Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de cacoal - ro

Foram encontradas 952 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3087855 Português

Os adolescentes, a criatividade, as bolhas e os algoritmos


       País do futebol arte, da bossa nova, do carnaval espetáculo, do cinema novo e de tantas outras formas de arte admiráveis. Essas sempre foram justificativas para que o Brasil fosse visto como um país criativo, que inova em diversas situações. Por isso, qual não foi a surpresa quando o Pisa, a avaliação internacional para estudantes com 15 anos, realizada pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), divulgou os resultados do exame de 2022 no quesito pensamento criativo: estamos no 49º lugar, com 23 pontos.

     Desde o ano 2000, o Pisa avalia os conhecimentos gerais em matemática, ciências e leitura de alunos de escolas públicas e particulares, e essa foi a primeira vez em que a criatividade foi considerada nas respostas. Com o tema “Mentes criativas e escolas criativas”, a proposta era avaliar como os diferentes países integram a criatividade nos currículos escolares, com o objetivo de formar cidadãos capazes de explorar novas perspectivas para solucionar problemas de maneira original e eficaz. Mas por que será que o Brasil apareceu entre os 12 piores resultados?

     Especialistas analisam a questão sob diferentes perspectivas: a escola brasileira precisa ser um ambiente mais propício à criatividade, oferecendo mais espaço para disciplinas e atividades que estimulem os alunos a buscarem alternativas novas para os problemas cotidianos e não apenas focar nas disciplinas obrigatórias; os educadores precisam ser melhor formados para implementar atividades e projetos que desenvolvam diferentes competências e habilidades artísticas e inovadoras nas crianças e jovens; os brasileiros são um dos públicos que mais tempo passa em frente às telas de celulares e tablets e, por fim, há quem chame a atenção para as imensas desigualdades de toda ordem existentes em nosso país, que dificultam o aprendizado de conteúdos básicos como leitura, escrita e cálculo.

     Todas as análises fazem sentido, porém, questões complexas como essa pedem respostas na mesma linha. Há uma crise de criatividade entre as crianças e jovens das novas gerações, e isso é um sinal de que há algo acontecendo nos corações e mentes desse público no mundo inteiro. Como sabemos, a adolescência é a fase de transição entre a infância e a vida adulta, e traz, em seu bojo, a dicotomia entre a saudade dos tempos pueris e o desejo de desbravar o desconhecido, de preferência, por conta e risco. Em tempos em que as conexões digitais têm tomado o espaço precioso das interações reais em que se aprendia a solucionar os problemas por meio da experiência concreta de ter de lidar cara a cara com o diferente e o diverso, assistimos a esses indivíduos aguardando que os algoritmos e sistemas de busca lhes forneçam todas as respostas. E como as máquinas ainda não dão conta da miríade de possibilidades que as relações nos oferecem para a resolução dos problemas, temos meninos e meninas mais acomodados, passivos, entediados. Como exercer a criatividade em uma bolha na qual todos pensam e agem de maneira igual? Como buscar novas visões sobre o que nos rodeia com um algoritmo nos propondo, sem cessar, mais conteúdos sobre o que gostamos e com os quais nos sentimos mais confortáveis?

     Essas são perguntas que também nós, adultos, temos de nos fazer. Não só como educadores dessa nova geração, mas como indivíduos e cidadãos. Sair das bolhas, combater a polarização e tudo o que nos divide e desumaniza é um exercício cotidiano de criatividade. “Consumimos sempre as mesmas coisas nas redes, ignorando o que é diferente. Por isso, é sempre bom dar um nó no algoritmo. Ouvir playlists fora do que estamos acostumados, andar por regiões diferentes, escutar o que os outros pensam, nos relacionar com pessoas que trazem olhares diferentes das coisas”, aconselha a jornalista e especialista em comunicação digital Pollyana Ferrari, autora do livro “Como sair das bolhas”. Olhar para além das redes é, sobretudo, um exercício de manutenção da saúde mental, mas, como tudo o que envolve um certo esforço e nos desacomoda, torna-se um grande desafio. E andamos cansados demais para dar conta desses e de tantos outros que a vida contemporânea tem nos colocado.

