Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de jaguaruna - sc

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Q3853774 Química
A Química descritiva dos elementos representativos estuda as propriedades físicas e químicas, os padrões de reatividade e os compostos formados pelos elementos dos grupos principais da Tabela Periódica. A compreensão desses comportamentos é essencial para prever reações, aplicações industriais e implicações ambientais. Com base nesses aspectos, analise as afirmativas a seguir.

I.Os metais alcalinos apresentam elevada reatividade química, especialmente com água, formando hidróxidos fortemente básicos e liberando hidrogênio gasoso.

II.Os halogênios tendem a formar íons monovalentes negativos em compostos iônicos, em razão de sua elevada afinidade eletrônica.

III.Os elementos do grupo dos gases nobres são quimicamente inertes e não formam compostos em nenhuma condição.

IV.A acidez dos óxidos dos elementos representativos tende a aumentar da esquerda para a direita em um mesmo período da Tabela Periódica.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3853771 Direito Ambiental

A gestão adequada de resíduos sólidos é tema central da Química Ambiental e das políticas públicas ambientais no Brasil. A Lei Federal nº 12.305/2010 institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, estabelecendo princípios, objetivos e instrumentos para o gerenciamento ambientalmente adequado desses resíduos.


Com base nessa Lei Federal, analise as afirmativas a seguir.


I.A responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos envolve fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes, consumidores e titulares dos serviços públicos de limpeza urbana.


II.A não geração, a redução, a reutilização e a reciclagem constituem prioridades na gestão e no gerenciamento de resíduos sólidos.


III.A disposição final ambientalmente adequada refere-se à simples deposição dos resíduos em lixões licenciados.


IV.A logística reversa é um instrumento previsto para viabilizar a coleta e a restituição de resíduos ao setor empresarial.


Está CORRETO o que se afirma em:


Alternativas
Q3853770 Química

Em processos industriais e laboratoriais, compreender ligações químicas e conceitos de ácidos e bases é essencial para prever propriedades, reatividade e estabilidade de espécies inorgânicas e de coordenação. Considerando esses fundamentos, analise as afirmativas a seguir.


I.Compostos predominantemente iônicos, em geral, apresentam altos pontos de fusão devido à forte atração eletrostática na rede cristalina.


II.Uma base de Lewis é, necessariamente, um doador de prótons, pois sua basicidade depende da presença de hidrogênio ionizável.


III.O aumento do caráter s de um orbital híbrido tende a aumentar a eletronegatividade do átomo nesse orbital, influenciando polaridade e acidez de ligações.


IV.Em um complexo de coordenação, o ligante atua como doador de par de elétrons ao metal central, formando ligação coordenada.


Está CORRETO o que se afirma em:


Alternativas
Q3853768 Direito Ambiental
A Lei Orgânica Municipal estabelece diretrizes fundamentais para a organização do Município e para a atuação do Poder Público local, inclusive em matérias relacionadas à proteção ambiental e à gestão de serviços públicos. Esses dispositivos dialogam diretamente com princípios da Química Ambiental e com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, no que se refere à prevenção de impactos ambientais e ao gerenciamento adequado de resíduos. Considerando esses aspectos, analise as afirmativas a seguir e registre V, para Verdadeiras, e F, para Falsas:

(__)A Lei Orgânica Municipal deve observar os princípios estabelecidos na Constituição Federal e na Constituição do respectivo Estado, não podendo contrariá-los.

(__)É comum que a Lei Orgânica Municipal atribua ao Município competências relacionadas à proteção do meio ambiente e ao controle da poluição em âmbito local.

(__)A gestão de resíduos sólidos urbanos pode ser disciplinada no âmbito municipal, em consonância com a Lei Federal nº 12.305/2010, considerando os impactos ambientais associados à disposição inadequada de resíduos.

(__)A Lei Orgânica Municipal pode autorizar a disposição final de resíduos sólidos em lixões, desde que haja estudo técnico comprovando viabilidade econômica.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3853761 Português
O texto_______ constitui um gênero textual com o objetivo de ensinar ou instruir o leitor, isto é, de transmitir conhecimento. Dessa forma, esses textos podem apresentar termos técnicos e explicações sobre determinado assunto. Os livros escolares são um exemplo desse gênero.

Sua elaboração é conceitual, priorizando a clareza e a necessidade do leitor de entender o conteúdo apresentado.

