Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de parnamirim - rn

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Q1662381 Português
    Você “trabalha em equipe” e é “workaholic”? Pare de usar palavras batidas.
    Um termo desgastado dito na entrevista de emprego ou em uma reunião pode revelar dados sobre uma pessoa. Alguns, dizem os especialistas, produzem o efeito contrário ao que se deseja e denotam, no mínimo, imaturidade. "Você pode ser percebido como alguém sem conteúdo que, assim como um adolescente, está preocupado em pertencer a um grupo e ser aceito por ele, em vez de contribuir com o sucesso da empresa", afirmou o consultor Silvio Celestino, sócio fundador da Alliance Coaching.     Sem perceber, até o profissional mais preparado pode escorregar em um clichê. Por isso, antes de ir a campo, conheça as principais frases e termos e entenda por que você deve fugir deles.
    1 - Sou perfeccionista
    A expressão não diz nada. "O entrevistador quer conhecer o candidato. E, ao responder dessa maneira, perde-se a grande chance de falar sobre si", disse Marcelo de Lucca, sócio da consultoria KPMG. Em vez de reduzir a possibilidade a uma palavra, por que não falar que se aprimora continuamente citando, por exemplo, quantos e quais livros lê por ano ou cursos que faz por conta própria? "A pessoa que se descreve uma perfeccionista geralmente não tem uma visão mais clara de si mesma. E não reconhecer os erros é também não reconhecer as virtudes", afirmou Marco Zanini, professor da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getulio Vargas (Ebape/FGV).
    2 - Quero muito trabalhar aqui
    A empresa não precisa de pessoas que queiram trabalhar nela, mas que queiram que ela ganhe, disse Silvio Celestino. Ou seja, além de querer trabalhar, o mais importante é demonstrar interesse em contribuir com o sucesso da companhia.
    3 - Gosto de trabalhar em equipe
    Isso não prova que os demais gostam de trabalhar com você, segundo Celestino. Seja mais claro e afirme que você é capaz de liderar pessoas ou sabe lidar com conflitos e busca soluções harmoniosas.
    4 - Sou workaholic e faço tudo bem-feito
    Para Celestino, afirmar que é workaholic pode demonstrar falta de equilíbrio. Melhor especificar que, sempre que necessário ou demandado pelo gestor, você tem responsabilidade para entregar as tarefas no prazo e nas especificações. "Oriento os meus alunos a serem mais humildes, a não se vangloriar - sendo jovens, principalmente, porque eles ainda não têm experiência para apresentar. É preferível ser verdadeiro, colocar o que quer fazer, valorizar as aptidões e como deseja contribuir no desenvolvimento da empresa", disse o professor Zanini.
    4 - Eu me dou bem com todo mundo
    Com que tipo e com quantas pessoas você já trabalhou? Diga que, independentemente das características de cada indivíduo, você busca respeitar as diferenças e focar na competência do indivíduo, relevando características problemáticas, afirmou Celestino. Em reuniões
    5 - Com certeza
    Evite esse termo para afirmar algo que é considerado óbvio e evidente, mas que nem sempre é assim. "Afirme que tem a mesma opinião ou que observou as mesmas evidências que o interlocutor", disse Celestino.
    6 - Tenho limitação de budget
    Para Lucca, o profissional que justifica uma situação com esse argumento se coloca como vítima, quando deveria ser o protagonista. É preferível dizer que, apesar da limitação, verá o que consegue fazer para que a ação aconteça. "É uma maneira de se mostrar disposto a realizar", disse Lucca.
    7 - Tal área não fez o que deveria
    Essa é a típica frase em que o sujeito joga a responsabilidade no outro e não diz o que pode fazer para mudar a situação. E isso é péssimo para a imagem do profissional, segundo Lucca.
    8 - Cada um tem a sua verdade
    Essa é uma expressão perigosa. O que existem são fatos e documentos. "Diferentes são as opiniões, não a verdade", disse Celestino.
