Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de campos do jordão - sp

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Q1719239 Inglês
How much _____________ do you plan to walk tonight?
Choose the best option.
Alternativas
Q1719238 Inglês
Complete the sentence with the correct preposition.
“ Please pay attention and make sure you’re ____________ time for the doctor’s appointment.”
Alternativas
Q1719227 Português

A passagem abaixo faz parte de uma entrevista do filósofo Mario Sergio Cortella à revista Crescer.


Uma das coisas mais importantes na vida é entender que a palavra prioridade não tem “s”. Não tem plural. Se você disser: “tenho duas prioridades” é porque não tem nenhuma. Então, deve estabelecer qual é a sua prioridade. Sua prioridade é o convívio familiar? Então dê força a isso. É a sustentação econômica? Vá fundo. Só que, ao escolher, não sofra. É evidente que ninguém precisa abandonar a carreira em função da família, mas é necessário buscar o equilíbrio – da mesma forma como se faz para andar de bicicleta: só há equilíbrio em movimento. Se você parar, desaba. Tenha em mente que haverá momentos em que a família é o foco. Em outros, a carreira. Mas lembre-se de que a vida é mais como maratona do que como uma corrida de 100 metros rasos: você não sai disparado feito um louco. Tem horas que vai mais rápido, outras em que desacelera. O segredo é ir dosando.

FONTE:
https://revistacrescer.globo.com/Criancas/Escola/noticia/2016/11/co
rtella-nao-e-so-educacao-dos-filhos-que-e-necessaria-mas-dos
pais-tambem.html

Por se tratar de uma entrevista, há no fragmento apresentado várias marcas de oralidade, típicas desse gênero. Assinale a alternativa em que a oralidade seja mais evidente.
Alternativas
Q1719226 Português

A passagem abaixo faz parte de uma entrevista do filósofo Mario Sergio Cortella à revista Crescer.


Uma das coisas mais importantes na vida é entender que a palavra prioridade não tem “s”. Não tem plural. Se você disser: “tenho duas prioridades” é porque não tem nenhuma. Então, deve estabelecer qual é a sua prioridade. Sua prioridade é o convívio familiar? Então dê força a isso. É a sustentação econômica? Vá fundo. Só que, ao escolher, não sofra. É evidente que ninguém precisa abandonar a carreira em função da família, mas é necessário buscar o equilíbrio – da mesma forma como se faz para andar de bicicleta: só há equilíbrio em movimento. Se você parar, desaba. Tenha em mente que haverá momentos em que a família é o foco. Em outros, a carreira. Mas lembre-se de que a vida é mais como maratona do que como uma corrida de 100 metros rasos: você não sai disparado feito um louco. Tem horas que vai mais rápido, outras em que desacelera. O segredo é ir dosando.

FONTE:
https://revistacrescer.globo.com/Criancas/Escola/noticia/2016/11/co
rtella-nao-e-so-educacao-dos-filhos-que-e-necessaria-mas-dos
pais-tambem.html

Considerando a passagem “Mas lembre-se de que a vida é mais como maratona do que como uma corrida de 100 metros rasos: você não sai disparado feito um louco”, se substituíssemos o verbo em destaque pelo verbo esquecer, fazendo-se as adaptações necessárias, mantendo-se o sentido e a norma padrão, teríamos:
Alternativas
Q1719225 Português

A passagem abaixo faz parte de uma entrevista do filósofo Mario Sergio Cortella à revista Crescer.


Uma das coisas mais importantes na vida é entender que a palavra prioridade não tem “s”. Não tem plural. Se você disser: “tenho duas prioridades” é porque não tem nenhuma. Então, deve estabelecer qual é a sua prioridade. Sua prioridade é o convívio familiar? Então dê força a isso. É a sustentação econômica? Vá fundo. Só que, ao escolher, não sofra. É evidente que ninguém precisa abandonar a carreira em função da família, mas é necessário buscar o equilíbrio – da mesma forma como se faz para andar de bicicleta: só há equilíbrio em movimento. Se você parar, desaba. Tenha em mente que haverá momentos em que a família é o foco. Em outros, a carreira. Mas lembre-se de que a vida é mais como maratona do que como uma corrida de 100 metros rasos: você não sai disparado feito um louco. Tem horas que vai mais rápido, outras em que desacelera. O segredo é ir dosando.