Com base nos tipos textuais, preencha a lacuna com a classificação correta do texto em questão.
Alternativas
Q3853760 Português

Os sinais de pontuação e os sinais gráficos auxiliares da escrita são utilizados na linguagem escrita para conferir clareza, coesão e coerência ao texto, esclarecendo sentidos ambíguos e facilitando a leitura e a compreensão. A vírgula, por exemplo, possui diversas funções, sendo uma delas a de separar aposto explicativo. Com base nisso, analise o uso desse sinal com essa função nos enunciados a seguir:


I.Carlos, professor do Ensino Médio, está doente.


II.Alan Turing, matemático britânico, era um gênio.


III.O homem, um turista inglês, entrou no banco.


IV.O homem, nervoso, entrou na pizzaria da minha mãe.


É correto afirmar que a vírgula serviu para separar aposto explicativo em:


Alternativas
Q3853759 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ontem, hoje, amanhã

Otto Lara Resende



Quando eu era menino, meu pai teve um carro americano marca Oakland. Ninguém hoje pode imaginar o que era já não digo um carro, mas só a chegada de um carro. Comprado no Rio, subia para Minas de trem, num vagão aberto, de carga. Agora tudo se banalizou. Tudo é massificado. Qualquer patureba não só tem carro, como troca de carro toda hora. Isto me lembra uma conversa do dr. Eugênio Gudin com o dr. Raul Fernandes, quando viram um casalzinho de noivos indo pra Europa. É história do princípio dos anos 30. O dr. Gudin e o dr. Raul, duas eminências, eram dos bons tempos do imperialismo inglês. Enjoavam um pouco a bordo do Brasil e boa parte do ano iam respirar em Londres. Quando viram os pombinhos arrulhando de passagens na mão, passagens de navio, o dr. Raul disse ao dr. Gudin: "Onde estamos, seu Eugênio! Daqui a pouco qualquer pacóvio será capaz de ir à Europa". Não demorou muito e a profecia se tornou realidade. Historinha puxa historinha e me lembro do que diz o meu amigo Aloyzio de Salles: "Antigamente, só um grande brasileiro, tipo varão de Plutarco, fazia 60 anos. Hoje em dia, tem um monte de beldroegas que fazem 60, 70 e até 80 anos!". Para dar esta volta toda, está-se vendo que eu estou mais pra lá do que pra cá em matéria de idade. Pois é: Oakland. O que é a força de uma palavra. Eu pronunciava à brasileira: O-a-clande. Até que me ensinaram que oak é carvalho em inglês. Oakland, terra do carvalho. Nunca mais esqueci. Agora aconteceu esse medonho incêndio em Oakland, na Califórnia. Além de ler, vi o fogaréu na televisão, com cada chama do tamanho de um bonde queimando os carvalhos e as casas. Não foi à toa que botaram fogo no inferno. Nada mais assustador, Deus me livre! Pois vejam a força de uma palavra que vem do fundo da infância. Nunca fui a Oakland. À Califórnia, já (e tenho medo de voltar por causa dos anunciados terremotos). Graças à marca do automóvel, trago no peito o eco de uma vaga familiaridade com Oakland. Como se Oakland fosse vizinha de São João del-Rei, onde nasci e me deslumbrei com o carro de meu pai. Agora corta para a minha amiga Teresa, a que tem seis anos de idade. Ela apareceu ontem com a Caetana, minha neta, no meu escritório para me visitar. Ofereci-lhes drops misto. A Teresa pegou um sabor tangerina, começou a tirar o papel, parou e me perguntou: "Não tem cocaína, não?". A Caetana morreu de rir. Fico pensando o que ela vai escrever aqui na Folha daqui a 30 ou 40 anos.


https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/6743/ontem-hoje-amanha?utm_ source=chatgpt.com

Considerando a crônica de Otto Lara Resende, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.

(__)A narrativa é totalmente objetiva e factual.

(__)Apenas fatos científicos são importantes na narrativa.

(__)O progresso material e tecnológico não necessariamente aumenta o valor afetivo ou simbólico das coisas.

