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Q3678443 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.


O muro que divide Cartagena, a cidade mais turística da Colômbia



O símbolo internacional de Cartagena, uma das cidades mais famosas da Colômbia, é um cordão de muralhas que separa as pessoas desde a sua construção no século 16: primeiro entre espanhóis e piratas, depois entre brancos e negros, e agora entre turistas e moradores da cidade. Há moradores que nunca estiveram na cidade amuralhada, e muitos outros podem ter passado anos, ou décadas, sem pisar no bairro que lhes dá reconhecimento mundial.



 "É como os parisienses que não vão à Torre Eiffel", justificam alguns. Com a diferença que os muros cercam o centro da cidade − sede de várias universidades e de um Estado que muitos aqui veem como estrangeiro.



Em 1984, esses onze quilômetros de muro à beira do Mar do Caribe foram declarados Patrimônio da Humanidade pela Unesco. Em 2005, San Basilio de Palenque, uma cidade a cinquenta quilômetros de distância conhecida como o primeiro assentamento sem escravidão nas Américas, recebeu o mesmo reconhecimento.



Mas Betty Sargado, uma palenquera que vive de posar para fotos com turistas fascinados pelas cores de suas roupas e pelas frutas que carrega na cabeça, não vê grande benefício nesse "chamado patrimônio".



"Somos patrimônio histórico, meu amor, mas não temos seguro para pagar o dentista", diz à BBC News Mundo. "Eu não tenho um cartão que diz que sou patrimônio histórico e que, por isso, devem me oferecer serviço de odontologia. Então, que tipo de patrimônio histórico é esse?"



Empregada doméstica por quatorze anos e depois massagista nas praias, Betty e sua mãe, Angélica Cáceres, foram umas das primeiras palenqueras a chegar ao centro para aproveitar ao máximo o turismo.



Passam os dias a cativar o estrangeiro: agitam as saias, contam piada, enquanto pedem uma "picture, picture (foto em inglês)".



"Fomos nós, negros, que fizemos essas paredes", diz Betty, enquanto observa o amanhecer que tinge a rocha de coral. "Mas não temos muitos direitos sobre elas", reclama. "Ninguém sabe nada das muralhas pra lá."



Das muralhas para lá está "a outra Cartagena", uma cidade de quase dois milhões de habitantes onde duas em cada três pessoas, segundo dados oficiais, não comem três vezes ao dia; onde 70% trabalham na informalidade, têm a pior qualidade educacional do país e vivem sob a ansiedade de uma criminalidade que registrou 360 homicídios em 2022, o maior número da história recente, e entrou pela primeira vez na lista das 50 cidades mais perigosas do mundo − seis delas são colombianas.



A ideia das duas Cartagenas, uma feliz e outra triste, se consolidou. Ela está na mídia, em discursos políticos, em reportagens turísticas.



Em uma Cartagena, você pode ouvir o galope dos cavalos em uma carruagem, os gritos de "feliz casamento". No outro, o ronco dos mototáxis, as buzinas do trânsito caótico e os aviões que pousam ao lado de um bairro de casas assombradas com ruas sem calçamento.



Em uma delas há butiques de luxo, galerias de arte, eletricidade e água encanada. Na outra, vendedores ambulantes lotam semáforos e esquinas, e os serviços básicos são intermitentes.



A história de que existem duas cidades, uma boa e outra ruim, virou um clichê que os próprios moradores repetem e que, como todo clichê, é discutível. Porque uma Cartagena precisa da outra, elas se alimentam. Porque das paredes para fora pode haver caos, mas também vida, folclore, idiossincrasia caribenha.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cmlxmeg1g9mo. Adaptado.



Em 1984, esses onze quilômetros de muro à beira do Mar do Caribe foram declarados Patrimônio da Humanidade pela Unesco.



Em relação à frase, é correto afirmar que o atributo verbal encontra-se na voz:

Alternativas
Q3678442 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.


O muro que divide Cartagena, a cidade mais turística da Colômbia



O símbolo internacional de Cartagena, uma das cidades mais famosas da Colômbia, é um cordão de muralhas que separa as pessoas desde a sua construção no século 16: primeiro entre espanhóis e piratas, depois entre brancos e negros, e agora entre turistas e moradores da cidade. Há moradores que nunca estiveram na cidade amuralhada, e muitos outros podem ter passado anos, ou décadas, sem pisar no bairro que lhes dá reconhecimento mundial.



 "É como os parisienses que não vão à Torre Eiffel", justificam alguns. Com a diferença que os muros cercam o centro da cidade − sede de várias universidades e de um Estado que muitos aqui veem como estrangeiro.



Em 1984, esses onze quilômetros de muro à beira do Mar do Caribe foram declarados Patrimônio da Humanidade pela Unesco. Em 2005, San Basilio de Palenque, uma cidade a cinquenta quilômetros de distância conhecida como o primeiro assentamento sem escravidão nas Américas, recebeu o mesmo reconhecimento.



