Questões de Concurso
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Texto 3
Além do já mencionado estímulo ininterrupto à elevação do grau de letramento dos alunos e da prática da reflexão linguística a partir de certa fase do percurso escolar, cabe também ao professor de língua apresentar os valores sociais atribuídos a cada variedade linguística. Como cada um de nós sabe muito bem, a língua é frequentemente usada na prática da discriminação, da exclusão social. O preconceito linguístico vivo e atuante é uma realidade inegável no Brasil (Bagno, 1999; 2000). Explicitar, explicar e combater esse preconceito é uma das tarefas incontornáveis da educação linguística.
Talvez possamos atribuir parte do preconceito linguístico (que existe em todas as culturas ocidentais) ao vigor da já mencionada crença (de inspiração platônica) na existência de uma língua “essencial”, que vive num mundo apenas inteligível, imaterial, fora do alcance dos nossos sentidos. (…)
No caso específico da língua, esse ideal é sempre situado num passado remoto e nebuloso, enquanto a situação contemporânea de suposta “decadência” é sempre analisada com pessimismo. (…)
Uma vez consciente dessa situação problemática, o professor que quiser contribuir para desconstruí-la deverá tentar se apoderar dos resultados oferecidos pela pesquisa sociolinguística e pelas teorias linguísticas de inspiração não essencialista. Já está mais do que provado que, do ponto de vista exclusivamente científico, não existe erro em língua, o que existe é variação e mudança, e a variação e a mudança não são “acidentes de percurso”, muito pelo contrário, elas são constitutivas da natureza mesma de todas as língua humanas vivas.
BAGNO, Marcos; STUBBS, Michael; GAGNÉ, Gilles – Língua Materna, letramento, variação & ensino, ed. Parábola, São Paulo, 2002, p. 73.
Analise as afirmativas abaixo sobre o texto 3.
1. O texto é argumentativo, porque o autor busca mostrar seu ponto de vista a fim de convencer o leitor ao empregar argumentos.
2. O texto é totalmente expositivo, à medida que busca mostrar a situação da educação linguística com o objetivo de deixar o leitor tomar livremente uma posição.
3. O texto é um artigo científico, extremamente técnico, voltado a um público específico.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Texto 3
Além do já mencionado estímulo ininterrupto à elevação do grau de letramento dos alunos e da prática da reflexão linguística a partir de certa fase do percurso escolar, cabe também ao professor de língua apresentar os valores sociais atribuídos a cada variedade linguística. Como cada um de nós sabe muito bem, a língua é frequentemente usada na prática da discriminação, da exclusão social. O preconceito linguístico vivo e atuante é uma realidade inegável no Brasil (Bagno, 1999; 2000). Explicitar, explicar e combater esse preconceito é uma das tarefas incontornáveis da educação linguística.
Talvez possamos atribuir parte do preconceito linguístico (que existe em todas as culturas ocidentais) ao vigor da já mencionada crença (de inspiração platônica) na existência de uma língua “essencial”, que vive num mundo apenas inteligível, imaterial, fora do alcance dos nossos sentidos. (…)
No caso específico da língua, esse ideal é sempre situado num passado remoto e nebuloso, enquanto a situação contemporânea de suposta “decadência” é sempre analisada com pessimismo. (…)
Uma vez consciente dessa situação problemática, o professor que quiser contribuir para desconstruí-la deverá tentar se apoderar dos resultados oferecidos pela pesquisa sociolinguística e pelas teorias linguísticas de inspiração não essencialista. Já está mais do que provado que, do ponto de vista exclusivamente científico, não existe erro em língua, o que existe é variação e mudança, e a variação e a mudança não são “acidentes de percurso”, muito pelo contrário, elas são constitutivas da natureza mesma de todas as língua humanas vivas.
BAGNO, Marcos; STUBBS, Michael; GAGNÉ, Gilles – Língua Materna, letramento, variação & ensino, ed. Parábola, São Paulo, 2002, p. 73.
Analise as afirmativas abaixo sobre o texto 3.
1. O autor afirma que a língua é usada com frequência para a prática do preconceito, da discriminação. No entanto, não aponta atitudes para combater esse problema.
