Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de barretos - sp

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Q1052148 Noções de Informática

Observe o ícone a seguir, extraído do grupo Cabeçalho e Rodapé, da guia Ferramentas de Cabeçalho e Rodapé > Design, do MS-Word 2010 em sua configuração padrão.

Imagem associada para resolução da questão

Assinale a alternativa que descreve a ação associada ao ícone.

Alternativas
Q1052147 Noções de Informática

Observe a imagem a seguir, extraída do Windows Explorer do MS-Windows 7, em sua configuração padrão.

Imagem associada para resolução da questão

Na pasta Concurso (pasta origem), quando o usuário selecionar o arquivo “Apresentação1” com um clique do botão primário do mouse, geralmente o botão esquerdo, e depois arrastar o arquivo até o ícone da “Área de Trabalho” (pasta destino), que está vazia,

Alternativas
Q1052146 Noções de Informática

Observe a imagem a seguir, extraída do MS-Excel 2010 em sua configuração padrão. A célula D3 está preenchida com a fórmula = D2+500.

Imagem associada para resolução da questão

Quando o usuário selecionar a célula D3, pressionar o atalho de teclado Ctrl+C, selecionar as células D4:D6 e pressionar o atalho de telcado Ctrl+V, o valor da célula D5 será

Alternativas
Q1052145 Noções de Informática

Considere a imagem a seguir, extraída do MS-PowerPoint 2010, em sua configuração padrão. Ela apresenta três formas (cruz, cilindro e cubo) em dois momentos: ANTES e DEPOIS da aplicação de um recurso de posicionamento de objetos, que pode ser acessado no item Organizar, do grupo Desenho, da guia Página Inicial.

Imagem associada para resolução da questão

Assinale a alternativa que contém o nome do recurso aplicado nas três formas, ao mesmo tempo, entre os dois momentos apresentados. Considere que a opção “Alinhar Objetos Selecionados” está ativa.

Alternativas
Q1052144 Conhecimentos Gerais

Estimulado pela inflação baixa e pela liberação do FGTS, o consumo foi o motor da recuperação da economia brasileira no fim de 2017, compasso que deve se manter no início deste ano. Esse comportamento pode ser identificado, segundo especialistas, nos resultados divulgados nesta sexta-feira (26.01.18).

(Folha de S.Paulo. https://goo.gl/7xKhrU, 27.01.2018. Adaptado)

De acordo com esses dados, o setor que mais gerou vagas com carteira assinada foi

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Q1052143 Conhecimentos Gerais

O simbólico “Relógio do Apocalipse” foi adiantado por cientistas em meio minuto nesta quinta-feira (25.01.18), por conta das respostas ruins dos líderes mundiais em relação a uma possível guerra nuclear. Seu ponteiro agora marca 23h58, o que significa que desde a Guerra Fria nunca a humanidade esteve tão próxima de ser totalmente destruída.

(IstoÉ. https://goo.gl/6rtNUv, 26.01.2018. Adaptado)

Uma das justificativas para essa situação é

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Q1052142 Atualidades

A presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça, ministra Cármen Lúcia, está na capital para discutir os problemas no sistema prisional do estado. Ela chegou ao Tribunal de Justiça do Estado na manhã desta segunda-feira (08.01.18), para uma reunião no órgão e também para visitar o Complexo Prisional na região metropolitana da capital, onde ocorreram três rebeliões em uma semana.

(G1. https://goo.gl/Evrhmp, 08.01.2018. Adaptado)

Essas rebeliões ocorreram em presídio do estado

Alternativas
Q1052133 Português
A frase em que o pronome destacado está posicionado corretamente é:
Alternativas
Q1052132 Português
Assinale a alternativa em que a frase está redigida de acordo com a norma-padrão da língua.
Alternativas
Q1052131 Português

Leia o texto para responder à questão.

Quando criança, lembro da carroça passando em casa para deixar lenha; agora, seis décadas depois, todo dia toca a campainha e alguém oferece gás. A pequena mudança da energia que move o fogão caseiro simboliza o acelerado processo de transformação do Brasil. Do pacato país rural que abria os anos 1950, nos transformamos num país predominantemente urbano, que vive e produz inchado em grandes centros.