Mas Betty Sargado, uma palenquera que vive de posar para fotos com turistas fascinados pelas cores de suas roupas e pelas frutas que carrega na cabeça, não vê grande benefício nesse "chamado patrimônio".



"Somos patrimônio histórico, meu amor, mas não temos seguro para pagar o dentista", diz à BBC News Mundo. "Eu não tenho um cartão que diz que sou patrimônio histórico e que, por isso, devem me oferecer serviço de odontologia. Então, que tipo de patrimônio histórico é esse?"



Empregada doméstica por quatorze anos e depois massagista nas praias, Betty e sua mãe, Angélica Cáceres, foram umas das primeiras palenqueras a chegar ao centro para aproveitar ao máximo o turismo.



Passam os dias a cativar o estrangeiro: agitam as saias, contam piada, enquanto pedem uma "picture, picture (foto em inglês)".



"Fomos nós, negros, que fizemos essas paredes", diz Betty, enquanto observa o amanhecer que tinge a rocha de coral. "Mas não temos muitos direitos sobre elas", reclama. "Ninguém sabe nada das muralhas pra lá."



Das muralhas para lá está "a outra Cartagena", uma cidade de quase dois milhões de habitantes onde duas em cada três pessoas, segundo dados oficiais, não comem três vezes ao dia; onde 70% trabalham na informalidade, têm a pior qualidade educacional do país e vivem sob a ansiedade de uma criminalidade que registrou 360 homicídios em 2022, o maior número da história recente, e entrou pela primeira vez na lista das 50 cidades mais perigosas do mundo − seis delas são colombianas.



A ideia das duas Cartagenas, uma feliz e outra triste, se consolidou. Ela está na mídia, em discursos políticos, em reportagens turísticas.



Em uma Cartagena, você pode ouvir o galope dos cavalos em uma carruagem, os gritos de "feliz casamento". No outro, o ronco dos mototáxis, as buzinas do trânsito caótico e os aviões que pousam ao lado de um bairro de casas assombradas com ruas sem calçamento.



Em uma delas há butiques de luxo, galerias de arte, eletricidade e água encanada. Na outra, vendedores ambulantes lotam semáforos e esquinas, e os serviços básicos são intermitentes.



A história de que existem duas cidades, uma boa e outra ruim, virou um clichê que os próprios moradores repetem e que, como todo clichê, é discutível. Porque uma Cartagena precisa da outra, elas se alimentam. Porque das paredes para fora pode haver caos, mas também vida, folclore, idiossincrasia caribenha.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cmlxmeg1g9mo. Adaptado.



O símbolo internacional de Cartagena, uma das cidades mais famosas da Colômbia, é um cordão de muralhas que separa pessoas desde a sua construção, no século 16.



Assinale a expressão que contenha uma locução prepositiva:



Alternativas
Q3678441 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.


O muro que divide Cartagena, a cidade mais turística da Colômbia



O símbolo internacional de Cartagena, uma das cidades mais famosas da Colômbia, é um cordão de muralhas que separa as pessoas desde a sua construção no século 16: primeiro entre espanhóis e piratas, depois entre brancos e negros, e agora entre turistas e moradores da cidade. Há moradores que nunca estiveram na cidade amuralhada, e muitos outros podem ter passado anos, ou décadas, sem pisar no bairro que lhes dá reconhecimento mundial.



 "É como os parisienses que não vão à Torre Eiffel", justificam alguns. Com a diferença que os muros cercam o centro da cidade − sede de várias universidades e de um Estado que muitos aqui veem como estrangeiro.



Em 1984, esses onze quilômetros de muro à beira do Mar do Caribe foram declarados Patrimônio da Humanidade pela Unesco. Em 2005, San Basilio de Palenque, uma cidade a cinquenta quilômetros de distância conhecida como o primeiro assentamento sem escravidão nas Américas, recebeu o mesmo reconhecimento.



Mas Betty Sargado, uma palenquera que vive de posar para fotos com turistas fascinados pelas cores de suas roupas e pelas frutas que carrega na cabeça, não vê grande benefício nesse "chamado patrimônio".



"Somos patrimônio histórico, meu amor, mas não temos seguro para pagar o dentista", diz à BBC News Mundo. "Eu não tenho um cartão que diz que sou patrimônio histórico e que, por isso, devem me oferecer serviço de odontologia. Então, que tipo de patrimônio histórico é esse?"



Empregada doméstica por quatorze anos e depois massagista nas praias, Betty e sua mãe, Angélica Cáceres, foram umas das primeiras palenqueras a chegar ao centro para aproveitar ao máximo o turismo.



Passam os dias a cativar o estrangeiro: agitam as saias, contam piada, enquanto pedem uma "picture, picture (foto em inglês)".