2. Segundo o autor, não há erro em língua, mas variações linguísticas do ponto de vista estritamente científico.
3. Além do ponto de vista científico, há outro, que considera a existência de uma língua “essencial”.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Texto 3
Além do já mencionado estímulo ininterrupto à elevação do grau de letramento dos alunos e da prática da reflexão linguística a partir de certa fase do percurso escolar, cabe também ao professor de língua apresentar os valores sociais atribuídos a cada variedade linguística. Como cada um de nós sabe muito bem, a língua é frequentemente usada na prática da discriminação, da exclusão social. O preconceito linguístico vivo e atuante é uma realidade inegável no Brasil (Bagno, 1999; 2000). Explicitar, explicar e combater esse preconceito é uma das tarefas incontornáveis da educação linguística.
Talvez possamos atribuir parte do preconceito linguístico (que existe em todas as culturas ocidentais) ao vigor da já mencionada crença (de inspiração platônica) na existência de uma língua “essencial”, que vive num mundo apenas inteligível, imaterial, fora do alcance dos nossos sentidos. (…)
No caso específico da língua, esse ideal é sempre situado num passado remoto e nebuloso, enquanto a situação contemporânea de suposta “decadência” é sempre analisada com pessimismo. (…)
Uma vez consciente dessa situação problemática, o professor que quiser contribuir para desconstruí-la deverá tentar se apoderar dos resultados oferecidos pela pesquisa sociolinguística e pelas teorias linguísticas de inspiração não essencialista. Já está mais do que provado que, do ponto de vista exclusivamente científico, não existe erro em língua, o que existe é variação e mudança, e a variação e a mudança não são “acidentes de percurso”, muito pelo contrário, elas são constitutivas da natureza mesma de todas as língua humanas vivas.
BAGNO, Marcos; STUBBS, Michael; GAGNÉ, Gilles – Língua Materna, letramento, variação & ensino, ed. Parábola, São Paulo, 2002, p. 73.
Texto 2
Há mais coisas em comum no reino paulista do que imagina nossa vã filosofia. A semana foi prova dessa verdade. Entrevistados pelo gordo Jô Soares, os também gordos Sérgio Motta, vulgo Serjão, e Delfim Netto provaram que têm algo em parceria além dos dois tt.
Ambos contribuem para o enriquecimento da língua portuguesa. O dono das telecomunicações lembrou- -se do verbo malufar, “que significa roubar”, rimou. O outro não deixou por menos. Criou o neologismo mottar (com dois tt, prestem atenção). Quer dizer vazar informações no mercado e depois dizer que se enganou. É o caso das tarifas telefônicas. O ministro falou em alta. Provocou especulações na bolsa. “Muita gente ganhou dinheiro”, jura Delfim.
No dia seguinte, Jô comentava a elegância criativa dos dois. (…)
SQUARISI, DAD - Português com humor, 2001, ed. Correio Braziliense, p. 81.
Texto 1
A Kombi, se o leitor não sabe devo adverti-lo, pertence à história pessoal de cada jornalista esportivo. Há dois tipos de jornalistas: os que viajam e os que não viajam. Os esportivos pertencem ao primeiro tipo. A Kombi já define a viagem: ela será lenta, intestinal, suada, poeirenta e muito sonora. Imaginei que não haveria mais Kombi na minha vida. A última eu mesmo a aluguei e saí a dirigi-la como um rolador de tonel. Mas Campos fica a quatro horas do rio e o Almir é um excelente motorista de Kombi: acomodamos tudo atrás, sentamos um ao lado do outro, bem-humorados, dispostos e ressequidos por uma cerveja que tardava. E viajamos 30 minutos.
A Kombi andou de um lado para o outro, fomos para o acostamento. Fazia quarenta graus, o sol estava em cima, o pó embaixo do pneu furado. No borracheiro, dois quilômetros adiante, se podia ver a câmara enrugada, com duas bolas, saindo de dentro do pneu novo. Bebemos a cerveja, mas foi preciso afastar com a palma da mão o lençol de moscas que recobria o balcão. O próximo pneu seria à noite, num lançante da serra: desciam caminhões em banguela (em ponto morto), lá estávamos nós, estômago na mão, no acostamento da contramão que era o único existente. Campos apareceu aos poucos, já de madrugada escondida entre canaviais e o cheiro forte da cana cortada e deixada no chão apodrecendo. É um cheiro doce por vezes, mas dolorosamente azedo quase sempre.
