Foram encontradas 630 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2046636 Matemática
No mês de estreia do filme “Estrelas Além do Tempo”, quase 240 mil assistiram ao filme no Brasil. Veja no gráfico a distribuição dos espectadores ao longo das três primeiras semanas.

Imagem associada para resolução da questão
O percentual que corresponde aos espectadores da terceira semana é:
Alternativas
Q2046633 Português
EXPLORAÇÃO DA LUA AMPLIOU O CONHECIMENTO DO UNIVERSO

No dia 20 de julho de 1969, os astronautas norteamericanos Neil Armstrong e Edwin Aldrin, tripulantes da Apollo 11, se tornaram os primeiros seres humanos a aterrissar na Lua. A frase de Armstrong ao pisar no solo lunar – “Um pequeno passo para um homem, um grande salto para a humanidade” – se tornou histórica. (...) Não é uma surpresa que nos anos subsequentes, já na década de 1970, surgiram os primeiros microcomputadores.(...) “os americanos criaram a NASA (em português, Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço), que se tornou um órgão extremamente eficiente, com uma ‘montanha’ de recursos à disposição e teve de inventar formas de gestão inéditas”, um projeto tão complexo e tão organizado, que viabilizou a visita do homem à Lua e criou um modeloexemplo de como se desenvolve um programa espacial, mostrando como um programa estratégico bem concebido tem consequências para o desenvolvimento tecnológico, industrial e econômico.(...) Um programa espacial bem-sucedido, como o da NASA, além de permitir a visita do homem à Lua, demonstrou o quanto um programa estratégico de ciência e tecnologia pode ter consequências importantes para a sociedade.

In: https://jornal.usp.br/atualidades/exploracao-da-lua-ampliouo-conhecimento-do-universo/.Acessado em abril de 2019.
O artigo trata da chegada do homem à lua, mas tem como tema principal um aspecto mais abrangente, relativo à importância do desenvolvimento tecnológico e científico, resumido em: 
Alternativas
Q2046632 Português
EXPLORAÇÃO DA LUA AMPLIOU O CONHECIMENTO DO UNIVERSO

No dia 20 de julho de 1969, os astronautas norteamericanos Neil Armstrong e Edwin Aldrin, tripulantes da Apollo 11, se tornaram os primeiros seres humanos a aterrissar na Lua. A frase de Armstrong ao pisar no solo lunar – “Um pequeno passo para um homem, um grande salto para a humanidade” – se tornou histórica. (...) Não é uma surpresa que nos anos subsequentes, já na década de 1970, surgiram os primeiros microcomputadores.(...) “os americanos criaram a NASA (em português, Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço), que se tornou um órgão extremamente eficiente, com uma ‘montanha’ de recursos à disposição e teve de inventar formas de gestão inéditas”, um projeto tão complexo e tão organizado, que viabilizou a visita do homem à Lua e criou um modeloexemplo de como se desenvolve um programa espacial, mostrando como um programa estratégico bem concebido tem consequências para o desenvolvimento tecnológico, industrial e econômico.(...) Um programa espacial bem-sucedido, como o da NASA, além de permitir a visita do homem à Lua, demonstrou o quanto um programa estratégico de ciência e tecnologia pode ter consequências importantes para a sociedade.

In: https://jornal.usp.br/atualidades/exploracao-da-lua-ampliouo-conhecimento-do-universo/.Acessado em abril de 2019.
Na afirmação histórica de Armstrong “Um pequeno passo para um homem, um grande salto para a humanidade” as duas proposições estabelecem entre si relação de sentido de: 
Alternativas
Q2046631 Português
Um professor da turma de alfabetização propôs aos estudantes a montagem de um calendário em que se registrariam os dias chuvosos e os dias sem chuva. Além de trabalhar as noções de semana e a ideia de ordenação, o professor sugeriu a análise ortográfica da palavra CHUVA. A turma construiu listas de palavras com CH, fez atividades diversas e concluiu que essas duas letras representam um som só, como acontece nas palavras:
Alternativas
Q2046630 Ciências
As nuvens estão entre os principais responsáveis pela existência da Meteorologia. Considere as afirmativas sobre constituição e sobre formação das nuvens.
I. A formação das nuvens acontece quando ocorre a condensação da água, devido ao aumento da temperatura do ar. II. A formação das nuvens envolve mudanças de estados físicos da água. III. As nuvens são constituídas por partículas de água ou de gelo ou de ambos. IV. As nuvens são formadas somente por água visível no estado gasoso.
São corretos apenas os itens: 
Alternativas
Q2046629 Português
CHUVA