"Fomos nós, negros, que fizemos essas paredes", diz Betty, enquanto observa o amanhecer que tinge a rocha de coral. "Mas não temos muitos direitos sobre elas", reclama. "Ninguém sabe nada das muralhas pra lá."



Das muralhas para lá está "a outra Cartagena", uma cidade de quase dois milhões de habitantes onde duas em cada três pessoas, segundo dados oficiais, não comem três vezes ao dia; onde 70% trabalham na informalidade, têm a pior qualidade educacional do país e vivem sob a ansiedade de uma criminalidade que registrou 360 homicídios em 2022, o maior número da história recente, e entrou pela primeira vez na lista das 50 cidades mais perigosas do mundo − seis delas são colombianas.



A ideia das duas Cartagenas, uma feliz e outra triste, se consolidou. Ela está na mídia, em discursos políticos, em reportagens turísticas.



Em uma Cartagena, você pode ouvir o galope dos cavalos em uma carruagem, os gritos de "feliz casamento". No outro, o ronco dos mototáxis, as buzinas do trânsito caótico e os aviões que pousam ao lado de um bairro de casas assombradas com ruas sem calçamento.



Em uma delas há butiques de luxo, galerias de arte, eletricidade e água encanada. Na outra, vendedores ambulantes lotam semáforos e esquinas, e os serviços básicos são intermitentes.



A história de que existem duas cidades, uma boa e outra ruim, virou um clichê que os próprios moradores repetem e que, como todo clichê, é discutível. Porque uma Cartagena precisa da outra, elas se alimentam. Porque das paredes para fora pode haver caos, mas também vida, folclore, idiossincrasia caribenha.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cmlxmeg1g9mo. Adaptado.



Fomos nós, negros, que fizemos essas paredes.



Assinale a opção de maneira em que a concordância verbal permaneça correta:

Alternativas
Q3678440 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.


O muro que divide Cartagena, a cidade mais turística da Colômbia



O símbolo internacional de Cartagena, uma das cidades mais famosas da Colômbia, é um cordão de muralhas que separa as pessoas desde a sua construção no século 16: primeiro entre espanhóis e piratas, depois entre brancos e negros, e agora entre turistas e moradores da cidade. Há moradores que nunca estiveram na cidade amuralhada, e muitos outros podem ter passado anos, ou décadas, sem pisar no bairro que lhes dá reconhecimento mundial.



 "É como os parisienses que não vão à Torre Eiffel", justificam alguns. Com a diferença que os muros cercam o centro da cidade − sede de várias universidades e de um Estado que muitos aqui veem como estrangeiro.



Em 1984, esses onze quilômetros de muro à beira do Mar do Caribe foram declarados Patrimônio da Humanidade pela Unesco. Em 2005, San Basilio de Palenque, uma cidade a cinquenta quilômetros de distância conhecida como o primeiro assentamento sem escravidão nas Américas, recebeu o mesmo reconhecimento.



Mas Betty Sargado, uma palenquera que vive de posar para fotos com turistas fascinados pelas cores de suas roupas e pelas frutas que carrega na cabeça, não vê grande benefício nesse "chamado patrimônio".



"Somos patrimônio histórico, meu amor, mas não temos seguro para pagar o dentista", diz à BBC News Mundo. "Eu não tenho um cartão que diz que sou patrimônio histórico e que, por isso, devem me oferecer serviço de odontologia. Então, que tipo de patrimônio histórico é esse?"



Empregada doméstica por quatorze anos e depois massagista nas praias, Betty e sua mãe, Angélica Cáceres, foram umas das primeiras palenqueras a chegar ao centro para aproveitar ao máximo o turismo.



Passam os dias a cativar o estrangeiro: agitam as saias, contam piada, enquanto pedem uma "picture, picture (foto em inglês)".



"Fomos nós, negros, que fizemos essas paredes", diz Betty, enquanto observa o amanhecer que tinge a rocha de coral. "Mas não temos muitos direitos sobre elas", reclama. "Ninguém sabe nada das muralhas pra lá."



Das muralhas para lá está "a outra Cartagena", uma cidade de quase dois milhões de habitantes onde duas em cada três pessoas, segundo dados oficiais, não comem três vezes ao dia; onde 70% trabalham na informalidade, têm a pior qualidade educacional do país e vivem sob a ansiedade de uma criminalidade que registrou 360 homicídios em 2022, o maior número da história recente, e entrou pela primeira vez na lista das 50 cidades mais perigosas do mundo − seis delas são colombianas.



A ideia das duas Cartagenas, uma feliz e outra triste, se consolidou. Ela está na mídia, em discursos políticos, em reportagens turísticas.



Em uma Cartagena, você pode ouvir o galope dos cavalos em uma carruagem, os gritos de "feliz casamento". No outro, o ronco dos mototáxis, as buzinas do trânsito caótico e os aviões que pousam ao lado de um bairro de casas assombradas com ruas sem calçamento.