Ruy Carlos Ostermann, Correio do Povo, 08/11/1977
Texto 1
A Kombi, se o leitor não sabe devo adverti-lo, pertence à história pessoal de cada jornalista esportivo. Há dois tipos de jornalistas: os que viajam e os que não viajam. Os esportivos pertencem ao primeiro tipo. A Kombi já define a viagem: ela será lenta, intestinal, suada, poeirenta e muito sonora. Imaginei que não haveria mais Kombi na minha vida. A última eu mesmo a aluguei e saí a dirigi-la como um rolador de tonel. Mas Campos fica a quatro horas do rio e o Almir é um excelente motorista de Kombi: acomodamos tudo atrás, sentamos um ao lado do outro, bem-humorados, dispostos e ressequidos por uma cerveja que tardava. E viajamos 30 minutos.
A Kombi andou de um lado para o outro, fomos para o acostamento. Fazia quarenta graus, o sol estava em cima, o pó embaixo do pneu furado. No borracheiro, dois quilômetros adiante, se podia ver a câmara enrugada, com duas bolas, saindo de dentro do pneu novo. Bebemos a cerveja, mas foi preciso afastar com a palma da mão o lençol de moscas que recobria o balcão. O próximo pneu seria à noite, num lançante da serra: desciam caminhões em banguela (em ponto morto), lá estávamos nós, estômago na mão, no acostamento da contramão que era o único existente. Campos apareceu aos poucos, já de madrugada escondida entre canaviais e o cheiro forte da cana cortada e deixada no chão apodrecendo. É um cheiro doce por vezes, mas dolorosamente azedo quase sempre.
Ruy Carlos Ostermann, Correio do Povo, 08/11/1977
Observe as alterações propostas nos trechos retirados do texto 1.
1. Em “(…) pertence à história pessoal de cada jornalista esportivo”, se substituíssemos o verbo pertencer pelo verbo abrigar, estariam igualmente postas as condições para a manutenção do sinal indicativo de crase.
2. Na seguinte construção: “(…) se podia ver a câmara enrugada”, se substituíssemos a palavra câmara por câmaras, o verbo poder, obrigatoriamente, deveria ser flexionado na terceira pessoa do plural.
3. Na construção a seguir, o sinal indicativo de crase ocorre por ser expressão adverbial feminina: “O próximo pneu seria à noite (…)”.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Texto 1
A Kombi, se o leitor não sabe devo adverti-lo, pertence à história pessoal de cada jornalista esportivo. Há dois tipos de jornalistas: os que viajam e os que não viajam. Os esportivos pertencem ao primeiro tipo. A Kombi já define a viagem: ela será lenta, intestinal, suada, poeirenta e muito sonora. Imaginei que não haveria mais Kombi na minha vida. A última eu mesmo a aluguei e saí a dirigi-la como um rolador de tonel. Mas Campos fica a quatro horas do rio e o Almir é um excelente motorista de Kombi: acomodamos tudo atrás, sentamos um ao lado do outro, bem-humorados, dispostos e ressequidos por uma cerveja que tardava. E viajamos 30 minutos.
A Kombi andou de um lado para o outro, fomos para o acostamento. Fazia quarenta graus, o sol estava em cima, o pó embaixo do pneu furado. No borracheiro, dois quilômetros adiante, se podia ver a câmara enrugada, com duas bolas, saindo de dentro do pneu novo. Bebemos a cerveja, mas foi preciso afastar com a palma da mão o lençol de moscas que recobria o balcão. O próximo pneu seria à noite, num lançante da serra: desciam caminhões em banguela (em ponto morto), lá estávamos nós, estômago na mão, no acostamento da contramão que era o único existente. Campos apareceu aos poucos, já de madrugada escondida entre canaviais e o cheiro forte da cana cortada e deixada no chão apodrecendo. É um cheiro doce por vezes, mas dolorosamente azedo quase sempre.