Agosto chegou ao fim. Setembro entrou feio, seco de águas; o Sol peneirando chispas num céu cor de cinza; a luminosidade tão intensa que trespassava as montanhas, descoloria-as, fundia-as na atmosfera espessa e vibrante. Os homens espiavam, de cabeça erguida, interrogavam-se em silêncio. Com ansiedade, jogavam os seus pensamentos, como pedras das fundas, para o alto. Nem um fiapo de nuvem pairava nos espaços. Não se enxergava um único sinal, desses indícios que os velhos sabem ver apontando o dedo indicador, o braço estendido para o céu, e se revelavam aos homens como palavras escritas.”

In: LOPES, Manuel. Flagelados do Vento Leste. Portugal, Vega, 1991.
O trecho do romance de Manuel Lopes faz parte de uma narrativa. Textos narrativos se caracterizam pelo emprego dos verbos no passado. Considerando os tempos verbais empregados com mais frequência no texto, o Pretérito Imperfeito indica:
Alternativas
Q2046628 Português
CHUVA

Agosto chegou ao fim. Setembro entrou feio, seco de águas; o Sol peneirando chispas num céu cor de cinza; a luminosidade tão intensa que trespassava as montanhas, descoloria-as, fundia-as na atmosfera espessa e vibrante. Os homens espiavam, de cabeça erguida, interrogavam-se em silêncio. Com ansiedade, jogavam os seus pensamentos, como pedras das fundas, para o alto. Nem um fiapo de nuvem pairava nos espaços. Não se enxergava um único sinal, desses indícios que os velhos sabem ver apontando o dedo indicador, o braço estendido para o céu, e se revelavam aos homens como palavras escritas.”

In: LOPES, Manuel. Flagelados do Vento Leste. Portugal, Vega, 1991.
O trecho utiliza linguagem conotativa, criando imagens e sentidos a partir de associações. Uma dessas imagens é construída por meio de uma comparação. A passagem que exemplifica tal recurso é:
Alternativas
Q2046627 Português
CHUVA

Agosto chegou ao fim. Setembro entrou feio, seco de águas; o Sol peneirando chispas num céu cor de cinza; a luminosidade tão intensa que trespassava as montanhas, descoloria-as, fundia-as na atmosfera espessa e vibrante. Os homens espiavam, de cabeça erguida, interrogavam-se em silêncio. Com ansiedade, jogavam os seus pensamentos, como pedras das fundas, para o alto. Nem um fiapo de nuvem pairava nos espaços. Não se enxergava um único sinal, desses indícios que os velhos sabem ver apontando o dedo indicador, o braço estendido para o céu, e se revelavam aos homens como palavras escritas.”

In: LOPES, Manuel. Flagelados do Vento Leste. Portugal, Vega, 1991.
O trecho se refere a “um único sinal”, que vem a ser o anúncio de: 
Alternativas
Q2046622 História e Geografia de Estados e Municípios
RONDÔNIA – UM ESTADO ATÍPICO

    A não dependência direta do rio, mas, sim, da rodovia BR-364 para sua sobrevivência, faz de Rondônia um Estado atípico na Amazônia. Levando-se em conta sua formação, oriundo de dois outros Estados (partes do Amazonas e do Mato Grosso) e, além disso, única Unidade da Federação fruto de um tratado internacional, o de Petrópolis – que permitiu ao Brasil ficar com as terras do Acre em troca da construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, somando-se ao fato de ter sido antes Território Federal, faz com que Rondônia seja em realidade um Estado diferente em relação ao próprio país.
    Porta de entrada da Amazônia brasileira pela BR-364, a formação do povo rondoniense é outro diferencial: o Estado foi sendo constituído em ciclos econômicos. Na época da construção da Estrada de Ferro MadeiraMamoré, trabalhadores de dezenas de lugares vieram trabalhar na obra e muitos deles, depois da estrada pronta, ficaram por essas terras. Nesse período, acontecia a corrida pelo “ouro negro”, a borracha. Vinham, então, desde o final do século XIX, levas de nordestinos para os seringais; depois o novo ciclo da borracha, na década de 40, quando a Amazônia abasteceu desse produto as tropas Aliadas na II Guerra Mundial e mais milhares de nordestinos, os “soldados da borracha”, foram chegando. Em seguida, os ciclos de garimpagem de diamante, de cassiterita e de ouro para, finalmente, entre as décadas de 60 à metade da de 80, ter ocorrido a maior corrida de famílias de todos Estados brasileiros em busca do novo Eldorado, as férteis terras de Rondônia.
    Quatro estágios marcam sua História: o da MadeiraMamoré (1912/1972), o do Território (1943/1981) do Guaporé (em 1956 Rondônia), o da abertura da rodovia BR-364 (1961) – no traçado da linha telegráfica implantada pelo Marechal Cândido Rondon e o Estado, criado a 22 de dezembro de 1981 pela Lei Complementar 41 assinada pelo presidente João Figueiredo.