    9 - Accountability, empowerment e outros 
    Evite o uso de expressões estrangeiras quando há uma em português perfeitamente compreensível. Não use o inglês para demonstrar sofisticação ou esnobar pessoas. Saiba adequar sua linguagem ao público. "Muitas vezes, o termo é usual dentro da cultura da empresa. Mas quem é de fora não é obrigado a saber", afirmou Lucca.
    10 - Sairei porque tenho novos desafios Eis uma frase desgastada e vazia. Todo mundo se despede da empresa ou do mercado dessa forma, segundo Lucca. Mencione uma razão mais concreta ou algo que traga mais valor.

(PEREIRA, Inês. Portal UOL Economia. 23/08/2018.)

Analisando a tirinha, marque o enunciado do texto ao qual esta serve de ilustração.


Imagem associada para resolução da questão


O pessoal do serviço que me mandou viajar, pegar uma piscina, tomar uns drinks e relaxar. Assim não dá, é um monte de ordem ao mesmo tempo; como eles acham que vou cumprir tudo?!

Alternativas
Q1662380 Português
    Você “trabalha em equipe” e é “workaholic”? Pare de usar palavras batidas.
    Um termo desgastado dito na entrevista de emprego ou em uma reunião pode revelar dados sobre uma pessoa. Alguns, dizem os especialistas, produzem o efeito contrário ao que se deseja e denotam, no mínimo, imaturidade. "Você pode ser percebido como alguém sem conteúdo que, assim como um adolescente, está preocupado em pertencer a um grupo e ser aceito por ele, em vez de contribuir com o sucesso da empresa", afirmou o consultor Silvio Celestino, sócio fundador da Alliance Coaching.     Sem perceber, até o profissional mais preparado pode escorregar em um clichê. Por isso, antes de ir a campo, conheça as principais frases e termos e entenda por que você deve fugir deles.
    1 - Sou perfeccionista
    A expressão não diz nada. "O entrevistador quer conhecer o candidato. E, ao responder dessa maneira, perde-se a grande chance de falar sobre si", disse Marcelo de Lucca, sócio da consultoria KPMG. Em vez de reduzir a possibilidade a uma palavra, por que não falar que se aprimora continuamente citando, por exemplo, quantos e quais livros lê por ano ou cursos que faz por conta própria? "A pessoa que se descreve uma perfeccionista geralmente não tem uma visão mais clara de si mesma. E não reconhecer os erros é também não reconhecer as virtudes", afirmou Marco Zanini, professor da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getulio Vargas (Ebape/FGV).
    2 - Quero muito trabalhar aqui
    A empresa não precisa de pessoas que queiram trabalhar nela, mas que queiram que ela ganhe, disse Silvio Celestino. Ou seja, além de querer trabalhar, o mais importante é demonstrar interesse em contribuir com o sucesso da companhia.
    3 - Gosto de trabalhar em equipe
    Isso não prova que os demais gostam de trabalhar com você, segundo Celestino. Seja mais claro e afirme que você é capaz de liderar pessoas ou sabe lidar com conflitos e busca soluções harmoniosas.
    4 - Sou workaholic e faço tudo bem-feito
    Para Celestino, afirmar que é workaholic pode demonstrar falta de equilíbrio. Melhor especificar que, sempre que necessário ou demandado pelo gestor, você tem responsabilidade para entregar as tarefas no prazo e nas especificações. "Oriento os meus alunos a serem mais humildes, a não se vangloriar - sendo jovens, principalmente, porque eles ainda não têm experiência para apresentar. É preferível ser verdadeiro, colocar o que quer fazer, valorizar as aptidões e como deseja contribuir no desenvolvimento da empresa", disse o professor Zanini.