Ruy Carlos Ostermann, Correio do Povo, 08/11/1977
Texto 1
A Kombi, se o leitor não sabe devo adverti-lo, pertence à história pessoal de cada jornalista esportivo. Há dois tipos de jornalistas: os que viajam e os que não viajam. Os esportivos pertencem ao primeiro tipo. A Kombi já define a viagem: ela será lenta, intestinal, suada, poeirenta e muito sonora. Imaginei que não haveria mais Kombi na minha vida. A última eu mesmo a aluguei e saí a dirigi-la como um rolador de tonel. Mas Campos fica a quatro horas do rio e o Almir é um excelente motorista de Kombi: acomodamos tudo atrás, sentamos um ao lado do outro, bem-humorados, dispostos e ressequidos por uma cerveja que tardava. E viajamos 30 minutos.
A Kombi andou de um lado para o outro, fomos para o acostamento. Fazia quarenta graus, o sol estava em cima, o pó embaixo do pneu furado. No borracheiro, dois quilômetros adiante, se podia ver a câmara enrugada, com duas bolas, saindo de dentro do pneu novo. Bebemos a cerveja, mas foi preciso afastar com a palma da mão o lençol de moscas que recobria o balcão. O próximo pneu seria à noite, num lançante da serra: desciam caminhões em banguela (em ponto morto), lá estávamos nós, estômago na mão, no acostamento da contramão que era o único existente. Campos apareceu aos poucos, já de madrugada escondida entre canaviais e o cheiro forte da cana cortada e deixada no chão apodrecendo. É um cheiro doce por vezes, mas dolorosamente azedo quase sempre.
Ruy Carlos Ostermann, Correio do Povo, 08/11/1977
Analise as afirmativas abaixo em relação à concordância verbal do texto 1.
1. As duas ocorrências do verbo haver, no primeiro parágrafo (assinaladas no texto), poderiam ser substituídas pelo verbo existir. No entanto este verbo deveria ficar na terceira pessoa do plural na segunda ocorrência a fim de atender à norma culta.
2. No segundo período do segundo parágrafo, o verbo fazer (assinalado no texto) deveria estar na terceira pessoa do plural para atender à norma culta.
3. Na construção a seguir: “(…) desciam caminhões em banguela”, o sujeito posposto é caminhões.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Texto 1
A Kombi, se o leitor não sabe devo adverti-lo, pertence à história pessoal de cada jornalista esportivo. Há dois tipos de jornalistas: os que viajam e os que não viajam. Os esportivos pertencem ao primeiro tipo. A Kombi já define a viagem: ela será lenta, intestinal, suada, poeirenta e muito sonora. Imaginei que não haveria mais Kombi na minha vida. A última eu mesmo a aluguei e saí a dirigi-la como um rolador de tonel. Mas Campos fica a quatro horas do rio e o Almir é um excelente motorista de Kombi: acomodamos tudo atrás, sentamos um ao lado do outro, bem-humorados, dispostos e ressequidos por uma cerveja que tardava. E viajamos 30 minutos.
A Kombi andou de um lado para o outro, fomos para o acostamento. Fazia quarenta graus, o sol estava em cima, o pó embaixo do pneu furado. No borracheiro, dois quilômetros adiante, se podia ver a câmara enrugada, com duas bolas, saindo de dentro do pneu novo. Bebemos a cerveja, mas foi preciso afastar com a palma da mão o lençol de moscas que recobria o balcão. O próximo pneu seria à noite, num lançante da serra: desciam caminhões em banguela (em ponto morto), lá estávamos nós, estômago na mão, no acostamento da contramão que era o único existente. Campos apareceu aos poucos, já de madrugada escondida entre canaviais e o cheiro forte da cana cortada e deixada no chão apodrecendo. É um cheiro doce por vezes, mas dolorosamente azedo quase sempre.
Ruy Carlos Ostermann, Correio do Povo, 08/11/1977
Texto 1
A Kombi, se o leitor não sabe devo adverti-lo, pertence à história pessoal de cada jornalista esportivo. Há dois tipos de jornalistas: os que viajam e os que não viajam. Os esportivos pertencem ao primeiro tipo. A Kombi já define a viagem: ela será lenta, intestinal, suada, poeirenta e muito sonora. Imaginei que não haveria mais Kombi na minha vida. A última eu mesmo a aluguei e saí a dirigi-la como um rolador de tonel. Mas Campos fica a quatro horas do rio e o Almir é um excelente motorista de Kombi: acomodamos tudo atrás, sentamos um ao lado do outro, bem-humorados, dispostos e ressequidos por uma cerveja que tardava. E viajamos 30 minutos.