     É interessante observar como a aparente facilidade que nos é oferecida pelos algoritmos e bolhas vai diminuindo não apenas a nossa criatividade e criticidade. Eles, ao moldarem nossos gostos e necessidades, resumem as nossas preferências a meia dúzia de coisas que conduzem a uma reprodução automática, gerando tédio e desinteresse pelo que nem sabemos existir. Como afirmou um estudante que entrevistamos para o podcast “curti, e daí?”: “Eu estava no TikTok e apareceu um vídeo para mim. Coisas que eu mais gosto, e aí, todas as coisas que apareceram no vídeo eram as coisas que eu mais gostava de fazer. Eu percebo que a cada dia isso é mais evidente, como se fosse diminuindo tudo que eu gosto mais, sabe? Como se fosse compactando as coisas que eu mais gosto…”.

     Ter consciência do que nos acontece é sempre um bom começo. Porém, é preciso lembrar do porquê de estarmos nas redes: em busca da sensação de pertencimento, algo que é fundamental para o ser humano e mais ainda para aqueles que estão em formação. Estamos sempre à procura de afeto e reconhecimento, e nas redes isso vem de maneira rápida e volumosa, traduzido por cliques e likes. “Desinformação, fake news, tudo é sintoma. Tire-as da reta e o problema continuará ali, igual, de pé. Porque o problema principal é o do alinhamento de identidades e de como é reconfortante estar num grupo homogêneo. Toda conversa, nas redes sociais, se torna um ritual de reafirmação dessa identidade alinhada. Somos atores num palco eternamente demonstrando o quanto somos parecidos com os nossos e distintos daqueles outros”, alerta o jornalista Pedro Dória em seu artigo “A rede social perfeita para as democracias”, publicado no Canal Meio.

    Nesse sentido, cabe-nos perguntar não apenas por que vivemos uma crise de criatividade, mas sobretudo por que não conseguimos nos encontrar nos espaços que promovem o diálogo, a interação corpo a corpo, que estimulam a imaginação nos trazendo novas paisagens (físicas e ficcionais). Precisamos recuperar a nossa capacidade de imaginar para além dos fatos, dados e informações, já que estamos inundados por eles. Um bom começo pode estar no resgate de alguns sonhos e projetos que não estão no nosso feed. Não requer muito esforço, apenas iniciativa, atitude indissociável da criatividade.


(Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2024/07/04/os-adolescentes-a-criatividade-as-bolhas-e-os-algoritmos. Acesso em: setembro de 2024. Adaptado.)

Questão 09 Sabe-se que, no Português, existem quatro tipos de “porquês” (por que, porque, por quê e porquê) que são empregados em contextos distintos e com diferentes sentidos. Com base nessas informações, assinale a alternativa em que um desses “porquês” apresenta sentido diferente dos demais. 
Alternativas
Q3087848 Português

Os adolescentes, a criatividade, as bolhas e os algoritmos


       País do futebol arte, da bossa nova, do carnaval espetáculo, do cinema novo e de tantas outras formas de arte admiráveis. Essas sempre foram justificativas para que o Brasil fosse visto como um país criativo, que inova em diversas situações. Por isso, qual não foi a surpresa quando o Pisa, a avaliação internacional para estudantes com 15 anos, realizada pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), divulgou os resultados do exame de 2022 no quesito pensamento criativo: estamos no 49º lugar, com 23 pontos.

     Desde o ano 2000, o Pisa avalia os conhecimentos gerais em matemática, ciências e leitura de alunos de escolas públicas e particulares, e essa foi a primeira vez em que a criatividade foi considerada nas respostas. Com o tema “Mentes criativas e escolas criativas”, a proposta era avaliar como os diferentes países integram a criatividade nos currículos escolares, com o objetivo de formar cidadãos capazes de explorar novas perspectivas para solucionar problemas de maneira original e eficaz. Mas por que será que o Brasil apareceu entre os 12 piores resultados?

     Especialistas analisam a questão sob diferentes perspectivas: a escola brasileira precisa ser um ambiente mais propício à criatividade, oferecendo mais espaço para disciplinas e atividades que estimulem os alunos a buscarem alternativas novas para os problemas cotidianos e não apenas focar nas disciplinas obrigatórias; os educadores precisam ser melhor formados para implementar atividades e projetos que desenvolvam diferentes competências e habilidades artísticas e inovadoras nas crianças e jovens; os brasileiros são um dos públicos que mais tempo passa em frente às telas de celulares e tablets e, por fim, há quem chame a atenção para as imensas desigualdades de toda ordem existentes em nosso país, que dificultam o aprendizado de conteúdos básicos como leitura, escrita e cálculo.

     Todas as análises fazem sentido, porém, questões complexas como essa pedem respostas na mesma linha. Há uma crise de criatividade entre as crianças e jovens das novas gerações, e isso é um sinal de que há algo acontecendo nos corações e mentes desse público no mundo inteiro. Como sabemos, a adolescência é a fase de transição entre a infância e a vida adulta, e traz, em seu bojo, a dicotomia entre a saudade dos tempos pueris e o desejo de desbravar o desconhecido, de preferência, por conta e risco. Em tempos em que as conexões digitais têm tomado o espaço precioso das interações reais em que se aprendia a solucionar os problemas por meio da experiência concreta de ter de lidar cara a cara com o diferente e o diverso, assistimos a esses indivíduos aguardando que os algoritmos e sistemas de busca lhes forneçam todas as respostas. E como as máquinas ainda não dão conta da miríade de possibilidades que as relações nos oferecem para a resolução dos problemas, temos meninos e meninas mais acomodados, passivos, entediados. Como exercer a criatividade em uma bolha na qual todos pensam e agem de maneira igual? Como buscar novas visões sobre o que nos rodeia com um algoritmo nos propondo, sem cessar, mais conteúdos sobre o que gostamos e com os quais nos sentimos mais confortáveis?

     Essas são perguntas que também nós, adultos, temos de nos fazer. Não só como educadores dessa nova geração, mas como indivíduos e cidadãos. Sair das bolhas, combater a polarização e tudo o que nos divide e desumaniza é um exercício cotidiano de criatividade. “Consumimos sempre as mesmas coisas nas redes, ignorando o que é diferente. Por isso, é sempre bom dar um nó no algoritmo. Ouvir playlists fora do que estamos acostumados, andar por regiões diferentes, escutar o que os outros pensam, nos relacionar com pessoas que trazem olhares diferentes das coisas”, aconselha a jornalista e especialista em comunicação digital Pollyana Ferrari, autora do livro “Como sair das bolhas”. Olhar para além das redes é, sobretudo, um exercício de manutenção da saúde mental, mas, como tudo o que envolve um certo esforço e nos desacomoda, torna-se um grande desafio. E andamos cansados demais para dar conta desses e de tantos outros que a vida contemporânea tem nos colocado.

     É interessante observar como a aparente facilidade que nos é oferecida pelos algoritmos e bolhas vai diminuindo não apenas a nossa criatividade e criticidade. Eles, ao moldarem nossos gostos e necessidades, resumem as nossas preferências a meia dúzia de coisas que conduzem a uma reprodução automática, gerando tédio e desinteresse pelo que nem sabemos existir. Como afirmou um estudante que entrevistamos para o podcast “curti, e daí?”: “Eu estava no TikTok e apareceu um vídeo para mim. Coisas que eu mais gosto, e aí, todas as coisas que apareceram no vídeo eram as coisas que eu mais gostava de fazer. Eu percebo que a cada dia isso é mais evidente, como se fosse diminuindo tudo que eu gosto mais, sabe? Como se fosse compactando as coisas que eu mais gosto…”.

     Ter consciência do que nos acontece é sempre um bom começo. Porém, é preciso lembrar do porquê de estarmos nas redes: em busca da sensação de pertencimento, algo que é fundamental para o ser humano e mais ainda para aqueles que estão em formação. Estamos sempre à procura de afeto e reconhecimento, e nas redes isso vem de maneira rápida e volumosa, traduzido por cliques e likes. “Desinformação, fake news, tudo é sintoma. Tire-as da reta e o problema continuará ali, igual, de pé. Porque o problema principal é o do alinhamento de identidades e de como é reconfortante estar num grupo homogêneo. Toda conversa, nas redes sociais, se torna um ritual de reafirmação dessa identidade alinhada. Somos atores num palco eternamente demonstrando o quanto somos parecidos com os nossos e distintos daqueles outros”, alerta o jornalista Pedro Dória em seu artigo “A rede social perfeita para as democracias”, publicado no Canal Meio.

    Nesse sentido, cabe-nos perguntar não apenas por que vivemos uma crise de criatividade, mas sobretudo por que não conseguimos nos encontrar nos espaços que promovem o diálogo, a interação corpo a corpo, que estimulam a imaginação nos trazendo novas paisagens (físicas e ficcionais). Precisamos recuperar a nossa capacidade de imaginar para além dos fatos, dados e informações, já que estamos inundados por eles. Um bom começo pode estar no resgate de alguns sonhos e projetos que não estão no nosso feed. Não requer muito esforço, apenas iniciativa, atitude indissociável da criatividade.


(Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2024/07/04/os-adolescentes-a-criatividade-as-bolhas-e-os-algoritmos. Acesso em: setembro de 2024. Adaptado.)

De acordo com o texto, só NÃO favorece a implantação da crise de criatividade vivenciada pelos jovens a:
Alternativas
Q3087706 Biomedicina - Análises Clínicas
De acordo com o recente relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente, 17,5% da população adulta global, equivalente a 1 em cada 6 pessoas, enfrenta desafios relacionados à infertilidade ao longo de suas vidas.
(Disponível em: https://www.paho.org/pt/noticias/Acesso em: agosto de 2024.)

Nesse contexto, o espermograma é o principal exame de avaliação da infertilidade masculina. Considerando a coleta e a preparação da amostra de esperma, bem como os aspectos físico-químicos, a contagem celular e os exames microscópicos, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q3087705 Biomedicina - Análises Clínicas
Menino, 3 anos, é levado ao pronto-socorro após uma queda leve que resultou em um grande hematoma na perna. A mãe relata que, desde os primeiros meses de vida, ele apresentou sangramentos excessivos após pequenas lesões e demoram para cicatrizar. Recentemente, o paciente desenvolveu um episódio de sangramento intra-articular (hemartrose) no joelho após uma brincadeira. Exames laboratoriais mostram um tempo de sangramento normal, porém o tempo de Tromboplastina Parcial Ativada (TTPa) está prolongado. O Tempo de Protrombina (TP) é normal. Com base nos dados clínicos e laboratoriais, o diagnóstico de hemofilia é considerado. O fator de coagulação deficiente e o tipo de hemofilia diagnosticada nesse paciente são, respectivamente:
Alternativas
Q3087703 Biomedicina - Análises Clínicas
Paciente, 45 anos, previamente saudável, é admitido no hospital com quadro de cefaleia intensa, febre e confusão mental há dez dias. Relata ter tido episódios de visão turva e rigidez de nuca nos últimos três dias. O exame físico revela rigidez de nuca e desorientação temporal e espacial. Sem histórico de trauma recente, também não tem antecedentes de uso de medicamentos imunossupressores ou de doenças autoimunes. Diante da suspeita de uma meningite, foi realizada uma punção lombar para coleta de líquor. Dentre os exames solicitados, foi incluído o exame microbiológico para avaliar a possibilidade de meningite fúngica. Com base nas informações apresentadas, sobre a coleta de líquor e o diagnóstico de criptococose, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3087702 Biomedicina - Análises Clínicas
Para a realização de uma avaliação microscópica da urina com competência é fundamental possuir um conhecimento das diversas estruturas morfológicas presentes. Além disso, o biomédico deverá estar atento à importância clínica dos achados urinários e a sua correlação com as anomalias bioquímicas frequentemente associadas à análise microscópica. Diante disso, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q3087701 Biomedicina - Análises Clínicas
Paciente, 23 anos, procurou atendimento com queixas de lesões cutâneas em áreas específicas do corpo. Relata que as lesões começaram pequenas e, ao longo de três semanas, aumentaram de tamanho e se espalharam para outras áreas. O médico coletou uma amostra da pele afetada utilizando uma espátula estéril, raspando as escamas da lesão. O biomédico responsável pela análise da amostra procedeu o exame direto e a cultura. Iniciou a investigação com um exame microscópico no qual parte do material coletado foi analisado usando uma solução de hidróxido de potássio (KOH). Para uma confirmação adicional, o restante do material foi inoculado em meios de cultura específicos para fungos, como ágar Sabouraud Dextrose (SDA) e ágar Mycosel. Foi confirmada a presença de Trichophyton rubrum, um dermatófito causador de micose superficial. Sobre os aspectos laboratoriais da identificação dessa dermatomicose, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) O exame microscópico inicial da amostra (raspado cutâneo) com KOH permitiu a visualização de leveduras arredondadas, possivelmente produzindo hifas septadas e esporos.
( ) Esse dermatófito geralmente produz colônias de textura cremosa e de cor creme a avermelhada.
( ) A análise microscópica das colônias revelou hifas septadas hialinas e macroconídios em naveta ou fuso, características compatíveis com o gênero Trichophyton.

A sequência está correta em
Alternativas
Q3087700 Biomedicina - Análises Clínicas
A confiabilidade dos testes laboratoriais depende de diversas características de desempenho, como precisão, exatidão, sensibilidade, especificidade e valores preditivos. Em relação a tais conceitos, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3087693 Legislação dos Municípios do Estado de Rondônia
Adonias, presidente de associação de defesa aos direitos das pessoas com deficiência, acompanha perante a Câmara Municipal de Cacoal o trâmite de determinado projeto de lei, de interesse da referida entidade. Maria, uma das integrantes da associação, procura Adonias com a intenção de saber mais a respeito da sistemática prevista na Lei Orgânica para o processo legislativo de tal matéria. A esse respeito, Adonias deverá orientá-la corretamente que:
Alternativas
Q3087691 Saúde Pública
“O objetivo desse princípio é diminuir desigualdades. Apesar de todas as pessoas possuírem direito aos serviços, as pessoas não são iguais e, por isso, têm necessidades distintas. Em outras palavras, significa tratar desigualmente os desiguais, investindo mais onde a carência é maior.” As informações se referem a um dos princípios do SUS, norteador de políticas públicas de saúde; assinale-o.
Alternativas
Q3087690 Saúde Pública
“A implantação deste Pacto, nas suas três dimensões – Pacto pela Vida, em Defesa do Sistema Único de Saúde (SUS) e de Gestão –, possibilita a efetivação de acordos entre as três esferas de gestão do SUS.” Tendo em vista que esse trecho é referente ao Pacto pela Saúde, de 2006, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3087689 Saúde Pública
Sobre a Atenção Primária à Saúde (APS), analise as afirmativas a seguir.

I. Dentre suas funções está a resolução, que visa referenciar os usuários aos serviços secundários adequados.
II. Dentre seus princípios está a longitudinalidade, que caracteriza uma relação pessoal de longa duração entre profissionais de saúde e usuários em suas unidades de saúde.
III. Dentre suas funções está a organização, que é caracterizada pelo cadastramento dos usuários e pela identificação de suas comorbidades.
IV. Um dos princípios da APS é o primeiro contato.

Está correto o que se afirma apenas em 
Alternativas
Q3087688 Saúde Pública
“Existem em caráter permanente e deliberativo; são órgãos colegiados compostos por representantes do governo, prestadores de serviço, profissionais de saúde e usuários. Atuam na formulação de estratégias e no controle da execução da política de saúde na instância correspondente, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros, cujas decisões serão homologadas pelo chefe do Poder legalmente constituído em cada esfera do governo.” As informações se referem ao seguinte órgão:
Alternativas
Q3087687 Saúde Pública
João foi ao posto do bairro devido a uma ferida no pé, sendo diagnosticado pelo médico de família com úlcera venosa. O médico decidiu encaminhá-lo a uma consulta com o especialista. Após um mês, João volta ao posto com uma solicitação de cuidados pós-operatórios da ferida pela Equipe de Saúde da Família (ESF). Sobre a integralidade no Sistema Único de Saúde (SUS) e sua associação ao caso apresentado, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q3087686 Saúde Pública
A organização dos serviços de saúde no Brasil é fortemente baseada no conceito de regionalização, que busca distribuir de maneira equitativa os recursos e os serviços entre as diferentes regiões do país. A regionalização visa, também, superar as desigualdades regionais no acesso à saúde, garantindo que as populações mais vulneráveis tenham acesso aos mesmos serviços de qualidade disponíveis nos grandes centros urbanos. Dada a complexidade e as disparidades regionais no Brasil, o sucesso da regionalização depende da cooperação entre os diferentes níveis de governo e da adequação das redes de atenção à saúde. É considerado um dos principais desafios para a efetiva implementação da regionalização no Sistema Único de Saúde (SUS):
Alternativas
Q3087685 Saúde Pública
Em um município de médio porte, a gestão de saúde está em processo de implementação de distritos sanitários, como preconizado nas diretrizes de saúde coletiva. O principal objetivo da criação desses distritos é descentralizar a gestão, melhorar a alocação de recursos e garantir maior acessibilidade à população. No entanto, a equipe gestora enfrenta dificuldades em definir os critérios de territorialização, considerando fatores como a distribuição populacional, as desigualdades sociais e a infraestrutura existente. Qual o princípio básico que deve guiar a organização dos distritos sanitários para garantir a integralidade e a equidade no cuidado em saúde?
Alternativas
Q3087684 Saúde Pública
Em uma região rural do Brasil, a malária é uma doença endêmica, e sua transmissão ocorre predominantemente em áreas próximas a rios e florestas. A maioria dos casos é causada por Plasmodium vivax, com uma prevalência significativa também de Plasmodium falciparum. Apesar das medidas de controle, como o uso de mosquiteiros impregnados com inseticida, campanhas de pulverização e tratamento em massa, a doença persiste devido às condições socioeconômicas desfavoráveis e à falta de acesso adequado aos serviços de saúde. Considerando as características epidemiológicas e de controle das doenças endêmicas, qual a estratégia mais adequada para reduzir a transmissão da malária nessa região?
Alternativas
Q3087683 Saúde Pública
Durante o surto de uma doença viral em uma região urbana densamente povoada, foi necessário o desenvolvimento de uma estratégia de saúde pública para controlar a epidemia. A resposta da vigilância epidemiológica incluiu medidas de notificação compulsória, isolamento de casos e rastreamento de contatos. Contudo, verificou-se uma alta taxa de subnotificação, especialmente em áreas periféricas com serviços de saúde deficientes. Quais fatores podem ter contribuído para a subnotificação e para a ineficácia das estratégias de controle da epidemia?
Alternativas
Q3087682 Saúde Pública
Em uma investigação sobre um surto de hepatite A em uma comunidade ribeirinha, o sistema de vigilância sanitária foi acionado para averiguar as condições de saneamento e a possível contaminação da água. Como parte do protocolo de vigilância epidemiológica, é necessário reportar os casos ao SINAN. Qual é a interação essencial entre vigilância sanitária e epidemiológica no controle de surtos de doenças de transmissão hídrica?
Alternativas
Q3087681 Saúde Pública
Em um estudo epidemiológico sobre a mortalidade infantil em uma região do Brasil, foram coletados vários indicadores de saúde, incluindo a taxa de mortalidade neonatal precoce e a taxa de mortalidade infantil tardia. Esses indicadores são críticos para entender a qualidade da assistência neonatal e pediátrica oferecida nos serviços de saúde da região. No entanto, o estudo também sugere a importância de indicadores socioeconômicos para uma análise mais robusta. Qual dos indicadores a seguir é considerado o mais apropriado para entender os determinantes sociais da mortalidade infantil?
Alternativas
Respostas
841: B
842: C
843: B
844: B
845: C
846: C
847: D
848: D
849: B
850: A
851: D
852: C
853: A
854: B
855: D
856: B
857: D
858: D
859: D
860: A