Em uma delas há butiques de luxo, galerias de arte, eletricidade e água encanada. Na outra, vendedores ambulantes lotam semáforos e esquinas, e os serviços básicos são intermitentes.



A história de que existem duas cidades, uma boa e outra ruim, virou um clichê que os próprios moradores repetem e que, como todo clichê, é discutível. Porque uma Cartagena precisa da outra, elas se alimentam. Porque das paredes para fora pode haver caos, mas também vida, folclore, idiossincrasia caribenha.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cmlxmeg1g9mo. Adaptado.



A ideia das duas Cartagenas, uma feliz e outra triste, se consolidou.



O sujeito da oração é:         

Alternativas
Q3678421 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.

Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade



O professor Javier Fernandez, da Universidade de Tecnologia e Design de Cingapura, vem há alguns anos estudando as possibilidades de uso da quitina como um material inteligente, biocompatível, sustentável e com múltiplas funcionalidades. Isso lhe permitiu criar uma nova classe de compósitos e fazer planos para abrigos em Marte feitos com carapaças de insetos.



A quitina é um polímero orgânico que é o principal componente das carapaças dos artrópodes, como crustáceos, alguns insetos e até das asas das borboletas. E o caso das borboletas é interessante como fonte de inspiração porque elas apresentam mudanças estruturais que podem ser copiadas para aplicações práticas. O professor Fernandez descobriu, também, que podem ser usadas para produzir eletricidade.



Assim que uma borboleta emerge do seu casulo, no estágio final da metamorfose, ela abre lentamente as asas, para que elas possam secar. O material quitinoso fica desidratado, enquanto o sangue bombeado pelas veias do inseto produz forças que reorganizam as moléculas da quitina, para que ela adquira a resistência e a rigidez únicas necessárias para o voo. E foi essa combinação natural de forças, movimento da água e organização molecular que mostrou agora a possibilidade de criação de atuadores mecânicos e para gerar energia.



"Nós demonstramos que, mesmo após serem extraídos de fontes naturais, os polímeros quitinosos mantêm sua capacidade natural de vincular diferentes forças, organização molecular e conteúdo de água para gerar movimento mecânico e produzir eletricidade, sem a necessidade de uma fonte de energia externa ou sistema de controle," disse Fernandez.




Músculos artificiais de quitina




A demonstração foi feita a partir de quitina extraída de cascas de camarão descartadas, que foi transformada em filmes com cerca de 130 micrômetros de espessura.



Ao estudar os efeitos de forças externas nesses filmes quitinosos, com foco nas mudanças na organização molecular, teor de água e propriedades mecânicas, os pesquisadores observaram que, semelhante ao desdobramento das asas das borboletas, esticar os filmes força uma reorganização em sua estrutura cristalina - as moléculas ficaram mais compactadas e o teor de água diminuiu.



Para demonstrar a aplicabilidade dos filmes, a equipe usou-os para criar músculos artificiais, que foram então montados em uma mão robótica. Controlando a concentração de água intermolecular dos filmes, por meio de mudanças ambientais e processos bioquímicos, o material gerou força suficiente para que a mão apresentasse um movimento de preensão impressionante, com uma força equivalente a 18 quilogramas - mais da metade da força de preensão média de um adulto.



Diferente da natureza inerte dos polímeros sintéticos, os filmes de quitina reorganizados podem se distender e contrair autonomamente em resposta a mudanças de umidade no ambiente, imitando a forma como alguns insetos adaptam sua casca a diferentes situações. Essa capacidade nativa permitiu que os filmes quitinosos levantassem verticalmente objetos pesando mais de 4,5 quilos.



A capacidade de produzir essa força por meios bioquímicos indica o potencial de uso dos filmes quitinosos para integração em sistemas biológicos, com aplicações biomédicas, como próteses e implantes médicos.




Filmes de quitina produzem eletricidade



Em outra demonstração, a equipe mostrou que a resposta do material às mudanças de umidade pode ser usada para extrair energia das oscilações ambientais e convertê-la em eletricidade, criando mais uma opção para a colheita de energia, um conceito para alimentação de pequenos aparelhos e sensores que hoje vem sendo dominado pelos nanogeradores triboelétricos.



Ao anexar os filmes a um material piezoelétrico, o movimento mecânico dos filmes em resposta às mudanças de umidade no ambiente foi convertido em correntes elétricas suficientes para alimentar pequenos eletrônicos, como os usados na internet das coisas.



A quitina é o segundo polímero orgânico mais abundante na natureza - depois da celulose - e faz parte de todos os ecossistemas, podendo ser obtido de forma rápida e sustentável de vários organismos ou mesmo de resíduos urbanos.