A Kombi andou de um lado para o outro, fomos para o acostamento. Fazia quarenta graus, o sol estava em cima, o pó embaixo do pneu furado. No borracheiro, dois quilômetros adiante, se podia ver a câmara enrugada, com duas bolas, saindo de dentro do pneu novo. Bebemos a cerveja, mas foi preciso afastar com a palma da mão o lençol de moscas que recobria o balcão. O próximo pneu seria à noite, num lançante da serra: desciam caminhões em banguela (em ponto morto), lá estávamos nós, estômago na mão, no acostamento da contramão que era o único existente. Campos apareceu aos poucos, já de madrugada escondida entre canaviais e o cheiro forte da cana cortada e deixada no chão apodrecendo. É um cheiro doce por vezes, mas dolorosamente azedo quase sempre.
Ruy Carlos Ostermann, Correio do Povo, 08/11/1977
Os Métodos de ensino da Língua Inglesa são inúmeros e estão à disposição dos professores. Cada método evoluiu ao longo do tempo, influenciado por teorias linguísticas, abordagens pedagógicas, eventos culturais e avanços tecnológicos.
Relacione os métodos listados na coluna 1 com suas respectivas características listados na coluna 2.
Coluna 1 Método
1. Sociointeracionista
2. Audiolingual
3. Direto
4. Tradicional
Coluna 2 Características
( ) Enfatiza a habilidade de fala do aluno.
( ) Foco na memorização de regras gramaticais.
( ) Foco na fluência do aluno na língua inglesa.
( ) Foco para as situações reais do uso da língua inglesa.
Assinale a alternativa que indica a sequencia correta, de cima para baixo.
Um dos métodos mais conhecidos e adotados por professores de língua inglesa é o ensino comunicativo de línguas (também conhecido como CLT).
Através dele a comunicação da vida real é colocada como o .................................. central da aprendizagem de idiomas. Ele se concentra na ..................................... e comunicação significativa, incentivando os aprendizes a se envolverem ativamente no uso do idioma em ..................................autênticos.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
Ensinar a Língua Inglesa como segunda língua exige critérios, de modo que a aprendizagem aconteça dentro de um processo racional. Nesse sentido, conhecer as diferentes metodologias de ensino de inglês existentes é fundamental.
São características das metodologias de ensino de inglês tradicional:
1. O uso da língua materna durante as aulas.
2. O ensino de línguas clássicas como o grego e o latim.
3. O professor é a figura central no processo de aprendizagem.
4. O enfoque está nas regras da gramática normativa e na tradução literal de textos.
5. A repetição e memorização estão presentes nas aulas e o professor é o mediador.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Indirect Speech is used when we want to report what someone said without speech marks and without necessarily using exactly the same words.
Analyze the following sentence:
“If I had any money, I would buy you a drink.”
Choose the alternative that correctly corresponds to its Indirect Speech.
Read the underlined words in the following sentences about grammar and structure.
1. As far as your transfer request tis concerned, we’ll be discussing it at the next meeting.
2. I like the mountains, whereas my wife prefers the seaside.
3. Losses have been heavy this year. As a result, we are cutting back investment.
4. I prefer to go train bus when possible. Air travel is tiring. Furthermore, it is expensive.
Choose the option that contains the correct statment.
Text 2
Autism Teaching Methods: Applied
Behavior Analysis and Verbal Behavior
Applied Behavior Analysis, or ABA, is a method of teaching children with autism and Pervasive Developmental Disorders. It is based on the premise that appropriate behavior – including speech, academics and life skills – can be taught using scientific principles.
ABA assumes that children are more likely to repeat behaviors or responses that are rewarded (or “reinforced”), and they are less likely to continue behaviors that are not rewarded. Eventually, the reinforcement is reduced so that the child can learn without constant rewards.
Research shows that ABA works for kids with autism. “Thirty years of research demonstrated the efficacy of applied behavioral methods in reducing inappropriate behavior and in increasing communication, learning, and appropriate social behavior,” according to a U.S. Surgeon General’s Report.
