Foram encontradas 387 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3778852 Atualidades
Em janeiro de 2025, a presidência rotativa do Brics, composto por Rússia, Índia, China, África do Sul e Brasil, passou a ser presidida por qual deles?
Alternativas
Q3778851 Geografia
Em janeiro de 2025, milhares de pessoas celebraram a democracia no aniversário dos eventos de 08/01. Essas manifestações ocorreram na Praça dos Três Poderes, situada em qual cidade brasileira?
Alternativas
Q3778850 História e Geografia de Estados e Municípios
Diversos eventos tradicionais fazem parte do calendário cultural catarinense. Considerando essas celebrações, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3778847 História e Geografia de Estados e Municípios
Considerando os aspectos territoriais e demográficos de Santa Catarina, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3778846 Geografia
De acordo com os dados divulgados pelo IBGE referentes ao Censo Demográfico de 2022, o município de São Domingos/SC apresentou uma densidade populacional calculada a partir da relação entre o número de habitantes e sua área territorial. Considerando essa informação oficial, a densidade demográfica registrada para o município é de: 
Alternativas
Q3778844 Geologia
Considerando aspectos geográficos do Município de São Domingos, analise as assertivas:

I. O relevo do município apresenta superfícies planas, onduladas e montanhosas, formadas por rochas de origem basáltica.
II. A bacia hidrográfica principal é a do Rio Chapecó, que possui como afluentes rios como Bonito, Saudades e Emigra.
III. A vegetação do município é composta exclusivamente por reflorestamentos de eucalipto e pinus.

Das assertivas, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3778837 Português
Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro


        A tarefa do autoconhecimento é intransferível. Temos que dar conta desta incrível construção. Não basta apenas focar nas coisas materiais. Estas são importantes, mas o ser é infinitamente maior do que o ter. Preciso ser uma boa pessoa para comigo mesmo, antes de qualquer coisa.

         Conhecer a si mesmo é tarefa que se desenrola lentamente. Exige coragem para observar as próprias sombras, paciência para reconhecer limites, humildade para admitir que há muito a ser lapidado. O caminho interior não oferece atalhos, porque envolve enxergar o que preferimos esconder e acolher o que insistimos em rejeitar.

         É muito mais simples apontar o dedo, comentar fraquezas alheias, analisar escolhas que não são nossas. Falar dos outros nos poupa do incômodo de olhar o próprio espelho. No entanto, essa facilidade é frágil, pois não gera mudança real. O autoconhecimento, por sua vez, impõe profundidade. Ele pede silêncio, discernimento, sinceridade com as próprias intenções.

        A vida ganha outra qualidade quando aprendemos a observar reações, perceber por que certas palavras nos ferem, entender o que desperta irritação, orgulho ou medo. Cada descoberta ilumina um pedaço da alma e abre espaço para uma convivência mais leve. O julgamento, tão rápido e confortável, impede que reconheçamos que todos carregam histórias desconhecidas.

         Quando olhamos para dentro com verdade, cresce também a compaixão pelo outro. A pressa em criticar diminui, o olhar se suaviza, o coração se alarga. O autoconhecimento nos devolve responsabilidade: em vez de culpar o mundo, aprendemos a cuidar do que está ao nosso alcance. Em vez de esperar perfeição dos outros, reconhecemos a própria incompletude.

         E nesse reconhecimento nasce uma forma mais madura de viver, onde cada pessoa é vista como obra inacabada, assim como nós. O caminho para dentro nunca termina. É construção diária, feita de honestidade e delicadeza. Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro. E é nesse movimento silencioso que a alma encontra paz, porque deixa de ser espectadora da vida alheia e se torna protagonista do próprio crescimento.


Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado). 
A acentuação gráfica das palavras na língua portuguesa segue regras específicas, sendo, por exemplo, todas as proparoxítonas obrigatoriamente acentuadas. Considerando as palavras apresentadas a seguir, assinale a alternativa correta quanto à identificação da palavra acentuada por ser proparoxítona. 
Alternativas
Q3778836 Português
Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro


        A tarefa do autoconhecimento é intransferível. Temos que dar conta desta incrível construção. Não basta apenas focar nas coisas materiais. Estas são importantes, mas o ser é infinitamente maior do que o ter. Preciso ser uma boa pessoa para comigo mesmo, antes de qualquer coisa.