(__)O autor utiliza o humor para criar distanciamento crítico e destacar contradições da vida moderna. A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
        
Alternativas
Q3853758 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ontem, hoje, amanhã

Otto Lara Resende



Quando eu era menino, meu pai teve um carro americano marca Oakland. Ninguém hoje pode imaginar o que era já não digo um carro, mas só a chegada de um carro. Comprado no Rio, subia para Minas de trem, num vagão aberto, de carga. Agora tudo se banalizou. Tudo é massificado. Qualquer patureba não só tem carro, como troca de carro toda hora. Isto me lembra uma conversa do dr. Eugênio Gudin com o dr. Raul Fernandes, quando viram um casalzinho de noivos indo pra Europa. É história do princípio dos anos 30. O dr. Gudin e o dr. Raul, duas eminências, eram dos bons tempos do imperialismo inglês. Enjoavam um pouco a bordo do Brasil e boa parte do ano iam respirar em Londres. Quando viram os pombinhos arrulhando de passagens na mão, passagens de navio, o dr. Raul disse ao dr. Gudin: "Onde estamos, seu Eugênio! Daqui a pouco qualquer pacóvio será capaz de ir à Europa". Não demorou muito e a profecia se tornou realidade. Historinha puxa historinha e me lembro do que diz o meu amigo Aloyzio de Salles: "Antigamente, só um grande brasileiro, tipo varão de Plutarco, fazia 60 anos. Hoje em dia, tem um monte de beldroegas que fazem 60, 70 e até 80 anos!". Para dar esta volta toda, está-se vendo que eu estou mais pra lá do que pra cá em matéria de idade. Pois é: Oakland. O que é a força de uma palavra. Eu pronunciava à brasileira: O-a-clande. Até que me ensinaram que oak é carvalho em inglês. Oakland, terra do carvalho. Nunca mais esqueci. Agora aconteceu esse medonho incêndio em Oakland, na Califórnia. Além de ler, vi o fogaréu na televisão, com cada chama do tamanho de um bonde queimando os carvalhos e as casas. Não foi à toa que botaram fogo no inferno. Nada mais assustador, Deus me livre! Pois vejam a força de uma palavra que vem do fundo da infância. Nunca fui a Oakland. À Califórnia, já (e tenho medo de voltar por causa dos anunciados terremotos). Graças à marca do automóvel, trago no peito o eco de uma vaga familiaridade com Oakland. Como se Oakland fosse vizinha de São João del-Rei, onde nasci e me deslumbrei com o carro de meu pai. Agora corta para a minha amiga Teresa, a que tem seis anos de idade. Ela apareceu ontem com a Caetana, minha neta, no meu escritório para me visitar. Ofereci-lhes drops misto. A Teresa pegou um sabor tangerina, começou a tirar o papel, parou e me perguntou: "Não tem cocaína, não?". A Caetana morreu de rir. Fico pensando o que ela vai escrever aqui na Folha daqui a 30 ou 40 anos.


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"Quando eu era menino, meu pai teve um carro americano marca Oakland."

Considerando o texto-base, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3853757 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ontem, hoje, amanhã

Otto Lara Resende



Quando eu era menino, meu pai teve um carro americano marca Oakland. Ninguém hoje pode imaginar o que era já não digo um carro, mas só a chegada de um carro. Comprado no Rio, subia para Minas de trem, num vagão aberto, de carga. Agora tudo se banalizou. Tudo é massificado. Qualquer patureba não só tem carro, como troca de carro toda hora. Isto me lembra uma conversa do dr. Eugênio Gudin com o dr. Raul Fernandes, quando viram um casalzinho de noivos indo pra Europa. É história do princípio dos anos 30. O dr. Gudin e o dr. Raul, duas eminências, eram dos bons tempos do imperialismo inglês. Enjoavam um pouco a bordo do Brasil e boa parte do ano iam respirar em Londres. Quando viram os pombinhos arrulhando de passagens na mão, passagens de navio, o dr. Raul disse ao dr. Gudin: "Onde estamos, seu Eugênio! Daqui a pouco qualquer pacóvio será capaz de ir à Europa". Não demorou muito e a profecia se tornou realidade. Historinha puxa historinha e me lembro do que diz o meu amigo Aloyzio de Salles: "Antigamente, só um grande brasileiro, tipo varão de Plutarco, fazia 60 anos. Hoje em dia, tem um monte de beldroegas que fazem 60, 70 e até 80 anos!". Para dar esta volta toda, está-se vendo que eu estou mais pra lá do que pra cá em matéria de idade. Pois é: Oakland. O que é a força de uma palavra. Eu pronunciava à brasileira: O-a-clande. Até que me ensinaram que oak é carvalho em inglês. Oakland, terra do carvalho. Nunca mais esqueci. Agora aconteceu esse medonho incêndio em Oakland, na Califórnia. Além de ler, vi o fogaréu na televisão, com cada chama do tamanho de um bonde queimando os carvalhos e as casas. Não foi à toa que botaram fogo no inferno. Nada mais assustador, Deus me livre! Pois vejam a força de uma palavra que vem do fundo da infância. Nunca fui a Oakland. À Califórnia, já (e tenho medo de voltar por causa dos anunciados terremotos). Graças à marca do automóvel, trago no peito o eco de uma vaga familiaridade com Oakland. Como se Oakland fosse vizinha de São João del-Rei, onde nasci e me deslumbrei com o carro de meu pai. Agora corta para a minha amiga Teresa, a que tem seis anos de idade. Ela apareceu ontem com a Caetana, minha neta, no meu escritório para me visitar. Ofereci-lhes drops misto. A Teresa pegou um sabor tangerina, começou a tirar o papel, parou e me perguntou: "Não tem cocaína, não?". A Caetana morreu de rir. Fico pensando o que ela vai escrever aqui na Folha daqui a 30 ou 40 anos.


