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Uma moça de 19 anos foi à consulta devido a um “descontrole alimentar” há 2 anos. Ela referiu que desde os 14 anos fazia tentativas para controlar o peso e emagrecer, mas não tinha sucesso e frequentemente estava acima do peso adequado para a altura. Há 2 anos, após término de um relacionamento, começou a ter ataques de comer: “quando os meus pais iam dormir, eu jantava novamente e comia doces e bolachas que escondia em meu quarto até passar mal e vomitar”. Relatou que os episódios ocorriam três vezes por semana.
Sobre o tratamento, é correto afirmar que se deve orientar a paciente a
Um homem de 75 anos foi à consulta devido a um quadro depressivo com início há 1 ano e com piora progressiva. Ele negou tratamento psiquiátrico prévio e disse que procurou o atendimento devido à insistência da filha.
Ao se considerar um antidepressivo para um indivíduo idoso, é correto afirmar que os
Uma moça de 23 anos foi à consulta, pois teve dois ataques de pânico no último mês enquanto estava no ônibus, voltando para casa. A paciente referiu que começou a ter medo de entrar no ônibus: esperava passar alguns veículos até perceber algum que estivesse menos lotado e que fosse mais favorável ao embarque. Ela pensou que o medo diminuiria, mas notou um aumento da intensidade de preocupações relacionadas com o uso do transporte público. Negou outras situações que provocassem desconforto naquele momento.
Como conduta terapêutica, foi proposta a terapia cognitivo-comportamental (TCC) para a abordagem do quadro clínico apresentado.
Assinale a alternativa correta.
Foi o primeiro estabilizador de humor a ter sua eficácia antimaníaca comprovada. Possui também moderado efeito antidepressivo e é considerado o melhor estabilizador de humor na profilaxia do transtorno bipolar tipo I sem ciclagem rápida. Pode provocar hipotireoidismo em longo prazo e nefropatia.
O psicofármaco descrito é
Um homem de 35 anos foi à consulta acompanhado pela irmã. Ela relatou que o paciente estava na casa dela há 1 dia: “os vizinhos dele telefonaram para mim e me avisaram que ele passava o dia inteiro no bar, constantemente embriagado, há uns 3 meses; decidi buscá-lo, e ele está na minha casa desde ontem”. O paciente mostrava-se contrariado e abanava a camisa, dizendo que estava com calor. Não apresentava sinais que indicassem um potencial risco de auto ou heteroagressividade. Ao exame físico, o paciente apresentava tremores de extremidades, sudorese profusa, hálito etílico, frequência cardíaca de 108 bpm e frequência respiratória de 24 mpm.
A conduta inicial é recomendar
Quadro demencial que cursa com o desenvolvimento de deficits cognitivos progressivos, causando declínio social e ocupacional significativos. Caracteriza-se por cognição flutuante com variações pronunciadas na atenção e no estado de alerta, alucinações visuais bem formadas e detalhadas e parkinsonismo.
O quadro clínico descreve a demência
Uma moça de 25 anos foi à consulta e referiu que estava se sentindo muito sobrecarregada na faculdade. Há 1 semana, estava em sala de aula quando teve a impressão de já ter vivido aquela situação no passado.
Em Psicopatologia, o fenômeno do déjà vu é um
Homem, 31 anos, tem vida sexual promíscua e procura atendimento médico com quadro de múltiplas lesões papulares e eritematosas, com crostas e escoriações, acompanhadas de prurido noturno intenso. Ao exame físico nota-se a presença de pequenas lesões pustulosas em punhos, axila, genitália e regiões interfalangeanas das mãos.
O agente etiológico envolvido no caso é o
Mulher, 22 anos, apresenta história de cefaleia frontotemporal direita há 5 meses, em alguns episódios envolvendo toda a parte direita da face e da cabeça, com duração superior a 4 horas, e cerca de 8 crises ao dia. Relata lacrimejamento e hiperemia ocular nas crises. Após consulta neurológica foi aventada a hipótese de hemicrania contínua.
Esse diagnóstico será confirmado com a excelente resposta ao tratamento com
Homem, 35 anos, branco, sem antecedentes mórbidos, sem uso de medicamentos e sem uso de substâncias ilícitas, procura atendimento médico com queixa de edema em membros inferiores e urina escurecida há uma semana. Exame físico: PA = 170 x 110 mmHg e presença de edema caracterizado como anasarca. Exames complementares: creatinina = 4,5 mg/dL; urina tipo I = hematúria 850.000 hemácias/mL com dismorfismo eritrocitário 2+/4+ e proteinúria +/4+.
A principal hipótese diagnóstica é:
Paciente diabético, em insulinoterapia, é admitido com quadro de edema, calor, rubor em perna direita, com febre de até 38,5 ºC e leucocitose com neutrofilia no hemograma. O diagnóstico clínico é de erisipela extensa em membro inferior direito.
O principal agente etiológico do quadro infeccioso descrito é o(a)
Mulher, 73 anos, aparentemente saudável até cerca de quatro meses antes da admissão hospitalar, passou a apresentar quadro caracterizado por cansaço e dispneia aos médios esforços e edema importante dos membros inferiores até os joelhos. Negava ortopneia, dispneia paroxística noturna, angina, palpitações ou síncope. Sem fatores de risco clássicos para doença cardiovascular ou uso de medicamentos. Refere que há um mês da admissão passou a apresentar perda de peso, diarreia aquosa abundante e anorexia. Nesse último mês relata ainda episódios de rubor facial intenso, independente de alimentação ou fatores ambientais, sem febre, vômitos ou outros sintomas acompanhantes. Exame físico: afebril, eupneica, com pressão arterial de 94 x 45 mmHg e frequência cardíaca de 78 bpm; presença de estase jugular de 12 cm a 45º, ascite e edema pré-tibial bilateral; na ausculta cardíaca, sinais de estenose pulmonar, confirmada em ecocardiograma.
Na avaliação dos diagnósticos diferenciais de diarreia, o exame que deve ser solicitado, neste caso, e que apresenta as maiores taxas de sensibilidade e especificidade para o diagnóstico desta síndrome específica é a