Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de itapecerica da serra - sp

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Q2061552 Atualidades
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A figura, acima, retrata a Copa do Mundo FIFA de 2022 a ser realizada, no Qatar. A disputa que ocorrerá entre 21 de novembro e 18 de dezembro será a 22ª edição da competição, a primeira jogada no mundo árabe. Contando com 32 seleções classificadas e com grupos já sorteados, a FIFA anunciou no dia 03 de outubro que mais de 2,7 milhões de ingressos já foram vendidos. Desde o pronunciamento que a copa do mundo FIFA 2022 será sediada no país as pesquisas sobre política, economia, cultura e outros aspectos do Qatar tornaram-se destaque entre os sites de busca. Localizado no Oriente Médio o Qatar é considerado um dos países com maiores economias do planeta. Pode-se afirmar que o fator primordial quanto ao sucesso da economia do Qatar está, intrinsicamente, ligado a:
Alternativas
Q2061551 Atualidades
Sobre as principais mudanças nas regras para as eleições de 2022, leia abaixo.
I) A federação partidária, que visa a organizar os partidos em blocos, foi aprovada, em 2022.
II) Os membros da federação partidária, a partir das eleições de 2022, deverão atuar juntos por um período de 4 anos.
III) Emenda Constitucional 111, duplica o peso dos votos a mulheres e pessoas negras no cálculo dos fundos partidário e eleitoral.
IV) Ao ato de posse, o presidente da República Federal do Brasil pode anunciar até três projetos de leis nacionais que são vetadas, instantaneamente, sem necessidade de votos de demais representantes políticos.
A opção que indica apenas alternativas verdadeiras é:
Alternativas
Q2061550 Atualidades
O Projeto de Lei, número 191/20, que visa a regulamentar a exploração de recursos minerais, hídricos e orgânicos em reservas indígenas vai ao encontro das declarações do atual presidente, que desde a posse, defende o aproveitamento econômico de territórios indígenas. O projeto de lei pode ser entendido como uma consequência do atual conflito entre Ucrânia x Rússia, já que o Brasil:
Alternativas
Q2061549 Atualidades
Uma frente fria em uma região costeira foi capaz de canalizar a umidade da Amazônia em direção a um estado que compõe a região sudeste do Brasil. Em razão do relevo do serrano, toda umidade ficou contida na região. A interação complexa de fatores importantes na deflagração do processo de movimentação de massa como: relevo, rocha, solo e vegetação; além das intensas chuvas provocaram diversos deslizamentos, além de intensas enchentes. Até 15 de março foram confirmadas 233 mortes e 4 desaparecimentos. O evento descrito, anteriormente, diz respeito a:
Alternativas
Q2061548 Atualidades
O Brasil queima no Norte e no Sul de seu território. Dados do MapBiomas mostram que 2.932.972 hectares foram consumidos por queimadas, nos primeiros sete meses do ano. Embora maior que o estado de Alagoas, essa área é 2% menor do que a que foi consumida pelo fogo no ano passado. Porém, dois biomas têm se destacado com aumento na área afetada pelo fogo. Em um dos biomas, o fogo atingiu uma área de 1.479.739 hectares (aumento de 7%), enquanto que no outro foram 28.610 hectares queimados (aumento de 3,372%) entre janeiro e julho de 2022. (Retirado e modificado de mapbiomas.org – Dados sobre queimadas no brasil de janeiro a julho de 2022.)
O trecho, acima, faz menção a dois biomas brasileiros que, entre janeiro e julho de 2022, sofreram impactos em consequências das queimadas. Com base nos dados lidos e seus conhecimentos, escolha, abaixo, a alternativa que retrata de forma correta os dois biomas indicados, no trecho anterior.
Alternativas
Q2061547 Matemática
9,3 dm equivalem a:
Alternativas
Q2061546 Matemática
As mesadas de Bartolomeu e Pitágoras estão entre si assim como 5 está para 8. Se o quádruplo da mesada de Bartolomeu menos a quarta parte da mesada de Pitágoras equivale a R$180,00, então as mesadas dos sois totalizam:
Alternativas
Q2061545 Matemática
Bento comprou algumas revistas de automobilismo e outras de arquitetura, num total de 36 revistas. Se a razão entre as revistas de automobilismo e as de arquitetura, respectivamente, foi de 2/7, logo, o número de revistas de arquitetura compradas foi 
Alternativas
Q2061542 Português