FONTE:
https://revistacrescer.globo.com/Criancas/Escola/noticia/2016/11/co
rtella-nao-e-so-educacao-dos-filhos-que-e-necessaria-mas-dos
pais-tambem.html

Em “Só que, ao escolher, não sofra”, após o verbo escolher há um termo implícito, para que se estabeleça a coesão textual. Qual é o termo implícito? 
Alternativas
Q1719224 Português

Assinale a alternativa correta quanto ao uso dos pronomes pessoais.

Alternativas
Q1719223 Português
Assinale a alternativa em que a gramática normativa foi respeitada.
Alternativas
Q1719222 Português
Eu estou pensando muito tempo em propor o novo tipo de professor. É um professor que não ensina nada, não é professor de Matemática, de História, de Geografia. É um professor de espantos. O objetivo da educação não é ensinar coisas, porque as coisas já estão na Internet, estão por todos os lugares, estão nos livros. É ensinar a pensar. Criar na criança essa curiosidade.
Para mim, este é o objetivo da educação: criar a alegria de pensar. Eu já tive uma experiência muito interessante com uma menininha de sete anos. Eu estava com a cabeça quente e eu resolvi então, para descansar a cabeça, fazer uma prateleira. Peguei minha serra circular, minha chave de fenda, as ferramentas, levei lá pra cima e comecei a me preparar. Nessa hora chega a minha empregada com a filha dela. A empregada disse bom dia. Eu cumprimentei, e foi embora. A menina não foi embora. Ela ficou parada lá, ela estava intrigada com os objetos que estavam lá, ela queria saber o que era aquilo. O que é que esse homem vai fazer com isso, ficou parada lá. Aí eu peguei a trena, abri a trena e ela:
–“O que é isso?”
– “Isso é uma trena”
– “Pra que serve a trena”?
– “Serve para medir”.
– “Como é que a trena mede”?
– “Vem cá que eu te mostro”.
Aí, mostrei a trena, os centímetros.
-“Presta atenção, que de dez em dez risquinhos, tem um risquinho vermelho”.
Veja o que eu fiz: ensinei o sistema decimal pra ela. Ela percebeu que as coisas vêm em pacotinhos de dez. Essa é a situação certa pro ensino; quando o professor fala, provoca a curiosidade da criança, e a criança interage, a criança pergunta. Como é que eu incentivo a leitura? Não mandando ninguém ler, porque a relação com a leitura é uma relação amorosa. Quando o professor manda, já estragou. Então você tem que criar o gosto, o gosto pela leitura. E como você cria o gosto pela leitura? Não mandando ler, mas lendo. 
Uma hora muito boa para leitura é quando as crianças e os adolescentes vão para a cama. Então a mãe se senta ao lado e vai ler um livro. A missão do professor não é dar as respostas prontas. As respostas estão nos livros, estão na Internet. A missão do professor é provocar a inteligência, é provocar o espanto, é provocar a curiosidade.

Rubem Alves
FONTE: https://www.portalraizes.com/rubem-alves-professor-de-espantos/ 
Para o autor, a função do professor é, fundamentalmente:
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Q1719221 Português
Eu estou pensando muito tempo em propor o novo tipo de professor. É um professor que não ensina nada, não é professor de Matemática, de História, de Geografia. É um professor de espantos. O objetivo da educação não é ensinar coisas, porque as coisas já estão na Internet, estão por todos os lugares, estão nos livros. É ensinar a pensar. Criar na criança essa curiosidade.
Para mim, este é o objetivo da educação: criar a alegria de pensar. Eu já tive uma experiência muito interessante com uma menininha de sete anos. Eu estava com a cabeça quente e eu resolvi então, para descansar a cabeça, fazer uma prateleira. Peguei minha serra circular, minha chave de fenda, as ferramentas, levei lá pra cima e comecei a me preparar. Nessa hora chega a minha empregada com a filha dela. A empregada disse bom dia. Eu cumprimentei, e foi embora. A menina não foi embora. Ela ficou parada lá, ela estava intrigada com os objetos que estavam lá, ela queria saber o que era aquilo. O que é que esse homem vai fazer com isso, ficou parada lá. Aí eu peguei a trena, abri a trena e ela:
–“O que é isso?”
– “Isso é uma trena”
– “Pra que serve a trena”?
– “Serve para medir”.
– “Como é que a trena mede”?
– “Vem cá que eu te mostro”.
Aí, mostrei a trena, os centímetros.
-“Presta atenção, que de dez em dez risquinhos, tem um risquinho vermelho”.
Veja o que eu fiz: ensinei o sistema decimal pra ela. Ela percebeu que as coisas vêm em pacotinhos de dez. Essa é a situação certa pro ensino; quando o professor fala, provoca a curiosidade da criança, e a criança interage, a criança pergunta. Como é que eu incentivo a leitura? Não mandando ninguém ler, porque a relação com a leitura é uma relação amorosa. Quando o professor manda, já estragou. Então você tem que criar o gosto, o gosto pela leitura. E como você cria o gosto pela leitura? Não mandando ler, mas lendo. 
Uma hora muito boa para leitura é quando as crianças e os adolescentes vão para a cama. Então a mãe se senta ao lado e vai ler um livro. A missão do professor não é dar as respostas prontas. As respostas estão nos livros, estão na Internet. A missão do professor é provocar a inteligência, é provocar o espanto, é provocar a curiosidade.