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"Agora corta para a minha amiga Teresa, a que tem seis anos de idade. Ela apareceu ontem com a Caetana, minha neta, no meu escritório para me visitar."

Sobre a observação do narrador em relação à Teresa e Caetana, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3853755 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ontem, hoje, amanhã

Otto Lara Resende



Quando eu era menino, meu pai teve um carro americano marca Oakland. Ninguém hoje pode imaginar o que era já não digo um carro, mas só a chegada de um carro. Comprado no Rio, subia para Minas de trem, num vagão aberto, de carga. Agora tudo se banalizou. Tudo é massificado. Qualquer patureba não só tem carro, como troca de carro toda hora. Isto me lembra uma conversa do dr. Eugênio Gudin com o dr. Raul Fernandes, quando viram um casalzinho de noivos indo pra Europa. É história do princípio dos anos 30. O dr. Gudin e o dr. Raul, duas eminências, eram dos bons tempos do imperialismo inglês. Enjoavam um pouco a bordo do Brasil e boa parte do ano iam respirar em Londres. Quando viram os pombinhos arrulhando de passagens na mão, passagens de navio, o dr. Raul disse ao dr. Gudin: "Onde estamos, seu Eugênio! Daqui a pouco qualquer pacóvio será capaz de ir à Europa". Não demorou muito e a profecia se tornou realidade. Historinha puxa historinha e me lembro do que diz o meu amigo Aloyzio de Salles: "Antigamente, só um grande brasileiro, tipo varão de Plutarco, fazia 60 anos. Hoje em dia, tem um monte de beldroegas que fazem 60, 70 e até 80 anos!". Para dar esta volta toda, está-se vendo que eu estou mais pra lá do que pra cá em matéria de idade. Pois é: Oakland. O que é a força de uma palavra. Eu pronunciava à brasileira: O-a-clande. Até que me ensinaram que oak é carvalho em inglês. Oakland, terra do carvalho. Nunca mais esqueci. Agora aconteceu esse medonho incêndio em Oakland, na Califórnia. Além de ler, vi o fogaréu na televisão, com cada chama do tamanho de um bonde queimando os carvalhos e as casas. Não foi à toa que botaram fogo no inferno. Nada mais assustador, Deus me livre! Pois vejam a força de uma palavra que vem do fundo da infância. Nunca fui a Oakland. À Califórnia, já (e tenho medo de voltar por causa dos anunciados terremotos). Graças à marca do automóvel, trago no peito o eco de uma vaga familiaridade com Oakland. Como se Oakland fosse vizinha de São João del-Rei, onde nasci e me deslumbrei com o carro de meu pai. Agora corta para a minha amiga Teresa, a que tem seis anos de idade. Ela apareceu ontem com a Caetana, minha neta, no meu escritório para me visitar. Ofereci-lhes drops misto. A Teresa pegou um sabor tangerina, começou a tirar o papel, parou e me perguntou: "Não tem cocaína, não?". A Caetana morreu de rir. Fico pensando o que ela vai escrever aqui na Folha daqui a 30 ou 40 anos.


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"Nunca fui a Oakland. À Califórnia, já (e tenho medo de voltar por causa dos anunciados terremotos)."


O verbo "ir" rege preposição e, por isso, pode exigir o uso de crase, a depender do contexto de emprego.


Com base nisso, observe o uso desse sinal no enunciado acima e analise as afirmativas:


I.A crase antes de "Califórnia" ocorre devido a fusão da preposição exigida pelo verbo 'ir' com o artigo feminino que antecede o nome do lugar, que admite artigo.


II.O emprego da crase antes de "Oakland" é facultativo, o que justifica a sua ausência.


III.Houve falha na construção "a Oakland", pois a crase é obrigatória por se tratar de locução adverbial feminina.


IV.A crase ocorre obrigatoriamente antes de qualquer nome geográfico feminino, por isso houve falha na ausência da crase antes de "Oakland".


É correto o que se afirma em:


Alternativas
Q3853754 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ontem, hoje, amanhã

Otto Lara Resende



Quando eu era menino, meu pai teve um carro americano marca Oakland. Ninguém hoje pode imaginar o que era já não digo um carro, mas só a chegada de um carro. Comprado no Rio, subia para Minas de trem, num vagão aberto, de carga. Agora tudo se banalizou. Tudo é massificado. Qualquer patureba não só tem carro, como troca de carro toda hora. Isto me lembra uma conversa do dr. Eugênio Gudin com o dr. Raul Fernandes, quando viram um casalzinho de noivos indo pra Europa. É história do princípio dos anos 30. O dr. Gudin e o dr. Raul, duas eminências, eram dos bons tempos do imperialismo inglês. Enjoavam um pouco a bordo do Brasil e boa parte do ano iam respirar em Londres. Quando viram os pombinhos arrulhando de passagens na mão, passagens de navio, o dr. Raul disse ao dr. Gudin: "Onde estamos, seu Eugênio! Daqui a pouco qualquer pacóvio será capaz de ir à Europa". Não demorou muito e a profecia se tornou realidade. Historinha puxa historinha e me lembro do que diz o meu amigo Aloyzio de Salles: "Antigamente, só um grande brasileiro, tipo varão de Plutarco, fazia 60 anos. Hoje em dia, tem um monte de beldroegas que fazem 60, 70 e até 80 anos!". Para dar esta volta toda, está-se vendo que eu estou mais pra lá do que pra cá em matéria de idade. Pois é: Oakland. O que é a força de uma palavra. Eu pronunciava à brasileira: O-a-clande. Até que me ensinaram que oak é carvalho em inglês. Oakland, terra do carvalho. Nunca mais esqueci. Agora aconteceu esse medonho incêndio em Oakland, na Califórnia. Além de ler, vi o fogaréu na televisão, com cada chama do tamanho de um bonde queimando os carvalhos e as casas. Não foi à toa que botaram fogo no inferno. Nada mais assustador, Deus me livre! Pois vejam a força de uma palavra que vem do fundo da infância. Nunca fui a Oakland. À Califórnia, já (e tenho medo de voltar por causa dos anunciados terremotos). Graças à marca do automóvel, trago no peito o eco de uma vaga familiaridade com Oakland. Como se Oakland fosse vizinha de São João del-Rei, onde nasci e me deslumbrei com o carro de meu pai. Agora corta para a minha amiga Teresa, a que tem seis anos de idade. Ela apareceu ontem com a Caetana, minha neta, no meu escritório para me visitar. Ofereci-lhes drops misto. A Teresa pegou um sabor tangerina, começou a tirar o papel, parou e me perguntou: "Não tem cocaína, não?". A Caetana morreu de rir. Fico pensando o que ela vai escrever aqui na Folha daqui a 30 ou 40 anos.


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"Pois vejam a força de uma palavra que vem do fundo da infância."


A partir do trecho e do texto-base, é CORRETO afirmar que:


Alternativas
Q3853753 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ontem, hoje, amanhã

Otto Lara Resende



Quando eu era menino, meu pai teve um carro americano marca Oakland. Ninguém hoje pode imaginar o que era já não digo um carro, mas só a chegada de um carro. Comprado no Rio, subia para Minas de trem, num vagão aberto, de carga. Agora tudo se banalizou. Tudo é massificado. Qualquer patureba não só tem carro, como troca de carro toda hora. Isto me lembra uma conversa do dr. Eugênio Gudin com o dr. Raul Fernandes, quando viram um casalzinho de noivos indo pra Europa. É história do princípio dos anos 30. O dr. Gudin e o dr. Raul, duas eminências, eram dos bons tempos do imperialismo inglês. Enjoavam um pouco a bordo do Brasil e boa parte do ano iam respirar em Londres. Quando viram os pombinhos arrulhando de passagens na mão, passagens de navio, o dr. Raul disse ao dr. Gudin: "Onde estamos, seu Eugênio! Daqui a pouco qualquer pacóvio será capaz de ir à Europa". Não demorou muito e a profecia se tornou realidade. Historinha puxa historinha e me lembro do que diz o meu amigo Aloyzio de Salles: "Antigamente, só um grande brasileiro, tipo varão de Plutarco, fazia 60 anos. Hoje em dia, tem um monte de beldroegas que fazem 60, 70 e até 80 anos!". Para dar esta volta toda, está-se vendo que eu estou mais pra lá do que pra cá em matéria de idade. Pois é: Oakland. O que é a força de uma palavra. Eu pronunciava à brasileira: O-a-clande. Até que me ensinaram que oak é carvalho em inglês. Oakland, terra do carvalho. Nunca mais esqueci. Agora aconteceu esse medonho incêndio em Oakland, na Califórnia. Além de ler, vi o fogaréu na televisão, com cada chama do tamanho de um bonde queimando os carvalhos e as casas. Não foi à toa que botaram fogo no inferno. Nada mais assustador, Deus me livre! Pois vejam a força de uma palavra que vem do fundo da infância. Nunca fui a Oakland. À Califórnia, já (e tenho medo de voltar por causa dos anunciados terremotos). Graças à marca do automóvel, trago no peito o eco de uma vaga familiaridade com Oakland. Como se Oakland fosse vizinha de São João del-Rei, onde nasci e me deslumbrei com o carro de meu pai. Agora corta para a minha amiga Teresa, a que tem seis anos de idade. Ela apareceu ontem com a Caetana, minha neta, no meu escritório para me visitar. Ofereci-lhes drops misto. A Teresa pegou um sabor tangerina, começou a tirar o papel, parou e me perguntou: "Não tem cocaína, não?". A Caetana morreu de rir. Fico pensando o que ela vai escrever aqui na Folha daqui a 30 ou 40 anos.


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A coerência assegura que as ideias de um texto se relacionem de forma lógica e consistente, mantendo a unidade temática e o sentido global da mensagem. Com base nos mecanismos de coerência e coesão textual, analise as afirmativas a seguir:


I.Por se tratar de uma crônica, os acontecimentos são apresentados de forma totalmente aleatória, sem qualquer organização temática ou relação de sentido entre passado e presente.


II.Há marcas de coesão referencial, com emprego de pronomes e substantivos que retomam elementos citados.


III.Há marcadores de tempo que ajudam a situar os fatos, como em "Em 2013...", "ontem", "Até que".


IV.Há o uso de recursos que evitam repetições desnecessárias, preservando o sentido, assim como o emprego de paralelismo e de repetições intencionais para produzir efeito estilístico.


É correto o que se afirma em:


Alternativas
Q3853426 Engenharia Ambiental e Sanitária
O ciclo do nitrogênio desempenha um papel crucial no tratamento biológico de efluentes, onde microrganismos específicos convertem formas tóxicas de nitrogênio em formas gasosas inertes. Ao projetar uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) com etapa de remoção de nutrientes, o engenheiro deve compreender as fases de nitrificação e desnitrificação. Considerando a bioquímica desse ciclo no contexto do tratamento de águas residuárias, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3853425 Engenharia Ambiental e Sanitária
O lodo gerado em estações de tratamento de esgoto (biossólido) possui potencial para uso agrícola, desde que submetido a processos de estabilização e higienização para redução de patógenos e vetores. Acerca das diretrizes para o gerenciamento e aplicação de lodos no solo, conforme a Resolução CONAMA nº 498/2020, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)A estabilização alcalina prolongada (caleação) é um método eficaz que eleva o pH do lodo para eliminar microrganismos patogênicos e reduzir a atração de vetores.

(__)É permitida a aplicação de lodo de esgoto em áreas de pastagem e cultivo de hortaliças, tubérculos e raízes que sejam consumidos crus, desde que o lodo seja classe B.

(__)O teor de metais pesados, como cádmio, chumbo e mercúrio, deve ser monitorado e não pode exceder os limites máximos estabelecidos, sob pena de inviabilizar o uso agrícola do lote de lodo.

