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Q1049561 Educação Física
Atualmente se fala sobre a necessidade de compreender os significados da relação entre os meios naturais e a prática de esportes. Marinho (2011) menciona estudos que tipificam os praticantes de esportes ao ar livre e em contato com a natureza como Bambis ou como Rambos. Esses dois tipos são
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Q1049560 Educação Física

Kunz (1994), ao analisar a educação da infância, o esporte de uma forma geral na formação de pessoas, e o esporte de rendimento, menciona dois problemas que, sob a ótica pedagógica, julga serem os mais graves, pois provocam rendimento escolar deficiente e outras consequências de ordem física, moral e emocional. Tais problemas, segundo ele, devem ser enfrentados pelos educadores.


São eles:

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Q1049559 Educação Física

Esse esporte é muito antigo e historiadores relatam práticas que podem ter dado origem a ele em diversos lugares, tais como China, Japão, Grécia, Inglaterra, etc. No Brasil, sua criação é atribuída a Charles Miller, que teria trazido essa prática da Inglaterra, apesar de historiadores mencionarem que sua origem se deve à prática na praia de Botafogo, Rio de Janeiro, por marinheiros ingleses que vieram para o Brasil ou de trabalhadores das fábricas de São Paulo dessa mesma nacionalidade. Logo se expandiu e passou a ser praticado também pelas elites.


Esse histórico refere-se à origem do

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Q1049556 Matemática

Em um terreno retangular ABCD, foram construídas quadras esportivas e vestiários (V), conforme mostra a figura, em que as medidas indicadas estão em metros.


Imagem associada para resolução da questão


A área destinada às quadras é de

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Q1049553 Matemática

O gráfico a seguir mostra o número de passes certos e o número de passes errados feitos por um jogador em 4 partidas.


Imagem associada para resolução da questão


Sabendo-se que, nessas 4 partidas, o número total de passes certos superou o número total de passes errados em 23 passes, então, em relação ao número total de passes feitos, o número total de passes errados corresponde, aproximadamente, a

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Q1049552 Matemática
No exame médico feito em todos os 36 alunos de uma sala, foi constatado que 25% dos meninos e 30% das meninas estavam com sobrepeso, totalizando 10 alunos. A diferença entre o número de meninas e o número de meninos com sobrepeso é
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Q1049551 Matemática
Em um colégio, há uma caixa com bolas de vôlei, das quais 1/6 está sem condições de uso. Das demais bolas da caixa, 1/4 é nova, e as 15 bolas restantes ainda estão em condições de uso. O número total de bolas de vôlei dessa caixa é
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Q1049547 Raciocínio Lógico
Para uma atividade recreativa, foram utilizados 2 rolos de fita: um na cor azul, com 75 m de comprimento; e o outro na cor amarela, com 63 m de comprimento. Esses 2 rolos foram totalmente divididos em pedaços iguais e de maior comprimento possível. Nessas condições, o número de pedaços de fita azul superou o número de pedaços de fita amarela em
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Q1049546 Raciocínio Lógico
Três alunos, André, Bruno e Caio, estão treinando para uma corrida, dando voltas ao redor de uma quadra. Mantendo ritmos constantes, André completa cada volta em 50 segundos; Bruno, em 60 segundos; e Caio, em 80 segundos. Sabendo-se que os três alunos iniciaram as voltas partindo simultaneamente de um mesmo ponto, às 7 horas e 45 minutos, o próximo horário em que os três passarão juntos pelo ponto de partida será às
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Q1049545 Raciocínio Lógico

A tabela a seguir mostra algumas informações sobre o número de vitórias (V), de empates (E), de derrotas (D), e o número total de pontos (P) dos três primeiros times colocados em um campeonato de futebol, após 5 partidas.


Imagem associada para resolução da questão


Cada vitória soma 3 pontos, cada empate soma 1 ponto, e as derrotas não somam pontos. Sabendo-se que cada time obteve, pelo menos, uma vitória, então, a diferença entre o número de pontos do 1° e do 3° colocados é igual a

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Q1049542 Português

Leia a tira para responder à questão.


