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Q3851031 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


[...]


Para quem deseja ampliar ainda mais essa vibração, Márcia recomenda combinar o vermelho com dourado. A união intensifica a energia de prosperidade, honra, reconhecimento e oportunidades financeiras.


No entanto, nem só de tons intensos vive a virada. Márcia explica que azuis suaves também podem ser usados por quem busca proteção energética com mais tranquilidade. "Esses tons funcionam como um escudo vibracional contra conflitos, equilibram a impulsividade de Marte e trazem serenidade ao novo ciclo", ensina.


Por outro lado, algumas cores devem ser evitadas. Cinza opaco e marrom escuro podem bloquear a força de iniciativa e gerar sensação de estagnação. "Ou seja, movimentos contrários ao ano de Marte, que pede ação, impulso e movimento", finaliza Márcia.


(Disponível em: https://www.uol.com.br/universa/horoscopo/noticias/redacao/2025/12/09/marte-rege-2026-marcia-sensitiva-explica-qual-cor-usar-no-ano-novo. htm. Acesso em 09 dez. 2025. Adaptado.)

Tendo o processo de articulação das ideias e de construção de sentidos como referência, analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:



(__)A locução conjuntiva "No entanto", estabelece uma relação de restrição que será completada pela expressão "nem só".


(__)A palavra "como" pode exercer tanto a função de advérbio quanto de conjunção, a depender do contexto. No texto, ele atua como conjunção articulando duas orações e estabelecendo o sentido de comparação.


(__)A palavra "também" pode exercer função de advérbio, conjunção e até de interjeição em contextos informais. No texto, a palavra "também" foi usada como advérbio, modificando o sentido da oração seguinte ao conferir-lhe "ênfase".



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Q3851030 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


[...]


Para quem deseja ampliar ainda mais essa vibração, Márcia recomenda combinar o vermelho com dourado. A união intensifica a energia de prosperidade, honra, reconhecimento e oportunidades financeiras.


No entanto, nem só de tons intensos vive a virada. Márcia explica que azuis suaves também podem ser usados por quem busca proteção energética com mais tranquilidade. "Esses tons funcionam como um escudo vibracional contra conflitos, equilibram a impulsividade de Marte e trazem serenidade ao novo ciclo", ensina.


Por outro lado, algumas cores devem ser evitadas. Cinza opaco e marrom escuro podem bloquear a força de iniciativa e gerar sensação de estagnação. "Ou seja, movimentos contrários ao ano de Marte, que pede ação, impulso e movimento", finaliza Márcia.


(Disponível em: https://www.uol.com.br/universa/horoscopo/noticias/redacao/2025/12/09/marte-rege-2026-marcia-sensitiva-explica-qual-cor-usar-no-ano-novo. htm. Acesso em 09 dez. 2025. Adaptado.)

Um dos recursos para dar conexão entre ideias é o uso das chamadas partículas, locuções ou expressões de transição, as quais permitem encadear de maneira coerente vários enunciados, criando sentidos. No texto, há o uso da expressão "por outro lado". A respeito dela, analise as sentenças a seguir:



I.A expressão foi usada equivocadamente, pois ela prevê, anteriormente, seu par "de um lado". Desse modo, a ideia construída no texto ficou incompleta.


II.O sentido que essa expressão cria no texto é de adição ou de continuação, possibilitando a coesão sequencial.


III.A expressão poderia ser substituída por "de outro ponto de vista" ou "sob outra perspectiva", mantendo o encadeamento das ideias e o sentido dado pela autora do texto.



É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3851029 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O impacto das fake news na saúde de populações vulneráveis


A desinformação na saúde segue matando, afastando populações vulneráveis do cuidado e transformando a mentira em ferramenta política.


A disseminação de informações falsas sobre saúde representa uma das ameaças mais urgentes à saúde pública dos dias atuais, especialmente quando pensamos nos grupos marginalizados que já enfrentam barreiras no acesso aos serviços de qualidade.


É a partir desse recorte que estamos enxergando que a desinformação na área médica não é apenas um problema digital abstrato: ela mata, adoece e aprofunda desigualdades históricas.


E, infelizmente, comunidades com menor letramento digital tornam-se alvos preferenciais de narrativas enganosas sobre curas milagrosas, teorias conspiratórias e campanhas antivacina, por exemplo. [...] A desinformação se transformou em arma política − e seus efeitos já se refletem diretamente na saúde coletiva.


É preciso entender o impacto das fake news na saúde dessas comunidades e porque é fundamental construir estratégias efetivas de proteção coletiva. [...]


O impacto das fake news na saúde pública


Dados já comprovaram que o celular é mais democrático do que o acesso à saúde pública. Aliado a isso, moradores de periferias urbanas e áreas rurais remotas frequentemente carecem de acesso regular a profissionais de saúde qualificados, dependendo de agentes comunitários e da internet como fontes primárias de orientação médica.


É assim que fake news acabam se infiltrando nesses canais informais e o resultado se torna verdadeiramente devastador: desde a interrupção de tratamentos essenciais até a adesão a protocolos perigosos que prometem curas rápidas para doenças crônicas.


O sistema de saúde pública brasileiro, já sobrecarregado por demandas estruturais, vê seus esforços sabotados por campanhas de desinformação coordenadas. A queda nas taxas de vacinação infantil, por exemplo, está diretamente relacionada à proliferação de mentiras sobre supostos efeitos colaterais de imunizantes.


Comunidades indígenas, quilombolas e habitantes de favelas tornam-se particularmente vulneráveis quando informações falsas circulam em grupos fechados de WhatsApp e Telegram.


A expansão da telemedicina, embora promissora para reduzir desigualdades regionais, também cria novos vetores para a desinformação. Consultas on-line sem regulamentação adequada permitem que profissionais sem qualificação ou com intenções duvidosas prescrevam tratamentos ineficazes.


No Nordeste brasileiro, onde há maiores índices de desigualdade socioeconômica e menores níveis médios de escolaridade, pacientes em situação de vulnerabilidade tendem a ter mais dificuldade em checar informações de saúde.


Algo que, na prática, os torna mais vulneráveis a acreditar em conteúdos enganosos ou em falsos especialistas nas redes. [...]


(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/conhecimento/fake-news-na-saude/. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)

As palavras não têm sentido único e o sentido será dado pelo contexto em que as palavras atuam. Além disso, não há sinônimo absoluto. É o que acontece com as palavras "proliferação", "colaterais" e "imunizantes" no excerto a seguir:


"A queda nas taxas de vacinação infantil, por exemplo, está diretamente relacionada à proliferação de mentiras sobre supostos efeitos colaterais de imunizantes."


Tendo isso em consideração, analise as sentenças a seguir:



I."Proliferação", no excerto, tem o sentido de "gerar prole".


II."Colaterais", apesar de significar "aquilo que está lado a lado, em posição paralela", no excerto, seu sentido é de "aquilo que vai além do esperado".


III.A palavra "imunizante", no excerto, tem sentido literal: aquilo que torna imune ou torna refratário a (agentes patogênicos, moléstias).



É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3851028 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O impacto das fake news na saúde de populações vulneráveis


A desinformação na saúde segue matando, afastando populações vulneráveis do cuidado e transformando a mentira em ferramenta política.


A disseminação de informações falsas sobre saúde representa uma das ameaças mais urgentes à saúde pública dos dias atuais, especialmente quando pensamos nos grupos marginalizados que já enfrentam barreiras no acesso aos serviços de qualidade.


É a partir desse recorte que estamos enxergando que a desinformação na área médica não é apenas um problema digital abstrato: ela mata, adoece e aprofunda desigualdades históricas.


E, infelizmente, comunidades com menor letramento digital tornam-se alvos preferenciais de narrativas enganosas sobre curas milagrosas, teorias conspiratórias e campanhas antivacina, por exemplo. [...] A desinformação se transformou em arma política − e seus efeitos já se refletem diretamente na saúde coletiva.


É preciso entender o impacto das fake news na saúde dessas comunidades e porque é fundamental construir estratégias efetivas de proteção coletiva. [...]


O impacto das fake news na saúde pública


Dados já comprovaram que o celular é mais democrático do que o acesso à saúde pública. Aliado a isso, moradores de periferias urbanas e áreas rurais remotas frequentemente carecem de acesso regular a profissionais de saúde qualificados, dependendo de agentes comunitários e da internet como fontes primárias de orientação médica.


É assim que fake news acabam se infiltrando nesses canais informais e o resultado se torna verdadeiramente devastador: desde a interrupção de tratamentos essenciais até a adesão a protocolos perigosos que prometem curas rápidas para doenças crônicas.


O sistema de saúde pública brasileiro, já sobrecarregado por demandas estruturais, vê seus esforços sabotados por campanhas de desinformação coordenadas. A queda nas taxas de vacinação infantil, por exemplo, está diretamente relacionada à proliferação de mentiras sobre supostos efeitos colaterais de imunizantes.


Comunidades indígenas, quilombolas e habitantes de favelas tornam-se particularmente vulneráveis quando informações falsas circulam em grupos fechados de WhatsApp e Telegram.


A expansão da telemedicina, embora promissora para reduzir desigualdades regionais, também cria novos vetores para a desinformação. Consultas on-line sem regulamentação adequada permitem que profissionais sem qualificação ou com intenções duvidosas prescrevam tratamentos ineficazes.


No Nordeste brasileiro, onde há maiores índices de desigualdade socioeconômica e menores níveis médios de escolaridade, pacientes em situação de vulnerabilidade tendem a ter mais dificuldade em checar informações de saúde.


Algo que, na prática, os torna mais vulneráveis a acreditar em conteúdos enganosos ou em falsos especialistas nas redes. [...]


(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/conhecimento/fake-news-na-saude/. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)

Analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:



(__)A expressão "fake news" é um estrangeirismo, ou seja, trata-se de uma palavra de outro idioma, incorporada ao português. É o mesmo que acontece com "on-line". 


(__)A palavra "antivacina" é formada pelo processo de derivação prefixal. O acréscimo do prefixo "anti-" confere à nova palavra a ideia de "condição, de movimento contrário".


(__)A palavra "socioeconômica" é composta por justaposição.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Q3851027 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O impacto das fake news na saúde de populações vulneráveis


A desinformação na saúde segue matando, afastando populações vulneráveis do cuidado e transformando a mentira em ferramenta política.


A disseminação de informações falsas sobre saúde representa uma das ameaças mais urgentes à saúde pública dos dias atuais, especialmente quando pensamos nos grupos marginalizados que já enfrentam barreiras no acesso aos serviços de qualidade.


É a partir desse recorte que estamos enxergando que a desinformação na área médica não é apenas um problema digital abstrato: ela mata, adoece e aprofunda desigualdades históricas.


E, infelizmente, comunidades com menor letramento digital tornam-se alvos preferenciais de narrativas enganosas sobre curas milagrosas, teorias conspiratórias e campanhas antivacina, por exemplo. [...] A desinformação se transformou em arma política − e seus efeitos já se refletem diretamente na saúde coletiva.


É preciso entender o impacto das fake news na saúde dessas comunidades e porque é fundamental construir estratégias efetivas de proteção coletiva. [...]


O impacto das fake news na saúde pública


Dados já comprovaram que o celular é mais democrático do que o acesso à saúde pública. Aliado a isso, moradores de periferias urbanas e áreas rurais remotas frequentemente carecem de acesso regular a profissionais de saúde qualificados, dependendo de agentes comunitários e da internet como fontes primárias de orientação médica.


É assim que fake news acabam se infiltrando nesses canais informais e o resultado se torna verdadeiramente devastador: desde a interrupção de tratamentos essenciais até a adesão a protocolos perigosos que prometem curas rápidas para doenças crônicas.


O sistema de saúde pública brasileiro, já sobrecarregado por demandas estruturais, vê seus esforços sabotados por campanhas de desinformação coordenadas. A queda nas taxas de vacinação infantil, por exemplo, está diretamente relacionada à proliferação de mentiras sobre supostos efeitos colaterais de imunizantes.


Comunidades indígenas, quilombolas e habitantes de favelas tornam-se particularmente vulneráveis quando informações falsas circulam em grupos fechados de WhatsApp e Telegram.


A expansão da telemedicina, embora promissora para reduzir desigualdades regionais, também cria novos vetores para a desinformação. Consultas on-line sem regulamentação adequada permitem que profissionais sem qualificação ou com intenções duvidosas prescrevam tratamentos ineficazes.


No Nordeste brasileiro, onde há maiores índices de desigualdade socioeconômica e menores níveis médios de escolaridade, pacientes em situação de vulnerabilidade tendem a ter mais dificuldade em checar informações de saúde.


Algo que, na prática, os torna mais vulneráveis a acreditar em conteúdos enganosos ou em falsos especialistas nas redes. [...]


(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/conhecimento/fake-news-na-saude/. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)

A respeito da coesão, analise o excerto e as sentenças. Lembre-se que essa análise precisa considerar o texto como um todo e não apenas o excerto isolado. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:


"É a partir desse recorte que estamos enxergando que a desinformação na área médica não é apenas um problema digital abstrato: ela mata, adoece e aprofunda desigualdades históricas."



(__)O pronome demonstrativo "esse" tem como referente o recorte apresentado no parágrafo anterior, que está na relação entre a disseminação de informações falsas e os impactos na saúde, em especial nos grupos marginalizados.


(__)Um dos recursos coesivos é o uso de pronomes pessoais substituindo algo que já foi mencionado no texto, em uma coesão referencial. Um exemplo disso é o pronome "ela" que tem como referente apenas "desinformação".


(__)A expressão "não apenas" mobiliza a sequenciação, uma vez que ela precisa de um completo, instaurado pelo trecho "ela mata, adoece e aprofunda desigualdades históricas".


(__)A construção "um problema digital abstrato" retoma "desinformação na área médica".



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Q3851026 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O impacto das fake news na saúde de populações vulneráveis


A desinformação na saúde segue matando, afastando populações vulneráveis do cuidado e transformando a mentira em ferramenta política.


A disseminação de informações falsas sobre saúde representa uma das ameaças mais urgentes à saúde pública dos dias atuais, especialmente quando pensamos nos grupos marginalizados que já enfrentam barreiras no acesso aos serviços de qualidade.


É a partir desse recorte que estamos enxergando que a desinformação na área médica não é apenas um problema digital abstrato: ela mata, adoece e aprofunda desigualdades históricas.


E, infelizmente, comunidades com menor letramento digital tornam-se alvos preferenciais de narrativas enganosas sobre curas milagrosas, teorias conspiratórias e campanhas antivacina, por exemplo. [...] A desinformação se transformou em arma política − e seus efeitos já se refletem diretamente na saúde coletiva.


É preciso entender o impacto das fake news na saúde dessas comunidades e porque é fundamental construir estratégias efetivas de proteção coletiva. [...]


O impacto das fake news na saúde pública


Dados já comprovaram que o celular é mais democrático do que o acesso à saúde pública. Aliado a isso, moradores de periferias urbanas e áreas rurais remotas frequentemente carecem de acesso regular a profissionais de saúde qualificados, dependendo de agentes comunitários e da internet como fontes primárias de orientação médica.


É assim que fake news acabam se infiltrando nesses canais informais e o resultado se torna verdadeiramente devastador: desde a interrupção de tratamentos essenciais até a adesão a protocolos perigosos que prometem curas rápidas para doenças crônicas.


O sistema de saúde pública brasileiro, já sobrecarregado por demandas estruturais, vê seus esforços sabotados por campanhas de desinformação coordenadas. A queda nas taxas de vacinação infantil, por exemplo, está diretamente relacionada à proliferação de mentiras sobre supostos efeitos colaterais de imunizantes.


Comunidades indígenas, quilombolas e habitantes de favelas tornam-se particularmente vulneráveis quando informações falsas circulam em grupos fechados de WhatsApp e Telegram.


A expansão da telemedicina, embora promissora para reduzir desigualdades regionais, também cria novos vetores para a desinformação. Consultas on-line sem regulamentação adequada permitem que profissionais sem qualificação ou com intenções duvidosas prescrevam tratamentos ineficazes.


No Nordeste brasileiro, onde há maiores índices de desigualdade socioeconômica e menores níveis médios de escolaridade, pacientes em situação de vulnerabilidade tendem a ter mais dificuldade em checar informações de saúde.


Algo que, na prática, os torna mais vulneráveis a acreditar em conteúdos enganosos ou em falsos especialistas nas redes. [...]


(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/conhecimento/fake-news-na-saude/. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)

Para a boa leitura e interpretação de um texto, não basta ao leitor decodificar as palavras ou ler apenas o texto escrito. Ele precisa mobilizar conhecimentos prévios para fazer leituras que não estão explícitas nas linhas do texto, a partir de reflexões sobre situações anteriores em que teve contato com os temas ali tratados. Tendo isso em consideração, analise as sentenças a seguir:



I.A parcela da população mais suscetível a ser enganada pelas informações falsas sobre saúde é a população com menor educação digital. Isso agrava pelo fato de que o acesso ao celular é mais democrático do que o acesso à saúde.


II.A discussão no texto possibilita ao leitor inferir que há uma relação entre a falta de investimento em saúde pública, o que prejudica, por exemplo, o acesso regular a profissionais de saúde, e o acesso às informações falsas.


III.Por causa de informações falsas, divulgadas nos grupos de redes sociais virtuais por exemplo, pessoas interrompem tratamentos e adotam práticas perigosas, inclusive, no que se refere à não vacinação.



É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3851025 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O impacto das fake news na saúde de populações vulneráveis


A desinformação na saúde segue matando, afastando populações vulneráveis do cuidado e transformando a mentira em ferramenta política.


A disseminação de informações falsas sobre saúde representa uma das ameaças mais urgentes à saúde pública dos dias atuais, especialmente quando pensamos nos grupos marginalizados que já enfrentam barreiras no acesso aos serviços de qualidade.


É a partir desse recorte que estamos enxergando que a desinformação na área médica não é apenas um problema digital abstrato: ela mata, adoece e aprofunda desigualdades históricas.


E, infelizmente, comunidades com menor letramento digital tornam-se alvos preferenciais de narrativas enganosas sobre curas milagrosas, teorias conspiratórias e campanhas antivacina, por exemplo. [...] A desinformação se transformou em arma política − e seus efeitos já se refletem diretamente na saúde coletiva.


É preciso entender o impacto das fake news na saúde dessas comunidades e porque é fundamental construir estratégias efetivas de proteção coletiva. [...]


O impacto das fake news na saúde pública


Dados já comprovaram que o celular é mais democrático do que o acesso à saúde pública. Aliado a isso, moradores de periferias urbanas e áreas rurais remotas frequentemente carecem de acesso regular a profissionais de saúde qualificados, dependendo de agentes comunitários e da internet como fontes primárias de orientação médica.


É assim que fake news acabam se infiltrando nesses canais informais e o resultado se torna verdadeiramente devastador: desde a interrupção de tratamentos essenciais até a adesão a protocolos perigosos que prometem curas rápidas para doenças crônicas.


O sistema de saúde pública brasileiro, já sobrecarregado por demandas estruturais, vê seus esforços sabotados por campanhas de desinformação coordenadas. A queda nas taxas de vacinação infantil, por exemplo, está diretamente relacionada à proliferação de mentiras sobre supostos efeitos colaterais de imunizantes.


Comunidades indígenas, quilombolas e habitantes de favelas tornam-se particularmente vulneráveis quando informações falsas circulam em grupos fechados de WhatsApp e Telegram.


A expansão da telemedicina, embora promissora para reduzir desigualdades regionais, também cria novos vetores para a desinformação. Consultas on-line sem regulamentação adequada permitem que profissionais sem qualificação ou com intenções duvidosas prescrevam tratamentos ineficazes.


No Nordeste brasileiro, onde há maiores índices de desigualdade socioeconômica e menores níveis médios de escolaridade, pacientes em situação de vulnerabilidade tendem a ter mais dificuldade em checar informações de saúde.


Algo que, na prática, os torna mais vulneráveis a acreditar em conteúdos enganosos ou em falsos especialistas nas redes. [...]


(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/conhecimento/fake-news-na-saude/. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)

"O sistema de saúde pública brasileiro, já sobrecarregado por demandas estruturais, vê seus esforços sabotados por campanhas de desinformação coordenadas."


Analise o excerto quanto ao uso das vírgulas e assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3851024 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O impacto das fake news na saúde de populações vulneráveis


A desinformação na saúde segue matando, afastando populações vulneráveis do cuidado e transformando a mentira em ferramenta política.


A disseminação de informações falsas sobre saúde representa uma das ameaças mais urgentes à saúde pública dos dias atuais, especialmente quando pensamos nos grupos marginalizados que já enfrentam barreiras no acesso aos serviços de qualidade.


É a partir desse recorte que estamos enxergando que a desinformação na área médica não é apenas um problema digital abstrato: ela mata, adoece e aprofunda desigualdades históricas.


E, infelizmente, comunidades com menor letramento digital tornam-se alvos preferenciais de narrativas enganosas sobre curas milagrosas, teorias conspiratórias e campanhas antivacina, por exemplo. [...] A desinformação se transformou em arma política − e seus efeitos já se refletem diretamente na saúde coletiva.


É preciso entender o impacto das fake news na saúde dessas comunidades e porque é fundamental construir estratégias efetivas de proteção coletiva. [...]


O impacto das fake news na saúde pública


Dados já comprovaram que o celular é mais democrático do que o acesso à saúde pública. Aliado a isso, moradores de periferias urbanas e áreas rurais remotas frequentemente carecem de acesso regular a profissionais de saúde qualificados, dependendo de agentes comunitários e da internet como fontes primárias de orientação médica.


É assim que fake news acabam se infiltrando nesses canais informais e o resultado se torna verdadeiramente devastador: desde a interrupção de tratamentos essenciais até a adesão a protocolos perigosos que prometem curas rápidas para doenças crônicas.


O sistema de saúde pública brasileiro, já sobrecarregado por demandas estruturais, vê seus esforços sabotados por campanhas de desinformação coordenadas. A queda nas taxas de vacinação infantil, por exemplo, está diretamente relacionada à proliferação de mentiras sobre supostos efeitos colaterais de imunizantes.


Comunidades indígenas, quilombolas e habitantes de favelas tornam-se particularmente vulneráveis quando informações falsas circulam em grupos fechados de WhatsApp e Telegram.


A expansão da telemedicina, embora promissora para reduzir desigualdades regionais, também cria novos vetores para a desinformação. Consultas on-line sem regulamentação adequada permitem que profissionais sem qualificação ou com intenções duvidosas prescrevam tratamentos ineficazes.


No Nordeste brasileiro, onde há maiores índices de desigualdade socioeconômica e menores níveis médios de escolaridade, pacientes em situação de vulnerabilidade tendem a ter mais dificuldade em checar informações de saúde.


Algo que, na prática, os torna mais vulneráveis a acreditar em conteúdos enganosos ou em falsos especialistas nas redes. [...]


(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/conhecimento/fake-news-na-saude/. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)

A respeito do texto, analise as sentenças a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:



(__)O texto faz um recorte temático para desenvolver sua discussão: o impacto da disseminação de informações falsas na saúde de populações marginalizadas, mais vulneráveis.


(__)O texto apresenta um tom mais impessoal, característico de textos que não são, prioritariamente, opinativos. Uma das marcas dessa impessoalidade está na escolha por usar a 3ª pessoa ao invés da 1ª. No texto, apesar de haver dois verbos em 1ª pessoa do plural (1º e 2º parágrafos), o que predomina é a 3ª pessoa, tornando o texto mais impessoal.


(__)Ao optar por colocar um subtítulo no texto, o(a) autor(a) tem como objetivo ampliar o foco do texto, melhorando a percepção que o leitor tem sobre o conteúdo que será trabalhado. O subtítulo do texto em análise cumpre esse objetivo.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Q3851023 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O impacto das fake news na saúde de populações vulneráveis


A desinformação na saúde segue matando, afastando populações vulneráveis do cuidado e transformando a mentira em ferramenta política.


A disseminação de informações falsas sobre saúde representa uma das ameaças mais urgentes à saúde pública dos dias atuais, especialmente quando pensamos nos grupos marginalizados que já enfrentam barreiras no acesso aos serviços de qualidade.


É a partir desse recorte que estamos enxergando que a desinformação na área médica não é apenas um problema digital abstrato: ela mata, adoece e aprofunda desigualdades históricas.


E, infelizmente, comunidades com menor letramento digital tornam-se alvos preferenciais de narrativas enganosas sobre curas milagrosas, teorias conspiratórias e campanhas antivacina, por exemplo. [...] A desinformação se transformou em arma política − e seus efeitos já se refletem diretamente na saúde coletiva.


É preciso entender o impacto das fake news na saúde dessas comunidades e porque é fundamental construir estratégias efetivas de proteção coletiva. [...]


O impacto das fake news na saúde pública


Dados já comprovaram que o celular é mais democrático do que o acesso à saúde pública. Aliado a isso, moradores de periferias urbanas e áreas rurais remotas frequentemente carecem de acesso regular a profissionais de saúde qualificados, dependendo de agentes comunitários e da internet como fontes primárias de orientação médica.


É assim que fake news acabam se infiltrando nesses canais informais e o resultado se torna verdadeiramente devastador: desde a interrupção de tratamentos essenciais até a adesão a protocolos perigosos que prometem curas rápidas para doenças crônicas.


O sistema de saúde pública brasileiro, já sobrecarregado por demandas estruturais, vê seus esforços sabotados por campanhas de desinformação coordenadas. A queda nas taxas de vacinação infantil, por exemplo, está diretamente relacionada à proliferação de mentiras sobre supostos efeitos colaterais de imunizantes.


Comunidades indígenas, quilombolas e habitantes de favelas tornam-se particularmente vulneráveis quando informações falsas circulam em grupos fechados de WhatsApp e Telegram.


A expansão da telemedicina, embora promissora para reduzir desigualdades regionais, também cria novos vetores para a desinformação. Consultas on-line sem regulamentação adequada permitem que profissionais sem qualificação ou com intenções duvidosas prescrevam tratamentos ineficazes.


No Nordeste brasileiro, onde há maiores índices de desigualdade socioeconômica e menores níveis médios de escolaridade, pacientes em situação de vulnerabilidade tendem a ter mais dificuldade em checar informações de saúde.


Algo que, na prática, os torna mais vulneráveis a acreditar em conteúdos enganosos ou em falsos especialistas nas redes. [...]


(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/conhecimento/fake-news-na-saude/. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)

A respeito da acentuação gráfica, analise as sentenças:



I.A palavra "vulneráveis" é acentuada porque se trata de uma paroxítona terminada em ditongo oral. Já seu singular, "vulnerável", também é uma paroxítona, mas terminada em -l.


II.A palavra "área" é uma proparoxítona e, por isso, é acentuada. É o mesmo caso de "indígena" e "socioeconômica".


III.As palavras "adesão" e "orientação" são paroxítonas, mas não recebem acento porque terminam em -ão(s).


IV.A palavra "saúde" é acentuada porque, diz a regra, serão acentuados o -i e o -u tônicos que não formam ditongo com a vogal anterior, ou seja, formam um hiato. É o mesmo caso de "conteúdos".



É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3819537 Pedagogia

A construção de uma prática educacional orientada por princípios éticos exige do professor uma postura que transcenda a mera transmissão de conteúdos, integrando-se ao projeto pedagógico da escola como agente de transformação social. Considerando os fundamentos da ética profissional docente e sua aplicabilidade no cotidiano escolar, o princípio que deve fundamentar prioritariamente a atuação do professor diante de situações que envolvam conflitos entre interesses individuais dos estudantes e normas institucionais é:

  

Alternativas
Q3819536 Pedagogia
No contexto educacional contemporâneo, as relações humanas estabelecidas no ambiente escolar são fundamentais para a efetivação de práticas pedagógicas transformadoras. Considerando os fundamentos teóricos sobre intersubjetividade, clima organizacional e desenvolvimento profissional docente, analise as afirmativas a seguir sobre os princípios que sustentam relações humanas saudáveis e produtivas no ambiente escolar:

I.A construção de um ambiente educativo interdisciplinar pressupõe a eliminação das barreiras entre pessoas antes mesmo da integração formal entre disciplinas, fundamentando-se no reconhecimento mútuo de competências e limites, na valorização recíproca e na capacidade de questionamento constante das próprias posições assumidas.

II.O desenvolvimento de relações humanas pautadas na racionalidade comunicativa requer a superação do paradigma da subjetividade pelo paradigma da intersubjetividade, reconhecendo que o espírito subjetivo obtém sua estrutura a partir do engajamento em relações entre sujeitos socializados.

III.A construção de um projeto pedagógico coletivo dispensa a explicitação de projetos pessoais de vida dos educadores, uma vez que a dimensão institucional deve prevalecer sobre as trajetórias individuais para garantir a coesão organizacional.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3819535 Música
Sabendo que uma obra está na tonalidade de Dó Maior e que devemos aumentá-la em três tons e meio, a tonalidade resultante será:
Alternativas
Q3819534 Música
Hugo, Tiago, Paulo e Marcelo formam um quarteto de violões. Em determinado trecho de uma composição na tonalidade de Sol Maior, cada integrante repetia uma única nota do acorde de Sol Maior. Hugo tocava a tônica, Tiago a terça, Paulo a quinta e Marcelo a sétima. Sabendo que a evolução do trecho mudou para o acorde de Sol Menor, passando pelo acorde de Sol Diminuto e regressando para o acorde de Sol Maior, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3819533 Música
No campo harmônico de Sol Menor, o acorde formado a partir do quinto grau é Ré Menor. Considerando que o campo harmônico seja alterado para uma tonalidade dois tons e meio abaixo, o acorde resultante a partir do quinto grau será:
Alternativas
Q3819532 Música
Carla preparou uma atividade sobre intervalos para sua turma, desenhando no chão uma "amarelinha" com oito quadrados postos em ordem crescente, do um ao oito, onde cada quadrado representava um grau da Escala Maior. Em seguida, pediu para Joana, Pedro e Paulo pularem somente nas casas cujos intervalos correspondessem à formação do acorde composto a partir do segundo grau desta mesma escala. Joana pulou nas casas 02, 04, 06 e 08. Pedro pulou nas casas 01, 03, 05 e 08. Paulo pulou nas casas 02, 04 e 06, somente. Considerando que o exercício proposto por Carla era uma atividade sobre tétrades, podemos afirmar que:
Alternativas
Q3819531 Música
Sabendo que uma obra está na tonalidade de Sol Menor e que devemos aumentá-la em dois tons e meio, a tonalidade resultante será:
Alternativas
Q3819530 Música
Considerando que as Armaduras de Clave determinam simultaneamente a possibilidade de uma tonalidade maior e outra tonalidade menor para uma obra, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3819529 Música
Em uma partitura para piano, localizamos a região grave das teclas pela indicação da Clave de Fá (comumente posta na quarta linha), enquanto as teclas da região aguda são sinalizadas pela Clave de Sol (comumente posta na segunda linha). Assim, temos, por exemplo, o Mi 3 como a primeira linha inferior da Clave de Sol. Considerando essas informações, podemos afirmar que:
Alternativas
Q3819528 Música
Durante uma aula de canto coral, Ana percebeu que a tonalidade estava muito aguda para sua turma. Por essa razão, Ana decidiu baixar dois tons e meio a tonalidade. Sabendo que a obra estava em Si Bemol Menor, é correto afirmar que a nova tonalidade será:
Alternativas
Q3819527 Música
Na formação do Acorde Diminuto, temos quatro terças sobrepostas, com um intervalo de um tom e meio entre elas. Dessa maneira, em relação ao acorde maior, a terça e a quinta diminuiriam meio tom cada uma, enquanto a sétima diminuiria um tom. Usando o conceito de Enarmonia Musical, é correto afirmar que:
Alternativas
Respostas
1601: E
1602: A
1603: E
1604: A
1605: C
1606: D
1607: C
1608: D
1609: B
1610: E
1611: C
1612: B
1613: B
1614: C
1615: E
1616: C
1617: E
1618: B
1619: B
1620: C