         Conhecer a si mesmo é tarefa que se desenrola lentamente. Exige coragem para observar as próprias sombras, paciência para reconhecer limites, humildade para admitir que há muito a ser lapidado. O caminho interior não oferece atalhos, porque envolve enxergar o que preferimos esconder e acolher o que insistimos em rejeitar.

         É muito mais simples apontar o dedo, comentar fraquezas alheias, analisar escolhas que não são nossas. Falar dos outros nos poupa do incômodo de olhar o próprio espelho. No entanto, essa facilidade é frágil, pois não gera mudança real. O autoconhecimento, por sua vez, impõe profundidade. Ele pede silêncio, discernimento, sinceridade com as próprias intenções.

        A vida ganha outra qualidade quando aprendemos a observar reações, perceber por que certas palavras nos ferem, entender o que desperta irritação, orgulho ou medo. Cada descoberta ilumina um pedaço da alma e abre espaço para uma convivência mais leve. O julgamento, tão rápido e confortável, impede que reconheçamos que todos carregam histórias desconhecidas.

         Quando olhamos para dentro com verdade, cresce também a compaixão pelo outro. A pressa em criticar diminui, o olhar se suaviza, o coração se alarga. O autoconhecimento nos devolve responsabilidade: em vez de culpar o mundo, aprendemos a cuidar do que está ao nosso alcance. Em vez de esperar perfeição dos outros, reconhecemos a própria incompletude.

         E nesse reconhecimento nasce uma forma mais madura de viver, onde cada pessoa é vista como obra inacabada, assim como nós. O caminho para dentro nunca termina. É construção diária, feita de honestidade e delicadeza. Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro. E é nesse movimento silencioso que a alma encontra paz, porque deixa de ser espectadora da vida alheia e se torna protagonista do próprio crescimento.


Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado). 
No período “Quando olhamos para dentro com verdade, cresce também a compaixão pelo outro”, o termo quando introduz uma oração que desempenha função de: 
Alternativas
Q3778835 Português
Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro


        A tarefa do autoconhecimento é intransferível. Temos que dar conta desta incrível construção. Não basta apenas focar nas coisas materiais. Estas são importantes, mas o ser é infinitamente maior do que o ter. Preciso ser uma boa pessoa para comigo mesmo, antes de qualquer coisa.

         Conhecer a si mesmo é tarefa que se desenrola lentamente. Exige coragem para observar as próprias sombras, paciência para reconhecer limites, humildade para admitir que há muito a ser lapidado. O caminho interior não oferece atalhos, porque envolve enxergar o que preferimos esconder e acolher o que insistimos em rejeitar.

         É muito mais simples apontar o dedo, comentar fraquezas alheias, analisar escolhas que não são nossas. Falar dos outros nos poupa do incômodo de olhar o próprio espelho. No entanto, essa facilidade é frágil, pois não gera mudança real. O autoconhecimento, por sua vez, impõe profundidade. Ele pede silêncio, discernimento, sinceridade com as próprias intenções.

        A vida ganha outra qualidade quando aprendemos a observar reações, perceber por que certas palavras nos ferem, entender o que desperta irritação, orgulho ou medo. Cada descoberta ilumina um pedaço da alma e abre espaço para uma convivência mais leve. O julgamento, tão rápido e confortável, impede que reconheçamos que todos carregam histórias desconhecidas.

         Quando olhamos para dentro com verdade, cresce também a compaixão pelo outro. A pressa em criticar diminui, o olhar se suaviza, o coração se alarga. O autoconhecimento nos devolve responsabilidade: em vez de culpar o mundo, aprendemos a cuidar do que está ao nosso alcance. Em vez de esperar perfeição dos outros, reconhecemos a própria incompletude.

         E nesse reconhecimento nasce uma forma mais madura de viver, onde cada pessoa é vista como obra inacabada, assim como nós. O caminho para dentro nunca termina. É construção diária, feita de honestidade e delicadeza. Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro. E é nesse movimento silencioso que a alma encontra paz, porque deixa de ser espectadora da vida alheia e se torna protagonista do próprio crescimento.


Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado). 
No trecho “No entanto, essa facilidade é frágil, pois não gera mudança real”, o conectivo pois expressa relação de
Alternativas
Q3778834 Português
Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro


        A tarefa do autoconhecimento é intransferível. Temos que dar conta desta incrível construção. Não basta apenas focar nas coisas materiais. Estas são importantes, mas o ser é infinitamente maior do que o ter. Preciso ser uma boa pessoa para comigo mesmo, antes de qualquer coisa.

         Conhecer a si mesmo é tarefa que se desenrola lentamente. Exige coragem para observar as próprias sombras, paciência para reconhecer limites, humildade para admitir que há muito a ser lapidado. O caminho interior não oferece atalhos, porque envolve enxergar o que preferimos esconder e acolher o que insistimos em rejeitar.

         É muito mais simples apontar o dedo, comentar fraquezas alheias, analisar escolhas que não são nossas. Falar dos outros nos poupa do incômodo de olhar o próprio espelho. No entanto, essa facilidade é frágil, pois não gera mudança real. O autoconhecimento, por sua vez, impõe profundidade. Ele pede silêncio, discernimento, sinceridade com as próprias intenções.

        A vida ganha outra qualidade quando aprendemos a observar reações, perceber por que certas palavras nos ferem, entender o que desperta irritação, orgulho ou medo. Cada descoberta ilumina um pedaço da alma e abre espaço para uma convivência mais leve. O julgamento, tão rápido e confortável, impede que reconheçamos que todos carregam histórias desconhecidas.

         Quando olhamos para dentro com verdade, cresce também a compaixão pelo outro. A pressa em criticar diminui, o olhar se suaviza, o coração se alarga. O autoconhecimento nos devolve responsabilidade: em vez de culpar o mundo, aprendemos a cuidar do que está ao nosso alcance. Em vez de esperar perfeição dos outros, reconhecemos a própria incompletude.

         E nesse reconhecimento nasce uma forma mais madura de viver, onde cada pessoa é vista como obra inacabada, assim como nós. O caminho para dentro nunca termina. É construção diária, feita de honestidade e delicadeza. Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro. E é nesse movimento silencioso que a alma encontra paz, porque deixa de ser espectadora da vida alheia e se torna protagonista do próprio crescimento.


Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado). 
O autor argumenta que o hábito de julgar as escolhas alheias contrasta com o exercício do autoconhecimento. Sobre essa relação, analise as assertivas:

I. O julgamento rápido funciona como fuga emocional, pois evita o esforço de examinar aspectos internos que podem ser desconfortáveis.
II. O processo de autoconhecimento leva o indivíduo a reconhecer suas próprias fragilidades, diminuindo a rigidez com que observa o outro.
III. O texto afirma que abandonar o julgamento significa aceitar atitudes injustas dos outros sem reflexão crítica.

Das assertivas, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3778833 Português
Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro


        A tarefa do autoconhecimento é intransferível. Temos que dar conta desta incrível construção. Não basta apenas focar nas coisas materiais. Estas são importantes, mas o ser é infinitamente maior do que o ter. Preciso ser uma boa pessoa para comigo mesmo, antes de qualquer coisa.

         Conhecer a si mesmo é tarefa que se desenrola lentamente. Exige coragem para observar as próprias sombras, paciência para reconhecer limites, humildade para admitir que há muito a ser lapidado. O caminho interior não oferece atalhos, porque envolve enxergar o que preferimos esconder e acolher o que insistimos em rejeitar.

         É muito mais simples apontar o dedo, comentar fraquezas alheias, analisar escolhas que não são nossas. Falar dos outros nos poupa do incômodo de olhar o próprio espelho. No entanto, essa facilidade é frágil, pois não gera mudança real. O autoconhecimento, por sua vez, impõe profundidade. Ele pede silêncio, discernimento, sinceridade com as próprias intenções.

        A vida ganha outra qualidade quando aprendemos a observar reações, perceber por que certas palavras nos ferem, entender o que desperta irritação, orgulho ou medo. Cada descoberta ilumina um pedaço da alma e abre espaço para uma convivência mais leve. O julgamento, tão rápido e confortável, impede que reconheçamos que todos carregam histórias desconhecidas.