In: http://www.rondonia.ro.gov.br/diof/sobre/historia/ (adaptado para fins pedagógicos). Acessado em junho de 2019.
O Ciclo da Borracha corresponde ao período da história brasileira em que a extração e comercialização de látex para produção da borracha foram atividades basilares da economia. De fato, ocorreram na região central da floresta amazônica, entre os anos de 1879 e 1912, revigorando-se por pouco tempo entre 1942 e 1945. Neste período, conhecido como “Belle Époque Amazônica” que vai de 1890 a 1920, cidades como Manaus, Porto Velho e Belém, tornaram-se as capitais brasileiras mais desenvolvidas, com eletricidade, sistema de água encanada e esgotos, museus e cinemas, construídos sob influência europeia.
(In:https://www.todamateria.com.br/ciclo-da-borracha/ - Acessado em junho de 2019)

Assim como na História do Brasil, os ciclos econômicos foram determinantes para a história de Rondônia. Depois da segunda época de desenvolvimento da região impulsionada pela borracha, a economia do estado foi marcada pela: 
Alternativas
Q2046621 História e Geografia de Estados e Municípios
RONDÔNIA – UM ESTADO ATÍPICO

    A não dependência direta do rio, mas, sim, da rodovia BR-364 para sua sobrevivência, faz de Rondônia um Estado atípico na Amazônia. Levando-se em conta sua formação, oriundo de dois outros Estados (partes do Amazonas e do Mato Grosso) e, além disso, única Unidade da Federação fruto de um tratado internacional, o de Petrópolis – que permitiu ao Brasil ficar com as terras do Acre em troca da construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, somando-se ao fato de ter sido antes Território Federal, faz com que Rondônia seja em realidade um Estado diferente em relação ao próprio país.
    Porta de entrada da Amazônia brasileira pela BR-364, a formação do povo rondoniense é outro diferencial: o Estado foi sendo constituído em ciclos econômicos. Na época da construção da Estrada de Ferro MadeiraMamoré, trabalhadores de dezenas de lugares vieram trabalhar na obra e muitos deles, depois da estrada pronta, ficaram por essas terras. Nesse período, acontecia a corrida pelo “ouro negro”, a borracha. Vinham, então, desde o final do século XIX, levas de nordestinos para os seringais; depois o novo ciclo da borracha, na década de 40, quando a Amazônia abasteceu desse produto as tropas Aliadas na II Guerra Mundial e mais milhares de nordestinos, os “soldados da borracha”, foram chegando. Em seguida, os ciclos de garimpagem de diamante, de cassiterita e de ouro para, finalmente, entre as décadas de 60 à metade da de 80, ter ocorrido a maior corrida de famílias de todos Estados brasileiros em busca do novo Eldorado, as férteis terras de Rondônia.
    Quatro estágios marcam sua História: o da MadeiraMamoré (1912/1972), o do Território (1943/1981) do Guaporé (em 1956 Rondônia), o da abertura da rodovia BR-364 (1961) – no traçado da linha telegráfica implantada pelo Marechal Cândido Rondon e o Estado, criado a 22 de dezembro de 1981 pela Lei Complementar 41 assinada pelo presidente João Figueiredo.

In: http://www.rondonia.ro.gov.br/diof/sobre/historia/ (adaptado para fins pedagógicos). Acessado em junho de 2019.
Considerando os estágios da história de Rondônia e o período republicano no Brasil, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q2046610 Conhecimentos Gerais
Em dezembro de 1997, durante uma conferência, 38 nações industrializadas concordaram em reduzir, até 2012, suas emissões de gases de efeito estufam a níveis abaixo do verificados em 1990.
Em fevereiro de 2005, formalizou-se um documento em que os países signatários se obrigam a diminuir a emissão de gases poluentes- dióxido de carbono, óxido nitroso, gás metano, entre outros-pois esses gases foram identificados como a principal causa do aquecimento global. Esse documento é conhecido mundialmente pelo nome: 
Alternativas
Q2046609 Conhecimentos Gerais
O território brasileiro contém cerca de 12% de toda a água doce do planeta. Ao todo, são 200 mil microbacias espalhadas em 12 regiões hidrográficas, como as bacias do São Francisco, do Paraná e a Amazônica (a mais extensa do mundo e 60% dela localizada no Brasil). É um enorme potencial hídrico, capaz de prover um volume de água por pessoa 19 vezes superior ao mínimo estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) – de 1.700 m³/s por habitante por ano. http://www.mma.gov.br/agua/agua-doce.html
Acerca do tema, julgue os itens abaixo:

I. Apesar da abundância, os recursos hídricos brasileiros não são inesgotáveis. II. O acesso à água não é igual para todos. III. As características geográficas de cada região e as mudanças de vazão dos rios, afetam a distribuição. IV. Os últimos governos conseguiram garantir igual acesso à água para todos. V. A água é uma fonte de energia inesgotável pois é consequência da própria natureza: evapora, condensa e retorna sob a forma de chuva.
Dos itens acima mencionados, estão corretos, apenas:
Alternativas
Q2046607 Conhecimentos Gerais
“Resultado cultural desagregador que ocorre quando um sentimento difundido de perigo se reproduz na sociedade, diminuindo o grau de coesão entre os indivíduos e facilitando estratégias de dominação autoritária, que se valem do processo de isolamento e alienação social. Está fortemente associado(a) à criminalidade urbana e aos valores do senso comum associados a esse fenômeno.”( adaptação Sociologia em Movimento,2013,digital).
Pode-se afirmar que esse pequeno trecho nos remete ao seguinte conceito: 
Alternativas
Q2046606 Conhecimentos Gerais
Um olhar sobre o mundo atual permite perceber uma nova forma de desigualdade, a digital. A revolução digital trouxe para a realidade cotidiana a presença impositiva de novas tecnologias como celulares, computadores pessoais, internet, redes sociais. Entretanto, o acesso ao mundo digital não é igualitário; enquanto uns se tornam consumidores que qualquer tipo de tecnologia disponível, muitos outros dependem das iniciativas de governo, de ONGs ou locais que vendem horas de acesso (as lan houses) para conseguirem utilizar essas mesmas tecnologias. A diferença de escolaridade também contribui para essa desigualdade pois, para se apropriarem desses recursos tecnológicos, terão mais problemas as pessoas: 
Alternativas
Q2046602 Português
Passagem pela adolescência

    "Filho criado, trabalho redobrado." Esse conhecido ditado popular ganha sentido quando chega a adolescência. Nessa fase, o filho já não precisa dos cuidados que os pais dedicam à criança, tão dependente. Mas, por outro lado, o que ele ganha de liberdade para viver a própria vida resulta em diversas e sérias preocupações aos pais. Temos a tendência a considerar a adolescência mais problemática para os pais do que para os filhos. É que, como eles já gozam de liberdade para sair, festejar e comemorar sempre que possível com colegas e amigos de mesma idade e estão sempre prontos a isso, parece que a vida deles é uma eterna festa. Mas vamos com calma porque não é bem assim.
    Se a vida com os filhos adolescentes, que alguns teimam em considerar um fato aborrecedor, é complexa e delicada, a vida deles também o é. Na verdade, o fenômeno da adolescência, principalmente no mundo contemporâneo, é bem mais complicado de ser vivido pelos próprios jovens do que por seus pais. Vejamos dois motivos importantes.
    Em primeiro lugar, deixar de ser criança é se defrontar com inúmeros problemas da vida que, antes, pareciam não existir: eles permaneciam camuflados ou ignorados porque eram da responsabilidade só dos pais. Hoje, esse quadro é mais agudo ainda, já que muitos pais escolheram tutelar integralmente a vida dos filhos por muito mais tempo.
    Quando o filho, ainda na infância, enfrenta dissabores na convivência com colegas ou pena para construir relações na escola, quando se afasta das dificuldades que surgem na vida escolar - sua primeira e exclusiva responsabilidade -, quando se envolve em conflitos, comete erros, não dá conta do recado etc., os pais logo se colocam em cena. Dessa forma, poupam o filho de enfrentar seus problemas no presente, é claro, mas também passam a ideia de que eles não existem por muito mais tempo.
    É bom lembrar que a escola - no ciclo fundamental - deveria ser a primeira grande batalha da vida que o filho teria de enfrentar sozinho, apenas com seus recursos, como experiência de aprender a se conhecer, a viver em comunidade e a usar seu potencial com disciplina para dar conta de dar os passos com suas próprias pernas.
    Em segundo lugar, o contexto sociocultural globalizado atual, com ideais como consumo, felicidade e juventude eterna, por exemplo, compromete de largada o processo de amadurecimento típico da adolescência, que exige certa dose de solidão para a estruturação de tantas vivências e, principalmente, interlocução. E com quem os adolescentes contam para conversar?
    Eles precisam, nessa época de passagem para a vida adulta, de pessoas dispostas a assumir o lugar da maturidade e da experiência com olhar crítico sobre as questões existenciais e da vida em sociedade para estabelecer com eles um diálogo interrogador. Várias pesquisas já mostraram que os jovens dão grande valor aos pais e aos professores em suas vidas. Entretanto, parece que estamos muito mais comprometidos com a juventude do que eles mesmos.
    Quem leva a sério questões importantes para eles em temas como política, sexualidade, drogas, ética, depressão e suicídio, vida em família, vida escolar, violência, relações amorosas e fidelidade, racismo, trabalho etc.? Quando digo levar a sério me refiro a considerar o que eles dizem e dialogar com propriedade, e não com moralismo ou com excesso de jovialidade. E, desse mal, padecem muitos pais e professores que com eles convivem.
     Os adolescentes não conseguem desfrutar da solidão necessária nessa época da vida, mas parece que se encontram sozinhos na aventura de aprender a se tornarem adultos. Bem que merecem nossa companhia, não?