"A quitina é usada para muitas funções complexas na natureza, desde a composição das asas dos insetos até a formação das conchas protetoras duras dos moluscos, e tem aplicação direta na engenharia. Nossa capacidade de entender e usar a quitina em sua forma nativa é fundamental para permitir novas aplicações de engenharia e desenvolvê-las dentro de um paradigma de integração ecológica e baixo consumo de energia," concluiu Fernandez.



Retirado e adaptado de: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade.

Inovação tecnológica. Disponível em: inaaviraamusscuooariicaa-produz-eeerciddadee&&d==010011602308044

o=quitina-vira-musculo-artificial-produz-eletricidade&id=010160230804

Acesso em: 08 ago., 2023

A parir da leitura atenta de "Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade", analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) Foi em uma associação com o processo da metamorfose das borboletas que o estudo criou filmes.

(__) Embora o título do texto seja chamativo, a informação nele passada não está necessariamente correta.

(__) A quitina é o polímero orgânico mais abundante na natureza e faz parte de todos os ecossistemas.

(__) A capacidade dos filmes quitinosos é grande e abre possibilidades para sua aplicação em materiais como próteses e implantes.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3678352 Matemática
Em uma competição internacional de matemática, apenas 10% dos participantes conseguiram resolver um problema desafiador na primeira rodada. Na segunda rodada, o número de participantes foi reduzido pela metade em relação à primeira rodada. No entanto, graças ao nível de dificuldade elevado, a porcentagem de participantes que resolveram o problema na segunda rodada aumentou para 20%. Quantos por cento do número inicial de participantes conseguiram resolver o problema nas duas rodadas combinadas?
Alternativas
Q3678351 Matemática
Um time de futebol de salão tem um elenco de 12 jogadores. O técnico precisa escolher 5 jogadores para a partida que acontecerá no próximo sábado. Quantas combinações diferentes de jogadores o técnico pode formar para a equipe titular?
Alternativas
Q3678350 Matemática
A cidade de Grotolândia foi atingida por uma doença contagiosa e o número de casos vem crescendo de forma exponencial, tendo sido registrados 50 casos da doença em um determinado período, dobrando esse número após uma semana e dobrado novamente após mais uma semana. Se a taxa de crescimento da doença se mantiver constante, quantos casos serão registrados após três semanas a partir do período inicial?
Alternativas
Q3678348 Matemática
Maria está organizando uma festa em seu quintal e vai cobrir o chão da área onde será montada a pista de dança, que mede 8 metros de comprimento e 5 metros de largura, com um tapete. Além disso, Maria precisa colocar um tapete redondo embaixo da mesa central, que tem um raio de 2 metros. Como ela fará os dois tapetes do mesmo tecido, qual será a área total (A) que ela vai comprar? (faça π = 3,14)
Alternativas
Q3678346 Matemática
O professor Pablo está organizando uma excursão com seus alunos e eles vão utilizar um ônibus que tem um custo fixo de R$ 300,00, mais R$ 20,00 por aluno. Sabendo que o valor total arrecadado com as inscrições dos alunos é de R$ 700,00, quantos alunos participarão da excursão?
Alternativas
Q3678345 Matemática
Letícia e Giuseppe são donos de uma barraca de frutas e, como restam apenas 2,5 kg de maçãs e 1,8 kg de uvas no final de um dia de feira, eles resolveram fazer 5 pacotes iguais com os dois tipos de fruta e vender bem baratinho. Quantos gramas de cada fruta terá cada pacote?
Alternativas
Q3678343 Matemática
Um grupo de amigos adolescentes resolveu fazer uma viagem de carro juntos. Eles saíram da cidade A e decidiram parar em algumas cidades ao longo do caminho para descansar e se divertir. Eles percorreram 500 km no primeiro dia de viagem e, em cada dia seguinte, percorreram 30 km a mais do que no dia anterior. Se no último dia de viagem eles percorreram 680 km, quantos dias durou a viagem?
Alternativas
Q3678342 Matemática
Antônio está em um campo de futebol e deseja calcular a altura de um poste de iluminação. Ele se posiciona a 20 metros do poste e mede o ângulo de elevação ao topo como sendo 30 graus. Sabendo que Antônio está no mesmo plano que a base do poste, qual é a altura aproximada do poste?
Alternativas
Q3678341 Matemática

João tem uma caixa com 10 bolas de gude, sendo 4 bolas vermelhas, 3 bolas azuis e 3 bolas verdes. Se João pegar uma bola aleatoriamente da caixa, qual é a probabilidade de que seja uma bola azul?

Alternativas
Q3678340 Matemática
Em um bairro, todas as ruas são retas e se cruzam perpendicularmente, formando uma malha quadrada. João está parado em uma esquina e observa que a rua à sua direita forma um ângulo de 50 graus com a rua em que ele está. Qual é o valor do ângulo complementar (â) formado pela rua à sua esquerda com a rua em que ele está?
Alternativas
Q3678322 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.


Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade



O professor Javier Fernandez, da Universidade de Tecnologia e Design de Cingapura, vem há alguns anos estudando as possibilidades de uso da quitina como um material inteligente, biocompatível, sustentável e com múltiplas funcionalidades. Isso lhe permitiu criar uma nova classe de compósitos e fazer planos para abrigos em Marte feitos com carapaças de insetos.



A quitina é um polímero orgânico que é o principal componente das carapaças dos artrópodes, como crustáceos, alguns insetos e até das asas das borboletas. E o caso das borboletas é interessante como fonte de inspiração porque elas apresentam mudanças estruturais que podem ser copiadas para aplicações práticas. O professor Fernandez descobriu, também, que podem ser usadas para produzir eletricidade.



Assim que uma borboleta emerge do seu casulo, no estágio final da metamorfose, ela abre lentamente as asas, para que elas possam secar. O material quitinoso fica desidratado, enquanto o sangue bombeado pelas veias do inseto produz forças que reorganizam as moléculas da quitina, para que ela adquira a resistência e a rigidez únicas necessárias para o voo. E foi essa combinação natural de forças, movimento da água e organização molecular que mostrou agora a possibilidade de criação de atuadores mecânicos e para gerar energia.



"Nós demonstramos que, mesmo após serem extraídos de fontes naturais, os polímeros quitinosos mantêm sua capacidade natural de vincular diferentes forças, organização molecular e conteúdo de água para gerar movimento mecânico e produzir eletricidade, sem a necessidade de uma fonte de energia externa ou sistema de controle," disse Fernandez.




Músculos artificiais de quitina




A demonstração foi feita a partir de quitina extraída de cascas de camarão descartadas, que foi transformada em filmes com cerca de 130 micrômetros de espessura.



Ao estudar os efeitos de forças externas nesses filmes quitinosos, com foco nas mudanças na organização molecular, teor de água e propriedades mecânicas, os pesquisadores observaram que, semelhante ao desdobramento das asas das borboletas, esticar os filmes força uma reorganização em sua estrutura cristalina - as moléculas ficaram mais compactadas e o teor de água diminuiu.



Para demonstrar a aplicabilidade dos filmes, a equipe usou-os para criar músculos artificiais, que foram então montados em uma mão robótica. Controlando a concentração de água intermolecular dos filmes, por meio de mudanças ambientais e processos bioquímicos, o material gerou força suficiente para que a mão apresentasse um movimento de preensão impressionante, com uma força equivalente a 18 quilogramas - mais da metade da força de preensão média de um adulto.



Diferente da natureza inerte dos polímeros sintéticos, os filmes de quitina reorganizados podem se distender e contrair autonomamente em resposta a mudanças de umidade no ambiente, imitando a forma como alguns insetos adaptam sua casca a diferentes situações. Essa capacidade nativa permitiu que os filmes quitinosos levantassem verticalmente objetos pesando mais de 4,5 quilos.



A capacidade de produzir essa força por meios bioquímicos indica o potencial de uso dos filmes quitinosos para integração em sistemas biológicos, com aplicações biomédicas, como próteses e implantes médicos.




Filmes de quitina produzem eletricidade



Em outra demonstração, a equipe mostrou que a resposta do material às mudanças de umidade pode ser usada para extrair energia das oscilações ambientais e convertê-la em eletricidade, criando mais uma opção para a colheita de energia, um conceito para alimentação de pequenos aparelhos e sensores que hoje vem sendo dominado pelos nanogeradores triboelétricos.



Ao anexar os filmes a um material piezoelétrico, o movimento mecânico dos filmes em resposta às mudanças de umidade no ambiente foi convertido em correntes elétricas suficientes para alimentar pequenos eletrônicos, como os usados na internet das coisas.



A quitina é o segundo polímero orgânico mais abundante na natureza - depois da celulose - e faz parte de todos os ecossistemas, podendo ser obtido de forma rápida e sustentável de vários organismos ou mesmo de resíduos urbanos.



"A quitina é usada para muitas funções complexas na natureza, desde a composição das asas dos insetos até a formação das conchas protetoras duras dos moluscos, e tem aplicação direta na engenharia. Nossa capacidade de entender e usar a quitina em sua forma nativa é fundamental para permitir novas aplicações de engenharia e desenvolvê-las dentro de um paradigma de integração ecológica e baixo consumo de energia," concluiu Fernandez.



Retirado e adaptado de: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade.

Inovação tecnológica. Disponível em: inaaviraamusscuooariicaa-produz-eeerciddadee&&d==010011602308044

o=quitina-vira-musculo-artificial-produz-eletricidade&id=010160230804

Acesso em: 08 ago., 2023

A respeito das relações de concordância, analise o trecho a seguir, retirado de "Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade":

Em outra demonstração, a equipe mostrou que a resposta do material às mudanças de umidade pode ser usada para extrair energia das oscilações ambientais e convertê-la em eletricidade, criando mais uma opção para a colheita de energia, um conceito para alimentação de pequenos aparelhos e sensores que hoje vem sendo dominado pelos nanogeradores triboelétricos.

Em seguida, analise as afirmações:

I. Há um erro de concordância no trecho, pois "convertê-la" deveria estar no plural, visto que se refere a "oscilações ambientais".

II. Há um erro de concordância no trecho, pois "vem sendo dominado" deveria estar no plural, visto que se refere a "aparelhos e sensores".

III. Há um erro na concordância no trecho, pois "vem sendo dominado" pode se referir à "colheita de energia" ou à "alimentação de pequenos aparelhos e sensores" e, portanto, deveria estar no feminino.

IV. Não há erros de concordância no texto.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3678319 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.


Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade



O professor Javier Fernandez, da Universidade de Tecnologia e Design de Cingapura, vem há alguns anos estudando as possibilidades de uso da quitina como um material inteligente, biocompatível, sustentável e com múltiplas funcionalidades. Isso lhe permitiu criar uma nova classe de compósitos e fazer planos para abrigos em Marte feitos com carapaças de insetos.



A quitina é um polímero orgânico que é o principal componente das carapaças dos artrópodes, como crustáceos, alguns insetos e até das asas das borboletas. E o caso das borboletas é interessante como fonte de inspiração porque elas apresentam mudanças estruturais que podem ser copiadas para aplicações práticas. O professor Fernandez descobriu, também, que podem ser usadas para produzir eletricidade.



Assim que uma borboleta emerge do seu casulo, no estágio final da metamorfose, ela abre lentamente as asas, para que elas possam secar. O material quitinoso fica desidratado, enquanto o sangue bombeado pelas veias do inseto produz forças que reorganizam as moléculas da quitina, para que ela adquira a resistência e a rigidez únicas necessárias para o voo. E foi essa combinação natural de forças, movimento da água e organização molecular que mostrou agora a possibilidade de criação de atuadores mecânicos e para gerar energia.



"Nós demonstramos que, mesmo após serem extraídos de fontes naturais, os polímeros quitinosos mantêm sua capacidade natural de vincular diferentes forças, organização molecular e conteúdo de água para gerar movimento mecânico e produzir eletricidade, sem a necessidade de uma fonte de energia externa ou sistema de controle," disse Fernandez.




Músculos artificiais de quitina




A demonstração foi feita a partir de quitina extraída de cascas de camarão descartadas, que foi transformada em filmes com cerca de 130 micrômetros de espessura.



Ao estudar os efeitos de forças externas nesses filmes quitinosos, com foco nas mudanças na organização molecular, teor de água e propriedades mecânicas, os pesquisadores observaram que, semelhante ao desdobramento das asas das borboletas, esticar os filmes força uma reorganização em sua estrutura cristalina - as moléculas ficaram mais compactadas e o teor de água diminuiu.



Para demonstrar a aplicabilidade dos filmes, a equipe usou-os para criar músculos artificiais, que foram então montados em uma mão robótica. Controlando a concentração de água intermolecular dos filmes, por meio de mudanças ambientais e processos bioquímicos, o material gerou força suficiente para que a mão apresentasse um movimento de preensão impressionante, com uma força equivalente a 18 quilogramas - mais da metade da força de preensão média de um adulto.



Diferente da natureza inerte dos polímeros sintéticos, os filmes de quitina reorganizados podem se distender e contrair autonomamente em resposta a mudanças de umidade no ambiente, imitando a forma como alguns insetos adaptam sua casca a diferentes situações. Essa capacidade nativa permitiu que os filmes quitinosos levantassem verticalmente objetos pesando mais de 4,5 quilos.



A capacidade de produzir essa força por meios bioquímicos indica o potencial de uso dos filmes quitinosos para integração em sistemas biológicos, com aplicações biomédicas, como próteses e implantes médicos.




Filmes de quitina produzem eletricidade



Em outra demonstração, a equipe mostrou que a resposta do material às mudanças de umidade pode ser usada para extrair energia das oscilações ambientais e convertê-la em eletricidade, criando mais uma opção para a colheita de energia, um conceito para alimentação de pequenos aparelhos e sensores que hoje vem sendo dominado pelos nanogeradores triboelétricos.



Ao anexar os filmes a um material piezoelétrico, o movimento mecânico dos filmes em resposta às mudanças de umidade no ambiente foi convertido em correntes elétricas suficientes para alimentar pequenos eletrônicos, como os usados na internet das coisas.



A quitina é o segundo polímero orgânico mais abundante na natureza - depois da celulose - e faz parte de todos os ecossistemas, podendo ser obtido de forma rápida e sustentável de vários organismos ou mesmo de resíduos urbanos.