    4 - Eu me dou bem com todo mundo
    Com que tipo e com quantas pessoas você já trabalhou? Diga que, independentemente das características de cada indivíduo, você busca respeitar as diferenças e focar na competência do indivíduo, relevando características problemáticas, afirmou Celestino. Em reuniões
    5 - Com certeza
    Evite esse termo para afirmar algo que é considerado óbvio e evidente, mas que nem sempre é assim. "Afirme que tem a mesma opinião ou que observou as mesmas evidências que o interlocutor", disse Celestino.
    6 - Tenho limitação de budget
    Para Lucca, o profissional que justifica uma situação com esse argumento se coloca como vítima, quando deveria ser o protagonista. É preferível dizer que, apesar da limitação, verá o que consegue fazer para que a ação aconteça. "É uma maneira de se mostrar disposto a realizar", disse Lucca.
    7 - Tal área não fez o que deveria
    Essa é a típica frase em que o sujeito joga a responsabilidade no outro e não diz o que pode fazer para mudar a situação. E isso é péssimo para a imagem do profissional, segundo Lucca.
    8 - Cada um tem a sua verdade
    Essa é uma expressão perigosa. O que existem são fatos e documentos. "Diferentes são as opiniões, não a verdade", disse Celestino.
    9 - Accountability, empowerment e outros 
    Evite o uso de expressões estrangeiras quando há uma em português perfeitamente compreensível. Não use o inglês para demonstrar sofisticação ou esnobar pessoas. Saiba adequar sua linguagem ao público. "Muitas vezes, o termo é usual dentro da cultura da empresa. Mas quem é de fora não é obrigado a saber", afirmou Lucca.
    10 - Sairei porque tenho novos desafios Eis uma frase desgastada e vazia. Todo mundo se despede da empresa ou do mercado dessa forma, segundo Lucca. Mencione uma razão mais concreta ou algo que traga mais valor.

(PEREIRA, Inês. Portal UOL Economia. 23/08/2018.)
Assinale qual dos enunciados a seguir não incorre em um dos dez casos apresentados no texto.
Alternativas
Q1662379 Português
    Você “trabalha em equipe” e é “workaholic”? Pare de usar palavras batidas.
    Um termo desgastado dito na entrevista de emprego ou em uma reunião pode revelar dados sobre uma pessoa. Alguns, dizem os especialistas, produzem o efeito contrário ao que se deseja e denotam, no mínimo, imaturidade. "Você pode ser percebido como alguém sem conteúdo que, assim como um adolescente, está preocupado em pertencer a um grupo e ser aceito por ele, em vez de contribuir com o sucesso da empresa", afirmou o consultor Silvio Celestino, sócio fundador da Alliance Coaching.     Sem perceber, até o profissional mais preparado pode escorregar em um clichê. Por isso, antes de ir a campo, conheça as principais frases e termos e entenda por que você deve fugir deles.
    1 - Sou perfeccionista
    A expressão não diz nada. "O entrevistador quer conhecer o candidato. E, ao responder dessa maneira, perde-se a grande chance de falar sobre si", disse Marcelo de Lucca, sócio da consultoria KPMG. Em vez de reduzir a possibilidade a uma palavra, por que não falar que se aprimora continuamente citando, por exemplo, quantos e quais livros lê por ano ou cursos que faz por conta própria? "A pessoa que se descreve uma perfeccionista geralmente não tem uma visão mais clara de si mesma. E não reconhecer os erros é também não reconhecer as virtudes", afirmou Marco Zanini, professor da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getulio Vargas (Ebape/FGV).
    2 - Quero muito trabalhar aqui
    A empresa não precisa de pessoas que queiram trabalhar nela, mas que queiram que ela ganhe, disse Silvio Celestino. Ou seja, além de querer trabalhar, o mais importante é demonstrar interesse em contribuir com o sucesso da companhia.
    3 - Gosto de trabalhar em equipe
    Isso não prova que os demais gostam de trabalhar com você, segundo Celestino. Seja mais claro e afirme que você é capaz de liderar pessoas ou sabe lidar com conflitos e busca soluções harmoniosas.