Analise as placas, abaixo, e assinale a alternativa correta, quanto à concordância nominal: 


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Alternativas
Q2061541 Português

MEDO DA ETERNIDADE

Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade. Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas. Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou: – Tome cuidado para não perder, porque esta bala nunca se acaba. Dura a vida inteira. – Como não acaba? – Parei um instante na rua, perplexa. – Não acaba nunca, e pronto. – Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual já começara a me dar conta. Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca. – E agora que é que eu faço? – perguntei para não errar no ritual que certamente deveira haver. – Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários. – Perder a eternidade? Nunca. O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola. – Acabou-se o docinho. E agora? – Agora mastigue para sempre. Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito. Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar. Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia. – Olha só o que me aconteceu! – disse eu em fingidos espanto e tristeza. – Agora não posso mastigar mais! A bala acabou! – Já lhe disse – repetiu minha irmã – que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá. Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra da boca por acaso. Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.

Jornal do Brasil, 06 de junho de 1970 (A descoberta do mundo, p.289-91) 2 DAS VANTAGENS DE SER BOBO – Clarice Lispector
Assinale a alternativa correta, em relação às orações, abaixo, quanto ao seu processo de formação de palavras:
I-Aquela moça tem um andar charmoso. (regressiva).
II – Voltamos ao entardecer (prefixal e sufixal)
III- O sim da noiva espalhou-se por toda a igreja (imprópria)
IV- Infelizmente, não fomos à inauguração da praça. (parassintética)
V- Tempero salada com bastante vinagre. (aglutinação)
Alternativas
Q2061540 Português

MEDO DA ETERNIDADE

Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade. Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas. Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou: – Tome cuidado para não perder, porque esta bala nunca se acaba. Dura a vida inteira. – Como não acaba? – Parei um instante na rua, perplexa. – Não acaba nunca, e pronto. – Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual já começara a me dar conta. Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca. – E agora que é que eu faço? – perguntei para não errar no ritual que certamente deveira haver. – Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários. – Perder a eternidade? Nunca. O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola. – Acabou-se o docinho. E agora? – Agora mastigue para sempre. Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito. Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar. Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia. – Olha só o que me aconteceu! – disse eu em fingidos espanto e tristeza. – Agora não posso mastigar mais! A bala acabou! – Já lhe disse – repetiu minha irmã – que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá. Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra da boca por acaso. Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.

Jornal do Brasil, 06 de junho de 1970 (A descoberta do mundo, p.289-91) 2 DAS VANTAGENS DE SER BOBO – Clarice Lispector
Assinale a alternativa que se contrapõe ao texto:
Alternativas
Q2061539 Português

MEDO DA ETERNIDADE

Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade. Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas. Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou: – Tome cuidado para não perder, porque esta bala nunca se acaba. Dura a vida inteira. – Como não acaba? – Parei um instante na rua, perplexa. – Não acaba nunca, e pronto. – Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual já começara a me dar conta. Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca. – E agora que é que eu faço? – perguntei para não errar no ritual que certamente deveira haver. – Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários. – Perder a eternidade? Nunca. O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola. – Acabou-se o docinho. E agora? – Agora mastigue para sempre. Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito. Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar. Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia. – Olha só o que me aconteceu! – disse eu em fingidos espanto e tristeza. – Agora não posso mastigar mais! A bala acabou! – Já lhe disse – repetiu minha irmã – que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá. Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra da boca por acaso. Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.

Jornal do Brasil, 06 de junho de 1970 (A descoberta do mundo, p.289-91) 2 DAS VANTAGENS DE SER BOBO – Clarice Lispector
“Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer [...]”.
A palavra destacada no trecho, acima, pode ser substituída sem perder seu sentido no texto, por:
Alternativas
Q2061538 Português

MEDO DA ETERNIDADE

Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade. Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas. Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou: – Tome cuidado para não perder, porque esta bala nunca se acaba. Dura a vida inteira. – Como não acaba? – Parei um instante na rua, perplexa. – Não acaba nunca, e pronto. – Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual já começara a me dar conta. Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca. – E agora que é que eu faço? – perguntei para não errar no ritual que certamente deveira haver. – Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários. – Perder a eternidade? Nunca. O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola. – Acabou-se o docinho. E agora? – Agora mastigue para sempre. Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito. Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar. Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia. – Olha só o que me aconteceu! – disse eu em fingidos espanto e tristeza. – Agora não posso mastigar mais! A bala acabou! – Já lhe disse – repetiu minha irmã – que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá. Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra da boca por acaso. Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.

