Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de cananéia - sp

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Q1307607 Radiologia
Qual é o dispositivo responsável por aumentar a tensão de saída do autotransformador para a tensão de pico necessária para a produção de raios X?
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Q1307606 Radiologia
Assinale a alternativa correta sobre órgãos da região abdominal.
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Q1307605 Radiologia
. Sobre o coração, assinale a alternativa correta.
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Q1307604 Radiologia
Qual é o principal sinal radiológico encontrado na doença articular infecciosa, em comparação à doença articular degenerativa?
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Q1307603 Radiologia
Assinale a alternativa que descreve corretamente noções básicas de anatomia e histologia óssea.
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Q1307602 Radiologia
Assinale a alternativa correta referente aos ossos do tórax.
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Q1307600 Radiologia
Sobre os ossos da face, é correta a afirmação:
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Q1307598 Radiologia
Sobre os órgãos de audição e equilíbrio, assinale a alternativa correta.
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Q1307592 Matemática
Certo produto teve o seu preço de venda original P aumentado em 15%, gerando o preço P1 . Em seguida, um novo reajuste aumentou P1 em mais R$ 6,90, e esse produto passou a ser vendido por R$ 64,40. O preço original P era de
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Q1307591 Matemática
Um terreno retangular, de lados com medidas, em metros, indicadas por x e 1/3 x , foi dividido em 3 regiões congruentes, I, II e III, conforme mostra a figura. Imagem associada para resolução da questão

Se esse terreno tem perímetro de 120 m, então a área de cada uma das regiões I, II e III é igual a
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Q1307590 Matemática

Uma praça, com a forma do triângulo retângulo ABC mostrado na figura, tem uma pista para caminhadas em toda a extensão do seu perímetro. Para caminhar do ponto B até o ponto C, pode-se optar por ir diretamente de B até C, caminhando 150 m, conforme indicado na figura, ou ir do ponto B até o ponto A, caminhando x m, e do ponto A até o ponto C, caminhando mais 120 m.

Imagem associada para resolução da questão

O trajeto de B até C, passando por A, é mais longo do que o trajeto direto de B até C em

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Q1307589 Matemática

O Flamengo faturou, em média, R$ 2,4 milhões por jogo como mandante na atual temporada, com preço médio do ingresso a R$ 48,00.” (O Estado de S. Paulo – 31.10.2019).

Nessas condições, o público médio pagante nos jogos considerados foi de

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Q1307588 Matemática
Considere um reservatório de capacidade total igual a 1500 litros, inicialmente vazio. Para enchê-lo, abriu-se, simultaneamente, a torneira A, com uma vazão constante de 15 litros de água por minuto, e a torneira B, com uma vazão constante de 10 litros de água por minuto. No momento em que a água despejada pelas duas torneiras preencheu 3/5 da capacidade total do reservatório, fechou-se a torneira B e manteve-se aberta a torneira A, até encher totalmente o reservatório. Nessas condições, o tempo total gasto para encher completamente o reservatório, sem transbordar, foi de
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Q1307587 Matemática
Uma bibliotecária distribuiu certa quantidade de livros em 25 prateleiras, colocando 4% da quantidade total em cada uma. Se fosse possível colocar 10% da quantidade total de livros em cada prateleira, a quantidade de prateleiras necessárias para acomodar todos os livros seria reduzida em
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Q1307586 Matemática
A quantidade de suco contida em um recipiente pode ser totalmente distribuída em 30 copos, contendo x mL em cada um, ou em 40 copos, contendo (x – 50) mL em cada um. A quantidade de suco contida nesse recipiente é igual a
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Q1307585 Matemática
Um piso quadrado, cujo lado mede 4,4 m, será totalmente revestido com ladrilhos quadrados iguais, com 40 cm de lado, todos inteiros. Sabe-se que esse ladrilho é vendido somente em caixas fechadas contendo 0,96 m2 de ladrilhos em cada uma. Nessas condições, para que o serviço seja totalmente executado, será necessário comprar, no mínimo,
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Q1307579 Português

Leia a crônica de Ivan Angelo para responder à questão.



Janelas e varandas


      Varandas e janelas podem ser um campo interessante para observação nas metrópoles. Contribuições pessoais de moradores para a decoração da cidade. Espaços de expressão. Vitrines individuais.

      É da sacada do prédio que o morador da metrópole confere a paisagem, o tempo e a vida lá fora. Janelas separam o íntimo e o público, mas algumas pessoas não se importam de botar no espaço público um pouco do que é do íntimo.