The most well-known form of ABA is discrete trial training (DTT). Skills are broken down into the smallest tasks and taught individually. Discrete, or separate, trials may be used to teach eye contact, imitation, fine motor skills, self-help, academics, language and conversation. Students start with learning small skills, and gradually learn more complicated skills as each smaller one is mastered. […]
Source adapted from:
www.teaching-methods-childrens-with-autism
Read the sentences below and determine whether they are true ( T ) or false ( F ) according to structure and grammar use in Text 2.
( ) The underlined words in “The most wellknown…” and “the smallest tasks…” (4th paragraph) are examples of adjectives in the superlative of superiority degree.
( ) The word Eventually in “Eventually, the reinforcement is reduced so that the child can learn without constant rewards.” (2nd paragraph), can be replaced by Finally without changing its meaning.
( ) In “… according to a U.S. Surgeon General’s Report.” (3rd paragraph), the apostrophe ’s is the reduced form of the verb to be: is.
( ) The verbs: “taught” and “broken” (4th paragraph), has their correct infinitive forms as teaches and breaks.
Select the option that presents the correct sequence from top to bottom.
Text 2
Autism Teaching Methods: Applied
Behavior Analysis and Verbal Behavior
Applied Behavior Analysis, or ABA, is a method of teaching children with autism and Pervasive Developmental Disorders. It is based on the premise that appropriate behavior – including speech, academics and life skills – can be taught using scientific principles.
ABA assumes that children are more likely to repeat behaviors or responses that are rewarded (or “reinforced”), and they are less likely to continue behaviors that are not rewarded. Eventually, the reinforcement is reduced so that the child can learn without constant rewards.
Research shows that ABA works for kids with autism. “Thirty years of research demonstrated the efficacy of applied behavioral methods in reducing inappropriate behavior and in increasing communication, learning, and appropriate social behavior,” according to a U.S. Surgeon General’s Report.
The most well-known form of ABA is discrete trial training (DTT). Skills are broken down into the smallest tasks and taught individually. Discrete, or separate, trials may be used to teach eye contact, imitation, fine motor skills, self-help, academics, language and conversation. Students start with learning small skills, and gradually learn more complicated skills as each smaller one is mastered. […]
Source adapted from:
www.teaching-methods-childrens-with-autism
Text 1
Companies know how we think
Companies can now find out exactly how you think through the science of neuromarketing. Advertisers are currently collaborating with scientists to test their products directly on our brains. Some experts believe that one in ten TV commercials have already been designed using neuromarketing.
The reasons are obvious. The technique allows companies to discover exactly what people like about their products. For example, when we eat a type of potato chip, it may be the color, the flavor, or the pleasant noise it makes when you crunch it in your mouth that we like most.
In order ............ tap into what’s going ............ in consumers’ brains, it all begins ............ laboratories and office buildings.
Groups of volunteers submit themselves to a simple process. Wearing a special headset called an electrode cap, they watch commercials or test products. The caps allow researchers to monitor brain activity. When something attracts the attention of the volunteers, this is highlighted on a computer. They literally use this device to read the minds of their volunteers. This may sound a little scary, but advertisers are just tap-ping into our existing thoughts and desires. And that’s what advertisers have always tried to do.
Previously, companies would give people a survey or questionnaire to complete in order to research their customers. The problem was that people didn’t always tell the truth. They may not want to be critical of a product or advertisement because they don’t want to upset the interviewer. The electrode cap overcomes this problem. It shows when someone really is interested in something.
Neuromarketing is also used to develop packaging for the world’s most famous brands. The aim is to make their products stand out in a busy marketplace. This will become standard as more companies capitalize on the technology. With millions invested in advertising, companies simply cannot afford to hope that their ads and products will be a success. If they can find out what we think first, and change their products to make them more successful, they will quickly pay off the high cost of neuromarketing and dominate their market.
According to the Oxford Advanced learner’s Dictionary, a phrasal verb is a verb combined with an adverb or a preposition, or sometimes both, to give a new meaning.
Match the phrasal verbis in column 1 with their correct meanings in column 2, according to their use in Text 1.
Column 1 Phrasal Verbs
1. stand out
2. find out
3. pay off
4. tap(ping) into
Column 2 Meanings
( ) to discover a fact
( ) to gain access to
( ) to be very noticeable
( ) to pay in full (a debt or a creditor)
Select the option that presents the correct sequence from top to bottom.