Rubem Alves
FONTE: https://www.portalraizes.com/rubem-alves-professor-de-espantos/ 
Em “Como é que eu incentivo a leitura? Não mandando ninguém ler, porque a relação com a leitura é uma relação amorosa. Quando o professor manda, já estragou”, o termo em destaque estabelece ideia de:
Alternativas
Q1719220 Português
Eu estou pensando muito tempo em propor o novo tipo de professor. É um professor que não ensina nada, não é professor de Matemática, de História, de Geografia. É um professor de espantos. O objetivo da educação não é ensinar coisas, porque as coisas já estão na Internet, estão por todos os lugares, estão nos livros. É ensinar a pensar. Criar na criança essa curiosidade.
Para mim, este é o objetivo da educação: criar a alegria de pensar. Eu já tive uma experiência muito interessante com uma menininha de sete anos. Eu estava com a cabeça quente e eu resolvi então, para descansar a cabeça, fazer uma prateleira. Peguei minha serra circular, minha chave de fenda, as ferramentas, levei lá pra cima e comecei a me preparar. Nessa hora chega a minha empregada com a filha dela. A empregada disse bom dia. Eu cumprimentei, e foi embora. A menina não foi embora. Ela ficou parada lá, ela estava intrigada com os objetos que estavam lá, ela queria saber o que era aquilo. O que é que esse homem vai fazer com isso, ficou parada lá. Aí eu peguei a trena, abri a trena e ela:
–“O que é isso?”
– “Isso é uma trena”
– “Pra que serve a trena”?
– “Serve para medir”.
– “Como é que a trena mede”?
– “Vem cá que eu te mostro”.
Aí, mostrei a trena, os centímetros.
-“Presta atenção, que de dez em dez risquinhos, tem um risquinho vermelho”.
Veja o que eu fiz: ensinei o sistema decimal pra ela. Ela percebeu que as coisas vêm em pacotinhos de dez. Essa é a situação certa pro ensino; quando o professor fala, provoca a curiosidade da criança, e a criança interage, a criança pergunta. Como é que eu incentivo a leitura? Não mandando ninguém ler, porque a relação com a leitura é uma relação amorosa. Quando o professor manda, já estragou. Então você tem que criar o gosto, o gosto pela leitura. E como você cria o gosto pela leitura? Não mandando ler, mas lendo. 
Uma hora muito boa para leitura é quando as crianças e os adolescentes vão para a cama. Então a mãe se senta ao lado e vai ler um livro. A missão do professor não é dar as respostas prontas. As respostas estão nos livros, estão na Internet. A missão do professor é provocar a inteligência, é provocar o espanto, é provocar a curiosidade.