A cidade grande é um espaço abstrato, uma criação geométrica, que nos arranca de todos os laços mentais de natureza e vizinhança; a comunidade urbana é antes mental que física. Os compartimentos culturais e sociais isolados acabam por se tornar imperativos. Ao mesmo tempo, a grande cidade é a confluência do mundo; seu sonho é sair de si mesma e conversar com suas iguais, que estão em outros países, e não a dez quilômetros dali. A cidade é sempre globalizante; ela parece afirmar, com alguma arrogância, o triunfo do homem sobre a natureza, enquanto o campo é naturalmente conservador, como alguém que se submete, pela simples proximidade física, pela vizinhança avassaladora e pelo império do tempo, às regras simples, recorrentes, imutáveis e inexoráveis das estações do ano, das chuvas e secas.

Metaforicamente, o Brasil vive com um pé no campo e outro na cidade.

(Cristovão Tezza. “Mundo rural, mundo urbano, e o Brasil no meio”. 27.10.2014. www.gazetadopovo.com.br. Adaptado)

Uma palavra empregada com sentido figurado está em destaque no trecho:
Alternativas
Q1052130 Português

Leia o texto para responder à questão.

Quando criança, lembro da carroça passando em casa para deixar lenha; agora, seis décadas depois, todo dia toca a campainha e alguém oferece gás. A pequena mudança da energia que move o fogão caseiro simboliza o acelerado processo de transformação do Brasil. Do pacato país rural que abria os anos 1950, nos transformamos num país predominantemente urbano, que vive e produz inchado em grandes centros.

A cidade grande é um espaço abstrato, uma criação geométrica, que nos arranca de todos os laços mentais de natureza e vizinhança; a comunidade urbana é antes mental que física. Os compartimentos culturais e sociais isolados acabam por se tornar imperativos. Ao mesmo tempo, a grande cidade é a confluência do mundo; seu sonho é sair de si mesma e conversar com suas iguais, que estão em outros países, e não a dez quilômetros dali. A cidade é sempre globalizante; ela parece afirmar, com alguma arrogância, o triunfo do homem sobre a natureza, enquanto o campo é naturalmente conservador, como alguém que se submete, pela simples proximidade física, pela vizinhança avassaladora e pelo império do tempo, às regras simples, recorrentes, imutáveis e inexoráveis das estações do ano, das chuvas e secas.

Metaforicamente, o Brasil vive com um pé no campo e outro na cidade.

(Cristovão Tezza. “Mundo rural, mundo urbano, e o Brasil no meio”. 27.10.2014. www.gazetadopovo.com.br. Adaptado)

Com a expressão “compartimentos culturais e sociais isolados”, no segundo parágrafo, o autor enfatiza a ideia de que, na cidade, existe um modo de vida
Alternativas
Q1052129 Português

Leia o texto para responder à questão.

Quando criança, lembro da carroça passando em casa para deixar lenha; agora, seis décadas depois, todo dia toca a campainha e alguém oferece gás. A pequena mudança da energia que move o fogão caseiro simboliza o acelerado processo de transformação do Brasil. Do pacato país rural que abria os anos 1950, nos transformamos num país predominantemente urbano, que vive e produz inchado em grandes centros.

A cidade grande é um espaço abstrato, uma criação geométrica, que nos arranca de todos os laços mentais de natureza e vizinhança; a comunidade urbana é antes mental que física. Os compartimentos culturais e sociais isolados acabam por se tornar imperativos. Ao mesmo tempo, a grande cidade é a confluência do mundo; seu sonho é sair de si mesma e conversar com suas iguais, que estão em outros países, e não a dez quilômetros dali. A cidade é sempre globalizante; ela parece afirmar, com alguma arrogância, o triunfo do homem sobre a natureza, enquanto o campo é naturalmente conservador, como alguém que se submete, pela simples proximidade física, pela vizinhança avassaladora e pelo império do tempo, às regras simples, recorrentes, imutáveis e inexoráveis das estações do ano, das chuvas e secas.

Metaforicamente, o Brasil vive com um pé no campo e outro na cidade.

(Cristovão Tezza. “Mundo rural, mundo urbano, e o Brasil no meio”. 27.10.2014. www.gazetadopovo.com.br. Adaptado)

No trecho “Quando criança, lembro da carroça passando em casa para deixar lenha...” (1ºparágrafo), observa-se
Alternativas
Q1052128 Português

Leia o texto para responder à questão.

Quando criança, lembro da carroça passando em casa para deixar lenha; agora, seis décadas depois, todo dia toca a campainha e alguém oferece gás. A pequena mudança da energia que move o fogão caseiro simboliza o acelerado processo de transformação do Brasil. Do pacato país rural que abria os anos 1950, nos transformamos num país predominantemente urbano, que vive e produz inchado em grandes centros.