       Rede estendida já vi mais de uma vez, em exíguas varandas, uma até com um homem em descuidada sesta. Nostalgia do Nordeste? De algum sítio? De uma minivaranda da Bela Vista1 , moça sentada de toalha nos ombros nus sob um secador de cabelos daqueles de pé e capacete, lendo revista. Casa dela ou salão de beleza improvisado? Em uma janela que dá para o Minhocão2 , uma gaiola com passarinho. Ave presidiária, condenada à feiura e ao barulho humanos. Será que canta? 

     Nesses espaços “públicos”, os ricos diferenciam-se principalmente pelas plantas, alguns com verdadeiras florestas. O povão ousa mais no pessoal. Como se fosse um quintal, lá põe rede, casa de cachorro, fogão quebrado, poleiro de papagaio, latão com planta, pendura bicicleta, monta churrasqueira...

    Mas, em certas ocasiões, como Natal e Copa do Mundo, todos se igualam e botam luzes piscantes ou bandeiras.

    É o que basta para pensarmos neles com uma distante camaradagem – oi, oi, estou aqui, sou um ser humano e cuido de um passarinho.



(VEJA SP, 05.10.2005. Adaptado)




1. Bela Vista: bairro paulistano.

2. Minhocão: famoso viaduto na cidade de São Paulo.

Na primeira frase do quarto parágrafo e na última frase do texto, nota-se que o cronista, respectivamente:
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Q1307578 Português

Leia a crônica de Ivan Angelo para responder à questão.



Janelas e varandas


      Varandas e janelas podem ser um campo interessante para observação nas metrópoles. Contribuições pessoais de moradores para a decoração da cidade. Espaços de expressão. Vitrines individuais.

      É da sacada do prédio que o morador da metrópole confere a paisagem, o tempo e a vida lá fora. Janelas separam o íntimo e o público, mas algumas pessoas não se importam de botar no espaço público um pouco do que é do íntimo.

       Rede estendida já vi mais de uma vez, em exíguas varandas, uma até com um homem em descuidada sesta. Nostalgia do Nordeste? De algum sítio? De uma minivaranda da Bela Vista1 , moça sentada de toalha nos ombros nus sob um secador de cabelos daqueles de pé e capacete, lendo revista. Casa dela ou salão de beleza improvisado? Em uma janela que dá para o Minhocão2 , uma gaiola com passarinho. Ave presidiária, condenada à feiura e ao barulho humanos. Será que canta? 

     Nesses espaços “públicos”, os ricos diferenciam-se principalmente pelas plantas, alguns com verdadeiras florestas. O povão ousa mais no pessoal. Como se fosse um quintal, lá põe rede, casa de cachorro, fogão quebrado, poleiro de papagaio, latão com planta, pendura bicicleta, monta churrasqueira...

    Mas, em certas ocasiões, como Natal e Copa do Mundo, todos se igualam e botam luzes piscantes ou bandeiras.

    É o que basta para pensarmos neles com uma distante camaradagem – oi, oi, estou aqui, sou um ser humano e cuido de um passarinho.



(VEJA SP, 05.10.2005. Adaptado)




1. Bela Vista: bairro paulistano.

2. Minhocão: famoso viaduto na cidade de São Paulo.

É correto afirmar que o cronista
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Q1307576 Português

Leia o texto para responder à questão

Indústria da solidão


      “Já é de manhã, acorde”, diz meigamente uma voz feminina. O rapaz se senta, sonolento. E a câmera revela a dona da voz: a holografia de uma típica bonequinha japonesa, batizada de Azuma Hikari, protegida por uma cúpula de vidro.

    “Bom dia”, diz Azuma, sorridente. O jovem pressiona um botão e responde. Sensores detectam o movimento facial e a voz do rapaz. A holografia sorri, diz que o dia está chuvoso, sugere que ele leve o guarda-chuva e recomenda: “é melhor correr, para não se atrasar”. É uma típica conversa de um café da manhã em família.

    A cena é do vídeo comercial do Gatebox, nome dado à cápsula que contém Azuma, uma assistente virtual com inteligência artificial, que tem rosto, verbaliza sentimentos e carrega no tom romântico das conversas.

     Ao longo do dia, por mensagens enviadas ao celular, Azuma pergunta se o rapaz vai demorar, diz sentir saudades e relembra algumas vezes que o está esperando.

    Ele é recebido com pulinhos de alegria. E o rapaz confessa o prazer de saber que há alguém em casa à sua espera.

   A fabricante é objetiva na propaganda: Azuma é a companheira definitiva, uma namorada virtual, idealizada para aliviar a solidão de quem mora sozinho.