    4 - Sou workaholic e faço tudo bem-feito
    Para Celestino, afirmar que é workaholic pode demonstrar falta de equilíbrio. Melhor especificar que, sempre que necessário ou demandado pelo gestor, você tem responsabilidade para entregar as tarefas no prazo e nas especificações. "Oriento os meus alunos a serem mais humildes, a não se vangloriar - sendo jovens, principalmente, porque eles ainda não têm experiência para apresentar. É preferível ser verdadeiro, colocar o que quer fazer, valorizar as aptidões e como deseja contribuir no desenvolvimento da empresa", disse o professor Zanini.
    4 - Eu me dou bem com todo mundo
    Com que tipo e com quantas pessoas você já trabalhou? Diga que, independentemente das características de cada indivíduo, você busca respeitar as diferenças e focar na competência do indivíduo, relevando características problemáticas, afirmou Celestino. Em reuniões
    5 - Com certeza
    Evite esse termo para afirmar algo que é considerado óbvio e evidente, mas que nem sempre é assim. "Afirme que tem a mesma opinião ou que observou as mesmas evidências que o interlocutor", disse Celestino.
    6 - Tenho limitação de budget
    Para Lucca, o profissional que justifica uma situação com esse argumento se coloca como vítima, quando deveria ser o protagonista. É preferível dizer que, apesar da limitação, verá o que consegue fazer para que a ação aconteça. "É uma maneira de se mostrar disposto a realizar", disse Lucca.
    7 - Tal área não fez o que deveria
    Essa é a típica frase em que o sujeito joga a responsabilidade no outro e não diz o que pode fazer para mudar a situação. E isso é péssimo para a imagem do profissional, segundo Lucca.
    8 - Cada um tem a sua verdade
    Essa é uma expressão perigosa. O que existem são fatos e documentos. "Diferentes são as opiniões, não a verdade", disse Celestino.
    9 - Accountability, empowerment e outros 
    Evite o uso de expressões estrangeiras quando há uma em português perfeitamente compreensível. Não use o inglês para demonstrar sofisticação ou esnobar pessoas. Saiba adequar sua linguagem ao público. "Muitas vezes, o termo é usual dentro da cultura da empresa. Mas quem é de fora não é obrigado a saber", afirmou Lucca.
    10 - Sairei porque tenho novos desafios Eis uma frase desgastada e vazia. Todo mundo se despede da empresa ou do mercado dessa forma, segundo Lucca. Mencione uma razão mais concreta ou algo que traga mais valor.

(PEREIRA, Inês. Portal UOL Economia. 23/08/2018.)
Marque o enunciado do texto que justifica o título “Você 'trabalha em equipe' e é 'workaholic'? Pare de usar palavras batidas”.
Alternativas
Q1662378 Português
    Você “trabalha em equipe” e é “workaholic”? Pare de usar palavras batidas.
    Um termo desgastado dito na entrevista de emprego ou em uma reunião pode revelar dados sobre uma pessoa. Alguns, dizem os especialistas, produzem o efeito contrário ao que se deseja e denotam, no mínimo, imaturidade. "Você pode ser percebido como alguém sem conteúdo que, assim como um adolescente, está preocupado em pertencer a um grupo e ser aceito por ele, em vez de contribuir com o sucesso da empresa", afirmou o consultor Silvio Celestino, sócio fundador da Alliance Coaching.     Sem perceber, até o profissional mais preparado pode escorregar em um clichê. Por isso, antes de ir a campo, conheça as principais frases e termos e entenda por que você deve fugir deles.
    1 - Sou perfeccionista
    A expressão não diz nada. "O entrevistador quer conhecer o candidato. E, ao responder dessa maneira, perde-se a grande chance de falar sobre si", disse Marcelo de Lucca, sócio da consultoria KPMG. Em vez de reduzir a possibilidade a uma palavra, por que não falar que se aprimora continuamente citando, por exemplo, quantos e quais livros lê por ano ou cursos que faz por conta própria? "A pessoa que se descreve uma perfeccionista geralmente não tem uma visão mais clara de si mesma. E não reconhecer os erros é também não reconhecer as virtudes", afirmou Marco Zanini, professor da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getulio Vargas (Ebape/FGV).