A cidade grande é um espaço abstrato, uma criação geométrica, que nos arranca de todos os laços mentais de natureza e vizinhança; a comunidade urbana é antes mental que física. Os compartimentos culturais e sociais isolados acabam por se tornar imperativos. Ao mesmo tempo, a grande cidade é a confluência do mundo; seu sonho é sair de si mesma e conversar com suas iguais, que estão em outros países, e não a dez quilômetros dali. A cidade é sempre globalizante; ela parece afirmar, com alguma arrogância, o triunfo do homem sobre a natureza, enquanto o campo é naturalmente conservador, como alguém que se submete, pela simples proximidade física, pela vizinhança avassaladora e pelo império do tempo, às regras simples, recorrentes, imutáveis e inexoráveis das estações do ano, das chuvas e secas.

Metaforicamente, o Brasil vive com um pé no campo e outro na cidade.

(Cristovão Tezza. “Mundo rural, mundo urbano, e o Brasil no meio”. 27.10.2014. www.gazetadopovo.com.br. Adaptado)

Na opinião do autor, cidade e campo se opõem na medida em que
Alternativas
Q1052127 Português
O vocábulo em destaque está empregado em conformidade com a concordância da norma-padrão da língua na frase:
Alternativas
Q1052126 Português
Assinale a alternativa em que o acento indicativo de crase está empregado corretamente.
Alternativas
Q1052125 Português

Leia o texto para responder à questão.

Qual foi a última coisa que você fez antes de dormir na noite passada? É bem provável que tenha sido dar uma olhada no celular.

Você não está só. Um estudo feito nos EUA pela Fundação Nacional do Sono estima que 48% dos americanos adultos usam os chamados gadgets – celulares, tablets, laptops – na cama. Em outros países, pesquisas indicam que a prevalência é ainda maior entre os adultos mais jovens.

Especialistas afirmam que precisamos de 30 a 60 minutos de preparação pré-sono para darmos ao cérebro uma chance de descontrair. Atividades como ler um livro ou tomar uma bebida quente ajudam. Mas, segundo Matthew Walker, da Universidade da Califórnia, no momento em que pegamos o celular, por exemplo, interrompemos essa preparação e prolongamos o dia – incluindo o estresse vindo dele.

Especialistas em ciência do sono acreditam que precisamos aprender a tomar distância de nossos dispositivos. Ben Carter, do King’s College de Londres, conduziu uma análise de 20 estudos sobre o impacto da tecnologia nos padrões de sono de crianças e descobriu que apenas a presença de gadgets no quarto já faz com que elas durmam menos profundamente que crianças sem a presença dos aparelhos.

Nos EUA, o Centro para o Controle de Doenças diz que 35% dos americanos não dormem o suficiente – 70 milhões de pessoas dormindo menos de seis horas por noite, um salto de quase 30% em comparação com dez anos atrás. Segundo a agência governamental, isso criou uma epidemia em que as pessoas sofrem para se concentrar ou se lembrar de coisas no trabalho. Dormir de menos também está ligado a um aumento nos riscos de batidas de carro e acidentes de trabalho. Deficiência de sono, segundo cientistas, está ligada a uma variedade de problemas de saúde, como diabetes, depressão e doenças cardíacas.

“É um dos problemas mais ignorados de nossos tempos”, diz Collin Espie, da Universidade de Oxford. “O sono é fundamental para uma série de funções ligadas à saúde e ao bem-estar”.

(Richard Gray. “Como evitar que gadgets destruam nosso sono

e nos deixem feito ‘zumbis’ no trabalho”. 19.01.2018.

http://www.bbc.com/portuguese 

“Ben Carter, do King’s College de Londres, conduziu uma análise de 20 estudos sobre o impacto da tecnologia nos padrões de sono de crianças...” (4º parágrafo)

Considerando as regras de regência da norma-padrão da língua, as expressões destacadas no trecho podem ser substituídas, respectivamente, por:

Alternativas
Q1052124 Português

Leia o texto para responder à questão.

Qual foi a última coisa que você fez antes de dormir na noite passada? É bem provável que tenha sido dar uma olhada no celular.

Você não está só. Um estudo feito nos EUA pela Fundação Nacional do Sono estima que 48% dos americanos adultos usam os chamados gadgets – celulares, tablets, laptops – na cama. Em outros países, pesquisas indicam que a prevalência é ainda maior entre os adultos mais jovens.

Especialistas afirmam que precisamos de 30 a 60 minutos de preparação pré-sono para darmos ao cérebro uma chance de descontrair. Atividades como ler um livro ou tomar uma bebida quente ajudam. Mas, segundo Matthew Walker, da Universidade da Califórnia, no momento em que pegamos o celular, por exemplo, interrompemos essa preparação e prolongamos o dia – incluindo o estresse vindo dele.