SAYÃO, Rosely. “As melhores crônicas do Brasil”. In cronicasbrasil.blogspot.com/search/label/Adolescência.
Os vocábulos sublinhados no trecho “e não com moralismo ou com excesso de jovialidade” (8º §) são derivados sufixais, formados, respectivamente, pelos sufixos “-ismo” e “-idade”. Os dois sufixos são formadores de nomes substantivos e significam, respectivamente:
Alternativas
Q2046597 Português
Passagem pela adolescência

    "Filho criado, trabalho redobrado." Esse conhecido ditado popular ganha sentido quando chega a adolescência. Nessa fase, o filho já não precisa dos cuidados que os pais dedicam à criança, tão dependente. Mas, por outro lado, o que ele ganha de liberdade para viver a própria vida resulta em diversas e sérias preocupações aos pais. Temos a tendência a considerar a adolescência mais problemática para os pais do que para os filhos. É que, como eles já gozam de liberdade para sair, festejar e comemorar sempre que possível com colegas e amigos de mesma idade e estão sempre prontos a isso, parece que a vida deles é uma eterna festa. Mas vamos com calma porque não é bem assim.
    Se a vida com os filhos adolescentes, que alguns teimam em considerar um fato aborrecedor, é complexa e delicada, a vida deles também o é. Na verdade, o fenômeno da adolescência, principalmente no mundo contemporâneo, é bem mais complicado de ser vivido pelos próprios jovens do que por seus pais. Vejamos dois motivos importantes.
    Em primeiro lugar, deixar de ser criança é se defrontar com inúmeros problemas da vida que, antes, pareciam não existir: eles permaneciam camuflados ou ignorados porque eram da responsabilidade só dos pais. Hoje, esse quadro é mais agudo ainda, já que muitos pais escolheram tutelar integralmente a vida dos filhos por muito mais tempo.
    Quando o filho, ainda na infância, enfrenta dissabores na convivência com colegas ou pena para construir relações na escola, quando se afasta das dificuldades que surgem na vida escolar - sua primeira e exclusiva responsabilidade -, quando se envolve em conflitos, comete erros, não dá conta do recado etc., os pais logo se colocam em cena. Dessa forma, poupam o filho de enfrentar seus problemas no presente, é claro, mas também passam a ideia de que eles não existem por muito mais tempo.
    É bom lembrar que a escola - no ciclo fundamental - deveria ser a primeira grande batalha da vida que o filho teria de enfrentar sozinho, apenas com seus recursos, como experiência de aprender a se conhecer, a viver em comunidade e a usar seu potencial com disciplina para dar conta de dar os passos com suas próprias pernas.
    Em segundo lugar, o contexto sociocultural globalizado atual, com ideais como consumo, felicidade e juventude eterna, por exemplo, compromete de largada o processo de amadurecimento típico da adolescência, que exige certa dose de solidão para a estruturação de tantas vivências e, principalmente, interlocução. E com quem os adolescentes contam para conversar?
    Eles precisam, nessa época de passagem para a vida adulta, de pessoas dispostas a assumir o lugar da maturidade e da experiência com olhar crítico sobre as questões existenciais e da vida em sociedade para estabelecer com eles um diálogo interrogador. Várias pesquisas já mostraram que os jovens dão grande valor aos pais e aos professores em suas vidas. Entretanto, parece que estamos muito mais comprometidos com a juventude do que eles mesmos.
    Quem leva a sério questões importantes para eles em temas como política, sexualidade, drogas, ética, depressão e suicídio, vida em família, vida escolar, violência, relações amorosas e fidelidade, racismo, trabalho etc.? Quando digo levar a sério me refiro a considerar o que eles dizem e dialogar com propriedade, e não com moralismo ou com excesso de jovialidade. E, desse mal, padecem muitos pais e professores que com eles convivem.
     Os adolescentes não conseguem desfrutar da solidão necessária nessa época da vida, mas parece que se encontram sozinhos na aventura de aprender a se tornarem adultos. Bem que merecem nossa companhia, não?

SAYÃO, Rosely. “As melhores crônicas do Brasil”. In cronicasbrasil.blogspot.com/search/label/Adolescência.
Das alterações feitas no período “Nessa fase, o filho já não precisa dos cuidados que os pais dedicam à criança, tão dependente” (1º §), está em DESACORDO com as normas do emprego do acento indicativo da crase a seguinte:
Alternativas
Q2046596 Português
Passagem pela adolescência

    "Filho criado, trabalho redobrado." Esse conhecido ditado popular ganha sentido quando chega a adolescência. Nessa fase, o filho já não precisa dos cuidados que os pais dedicam à criança, tão dependente. Mas, por outro lado, o que ele ganha de liberdade para viver a própria vida resulta em diversas e sérias preocupações aos pais. Temos a tendência a considerar a adolescência mais problemática para os pais do que para os filhos. É que, como eles já gozam de liberdade para sair, festejar e comemorar sempre que possível com colegas e amigos de mesma idade e estão sempre prontos a isso, parece que a vida deles é uma eterna festa. Mas vamos com calma porque não é bem assim.
    Se a vida com os filhos adolescentes, que alguns teimam em considerar um fato aborrecedor, é complexa e delicada, a vida deles também o é. Na verdade, o fenômeno da adolescência, principalmente no mundo contemporâneo, é bem mais complicado de ser vivido pelos próprios jovens do que por seus pais. Vejamos dois motivos importantes.
    Em primeiro lugar, deixar de ser criança é se defrontar com inúmeros problemas da vida que, antes, pareciam não existir: eles permaneciam camuflados ou ignorados porque eram da responsabilidade só dos pais. Hoje, esse quadro é mais agudo ainda, já que muitos pais escolheram tutelar integralmente a vida dos filhos por muito mais tempo.
    Quando o filho, ainda na infância, enfrenta dissabores na convivência com colegas ou pena para construir relações na escola, quando se afasta das dificuldades que surgem na vida escolar - sua primeira e exclusiva responsabilidade -, quando se envolve em conflitos, comete erros, não dá conta do recado etc., os pais logo se colocam em cena. Dessa forma, poupam o filho de enfrentar seus problemas no presente, é claro, mas também passam a ideia de que eles não existem por muito mais tempo.
    É bom lembrar que a escola - no ciclo fundamental - deveria ser a primeira grande batalha da vida que o filho teria de enfrentar sozinho, apenas com seus recursos, como experiência de aprender a se conhecer, a viver em comunidade e a usar seu potencial com disciplina para dar conta de dar os passos com suas próprias pernas.
    Em segundo lugar, o contexto sociocultural globalizado atual, com ideais como consumo, felicidade e juventude eterna, por exemplo, compromete de largada o processo de amadurecimento típico da adolescência, que exige certa dose de solidão para a estruturação de tantas vivências e, principalmente, interlocução. E com quem os adolescentes contam para conversar?
    Eles precisam, nessa época de passagem para a vida adulta, de pessoas dispostas a assumir o lugar da maturidade e da experiência com olhar crítico sobre as questões existenciais e da vida em sociedade para estabelecer com eles um diálogo interrogador. Várias pesquisas já mostraram que os jovens dão grande valor aos pais e aos professores em suas vidas. Entretanto, parece que estamos muito mais comprometidos com a juventude do que eles mesmos.
    Quem leva a sério questões importantes para eles em temas como política, sexualidade, drogas, ética, depressão e suicídio, vida em família, vida escolar, violência, relações amorosas e fidelidade, racismo, trabalho etc.? Quando digo levar a sério me refiro a considerar o que eles dizem e dialogar com propriedade, e não com moralismo ou com excesso de jovialidade. E, desse mal, padecem muitos pais e professores que com eles convivem.
     Os adolescentes não conseguem desfrutar da solidão necessária nessa época da vida, mas parece que se encontram sozinhos na aventura de aprender a se tornarem adultos. Bem que merecem nossa companhia, não?