Rubem Alves
FONTE: https://www.portalraizes.com/rubem-alves-professor-de-espantos/ 
Na passagem “Para mim, este é o objetivo da educação”, considerando o contexto em que ocorre, o termo em destaque recupera:
Alternativas
Q1719219 Português
Eu estou pensando muito tempo em propor o novo tipo de professor. É um professor que não ensina nada, não é professor de Matemática, de História, de Geografia. É um professor de espantos. O objetivo da educação não é ensinar coisas, porque as coisas já estão na Internet, estão por todos os lugares, estão nos livros. É ensinar a pensar. Criar na criança essa curiosidade.
Para mim, este é o objetivo da educação: criar a alegria de pensar. Eu já tive uma experiência muito interessante com uma menininha de sete anos. Eu estava com a cabeça quente e eu resolvi então, para descansar a cabeça, fazer uma prateleira. Peguei minha serra circular, minha chave de fenda, as ferramentas, levei lá pra cima e comecei a me preparar. Nessa hora chega a minha empregada com a filha dela. A empregada disse bom dia. Eu cumprimentei, e foi embora. A menina não foi embora. Ela ficou parada lá, ela estava intrigada com os objetos que estavam lá, ela queria saber o que era aquilo. O que é que esse homem vai fazer com isso, ficou parada lá. Aí eu peguei a trena, abri a trena e ela:
–“O que é isso?”
– “Isso é uma trena”
– “Pra que serve a trena”?
– “Serve para medir”.
– “Como é que a trena mede”?
– “Vem cá que eu te mostro”.
Aí, mostrei a trena, os centímetros.
-“Presta atenção, que de dez em dez risquinhos, tem um risquinho vermelho”.
Veja o que eu fiz: ensinei o sistema decimal pra ela. Ela percebeu que as coisas vêm em pacotinhos de dez. Essa é a situação certa pro ensino; quando o professor fala, provoca a curiosidade da criança, e a criança interage, a criança pergunta. Como é que eu incentivo a leitura? Não mandando ninguém ler, porque a relação com a leitura é uma relação amorosa. Quando o professor manda, já estragou. Então você tem que criar o gosto, o gosto pela leitura. E como você cria o gosto pela leitura? Não mandando ler, mas lendo. 
Uma hora muito boa para leitura é quando as crianças e os adolescentes vão para a cama. Então a mãe se senta ao lado e vai ler um livro. A missão do professor não é dar as respostas prontas. As respostas estão nos livros, estão na Internet. A missão do professor é provocar a inteligência, é provocar o espanto, é provocar a curiosidade.

Rubem Alves
FONTE: https://www.portalraizes.com/rubem-alves-professor-de-espantos/ 
Ainda considerando a passagem “Eu estou pensando há muito tempo em propor o novo tipo de professor”, a substituição do artigo definido, em destaque no texto, pelo artigo indefinido “um”:
Alternativas
Q1719218 Português
Eu estou pensando muito tempo em propor o novo tipo de professor. É um professor que não ensina nada, não é professor de Matemática, de História, de Geografia. É um professor de espantos. O objetivo da educação não é ensinar coisas, porque as coisas já estão na Internet, estão por todos os lugares, estão nos livros. É ensinar a pensar. Criar na criança essa curiosidade.
Para mim, este é o objetivo da educação: criar a alegria de pensar. Eu já tive uma experiência muito interessante com uma menininha de sete anos. Eu estava com a cabeça quente e eu resolvi então, para descansar a cabeça, fazer uma prateleira. Peguei minha serra circular, minha chave de fenda, as ferramentas, levei lá pra cima e comecei a me preparar. Nessa hora chega a minha empregada com a filha dela. A empregada disse bom dia. Eu cumprimentei, e foi embora. A menina não foi embora. Ela ficou parada lá, ela estava intrigada com os objetos que estavam lá, ela queria saber o que era aquilo. O que é que esse homem vai fazer com isso, ficou parada lá. Aí eu peguei a trena, abri a trena e ela:
–“O que é isso?”
– “Isso é uma trena”
– “Pra que serve a trena”?
– “Serve para medir”.
– “Como é que a trena mede”?
– “Vem cá que eu te mostro”.
Aí, mostrei a trena, os centímetros.
-“Presta atenção, que de dez em dez risquinhos, tem um risquinho vermelho”.
Veja o que eu fiz: ensinei o sistema decimal pra ela. Ela percebeu que as coisas vêm em pacotinhos de dez. Essa é a situação certa pro ensino; quando o professor fala, provoca a curiosidade da criança, e a criança interage, a criança pergunta. Como é que eu incentivo a leitura? Não mandando ninguém ler, porque a relação com a leitura é uma relação amorosa. Quando o professor manda, já estragou. Então você tem que criar o gosto, o gosto pela leitura. E como você cria o gosto pela leitura? Não mandando ler, mas lendo. 
Uma hora muito boa para leitura é quando as crianças e os adolescentes vão para a cama. Então a mãe se senta ao lado e vai ler um livro. A missão do professor não é dar as respostas prontas. As respostas estão nos livros, estão na Internet. A missão do professor é provocar a inteligência, é provocar o espanto, é provocar a curiosidade.