Especialistas em ciência do sono acreditam que precisamos aprender a tomar distância de nossos dispositivos. Ben Carter, do King’s College de Londres, conduziu uma análise de 20 estudos sobre o impacto da tecnologia nos padrões de sono de crianças e descobriu que apenas a presença de gadgets no quarto já faz com que elas durmam menos profundamente que crianças sem a presença dos aparelhos.

Nos EUA, o Centro para o Controle de Doenças diz que 35% dos americanos não dormem o suficiente – 70 milhões de pessoas dormindo menos de seis horas por noite, um salto de quase 30% em comparação com dez anos atrás. Segundo a agência governamental, isso criou uma epidemia em que as pessoas sofrem para se concentrar ou se lembrar de coisas no trabalho. Dormir de menos também está ligado a um aumento nos riscos de batidas de carro e acidentes de trabalho. Deficiência de sono, segundo cientistas, está ligada a uma variedade de problemas de saúde, como diabetes, depressão e doenças cardíacas.

“É um dos problemas mais ignorados de nossos tempos”, diz Collin Espie, da Universidade de Oxford. “O sono é fundamental para uma série de funções ligadas à saúde e ao bem-estar”.

(Richard Gray. “Como evitar que gadgets destruam nosso sono

e nos deixem feito ‘zumbis’ no trabalho”. 19.01.2018.

http://www.bbc.com/portuguese 

Assinale a alternativa que completa corretamente a frase a seguir, de modo que ela esteja condizente com o conteúdo do último parágrafo.

A qualidade do sono é fundamental para a saúde e o bem-estar;

Alternativas
Q1052123 Português

Leia o texto para responder à questão.

Qual foi a última coisa que você fez antes de dormir na noite passada? É bem provável que tenha sido dar uma olhada no celular.

Você não está só. Um estudo feito nos EUA pela Fundação Nacional do Sono estima que 48% dos americanos adultos usam os chamados gadgets – celulares, tablets, laptops – na cama. Em outros países, pesquisas indicam que a prevalência é ainda maior entre os adultos mais jovens.

Especialistas afirmam que precisamos de 30 a 60 minutos de preparação pré-sono para darmos ao cérebro uma chance de descontrair. Atividades como ler um livro ou tomar uma bebida quente ajudam. Mas, segundo Matthew Walker, da Universidade da Califórnia, no momento em que pegamos o celular, por exemplo, interrompemos essa preparação e prolongamos o dia – incluindo o estresse vindo dele.

Especialistas em ciência do sono acreditam que precisamos aprender a tomar distância de nossos dispositivos. Ben Carter, do King’s College de Londres, conduziu uma análise de 20 estudos sobre o impacto da tecnologia nos padrões de sono de crianças e descobriu que apenas a presença de gadgets no quarto já faz com que elas durmam menos profundamente que crianças sem a presença dos aparelhos.

Nos EUA, o Centro para o Controle de Doenças diz que 35% dos americanos não dormem o suficiente – 70 milhões de pessoas dormindo menos de seis horas por noite, um salto de quase 30% em comparação com dez anos atrás. Segundo a agência governamental, isso criou uma epidemia em que as pessoas sofrem para se concentrar ou se lembrar de coisas no trabalho. Dormir de menos também está ligado a um aumento nos riscos de batidas de carro e acidentes de trabalho. Deficiência de sono, segundo cientistas, está ligada a uma variedade de problemas de saúde, como diabetes, depressão e doenças cardíacas.

“É um dos problemas mais ignorados de nossos tempos”, diz Collin Espie, da Universidade de Oxford. “O sono é fundamental para uma série de funções ligadas à saúde e ao bem-estar”.

(Richard Gray. “Como evitar que gadgets destruam nosso sono

e nos deixem feito ‘zumbis’ no trabalho”. 19.01.2018.

http://www.bbc.com/portuguese 

As aspas, no último parágrafo, sinalizam
Alternativas
Q1052122 Português

Leia o texto para responder à questão.

Qual foi a última coisa que você fez antes de dormir na noite passada? É bem provável que tenha sido dar uma olhada no celular.

Você não está só. Um estudo feito nos EUA pela Fundação Nacional do Sono estima que 48% dos americanos adultos usam os chamados gadgets – celulares, tablets, laptops – na cama. Em outros países, pesquisas indicam que a prevalência é ainda maior entre os adultos mais jovens.