(__)A secagem térmica do lodo visa apenas a redução de volume para transporte, não sendo considerada um processo de higienização térmica capaz de produzir biossólidos classe A.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:

Alternativas
Q3853424 Engenharia Ambiental e Sanitária
O processo de lodos ativados é amplamente utilizado para o tratamento secundário de esgotos devido à sua alta eficiência na remoção de matéria orgânica e possibilidade de nitrificação. A operação desse sistema depende do equilíbrio entre a biomassa e o alimento disponível no reator biológico. Com base nos princípios operacionais dos lodos ativados, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3853423 Direito Ambiental
A Lei nº 12.305/2010 instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), estabelecendo princípios, objetivos e instrumentos para a gestão integrada. Um dos pilares dessa legislação é a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos. Analise as afirmativas a seguir à luz da PNRS.

I.A logística reversa é um instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações para viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento ou destinação adequada.

II.A responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos abrange apenas os fabricantes e importadores, isentando os distribuidores, comerciantes e consumidores de qualquer obrigação no retorno dos produtos pós-consumo.

III.A disposição final ambientalmente adequada, em aterros sanitários, deve ser aplicada exclusivamente aos rejeitos, ou seja, àqueles resíduos que não possuem mais viabilidade técnica ou econômica de tratamento e recuperação.

Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3853421 Direito Ambiental
O licenciamento ambiental é o procedimento administrativo pelo qual o órgão ambiental autoriza a localização, instalação, ampliação e operação de empreendimentos utilizadores de recursos ambientais. No rito trifásico tradicional, cada licença possui uma finalidade específica. Considerando a função da Licença de Instalação (LI), assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3853420 Engenharia Ambiental e Sanitária
A caracterização qualitativa e quantitativa do esgoto bruto é a etapa primordial para o dimensionamento de unidades de tratamento, envolvendo parâmetros físicos, químicos e biológicos. Analise as afirmativas a seguir sobre os indicadores de poluição presentes nos efluentes domésticos.

I.A Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO) representa a quantidade de oxigênio necessária para oxidar a matéria orgânica biodegradável por meio de bactérias aeróbias, servindo como principal indicador de carga orgânica.

II.Os Coliformes Termotolerantes (anteriormente fecais) são utilizados como indicadores de contaminação fecal e da possível presença de organismos patogênicos, sendo essenciais para avaliar o risco sanitário.

III.Os Sólidos Suspensos Totais (SST) correspondem exclusivamente à matéria inorgânica, como areia e silte, não possuindo fração orgânica volátil passível de biodegradação.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3853419 Engenharia Ambiental e Sanitária
A disposição final ambientalmente adequada de rejeitos exige a implementação de barreiras de proteção para evitar a contaminação do solo e dos recursos hídricos subterrâneos pelo chorume gerado. Acerca dos elementos técnicos obrigatórios em aterros sanitários de resíduos classe II não perigosos, conforme normas vigentes, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)O sistema de impermeabilização de base deve ser composto por uma camada de argila compactada com baixa permeabilidade combinada com geomembrana sintética de Polietileno de Alta Densidade (PEAD).

(__)É permitido o lançamento de resíduos de serviços de saúde (RSS) sem tratamento prévio diretamente na frente de trabalho do aterro sanitário convencional, misturando-os aos resíduos sólidos urbanos.

(__)O sistema de drenagem de gases deve ser projetado para captar, tratar ou queimar o biogás gerado pela decomposição anaeróbia da matéria orgânica, visando reduzir o efeito estufa e o risco de explosões.

(__)A cobertura diária dos resíduos com solo ou material inerte é opcional, devendo ser realizada apenas quando houver previsão de chuvas intensas para evitar a geração excessiva de lixiviado.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:

Alternativas
Q3853418 Engenharia Ambiental e Sanitária
A qualidade da água em um reservatório de abastecimento pode ser comprometida pelo fenômeno da eutrofização, resultante do aporte excessivo de nutrientes. Ao monitorar as características limnológicas desse corpo hídrico, o engenheiro ambiental deve correlacionar os parâmetros químicos, físicos e biológicos. Assinale a alternativa correta sobre as interações decorrentes da eutrofização.
Alternativas
Respostas
1: A
2: C
3: D
4: B
5: C
6: D
7: C
8: A
9: B
10: C
11: B
12: B
13: B
14: C
15: B
16: A
17: D
18: B
19: B
20: A