"A quitina é usada para muitas funções complexas na natureza, desde a composição das asas dos insetos até a formação das conchas protetoras duras dos moluscos, e tem aplicação direta na engenharia. Nossa capacidade de entender e usar a quitina em sua forma nativa é fundamental para permitir novas aplicações de engenharia e desenvolvê-las dentro de um paradigma de integração ecológica e baixo consumo de energia," concluiu Fernandez.



Retirado e adaptado de: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade.

Inovação tecnológica. Disponível em: inaaviraamusscuooariicaa-produz-eeerciddadee&&d==010011602308044

o=quitina-vira-musculo-artificial-produz-eletricidade&id=010160230804

Acesso em: 08 ago., 2023

Sobre as relações coesivas estabelecidas em "Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade", indique qual o termo retomado por cada um dos anafóricos indicados a seguir:

I. Isso (primeiro parágrafo)
a.quitina como um material inteligente, biocompatível, sustentável e com múltiplas funcionalidades.
b.estudando as possibilidades de uso da quitina como um material inteligente, biocompatível, sustentável e com múltiplas funcionalidades.

II.Os pesquisadores (sexto parágrafo)
a.Equipe de Javier Fernandez.
b.Nós (quarto parágrafo).

III.Essa capacidade nativa (oitavo parágrafo)
a.levantassem verticalmente objetos pesando mais de 4,5 quilos.
b.se distender e contrair autonomamente em resposta a mudanças de umidade no ambiente.

IV. Essa força (nono parágrafo)
a.meios bioquímicos.
b.levantassem verticalmente objetos pesando mais de 4,5 quilos.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3678102 História
De acordo com Marc Bloch, o papel do historiador é ir além da ordenação cronológica dos acontecimentos, sendo seu dever maior pensar os acontecimentos no tempo da duração, que é um tempo contínuo, mas também o de mudança constante. Nesse sentido, com relação à História do Brasil, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3678101 História
A  história política da Inglaterra passa, principalmente, por três momentos: a Monarquia Absolutista, a República e a Monarquia Constitucional. Sobre esse contexto, analise os itens a seguir:

I. Elizabeth I, filha do rei Henrique VIII, era defensora da teoria do direito divino dos reis e, por isso, perseguiu os puritanos (calvinistas), levando muitos deles a se refugiarem na América do Norte.

II. Carlos I criou taxas alfandegárias para garantir o sustento da família real, impôs aos proprietários um empréstimo forçado à Coroa e perseguiu de forma sistemática seus opositores.

III. Transformada em república e governada por Carlos II, a Inglaterra se tornou a maior potência naval da Europa.

IV. O Parlamento depôs Jaime II e entregou o trono ao príncipe holandês Guilherme de Orange, que se comprometeu a cumprir a Declaração de Direitos estabelecida pelo Parlamento.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3678100 História
A situação de pobreza e abandono em que viviam a população do campo sob a República Oligárquica fez com que milhares de pessoas buscassem nas cidades, principalmente nas capitais, melhores condições de vida. Em outras ocasiões, a situação de miséria enfrentada pela população rural levou muitas dessas pessoas a buscar amparo de líderes místicos que se diziam porta-vozes de Deus. Surgiram, assim, os movimentos messiânicos em estados como Bahia, Paraná e Santa Catarina. Sobre esse assunto, relacione as colunas a seguir:

Coluna 1:
I. Canudos, na Bahia.
II. Canudinho de Lages, em Santa Catarina.
III. Contestado, entre Paraná e Santa Catarina.       


Coluna 2:
(__) Em meio à miséria, a população buscou refúgio nas palavras do "monge" José Maria. Dizendo-se um eleito de Deus e prometendo o advento de um reino de justiça, que muitos identificavam com a monarquia, o beato passou a ser seguido por milhares de fiéis. A reunião de um número tão grande de pessoas em uma mesma região assustava os coronéis locais, temerosos de que essas pessoas fizessem exigências políticas contrárias aos seus interesses. Contudo, o assassinato de José Maria por forças policiais em 1912 não enfraqueceu o movimento. 
(__) Eram liderados por um homem conhecido como dom Miguel ou Miguelito, que praticava rezas, receitava remédios e determinava penitências para a população. Seus seguidores acreditavam que o mundo acabaria na virada do século XIX para o século XX e cultuavam uma rocha que, segundo eles, era uma santa encantada.
(__) Antônio Conselheiro criticava a república e elogiava a monarquia, prometendo o retorno do rei de Portugal, dom Sebastião (morto no norte da África em 1578), que iria restaurar a ordem pública. Atraídas por sua pregação, dezenas de milhares de sertanejos fixaram-se na região, onde passaram a viver da agricultura de subsistência.

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Respostas
41: A
42: B
43: B
44: C
45: A
46: E
47: D
48: D
49: B
50: D
51: B
52: B
53: A
54: C
55: A
56: C
57: D
58: D
59: D
60: A