Especialistas afirmam que precisamos de 30 a 60 minutos de preparação pré-sono para darmos ao cérebro uma chance de descontrair. Atividades como ler um livro ou tomar uma bebida quente ajudam. Mas, segundo Matthew Walker, da Universidade da Califórnia, no momento em que pegamos o celular, por exemplo, interrompemos essa preparação e prolongamos o dia – incluindo o estresse vindo dele.

Especialistas em ciência do sono acreditam que precisamos aprender a tomar distância de nossos dispositivos. Ben Carter, do King’s College de Londres, conduziu uma análise de 20 estudos sobre o impacto da tecnologia nos padrões de sono de crianças e descobriu que apenas a presença de gadgets no quarto já faz com que elas durmam menos profundamente que crianças sem a presença dos aparelhos.

Nos EUA, o Centro para o Controle de Doenças diz que 35% dos americanos não dormem o suficiente – 70 milhões de pessoas dormindo menos de seis horas por noite, um salto de quase 30% em comparação com dez anos atrás. Segundo a agência governamental, isso criou uma epidemia em que as pessoas sofrem para se concentrar ou se lembrar de coisas no trabalho. Dormir de menos também está ligado a um aumento nos riscos de batidas de carro e acidentes de trabalho. Deficiência de sono, segundo cientistas, está ligada a uma variedade de problemas de saúde, como diabetes, depressão e doenças cardíacas.

“É um dos problemas mais ignorados de nossos tempos”, diz Collin Espie, da Universidade de Oxford. “O sono é fundamental para uma série de funções ligadas à saúde e ao bem-estar”.

(Richard Gray. “Como evitar que gadgets destruam nosso sono

e nos deixem feito ‘zumbis’ no trabalho”. 19.01.2018.

http://www.bbc.com/portuguese 

O vocábulo isso, destacado no quinto parágrafo, remete especificamente ao fato de um número considerável de americanos
Alternativas
Q1052121 Português

Leia o texto para responder à questão.

Qual foi a última coisa que você fez antes de dormir na noite passada? É bem provável que tenha sido dar uma olhada no celular.

Você não está só. Um estudo feito nos EUA pela Fundação Nacional do Sono estima que 48% dos americanos adultos usam os chamados gadgets – celulares, tablets, laptops – na cama. Em outros países, pesquisas indicam que a prevalência é ainda maior entre os adultos mais jovens.

Especialistas afirmam que precisamos de 30 a 60 minutos de preparação pré-sono para darmos ao cérebro uma chance de descontrair. Atividades como ler um livro ou tomar uma bebida quente ajudam. Mas, segundo Matthew Walker, da Universidade da Califórnia, no momento em que pegamos o celular, por exemplo, interrompemos essa preparação e prolongamos o dia – incluindo o estresse vindo dele.

Especialistas em ciência do sono acreditam que precisamos aprender a tomar distância de nossos dispositivos. Ben Carter, do King’s College de Londres, conduziu uma análise de 20 estudos sobre o impacto da tecnologia nos padrões de sono de crianças e descobriu que apenas a presença de gadgets no quarto já faz com que elas durmam menos profundamente que crianças sem a presença dos aparelhos.

Nos EUA, o Centro para o Controle de Doenças diz que 35% dos americanos não dormem o suficiente – 70 milhões de pessoas dormindo menos de seis horas por noite, um salto de quase 30% em comparação com dez anos atrás. Segundo a agência governamental, isso criou uma epidemia em que as pessoas sofrem para se concentrar ou se lembrar de coisas no trabalho. Dormir de menos também está ligado a um aumento nos riscos de batidas de carro e acidentes de trabalho. Deficiência de sono, segundo cientistas, está ligada a uma variedade de problemas de saúde, como diabetes, depressão e doenças cardíacas.

“É um dos problemas mais ignorados de nossos tempos”, diz Collin Espie, da Universidade de Oxford. “O sono é fundamental para uma série de funções ligadas à saúde e ao bem-estar”.

(Richard Gray. “Como evitar que gadgets destruam nosso sono

e nos deixem feito ‘zumbis’ no trabalho”. 19.01.2018.

http://www.bbc.com/portuguese 

De acordo com as informações do terceiro parágrafo, no período de preparação pré-sono, ler um livro ou tomar uma bebida quente
Alternativas
Respostas
321: C
322: E
323: B
324: D
325: A
326: E
327: C
328: D
329: E
330: C
331: B
332: B
333: D
334: A
335: C
336: A
337: E
338: B
339: D
340: C