                 


As reticências e as aspas estão respectivamente empregadas na frase da tira para indicar que o personagem
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Q1049541 Português

Leia um trecho do romance Anatomia do Paraíso, para responder à questão.


      Os bens dos tataravós libaneses: tecidos e aviamentos. Linho, algodão, chita. Botões de todos os tipos, linhas, alfinetes, agulhas e o metro dobrável. Montado em seu jegue, o tataravô ia sozinho comerciar de casa em casa, sítio em sítio, fazenda em fazenda, onde recebia pouso, contava e ouvia histórias. Com o nascimento dos filhos brasileiros, passou a levar consigo o mais velho, bisavô de Félix, quando ele tinha sete anos.

      De noite, na sua casa em Belo Horizonte, o pai de Félix lhe contava a história dos antepassados enquanto consertava joias das clientes da sua loja de antiguidades. Durante as tardes solitárias, a bisavó lhe mostrava o bauzinho de veludo bordô e contava a história de cada joia que ele já tinha guardado e a situação em que havia sido vendida para o estabelecimento da família no Brasil. Um anel de brilhante se foi na compra do jegue e da primeira leva de mercadoria; um bracelete, na reforma da casa antes do nascimento do terceiro filho.

      Depois dos acidentes vasculares, ela não conseguia falar mais do que poucas palavras, e estas serviam de evocação para as histórias que Félix conhecia de cor. Ele era pequeno, carregava o baú pela casa, cheio de vidros coloridos, e o exibia dizendo: “meu tesouro”. Era um bauzinho feito de cedro, com tiras de latão, e o estofamento interno, de veludo bordô, era o que mais encantava Félix. Protegido da luz ao longo dos anos, ele continuava brilhante e macio.

      As joias foram o bilhete de entrada do casal no Brasil. O que veio depois foi trabalho, trabalho e trabalho; e filhos. Mas então já tinham um jegue e a primeira leva de mercadorias.

      E aconteceu de Félix ter puxado a voz aveludada do outro ramo da família, de portugueses para quem aquela terra já era antiga quando os libaneses chegaram: já tinham tirado dela pau, pedra e ouro, criado gado e plantado cana e café. Já tinham sido donos de escravos, matado e sido mortos por eles. Abriram fazendas, ergueram escolas, construíram ferrovias e cemitérios. Terra de homens brutos, domados, esfalfados, trabalho, trabalho e trabalho; e filhos.

                             (Beatriz Bracher. Anatomia do Paraíso. Editora 34. Adaptado)

Considere a frase reescrita a partir de ideias do texto.


O tataravô visitava casas e fazendas, onde recebia pouso, contava aos fregueses suas histórias e sempre ouvia as histórias dos moradores da região.


De acordo com a norma-padrão de emprego e colocação de pronomes, os trechos destacados podem ser substituídos por:

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Q1049540 Português

Leia um trecho do romance Anatomia do Paraíso, para responder à questão.


      Os bens dos tataravós libaneses: tecidos e aviamentos. Linho, algodão, chita. Botões de todos os tipos, linhas, alfinetes, agulhas e o metro dobrável. Montado em seu jegue, o tataravô ia sozinho comerciar de casa em casa, sítio em sítio, fazenda em fazenda, onde recebia pouso, contava e ouvia histórias. Com o nascimento dos filhos brasileiros, passou a levar consigo o mais velho, bisavô de Félix, quando ele tinha sete anos.

      De noite, na sua casa em Belo Horizonte, o pai de Félix lhe contava a história dos antepassados enquanto consertava joias das clientes da sua loja de antiguidades. Durante as tardes solitárias, a bisavó lhe mostrava o bauzinho de veludo bordô e contava a história de cada joia que ele já tinha guardado e a situação em que havia sido vendida para o estabelecimento da família no Brasil. Um anel de brilhante se foi na compra do jegue e da primeira leva de mercadoria; um bracelete, na reforma da casa antes do nascimento do terceiro filho.

      Depois dos acidentes vasculares, ela não conseguia falar mais do que poucas palavras, e estas serviam de evocação para as histórias que Félix conhecia de cor. Ele era pequeno, carregava o baú pela casa, cheio de vidros coloridos, e o exibia dizendo: “meu tesouro”. Era um bauzinho feito de cedro, com tiras de latão, e o estofamento interno, de veludo bordô, era o que mais encantava Félix. Protegido da luz ao longo dos anos, ele continuava brilhante e macio.