Jornal do Brasil, 06 de junho de 1970 (A descoberta do mundo, p.289-91) 2 DAS VANTAGENS DE SER BOBO – Clarice Lispector
Assinale a alternativa que a autora induz o pensamento de que somente no reino da fantasia poderiam existir coisas eternas: 
Alternativas
Q1842022 Atualidades
O teste do pezinho, realizado em recém-nascidos, será ampliado a partir de 2022. O resultado do exame permite identificar a presença ou não de doenças congênitas, que são: 
Alternativas
Q1842019 Conhecimentos Gerais

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Disponível em: http://itapecerica.mg.gov.br/conteudo/prefeituraalerta-para-importancia-da-prevencao-contra-a-dengue#. YNsWoehKjIU. Acesso em: 24 jun. 2021.


Entre os cuidados necessários para se evitar a expansão da dengue em Itapecerica, é correto

Alternativas
Q1842018 História e Geografia de Estados e Municípios
O descobrimento de Tamanduá se deu em 1739 e, em 1740, já estava formado o pequeno arraial, que passou a ser controlado pela Câmara da vila de São José. O Arraial foi elevado a vila [...] em 1789, pelo visconde de Barbacena, e seu termo passou a abranger uma área enorme dos sertões da comarca do Rio das Mortes e alguns núcleos urbanos. ANASTASIA. Carla Maria Junho. A geografia do crime. Violência nas Minas Setecentistas. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2005. p 110.
De acordo com o texto de Carla Anastasia, Itapecerica surgiu no contexto histórico da(o)
Alternativas
Q1842017 Noções de Informática
O caminho correto para se criar um arquivo do Microsoft Word dentro de uma pasta por meio do Explorador de Arquivos do Windows é: 
Alternativas
Q1842016 Noções de Informática
O correio eletrônico é um serviço digital que permite aos usuários de computador o envio e recebimento de mensagens.
Analise as seguintes afirmativas sobre o correio eletrônico. I. “Anexar arquivos” permite utilizar o correio eletrônico para enviar fotos, documentos, apresentações, planilhas de cálculo e até mesmo programas completos. II. “Responder a uma mensagem recebida” permite escrever um e-mail diretamente em resposta a outro sem a necessidade de voltar a inserir o endereço do destinatário e pode ser mantido o texto original caso seja de interesse. III. O símbolo arroba (@) é utilizado para separar e diferenciar as duas partes de um endereço de e-mail, em que a primeira parte é o nome do usuário e do servidor que enviará a mensagem e a segunda parte é o nome do servidor que receberá a mensagem.
Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q1842015 Noções de Informática
O Microsoft Excel para Office 365 contém várias funções classificadas como “data e hora” que tem como objetivo retornar valores de cálculo de tempo.
Analise as seguintes afirmativas sobre as funções disponíveis no Microsoft Excel para Office 365: I. A função “AGORA” retorna à data e à hora atual formatadas como data e hora e não possui argumentos para sua utilização. II. A função “DIA.DA.SEMANA” retorna ao dia da semana em formato de texto (ex: “segundafeira”) correspondente a uma data que deve ser passada como argumento. III. A função “DIA” retorna ao dia de uma data contida em uma outra célula; esse dia varia entre 1 e 31 e a data deve ser passada como argumento para essa função.
Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q1842014 Noções de Informática
Tendo em vista os tipos de códigos maliciosos que podem estar espalhados na internet, relacione a COLUNA II com a COLUNA I, associando seus conceitos e características aos seus respectivos tipos.
COLUNA I 1. Spyware 2. Worm
COLUNA II ( ) É um programa capaz de se propagar automaticamente pela rede que o computador estiver conectado. ( ) É um programa projetado para monitorar as atividades de um sistema e enviar informações coletadas para terceiros. ( ) É notadamente responsável por consumir muitos recursos da máquina infectada.
Assinale a sequência correta.
Alternativas
Respostas
621: A
622: C
623: D
624: A
625: D
626: A
627: A
628: B
629: C
630: C
631: E
632: D
633: B
634: A
635: A
636: A
637: C
638: A
639: B
640: A