    2 - Quero muito trabalhar aqui
    A empresa não precisa de pessoas que queiram trabalhar nela, mas que queiram que ela ganhe, disse Silvio Celestino. Ou seja, além de querer trabalhar, o mais importante é demonstrar interesse em contribuir com o sucesso da companhia.
    3 - Gosto de trabalhar em equipe
    Isso não prova que os demais gostam de trabalhar com você, segundo Celestino. Seja mais claro e afirme que você é capaz de liderar pessoas ou sabe lidar com conflitos e busca soluções harmoniosas.
    4 - Sou workaholic e faço tudo bem-feito
    Para Celestino, afirmar que é workaholic pode demonstrar falta de equilíbrio. Melhor especificar que, sempre que necessário ou demandado pelo gestor, você tem responsabilidade para entregar as tarefas no prazo e nas especificações. "Oriento os meus alunos a serem mais humildes, a não se vangloriar - sendo jovens, principalmente, porque eles ainda não têm experiência para apresentar. É preferível ser verdadeiro, colocar o que quer fazer, valorizar as aptidões e como deseja contribuir no desenvolvimento da empresa", disse o professor Zanini.
    4 - Eu me dou bem com todo mundo
    Com que tipo e com quantas pessoas você já trabalhou? Diga que, independentemente das características de cada indivíduo, você busca respeitar as diferenças e focar na competência do indivíduo, relevando características problemáticas, afirmou Celestino. Em reuniões
    5 - Com certeza
    Evite esse termo para afirmar algo que é considerado óbvio e evidente, mas que nem sempre é assim. "Afirme que tem a mesma opinião ou que observou as mesmas evidências que o interlocutor", disse Celestino.
    6 - Tenho limitação de budget
    Para Lucca, o profissional que justifica uma situação com esse argumento se coloca como vítima, quando deveria ser o protagonista. É preferível dizer que, apesar da limitação, verá o que consegue fazer para que a ação aconteça. "É uma maneira de se mostrar disposto a realizar", disse Lucca.
    7 - Tal área não fez o que deveria
    Essa é a típica frase em que o sujeito joga a responsabilidade no outro e não diz o que pode fazer para mudar a situação. E isso é péssimo para a imagem do profissional, segundo Lucca.
    8 - Cada um tem a sua verdade
    Essa é uma expressão perigosa. O que existem são fatos e documentos. "Diferentes são as opiniões, não a verdade", disse Celestino.
    9 - Accountability, empowerment e outros 
    Evite o uso de expressões estrangeiras quando há uma em português perfeitamente compreensível. Não use o inglês para demonstrar sofisticação ou esnobar pessoas. Saiba adequar sua linguagem ao público. "Muitas vezes, o termo é usual dentro da cultura da empresa. Mas quem é de fora não é obrigado a saber", afirmou Lucca.
    10 - Sairei porque tenho novos desafios Eis uma frase desgastada e vazia. Todo mundo se despede da empresa ou do mercado dessa forma, segundo Lucca. Mencione uma razão mais concreta ou algo que traga mais valor.

(PEREIRA, Inês. Portal UOL Economia. 23/08/2018.)
A respeito do tema central do texto, assinale a única opção CORRETA.