      As joias foram o bilhete de entrada do casal no Brasil. O que veio depois foi trabalho, trabalho e trabalho; e filhos. Mas então já tinham um jegue e a primeira leva de mercadorias.

      E aconteceu de Félix ter puxado a voz aveludada do outro ramo da família, de portugueses para quem aquela terra já era antiga quando os libaneses chegaram: já tinham tirado dela pau, pedra e ouro, criado gado e plantado cana e café. Já tinham sido donos de escravos, matado e sido mortos por eles. Abriram fazendas, ergueram escolas, construíram ferrovias e cemitérios. Terra de homens brutos, domados, esfalfados, trabalho, trabalho e trabalho; e filhos.

                             (Beatriz Bracher. Anatomia do Paraíso. Editora 34. Adaptado)

Quanto à bisavó, era ela __________ quem contava a Félix a trajetória das joias da família, que depois foram substituídas por meros objetos __________ de vidro; mas, ________ com a venda das joias, o jegue e a primeira leva de mercadorias propiciaram a permanência da família no Brasil.


Atendendo à concordância nominal estabelecida pela norma-padrão, as lacunas da frase devem ser preenchidas, respectivamente, por:

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Q1049539 Português

Leia um trecho do romance Anatomia do Paraíso, para responder à questão.


      Os bens dos tataravós libaneses: tecidos e aviamentos. Linho, algodão, chita. Botões de todos os tipos, linhas, alfinetes, agulhas e o metro dobrável. Montado em seu jegue, o tataravô ia sozinho comerciar de casa em casa, sítio em sítio, fazenda em fazenda, onde recebia pouso, contava e ouvia histórias. Com o nascimento dos filhos brasileiros, passou a levar consigo o mais velho, bisavô de Félix, quando ele tinha sete anos.

      De noite, na sua casa em Belo Horizonte, o pai de Félix lhe contava a história dos antepassados enquanto consertava joias das clientes da sua loja de antiguidades. Durante as tardes solitárias, a bisavó lhe mostrava o bauzinho de veludo bordô e contava a história de cada joia que ele já tinha guardado e a situação em que havia sido vendida para o estabelecimento da família no Brasil. Um anel de brilhante se foi na compra do jegue e da primeira leva de mercadoria; um bracelete, na reforma da casa antes do nascimento do terceiro filho.

      Depois dos acidentes vasculares, ela não conseguia falar mais do que poucas palavras, e estas serviam de evocação para as histórias que Félix conhecia de cor. Ele era pequeno, carregava o baú pela casa, cheio de vidros coloridos, e o exibia dizendo: “meu tesouro”. Era um bauzinho feito de cedro, com tiras de latão, e o estofamento interno, de veludo bordô, era o que mais encantava Félix. Protegido da luz ao longo dos anos, ele continuava brilhante e macio.

      As joias foram o bilhete de entrada do casal no Brasil. O que veio depois foi trabalho, trabalho e trabalho; e filhos. Mas então já tinham um jegue e a primeira leva de mercadorias.

      E aconteceu de Félix ter puxado a voz aveludada do outro ramo da família, de portugueses para quem aquela terra já era antiga quando os libaneses chegaram: já tinham tirado dela pau, pedra e ouro, criado gado e plantado cana e café. Já tinham sido donos de escravos, matado e sido mortos por eles. Abriram fazendas, ergueram escolas, construíram ferrovias e cemitérios. Terra de homens brutos, domados, esfalfados, trabalho, trabalho e trabalho; e filhos.

                             (Beatriz Bracher. Anatomia do Paraíso. Editora 34. Adaptado)

Considere os trechos do texto.


•  ... passou a levar consigo o mais velho, bisavô de Félix, quando ele tinha sete anos. (1° parágrafo)

•  ... e contava a história de cada joia que ele já tinha guardado... (2° parágrafo)

•  Protegido da luz ao longo dos anos, ele continuava brilhante e macio. (3°parágrafo)


Nesses trechos, o pronome “ele” em destaque refere-se, respectivamente:

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Q1049538 Português

Leia um trecho do romance Anatomia do Paraíso, para responder à questão.


      Os bens dos tataravós libaneses: tecidos e aviamentos. Linho, algodão, chita. Botões de todos os tipos, linhas, alfinetes, agulhas e o metro dobrável. Montado em seu jegue, o tataravô ia sozinho comerciar de casa em casa, sítio em sítio, fazenda em fazenda, onde recebia pouso, contava e ouvia histórias. Com o nascimento dos filhos brasileiros, passou a levar consigo o mais velho, bisavô de Félix, quando ele tinha sete anos.

      De noite, na sua casa em Belo Horizonte, o pai de Félix lhe contava a história dos antepassados enquanto consertava joias das clientes da sua loja de antiguidades. Durante as tardes solitárias, a bisavó lhe mostrava o bauzinho de veludo bordô e contava a história de cada joia que ele já tinha guardado e a situação em que havia sido vendida para o estabelecimento da família no Brasil. Um anel de brilhante se foi na compra do jegue e da primeira leva de mercadoria; um bracelete, na reforma da casa antes do nascimento do terceiro filho.

      Depois dos acidentes vasculares, ela não conseguia falar mais do que poucas palavras, e estas serviam de evocação para as histórias que Félix conhecia de cor. Ele era pequeno, carregava o baú pela casa, cheio de vidros coloridos, e o exibia dizendo: “meu tesouro”. Era um bauzinho feito de cedro, com tiras de latão, e o estofamento interno, de veludo bordô, era o que mais encantava Félix. Protegido da luz ao longo dos anos, ele continuava brilhante e macio.

      As joias foram o bilhete de entrada do casal no Brasil. O que veio depois foi trabalho, trabalho e trabalho; e filhos. Mas então já tinham um jegue e a primeira leva de mercadorias.

      E aconteceu de Félix ter puxado a voz aveludada do outro ramo da família, de portugueses para quem aquela terra já era antiga quando os libaneses chegaram: já tinham tirado dela pau, pedra e ouro, criado gado e plantado cana e café. Já tinham sido donos de escravos, matado e sido mortos por eles. Abriram fazendas, ergueram escolas, construíram ferrovias e cemitérios. Terra de homens brutos, domados, esfalfados, trabalho, trabalho e trabalho; e filhos.

                             (Beatriz Bracher. Anatomia do Paraíso. Editora 34. Adaptado)

Uma expressão em sentido figurado foi empregada pela autora em:
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Q1049537 Português

Leia um trecho do romance Anatomia do Paraíso, para responder à questão.


      Os bens dos tataravós libaneses: tecidos e aviamentos. Linho, algodão, chita. Botões de todos os tipos, linhas, alfinetes, agulhas e o metro dobrável. Montado em seu jegue, o tataravô ia sozinho comerciar de casa em casa, sítio em sítio, fazenda em fazenda, onde recebia pouso, contava e ouvia histórias. Com o nascimento dos filhos brasileiros, passou a levar consigo o mais velho, bisavô de Félix, quando ele tinha sete anos.

      De noite, na sua casa em Belo Horizonte, o pai de Félix lhe contava a história dos antepassados enquanto consertava joias das clientes da sua loja de antiguidades. Durante as tardes solitárias, a bisavó lhe mostrava o bauzinho de veludo bordô e contava a história de cada joia que ele já tinha guardado e a situação em que havia sido vendida para o estabelecimento da família no Brasil. Um anel de brilhante se foi na compra do jegue e da primeira leva de mercadoria; um bracelete, na reforma da casa antes do nascimento do terceiro filho.

      Depois dos acidentes vasculares, ela não conseguia falar mais do que poucas palavras, e estas serviam de evocação para as histórias que Félix conhecia de cor. Ele era pequeno, carregava o baú pela casa, cheio de vidros coloridos, e o exibia dizendo: “meu tesouro”. Era um bauzinho feito de cedro, com tiras de latão, e o estofamento interno, de veludo bordô, era o que mais encantava Félix. Protegido da luz ao longo dos anos, ele continuava brilhante e macio.