     É um mercado assustadoramente promissor. No Japão, uma pesquisa do Instituto Nacional de População e Previdência Social indica que cerca de 70% dos homens e 60% das mulheres entre 18 e 34 anos estão solteiros e cerca de 42% nunca mantiveram relações sexuais.

   Mas a epidemia da solidão está bem longe ser regional. Mais de 55 mil pessoas de 237 países preencheram um questionário proposto por instituições britânicas. Resultado: 33% delas disseram se sentir frequentemente sozinhas, índice que foi a 40% entre jovens de 16 a 24 anos.

    Os números explicam o sucesso de serviços como Personal Friend ou Rent a Friend. Por preços que variam de US$ 10 a US$ 60 por hora é possível contratar uma companhia para jantar, participar de um jogo ou apenas fazer uma caminhada, sem nenhuma conotação sexual.

  Se para muita gente parece coisa de maluco, para alguns médicos as iniciativas são tentativas desesperadas de manter a saúde, pois a falta de conexões sociais é um fator de risco mais importante para a morte precoce do que a obesidade e o sedentarismo.

   O impacto da solidão pode até diminuir, mas resta saber o que vai acontecer com a saúde mental dessa gente.

(Sílvia Correa. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/silviacorrea/2019/08. Acesso 29.08.2019. Adaptado)
Em – a holografia de uma típica bonequinha japonesa –, os termos destacados qualificam “bonequinha”. Também exerce a mesma função desses termos a expressão destacada na alternativa:
Alternativas
Q1307572 Português

Leia o texto para responder à questão

Indústria da solidão


      “Já é de manhã, acorde”, diz meigamente uma voz feminina. O rapaz se senta, sonolento. E a câmera revela a dona da voz: a holografia de uma típica bonequinha japonesa, batizada de Azuma Hikari, protegida por uma cúpula de vidro.

    “Bom dia”, diz Azuma, sorridente. O jovem pressiona um botão e responde. Sensores detectam o movimento facial e a voz do rapaz. A holografia sorri, diz que o dia está chuvoso, sugere que ele leve o guarda-chuva e recomenda: “é melhor correr, para não se atrasar”. É uma típica conversa de um café da manhã em família.

    A cena é do vídeo comercial do Gatebox, nome dado à cápsula que contém Azuma, uma assistente virtual com inteligência artificial, que tem rosto, verbaliza sentimentos e carrega no tom romântico das conversas.

     Ao longo do dia, por mensagens enviadas ao celular, Azuma pergunta se o rapaz vai demorar, diz sentir saudades e relembra algumas vezes que o está esperando.

    Ele é recebido com pulinhos de alegria. E o rapaz confessa o prazer de saber que há alguém em casa à sua espera.

   A fabricante é objetiva na propaganda: Azuma é a companheira definitiva, uma namorada virtual, idealizada para aliviar a solidão de quem mora sozinho.

     É um mercado assustadoramente promissor. No Japão, uma pesquisa do Instituto Nacional de População e Previdência Social indica que cerca de 70% dos homens e 60% das mulheres entre 18 e 34 anos estão solteiros e cerca de 42% nunca mantiveram relações sexuais.

   Mas a epidemia da solidão está bem longe ser regional. Mais de 55 mil pessoas de 237 países preencheram um questionário proposto por instituições britânicas. Resultado: 33% delas disseram se sentir frequentemente sozinhas, índice que foi a 40% entre jovens de 16 a 24 anos.

    Os números explicam o sucesso de serviços como Personal Friend ou Rent a Friend. Por preços que variam de US$ 10 a US$ 60 por hora é possível contratar uma companhia para jantar, participar de um jogo ou apenas fazer uma caminhada, sem nenhuma conotação sexual.

  Se para muita gente parece coisa de maluco, para alguns médicos as iniciativas são tentativas desesperadas de manter a saúde, pois a falta de conexões sociais é um fator de risco mais importante para a morte precoce do que a obesidade e o sedentarismo.

   O impacto da solidão pode até diminuir, mas resta saber o que vai acontecer com a saúde mental dessa gente.

(Sílvia Correa. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/silviacorrea/2019/08. Acesso 29.08.2019. Adaptado)
Considere a frase do sexto parágrafo: A fabricante é objetiva na propaganda: Azuma é a companheira definitiva, uma namorada virtual, idealizada para aliviar a solidão de quem mora sozinho.
Os termos destacados podem ser substituídos, respectivamente e sem alteração do sentido do texto, por:
Alternativas
Respostas
401: A
402: A
403: D
404: E
405: A
406: B
407: C
408: D
409: E
410: C
411: B
412: C
413: D
414: C
415: B
416: A
417: B
418: B
419: E
420: C