Alternativas
Q1662347 Medicina
A comunicação interventricular (CIV) é a cardiopatia congênita mais frequente na maioria dos relatos da literatura médica e faz parte do grupo das cardiopatias acianogênicas. Sobre essa cardiopatia, constata-se que
Alternativas
Q1662345 Medicina
Mulher de 59 anos com diagnóstico de carcinoma de mama ductal invasivo identificado em avaliação de rotina. Será submetida a mastectomia e comparece à consulta para avaliação pré-operatória. Realiza caminhadas diárias com duração de 25 minutos e teve o diagnóstico de DM2 há 3 anos, estando em uso de metformina e gliclazida. Ao exame físico, PA 128 x 70 mmHg, FC 72 bpm, sem alterações durante o exame. Eletrocardiograma dentro dos limites da normalidade. Exames laboratoriais sem alterações relevantes. Conforme a 3ª Diretriz de Avaliação Cardiovascular Perioperatória da SBC, o risco de eventos cardiovasculares no perioperatório e as recomendações são
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Q1662344 Medicina
A semiologia é a área da medicina que se dedica ao estudo dos sinais e sintomas das doenças humanas. Em relação à semiologia cardíaca,
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Q1662343 Medicina
A insuficiência cardíaca (IC) é uma síndrome clínica caracterizada por sinais ou sintomas decorrentes da incapacidade do coração em bombear sangue para suprir adequadamente às demandas metabólicas dos tecidos periféricos ou de fazê-lo sob altas pressões de enchimento. Em relação à IC, constata-se que
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Q1662340 Medicina
Homem de 55 anos, branco, vem ao consultório para consulta de rotina. Diz que , há mais de 6 meses, fez exames que revelaram colesterol alto. Desde então, vem praticando atividade física aeróbica durante 30 minutos, todos os dias da semana, e está seguindo a dieta prescrita pelo nutricionista. O paciente não fuma e não apresenta comorbidades. Ao exame físico, PA 136 x 86 mmHg. Repetido perfil lipídico, que mostrou: CT 228 mg/dL, HDL 38 mg/dL, TG 250 mg/dL. Glicemia de jejum 96 mg/dL.
De acordo com a Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose de 2017, a conduta recomendada é
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Q1662337 Medicina
O exercício físico aeróbico realizado regularmente através dos programas de reabilitação cardiovascular poderá trazer inúmeros benefícios. Sobre a relação entre exercício e nível da pressão arterial, constata-se que
Alternativas
Q1662332 Medicina
A Amiodarona é um antiarrítmico de classe III da classificação de Vaughan Williams e é uma das drogas mais utilizadas em cardiologia para o controle de arritmias, principalmente em pacientes com cardiopatia estrutural. Esse medicamento
Alternativas
Q1662329 Medicina
Homem de 59 anos chega ao pronto socorro apresentando dor precordial em opressão , com início há 30 minutos. Refere ser hipertenso, dislipidêmico e ter sofrido acidente vascular encefálico isquêmico há 8 meses, sem sequelas significativas. Ao exame f ísico, PA 140x90 mmHg, FC 88 bpm, restante sem alterações. Realizou ECG que demonstrou: ritmo sinusal, supradesnível do segmento ST de 3 mm de V1 a V6, DI e aVL. Foram administrados 200 mg de AAS macerados, Clopidogrel 300mg, dinitrato de isossorbida SL 5 mg, morfina e heparina. Considerando que o centro de hemodinâmica mais próximo encontra-se a 2h30 min, a conduta mais adequada para o caso é:
Alternativas
Q1662328 Medicina
Paciente de 43 anos, professor de ensino fundamental, foi encaminhado para avaliação de sopro cardíaco. Nega sintomas atuais ou prévios. Ao exame físico, apresentou: PA = 138 x 42mmHg; FC = 78 bpm; pulso em “martelo d’água”; ritmo cardíaco regular em dois tempos; bulhas normofonéticas com sopro diastólico 2+/6+ em foco aórtico; murmúrio vesicular presente sem ruídos adventícios. Realizou ecocardiograma que demonstrou: FE = 47%, diâmetro diastólico do VE de 72, sistólico de 56 mm, aorta com diâmetro discretamente aumentado e insuficiência aórtica importante, com características sugestivas da etiologia reumática. No caso exposto,