Text 1
Companies know how we think
Companies can now find out exactly how you think through the science of neuromarketing. Advertisers are currently collaborating with scientists to test their products directly on our brains. Some experts believe that one in ten TV commercials have already been designed using neuromarketing.
The reasons are obvious. The technique allows companies to discover exactly what people like about their products. For example, when we eat a type of potato chip, it may be the color, the flavor, or the pleasant noise it makes when you crunch it in your mouth that we like most.
In order ............ tap into what’s going ............ in consumers’ brains, it all begins ............ laboratories and office buildings.
Groups of volunteers submit themselves to a simple process. Wearing a special headset called an electrode cap, they watch commercials or test products. The caps allow researchers to monitor brain activity. When something attracts the attention of the volunteers, this is highlighted on a computer. They literally use this device to read the minds of their volunteers. This may sound a little scary, but advertisers are just tap-ping into our existing thoughts and desires. And that’s what advertisers have always tried to do.
Previously, companies would give people a survey or questionnaire to complete in order to research their customers. The problem was that people didn’t always tell the truth. They may not want to be critical of a product or advertisement because they don’t want to upset the interviewer. The electrode cap overcomes this problem. It shows when someone really is interested in something.
Neuromarketing is also used to develop packaging for the world’s most famous brands. The aim is to make their products stand out in a busy marketplace. This will become standard as more companies capitalize on the technology. With millions invested in advertising, companies simply cannot afford to hope that their ads and products will be a success. If they can find out what we think first, and change their products to make them more successful, they will quickly pay off the high cost of neuromarketing and dominate their market.
Read the sentences below about the text.
1. The research about new products cost an enormous amount of money.
2. Neuromarketing is only used to develop famous brands.
3. ‘Caps’ were used by volunteers to watch commercials or test products.
4. The problem with old-fashioned research was that people were not always truthful in their responses.
Choose the option that contains the correct statments.
Text 1
Companies know how we think
Companies can now find out exactly how you think through the science of neuromarketing. Advertisers are currently collaborating with scientists to test their products directly on our brains. Some experts believe that one in ten TV commercials have already been designed using neuromarketing.
The reasons are obvious. The technique allows companies to discover exactly what people like about their products. For example, when we eat a type of potato chip, it may be the color, the flavor, or the pleasant noise it makes when you crunch it in your mouth that we like most.
In order ............ tap into what’s going ............ in consumers’ brains, it all begins ............ laboratories and office buildings.
Groups of volunteers submit themselves to a simple process. Wearing a special headset called an electrode cap, they watch commercials or test products. The caps allow researchers to monitor brain activity. When something attracts the attention of the volunteers, this is highlighted on a computer. They literally use this device to read the minds of their volunteers. This may sound a little scary, but advertisers are just tap-ping into our existing thoughts and desires. And that’s what advertisers have always tried to do.
Previously, companies would give people a survey or questionnaire to complete in order to research their customers. The problem was that people didn’t always tell the truth. They may not want to be critical of a product or advertisement because they don’t want to upset the interviewer. The electrode cap overcomes this problem. It shows when someone really is interested in something.
Neuromarketing is also used to develop packaging for the world’s most famous brands. The aim is to make their products stand out in a busy marketplace. This will become standard as more companies capitalize on the technology. With millions invested in advertising, companies simply cannot afford to hope that their ads and products will be a success. If they can find out what we think first, and change their products to make them more successful, they will quickly pay off the high cost of neuromarketing and dominate their market.
Read the sentences below and determine whether they are true ( T ) or false ( F ) according to structure and grammar use.
( ) In the sentence “They literally use this device to read the minds of their volunteers” (4th paragraph of Text 1) the pronoun they refers to the researchers.
( ) In the sentence “This will become standard as more companies capitalize on the technology.”, the phrase in bold can be replaced by “gain advantage from” without changing its meaning.
( ) The underlined words in “… TV commercials have already been designed using neuromarketing.” (1st paragraph of Text 1) are being used in the past perfect continuous tense.
( ) The following words (1st paragraph of Text 1) directly, currently and, exactly are examples of adverbs.
( ) In the sentence “Wearing a special headset called an electrode cap” (4th paragraph of text 1) the word in bold is a verb in the gerund form.
Choose the alternative which presents the correct sequence, from top to bottom: