto e, imediatamente, trouxe o objeto.

      – Não tenha pressa de devolver.

      Fabrício ainda se sentia irritado com a cara de pau da vizinha e ficou desconfiado com o destino do empréstimo. Não quis se meter no assunto, embora considerasse que Beatriz tinha sido ingênua ao emprestar o abajur. Logo mais estariam pedindo o sofá, as cortinas, a máquina de lavar, as cadeiras, o fogão, a geladeira... Não teria fim a ciranda de favores.

       Entretanto, no dia seguinte a vizinha voltou com o abajur e mais um vaso com flores muito perfumadas para retribuir a gentileza de Beatriz. Quando Fabrício olhou para as flores no centro da mesa, sentiu o perfume em seu rosto. Arrependeu-se de pensar e desejar o pior, pensando no quanto a confiança é perfumada.

(Fabrício Carpinejar. Amizade é também amor. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2017. Adaptado)

Conforme o texto, a maneira como Fabrício reagiu ao toque da campainha revela que ele
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Q1028295 Português

                                         Vizinhos


      Fabrício via na infância moradores pedindo um pouco de açúcar, de sal, de arroz e de café emprestado para os vizinhos. Era natural a convivência harmoniosa na urgência. Chegava uma visita inesperada e não se tinha tempo para sair e dar um pulo no mercado. Então batia-se na porta ao lado e dificilmente alguém recebia um não.

      Com a insegurança atual, o máximo que Fabrício testemunha na vida adulta é vizinho gritando para baixar a música, chamando a polícia ou denunciando os outros nas reuniões de condomínio.

      Fabrício e a mulher, Beatriz, estavam jantando, num sábado, quando a campainha do apartamento deles tocou. Fabrício já se encontrava receoso, tanto que tratou de criticar e expelir o veneno pela boca:

       – Quem veio nos incomodar e estragar a paz do final de semana?

       Beatriz, ao contrário do marido, abriu a porta com generosidade:

      – Como posso ajudar, querida?

      Uma senhora do apartamento do andar de cima, Dona Lúcia, vinha solicitar um abajur emprestado. Beatriz não estranhou o pedido nem hostilizou a necessidade da vizinha. Foi ao quarto e, imediatamente, trouxe o objeto.

      – Não tenha pressa de devolver.

      Fabrício ainda se sentia irritado com a cara de pau da vizinha e ficou desconfiado com o destino do empréstimo. Não quis se meter no assunto, embora considerasse que Beatriz tinha sido ingênua ao emprestar o abajur. Logo mais estariam pedindo o sofá, as cortinas, a máquina de lavar, as cadeiras, o fogão, a geladeira... Não teria fim a ciranda de favores.

       Entretanto, no dia seguinte a vizinha voltou com o abajur e mais um vaso com flores muito perfumadas para retribuir a gentileza de Beatriz. Quando Fabrício olhou para as flores no centro da mesa, sentiu o perfume em seu rosto. Arrependeu-se de pensar e desejar o pior, pensando no quanto a confiança é perfumada.

(Fabrício Carpinejar. Amizade é também amor. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2017. Adaptado)

Segundo a leitura do texto, é correto afirmar que a mulher de Fabrício, em relação à Dona Lúcia, agiu com
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Q1028294 Português

                                         Vizinhos


      Fabrício via na infância moradores pedindo um pouco de açúcar, de sal, de arroz e de café emprestado para os vizinhos. Era natural a convivência harmoniosa na urgência. Chegava uma visita inesperada e não se tinha tempo para sair e dar um pulo no mercado. Então batia-se na porta ao lado e dificilmente alguém recebia um não.

      Com a insegurança atual, o máximo que Fabrício testemunha na vida adulta é vizinho gritando para baixar a música, chamando a polícia ou denunciando os outros nas reuniões de condomínio.

      Fabrício e a mulher, Beatriz, estavam jantando, num sábado, quando a campainha do apartamento deles tocou. Fabrício já se encontrava receoso, tanto que tratou de criticar e expelir o veneno pela boca:

       – Quem veio nos incomodar e estragar a paz do final de semana?

       Beatriz, ao contrário do marido, abriu a porta com generosidade:

      – Como posso ajudar, querida?

      Uma senhora do apartamento do andar de cima, Dona Lúcia, vinha solicitar um abajur emprestado. Beatriz não estranhou o pedido nem hostilizou a necessidade da vizinha. Foi ao quarto e, imediatamente, trouxe o objeto.

      – Não tenha pressa de devolver.

      Fabrício ainda se sentia irritado com a cara de pau da vizinha e ficou desconfiado com o destino do empréstimo. Não quis se meter no assunto, embora considerasse que Beatriz tinha sido ingênua ao emprestar o abajur. Logo mais estariam pedindo o sofá, as cortinas, a máquina de lavar, as cadeiras, o fogão, a geladeira... Não teria fim a ciranda de favores.

       Entretanto, no dia seguinte a vizinha voltou com o abajur e mais um vaso com flores muito perfumadas para retribuir a gentileza de Beatriz. Quando Fabrício olhou para as flores no centro da mesa, sentiu o perfume em seu rosto. Arrependeu-se de pensar e desejar o pior, pensando no quanto a confiança é perfumada.

(Fabrício Carpinejar. Amizade é também amor. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2017. Adaptado)

De acordo com o 1° parágrafo, pode-se afirmar que Fabrício
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Q1028293 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003
Por meio do Estatuto do Idoso, a pessoa idosa tem garantido o atendimento integral à saúde por intermédio do Sistema Único de Saúde (SUS), sendo que
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Q1028292 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003
O Estatuto do Idoso afirma que as entidades que desenvolvam programas de institucionalização de longa permanência (ILPI) devem
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Respostas
1901: B
1902: A
1903: C
1904: A
1905: B
1906: A
1907: D
1908: B
1909: E
1910: D
1911: B
1912: A
1913: E
1914: B
1915: D
1916: C
1917: A
1918: C
1919: B
1920: C