Alternativas
Q1657298 Medicina
Nos casos de oclusão arterial, é importante diferenciar entre os quadros de embolia e de trombose. Nesse sentido, para diferenciar essas etiologias , os dados clínicos que devem ser considerados são:
Alternativas
Q1657297 Medicina
Uma mulher de 59 anos de idade dá entrada no pronto atendimento (PA) com dor e formigamento no braço direito. A dor ocorreu há cerca de 2 horas enquanto ela passeava com o cachorro. Foi de início repentino e está apresentando melhora. Não há histórico de trauma e ela não teve episódios prévios. Ela agora é capaz de mover os dedos, mas diz que os sente dormentes. Seu histórico médico anterior inclui episódios de palpitações e está aguardando para marcar uma consulta com o cardiologista. No exame físico, a mão direita parece pálida e fria. Os pulsos radial e ulnar estão ausentes. Não há sensibilidade muscular no antebraço, a motricidade da mão encontra-se plena, com alteração da sensibilidade. Diante desse quadro, o plano terapêutico para essa paciente é:
Alternativas
Q1657296 Medicina
Um homem de 70 anos de idade chega ao ambulatório com queixa de dor no dorso do pé direito, nas últimas 4 semanas. Durante a noite, a dor piora, sendo aliviada quando ele abaixa a perna. O Paciente é hipertenso, apresenta dislipidemia e passado de revasc ularização do miocárdio há 6 anos. Faz uso de beta-bloqueador, estatina e dupla antiagregação. No exame físico, o angiologista verifica que o pé direito se encontra edemaciado, avermelhado e com diminuição da temperatura quando se compara com o membro contra-lateral. O Vº pododáctilo direito está escuro. O pulso femoral é palpável bilateralmente, os pulsos distais estão diminuídos, mas palpáveis no membro esquerdo, e ausente à direita. Diante desse quadro, a conduta adequada é:
Alternativas
Q1657295 Medicina
A insuficiência venosa crônica é uma patologia de alta prevalência na população em geral, que causa diversos incômodos para quem é acometido. Como opção terapêutica para essa enfermidade, existem os venotônicos, que são indicados com o objetivo de
Alternativas
Q1657294 Medicina
Uma esteticista, com 47 anos de idade, procura o ambulatório do centro clínico por queixas de dor, peso e edema em membros inferiores, com maior intensidade no membro esquerdo, que piora ao longo do dia de trabalho. Ela refere que percebeu o aparecimento de veias distendidas nas pernas há cerca de 2 anos, mas que, há 3 meses, notou o aparecimento de uma área pruriginosa na face medial da perna. Ao exame físico, são evidenciadas veias varicosas na face medial da perna e na face posterior do joelho, com área de hiperpigmentação na face medial do tornozelo. Tendo como base a classificação CEAP, essa paciente se enquadra na classe
Alternativas
Q1657293 Medicina
O ultrassom de abdômen é um exame de rastreio do aneurisma de aorta abdominal. Quando esse método diagnóstico é utilizado de forma precoce, o índice de mortalidade causado por essa patologia é reduzido. O grupo de indivíduos beneficiados com esse diagnóstico precoce são os pacientes do sexo
Alternativas
Q1657292 Medicina
Um paciente hipertenso, com 66 anos de idade vai ao ambulatório queixando-se de dor na panturrilha direita, quando caminha 250 metros. Relata que a dor piora se estiver em aclives ou proclives e que o repouso promove o desaparecimento dos sintomas. Não há histórico de trauma ou cirurgia. No exame físico, o angiologista verifica diminuição de fâneros, sem alterações na pele. O pulso femoral direito encontra-se palpável, porém os demais pulsos deste membro não se encontram palpáveis e, à esquerda, palpam-se os pulsos femoral e poplíteo, este último diminuído (3+/4+).
O exame a ser realizado em seguida nesse paciente é
Alternativas
Respostas
901: B
902: B
903: D
904: B
905: B
906: B
907: B
908: D
909: D
910: D
911: A
912: C
913: C
914: A
915: A
916: B
917: C
918: D
919: A
920: D