      As joias foram o bilhete de entrada do casal no Brasil. O que veio depois foi trabalho, trabalho e trabalho; e filhos. Mas então já tinham um jegue e a primeira leva de mercadorias.

      E aconteceu de Félix ter puxado a voz aveludada do outro ramo da família, de portugueses para quem aquela terra já era antiga quando os libaneses chegaram: já tinham tirado dela pau, pedra e ouro, criado gado e plantado cana e café. Já tinham sido donos de escravos, matado e sido mortos por eles. Abriram fazendas, ergueram escolas, construíram ferrovias e cemitérios. Terra de homens brutos, domados, esfalfados, trabalho, trabalho e trabalho; e filhos.

                             (Beatriz Bracher. Anatomia do Paraíso. Editora 34. Adaptado)

De acordo com o texto, os imigrantes libaneses e portugueses, de quem Félix é descendente, têm em comum:
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Q1049536 Português

Leia a resenha do livro Solar da Fossa, escrito por Toninho Vaz, para responder à questão.


      Misto de pensão e apart-hotel da zona sul carioca, o lendário Solar da Fossa serviu, entre 1964 e 1971, de moradia e ponto de encontro para jovens artistas e intelectuais oriundos de diversos cantos do país.

      Estes o procuravam não só pelo aluguel acessível, mas também pela considerável liberdade que desfrutavam ali, em pleno regime militar. Paulinho da Viola, Gal Costa, Tim Maia, Ítala Nandi e Paulo Leminski estão entre as dezenas de personagens do livro, cuja narrativa transita pelos 85 apartamentos, revelando detalhes do cotidiano dos moradores, inconfidências e causos divertidos, além de traçar um painel cultural da época.

                                                                  (Carlos Calado. Guia Folha. Adaptado)

Assinale a alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão.
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Q1049535 Português

Leia a resenha do livro Solar da Fossa, escrito por Toninho Vaz, para responder à questão.


      Misto de pensão e apart-hotel da zona sul carioca, o lendário Solar da Fossa serviu, entre 1964 e 1971, de moradia e ponto de encontro para jovens artistas e intelectuais oriundos de diversos cantos do país.

      Estes o procuravam não só pelo aluguel acessível, mas também pela considerável liberdade que desfrutavam ali, em pleno regime militar. Paulinho da Viola, Gal Costa, Tim Maia, Ítala Nandi e Paulo Leminski estão entre as dezenas de personagens do livro, cuja narrativa transita pelos 85 apartamentos, revelando detalhes do cotidiano dos moradores, inconfidências e causos divertidos, além de traçar um painel cultural da época.

                                                                  (Carlos Calado. Guia Folha. Adaptado)

Tendo em vista o contexto, os dois termos entre parênteses que apresentam o mesmo sentido do termo destacado no trecho do texto estão na alternativa:
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Q1049534 Português

Leia a crônica para responder à questão.

  Jogar-se à vida


      Uma velha amiga minha de São Paulo – nem tão velha assim, e muito bonita – me diz que seu filho, de 39 anos, mora com ela. Não é que “ainda” more com ela. Ele apenas mora, desde o dia em que nasceu, e não há indícios de que esteja planejando se emancipar e morar sozinho. A mãe, a essa altura, já desistiu de fazê-lo desconfiar de que ela, sim, gostaria de espaço e privacidade para viver sua própria vida.

      Ao ouvir isso, levei um susto. Aos 39 anos, eu já tinha saído não só da casa de meus pais como de dois casamentos, e morado em dez endereços de quatro cidades em dois continentes. Era só no que os garotos da minha geração pensavam – jogar-se à vida, longe da saia materna ou da mesada paterna. Supunha-se que, enquanto se morasse com a família, estava-se dispensado de ser adulto.

      Um desses endereços, em 1967, foi o Solar da Fossa, um casarão colonial em Botafogo, perto do túnel Novo. Nele tinham ido parar rapazes e moças de fora e de dentro do Rio, todos em busca de liberdade para criar, trabalhar, namorar ou não fazer nada, enfim, viver. Ali, um dos moradores, Caetano Veloso, compôs “Alegria, Alegria”; outro, Paulinho da Viola, “Sinal Fechado”. Grupos como o Momento 4 e o Sá, Rodrix & Guarabyra se formaram em seus quartos.

      Três de nossas lindas vizinhas estrelaram nas páginas de revistas: Betty Faria, Ítala Nandi e Tania Scher. Paulo Leminsky escrevia seu romance “Catatau”. O pessoal do Teatro Jovem, que estava revolucionando o teatro brasileiro, morava lá, assim como metade do elenco da peça “Roda Viva”, em ensaio no outro lado do túnel. Os namoros eram a mil. Até o autor francês Jean Genet, de passagem pelo Solar, viveu ali uma aventura amorosa.

      Se aquela turma morasse com a mãe, nada disso teria acontecido.

                                                               (Ruy Castro. Folha de S.Paulo. Adaptado)


Leia a resenha do livro Solar da Fossa, escrito por Toninho Vaz, para responder à questão.


      Misto de pensão e apart-hotel da zona sul carioca, o lendário Solar da Fossa serviu, entre 1964 e 1971, de moradia e ponto de encontro para jovens artistas e intelectuais oriundos de diversos cantos do país.

      Estes o procuravam não só pelo aluguel acessível, mas também pela considerável liberdade que desfrutavam ali, em pleno regime militar. Paulinho da Viola, Gal Costa, Tim Maia, Ítala Nandi e Paulo Leminski estão entre as dezenas de personagens do livro, cuja narrativa transita pelos 85 apartamentos, revelando detalhes do cotidiano dos moradores, inconfidências e causos divertidos, além de traçar um painel cultural da época.

                                                                  (Carlos Calado. Guia Folha. Adaptado)

Comparando os textos a respeito do Solar da Fossa, é correto afirmar que ambos
Alternativas
Q1049533 Português

                                     Jogar-se à vida


      Uma velha amiga minha de São Paulo – nem tão velha assim, e muito bonita – me diz que seu filho, de 39 anos, mora com ela. Não é que “ainda” more com ela. Ele apenas mora, desde o dia em que nasceu, e não há indícios de que esteja planejando se emancipar e morar sozinho. A mãe, a essa altura, já desistiu de fazê-lo desconfiar de que ela, sim, gostaria de espaço e privacidade para viver sua própria vida.

      Ao ouvir isso, levei um susto. Aos 39 anos, eu já tinha saído não só da casa de meus pais como de dois casamentos, e morado em dez endereços de quatro cidades em dois continentes. Era só no que os garotos da minha geração pensavam – jogar-se à vida, longe da saia materna ou da mesada paterna. Supunha-se que, enquanto se morasse com a família, estava-se dispensado de ser adulto.

      Um desses endereços, em 1967, foi o Solar da Fossa, um casarão colonial em Botafogo, perto do túnel Novo. Nele tinham ido parar rapazes e moças de fora e de dentro do Rio, todos em busca de liberdade para criar, trabalhar, namorar ou não fazer nada, enfim, viver. Ali, um dos moradores, Caetano Veloso, compôs “Alegria, Alegria”; outro, Paulinho da Viola, “Sinal Fechado”. Grupos como o Momento 4 e o Sá, Rodrix & Guarabyra se formaram em seus quartos.

      Três de nossas lindas vizinhas estrelaram nas páginas de revistas: Betty Faria, Ítala Nandi e Tania Scher. Paulo Leminsky escrevia seu romance “Catatau”. O pessoal do Teatro Jovem, que estava revolucionando o teatro brasileiro, morava lá, assim como metade do elenco da peça “Roda Viva”, em ensaio no outro lado do túnel. Os namoros eram a mil. Até o autor francês Jean Genet, de passagem pelo Solar, viveu ali uma aventura amorosa.

      Se aquela turma morasse com a mãe, nada disso teria acontecido.

                                                               (Ruy Castro. Folha de S.Paulo. Adaptado)

Assinale a alternativa correta quanto à concordância verbal padrão.
Alternativas
Respostas
101: A
102: D
103: B
104: B
105: B
106: E
107: B
108: C
109: C
110: D
111: B
112: E
113: A
114: E
115: D
116: C
117: D
118: B
119: A
120: C