Rubem Alves
FONTE: https://www.portalraizes.com/rubem-alves-professor-de-espantos/ 
Na passagem “Eu estou pensando muito tempo em propor o novo tipo de professor”, se o termo “tempo” fosse substituído pelo termo “anos”, e se o verbo “haver” fosse substituído pelo verbo “fazer”, mantendo-se o mesmo tempo e o mesmo modo verbal, respeitando-se a gramática normativa e fazendo-se as alterações necessárias, teríamos:
Alternativas
Q1718551 Psicologia
O Código de Ética Profissional do Psicólogo, no seu artigo 7º, estabelece que o Psicólogo poderá intervir na prestação de serviços psicológicos que estejam sendo efetuados por outro profissional, em determinadas situações. Assinale, em relação a esse tópico, a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1718549 Psicologia
Observa-se que muitos psicólogos confundem a importante abordagem psicológica da Análise do Comportamento com Behaviorismo e, também, Behaviorismo Radical com outras “modalidades” de Behaviorismo. Qual das alternativas abaixo expressa uma ideia verdadeira sobre o que se sabe do Behaviorismo Radical?
Alternativas
Q1718548 Psicologia
O início do Século XX testemunhou o surgimento e desenvolvimento de movimentos rivais na Psicologia, que ajudaram a modelar nossa área de estudo atual. Embora os psicólogos contemporâneos não mais integrem movimentos específicos, muitos se identificam com uma de quatro principais perspectivas: behaviorista, cognitivista, humanista e psicanalítica. Na visão humanista, pode-se dizer que a maioria dos psicólogos endossa a filosofia europeia denominada fenomenologia, segundo a qual as pessoas veem o mundo de sua própria e única perspectiva. Dessa forma, para se obter conhecimento válido sobre qualquer qualidade ou experiência humana é preciso focaliza-las tendo como base diferentes quadros de referência, da forma que os diversos indivíduos a experienciam. Em outras palavras, a interpretação subjetiva é central a toda atividade humana e não pode ser ignorada. Qual dos pontos de vista abaixo listados contém informação incorreta, segundo o ideário humanista, não podendo ser aceita neste domínio?
Alternativas
Q1718547 Psicologia
A moderna Psicoterapia surgiu durante a segunda metade do século XIX na Europa e na América, fomentada em parte por um ambiente cultural que via o “eu” como um ser independente, reflexivo e racional, capaz de autodesenvolvimento. Com relação ao tema da psicoterapia moderna, assinale a resposta incorreta.
Alternativas
Q1718546 Psicologia
O reconhecimento crescente de que fatores psicológicos têm influência sobre a saúde física levou ao surgimento da especialidade Psicologia da Saúde, que estuda como os fatores psicossociais relacionam-se à promoção e manutenção da saúde, além de estudar as causas, a prevenção e o tratamento das enfermidades. Em relação a essa temática, qual afirmativa abaixo está incorreta?
Alternativas
Q1718545 Psicologia
O estudo da Personalidade, como um importante subcampo da Psicologia, abrange basicamente tanto questões sobre o que constituiria a natureza do Self, como também o que significaria ser uma pessoa, além de quão únicos seriam cada um dos indivíduos. Considere as duas afirmativas abaixo e assinale em seguida a alternativa correta sobre elas.
I– Com o avanço da Ciência (Humanas e Naturais, principalmente) da trans e interdisciplinaridade entre as diferentes áreas do conhecimento, a Personalidade nos dias de hoje é investigada e discutida também em termos de ganhos e perdas, almas (ou espíritos), moléculas e até a Física das partículas atômicas. II– Psicólogos da Personalidade tendem a evitar reflexões filosóficas ou religiosas abstratas concentrando-se, em vez disso, nos pensamentos, sentimentos e comportamentos, enfim, sobre as ações das pessoas reais.
Alternativas
Q1718544 Psicologia
A aprendizagem refere-se a mudanças relativamente duradouras no comportamento ou a conhecimentos resultantes da experiência. Esta ampla definição significa que o aprendizado é um dos conceitos mais fundamentais de toda Psicologia e inclui aquisição de conhecimentos e habilidades, mas também molda hábitos pessoais, traços de personalidade, respostas emocionais e preferências pessoais. Em relação ao tema do aprendizado, assinale abaixo a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1718543 Psicologia
Testes Psicológicos são padronizações adotadas como referência na coleta de amostras do comportamento de uma pessoa. Em outras palavras, eles podem ser compreendidos como instrumentos de mensuração utilizados para medir as diferenças individuais entre as pessoas com relação a capacidades, aptidões, interesses e aspectos da personalidade. Em relação a esse tema, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Respostas
1221: A
1222: C
1223: B
1224: B
1225: C
1226: B
1227: C
1228: B
1229: C
1230: D
1231: B
1232: B
1233: B
1234: D
1235: B
1236: A
1237: D
1238: B
1239: B
1240: A