SAYÃO, Rosely. “As melhores crônicas do Brasil”. In cronicasbrasil.blogspot.com/search/label/Adolescência.
No período “Esse conhecido ditado popular ganha sentido quando chega a adolescência” (1º §), o substantivo sublinhado exerce a função sintática de:
Alternativas
Q2046595 Português
Passagem pela adolescência

    "Filho criado, trabalho redobrado." Esse conhecido ditado popular ganha sentido quando chega a adolescência. Nessa fase, o filho já não precisa dos cuidados que os pais dedicam à criança, tão dependente. Mas, por outro lado, o que ele ganha de liberdade para viver a própria vida resulta em diversas e sérias preocupações aos pais. Temos a tendência a considerar a adolescência mais problemática para os pais do que para os filhos. É que, como eles já gozam de liberdade para sair, festejar e comemorar sempre que possível com colegas e amigos de mesma idade e estão sempre prontos a isso, parece que a vida deles é uma eterna festa. Mas vamos com calma porque não é bem assim.
    Se a vida com os filhos adolescentes, que alguns teimam em considerar um fato aborrecedor, é complexa e delicada, a vida deles também o é. Na verdade, o fenômeno da adolescência, principalmente no mundo contemporâneo, é bem mais complicado de ser vivido pelos próprios jovens do que por seus pais. Vejamos dois motivos importantes.
    Em primeiro lugar, deixar de ser criança é se defrontar com inúmeros problemas da vida que, antes, pareciam não existir: eles permaneciam camuflados ou ignorados porque eram da responsabilidade só dos pais. Hoje, esse quadro é mais agudo ainda, já que muitos pais escolheram tutelar integralmente a vida dos filhos por muito mais tempo.
    Quando o filho, ainda na infância, enfrenta dissabores na convivência com colegas ou pena para construir relações na escola, quando se afasta das dificuldades que surgem na vida escolar - sua primeira e exclusiva responsabilidade -, quando se envolve em conflitos, comete erros, não dá conta do recado etc., os pais logo se colocam em cena. Dessa forma, poupam o filho de enfrentar seus problemas no presente, é claro, mas também passam a ideia de que eles não existem por muito mais tempo.
    É bom lembrar que a escola - no ciclo fundamental - deveria ser a primeira grande batalha da vida que o filho teria de enfrentar sozinho, apenas com seus recursos, como experiência de aprender a se conhecer, a viver em comunidade e a usar seu potencial com disciplina para dar conta de dar os passos com suas próprias pernas.
    Em segundo lugar, o contexto sociocultural globalizado atual, com ideais como consumo, felicidade e juventude eterna, por exemplo, compromete de largada o processo de amadurecimento típico da adolescência, que exige certa dose de solidão para a estruturação de tantas vivências e, principalmente, interlocução. E com quem os adolescentes contam para conversar?
    Eles precisam, nessa época de passagem para a vida adulta, de pessoas dispostas a assumir o lugar da maturidade e da experiência com olhar crítico sobre as questões existenciais e da vida em sociedade para estabelecer com eles um diálogo interrogador. Várias pesquisas já mostraram que os jovens dão grande valor aos pais e aos professores em suas vidas. Entretanto, parece que estamos muito mais comprometidos com a juventude do que eles mesmos.
    Quem leva a sério questões importantes para eles em temas como política, sexualidade, drogas, ética, depressão e suicídio, vida em família, vida escolar, violência, relações amorosas e fidelidade, racismo, trabalho etc.? Quando digo levar a sério me refiro a considerar o que eles dizem e dialogar com propriedade, e não com moralismo ou com excesso de jovialidade. E, desse mal, padecem muitos pais e professores que com eles convivem.
     Os adolescentes não conseguem desfrutar da solidão necessária nessa época da vida, mas parece que se encontram sozinhos na aventura de aprender a se tornarem adultos. Bem que merecem nossa companhia, não?