         Quando olhamos para dentro com verdade, cresce também a compaixão pelo outro. A pressa em criticar diminui, o olhar se suaviza, o coração se alarga. O autoconhecimento nos devolve responsabilidade: em vez de culpar o mundo, aprendemos a cuidar do que está ao nosso alcance. Em vez de esperar perfeição dos outros, reconhecemos a própria incompletude.

         E nesse reconhecimento nasce uma forma mais madura de viver, onde cada pessoa é vista como obra inacabada, assim como nós. O caminho para dentro nunca termina. É construção diária, feita de honestidade e delicadeza. Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro. E é nesse movimento silencioso que a alma encontra paz, porque deixa de ser espectadora da vida alheia e se torna protagonista do próprio crescimento.


Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado). 
O texto desenvolve uma reflexão sobre o processo de autoconhecimento, contrapondo-o ao impulso de julgar a vida alheia. Considerando o eixo central da argumentação, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3778792 Pedagogia
 A relação entre família e escola, especialmente no âmbito da Educação Inclusiva, demanda ações articuladas que assegurem participação, diálogo e corresponsabilidade. Nesse sentido, caracteriza-se por práticas que: 
Alternativas
Q3778791 Pedagogia
Considerando a teoria das Inteligências Múltiplas de Howard Gardner, analise as assertivas:

I. A proposta reconhece diferentes modos de aprender, rompendo com a visão unidimensional de inteligência.
II. A teoria reforça a necessidade de avaliações padronizadas como único meio de identificar o potencial dos estudantes.
III. As inteligências musical, espacial, linguística, lógico matemática, corporal-cinestésica, interpessoal e intrapessoal são dimensões contempladas no modelo.

Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3778790 Pedagogia
A Declaração de Salamanca (1994) consolidou princípios fundamentais para a Educação Inclusiva, afirmando que as escolas devem acolher todas as crianças, independentemente de suas condições, promovendo ______ e garantindo ______ como pilares de uma educação democrática.

Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas? 
Alternativas
Q3778789 Pedagogia
No contexto da prática pedagógica inclusiva, analise as assertivas:

I. Recursos pedagógicos diversificados, como jogos, tecnologia assistiva e metodologias ativas, favorecem a participação de estudantes com diferentes necessidades.
II. A flexibilização curricular e a adaptação de estratégias de ensino compõem ações essenciais do trabalho docente na perspectiva inclusiva.
III. A prática inclusiva prioriza a homogeneização da turma, de modo que todos os alunos aprendam pelas mesmas vias e no mesmo ritmo.

Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3778788 Pedagogia
O processo histórico da Educação Especial no Brasil revela uma transição significativa, marcada pela passagem de um modelo clínico–assistencial para uma perspectiva de escolarização inclusiva. Nesse percurso, destaca-se que: 
Alternativas
Q3778787 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), enquanto documento de caráter normativo, orienta o conjunto de aprendizagens essenciais da Educação Básica e fundamenta-se em princípios éticos, políticos e estéticos para a formação humana integral. Sobre suas características e finalidades, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3778786 História
O pensamento iluminista exerceu impacto direto na formulação de políticas educacionais modernas ao defender princípios racionais e laicos. Nesse sentido, o projeto educacional iluminista caracteriza-se por: 
Alternativas
Q3778785 Pedagogia
Na abordagem histórico-cultural, Vygotsky destaca o papel das interações sociais no desenvolvimento humano e introduz a noção de Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP). Esse conceito expressa que: 
Alternativas
Q3778784 Pedagogia
Os estudos sociológicos de Pierre Bourdieu e Jean-Claude Passeron contribuíram para compreender os mecanismos de desigualdade na escola ao introduzir conceitos como capital cultural e habitus. A partir dessa perspectiva, entende-se que:
Alternativas
Respostas
161: A
162: D
163: D
164: D
165: B
166: A
167: B
168: D
169: D
170: A
171: C
172: A
173: B
174: C
175: C
176: A
177: A
178: A
179: B
180: C