SAYÃO, Rosely. “As melhores crônicas do Brasil”. In cronicasbrasil.blogspot.com/search/label/Adolescência.
No fragmento “É que, como eles já gozam de liberdade para sair, festejar e comemorar” (1º §), o conectivo “como” está exprimindo sentido:
Alternativas
Q2046594 Português
Passagem pela adolescência

    "Filho criado, trabalho redobrado." Esse conhecido ditado popular ganha sentido quando chega a adolescência. Nessa fase, o filho já não precisa dos cuidados que os pais dedicam à criança, tão dependente. Mas, por outro lado, o que ele ganha de liberdade para viver a própria vida resulta em diversas e sérias preocupações aos pais. Temos a tendência a considerar a adolescência mais problemática para os pais do que para os filhos. É que, como eles já gozam de liberdade para sair, festejar e comemorar sempre que possível com colegas e amigos de mesma idade e estão sempre prontos a isso, parece que a vida deles é uma eterna festa. Mas vamos com calma porque não é bem assim.
    Se a vida com os filhos adolescentes, que alguns teimam em considerar um fato aborrecedor, é complexa e delicada, a vida deles também o é. Na verdade, o fenômeno da adolescência, principalmente no mundo contemporâneo, é bem mais complicado de ser vivido pelos próprios jovens do que por seus pais. Vejamos dois motivos importantes.
    Em primeiro lugar, deixar de ser criança é se defrontar com inúmeros problemas da vida que, antes, pareciam não existir: eles permaneciam camuflados ou ignorados porque eram da responsabilidade só dos pais. Hoje, esse quadro é mais agudo ainda, já que muitos pais escolheram tutelar integralmente a vida dos filhos por muito mais tempo.
    Quando o filho, ainda na infância, enfrenta dissabores na convivência com colegas ou pena para construir relações na escola, quando se afasta das dificuldades que surgem na vida escolar - sua primeira e exclusiva responsabilidade -, quando se envolve em conflitos, comete erros, não dá conta do recado etc., os pais logo se colocam em cena. Dessa forma, poupam o filho de enfrentar seus problemas no presente, é claro, mas também passam a ideia de que eles não existem por muito mais tempo.
    É bom lembrar que a escola - no ciclo fundamental - deveria ser a primeira grande batalha da vida que o filho teria de enfrentar sozinho, apenas com seus recursos, como experiência de aprender a se conhecer, a viver em comunidade e a usar seu potencial com disciplina para dar conta de dar os passos com suas próprias pernas.
    Em segundo lugar, o contexto sociocultural globalizado atual, com ideais como consumo, felicidade e juventude eterna, por exemplo, compromete de largada o processo de amadurecimento típico da adolescência, que exige certa dose de solidão para a estruturação de tantas vivências e, principalmente, interlocução. E com quem os adolescentes contam para conversar?
    Eles precisam, nessa época de passagem para a vida adulta, de pessoas dispostas a assumir o lugar da maturidade e da experiência com olhar crítico sobre as questões existenciais e da vida em sociedade para estabelecer com eles um diálogo interrogador. Várias pesquisas já mostraram que os jovens dão grande valor aos pais e aos professores em suas vidas. Entretanto, parece que estamos muito mais comprometidos com a juventude do que eles mesmos.
    Quem leva a sério questões importantes para eles em temas como política, sexualidade, drogas, ética, depressão e suicídio, vida em família, vida escolar, violência, relações amorosas e fidelidade, racismo, trabalho etc.? Quando digo levar a sério me refiro a considerar o que eles dizem e dialogar com propriedade, e não com moralismo ou com excesso de jovialidade. E, desse mal, padecem muitos pais e professores que com eles convivem.
     Os adolescentes não conseguem desfrutar da solidão necessária nessa época da vida, mas parece que se encontram sozinhos na aventura de aprender a se tornarem adultos. Bem que merecem nossa companhia, não?

SAYÃO, Rosely. “As melhores crônicas do Brasil”. In cronicasbrasil.blogspot.com/search/label/Adolescência.
Dos períodos abaixo, aquele que corresponde semanticamente ao período do ditado popular "Filho criado, trabalho redobrado" é:
Alternativas
Q1698067 Biblioteconomia
Entre as técnicas alternativas de conservação, para planificar folhas amassadas e tirar dobras nos livros, está o uso de papel absorvente, prensa e:
Alternativas
Respostas
201: E
202: E
203: B
204: C
205: C
206: B
207: C
208: D
209: C
210: C
211: D
212: C
213: C
214: A
215: B
216: C
217: D
218: A
219: C
220: E