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Q3383577 Eletricidade
Um eletricista de veículos é chamado para solucionar um problema no sistema elétrico de um automóvel. Ao analisar o circuito de partida do veículo, ele identifica que a bateria apresenta 12V, a resistência interna da bateria é de 0,01 Ω, a resistência do cabo de ligação da bateria ao motor de partida é de 0,02 Ω e a resistência do motor de partida é de 0,1Ω.Utilizando as Leis de Kirchoff, determine a corrente que circula no circuito de partida do veículo e avalie se ela é suficiente para dar partida no motor. Considere que a corrente de partida de um motor de veículo geralmente varia entre 50A e 150A. 
Alternativas
Q3383549 Português
Meningite bacteriana deixa sequelas neurológicas em um terço dos pacientes


Cerca de um terço das crianças que tiveram meningite bacteriana apresentam sequelas neurológicas, como a deficiência cognitiva, auditiva e motora, revela um novo estudo feito pelo Instituto Karolinska, na Suécia, publicado na revista científica Jama.

A meningite bacteriana pode afetar pessoas de qualquer idade, mas é mais comum em crianças e adolescentes. Mesmo com o diagnóstico precoce e um tratamento adequado, feito à base de antibióticos, ela pode evoluir rapidamente. Segundo especialistas ouvidos pela Agência Einstein, nem sempre é possível evitar os quadros graves, que podem deixar sequelas permanentes e até causar a morte do paciente. Mas, segundo os autores da pesquisa, faltam estudos das consequências a longo prazo

Após analisar dados de mais de 36 mil voluntários, durante 35 anos, percebeu-se que aqueles que contraíram a infecção na infância tinham mais risco de apresentar problemas motores, cognitivos, emocionais, comportamentais, convulsões e perda auditiva e visual em relação à população geral.

"Muitos problemas não aparecem imediatamente. As sequelas cognitivas em crianças que ficaram doentes muito pequenas, por exemplo, só se conhecem a longo prazo", diz o infectologista Alfredo Gilio, coordenador da Clínica de Imunização do Hospital Israelita Albert Einstein. "A vantagem desse estudo é que ele é muito robusto estatisticamente, com um grande número de casos e seguimento a longo prazo."

A pesquisa também mostrou que, quanto mais nova a criança contrai a doença, maior o risco de sequelas. Isso pode ser explicado, segundo os autores, pela gravidade dos danos ao sistema nervoso em estágios precoces do desenvolvimento físico e mental.

Entre as bactérias causadoras de meningite, o Streptococcus pneumoniae?foi a mais associada com as sequelas motoras, cognitivas e de audição, em comparação com as infecções por Haemophilus influenzae e?Neisseria meningitidis (responsável pela meningite C, uma das mais prevalentes no Brasil).

O resultado do estudo reforça a importância da vacinação. "As vacinas têm uma alta taxa de proteção, beirando os 100%, e são essenciais para prevenir a doença e, portanto, evitar as sequelas", diz Gilio.

A rede pública oferece imunizantes contra todas essas bactérias causadoras de meningite. Pelo calendário do Ministério da Saúde, a pneumocócica, que previne infecções pelo S pneumoniae, deve ser tomada aos 2 e aos 4 meses, além de um reforço aos 12 meses. Nessa mesma faixa etária, a criança deve tomar também a penta, que afasta o risco de doenças causadas pelo Haemophilus influenzae e outras, como difteria, tétano e coqueluche. Essa vacina tem uma terceira dose aos 6 meses.

Já a meningo C deve ser dada em duas doses, aos 3 e aos 5 meses, com reforço ao completar 1 ano. Adolescentes entre 11 e 14 anos podem receber a ACWY, que protege contra esses quatro sorotipos da meningite meningocócica. Na rede privada também está disponível a vacina contra a meningite B.

A meningite é a inflamação das membranas que revestem o cérebro. Entre os sintomas que devem servir de alerta estão febre alta, dor de cabeça, rigidez na nuca, náuseas e vômitos, manchas vermelhas pelo corpo, sensibilidade à luz e confusão mental.

Quando é causada por vírus, a doença não costuma ser grave nem deixar sequelas. Já as meningoencefalites, inflamações que afetam o encéfalo, são graves e podem causar a morte. Podem ser provocadas por diversos agentes, como vírus, bactérias e até parasitas. O tratamento depende da causa.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/meningite-bacterianadeixa-sequelas-neurologicas-em-um-terco-dos-pacientes/
Qual é um dos principais pontos destacados sobre a meningite bacteriana no texto? 
Alternativas
Q3383378 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Mudança climática: o plano 'maluco' para salvar o gelo marinho do Ártico

Em meio ao gelo marinho na costa norte do Canadá, cientistas observam a água salgada ser bombeada sobre o oceano congelado.
O objetivo deles? Desacelerar o aquecimento global.
À medida que o gelo marinho desaparece, a superfície escura do oceano pode absorver mais energia do Sol, o que por consequência acelera ainda mais o aquecimento. Portanto, os pesquisadores querem engrossá-lo para impedir que derreta.
Trata-se de uma das mais malucas áreas de pesquisa da geoengenharia: intervir deliberadamente no sistema climático da Terra para tentar neutralizar os danos causados pela ação humana.
A geoengenharia engloba esforços mais consolidados para reter os gases que aquecem o planeta, como plantar mais árvores e enterrar carbono no subsolo.
Mas medidas experimentais pretendem ir um passo além, buscando reduzir a energia absorvida pela Terra.
Muitos cientistas se opõem fortemente ao método, alertando que tais tentativas desviam a atenção da medida mais necessária, que é a redução das emissões de carbono, e podem causar mais danos do que benefícios.
Mas um pequeno número de defensores afirma que a abordagem poderia ajudar o planeta.
O objetivo final da experiência no Ártico é engrossar o gelo marinho o suficiente para abrandar ou mesmo reverter o derretimento já observado, diz o Dr. Shaun Fitzgerald, cuja equipe do Centro de Reparação Climática da Universidade de Cambridge está por trás do projeto.
Funcionará ou será, como disse um cientista, "bastante maluco"?
"Na verdade, não sabemos o suficiente para determinar se esta é uma boa ou má ideia", admite Fitzgerald.
Os pesquisadores têm enfrentado condições adversas em Cambridge Bay, uma pequena vila canadense no Círculo Polar Ártico.
"Está muito frio", diz Andrea Ceccolini, da Real Ice, empresa britânica que lidera a viagem. Ela concedeu entrevista à BBC por Zoom, com uma conexão irregular de dentro de uma tenda branca.
"É cerca de -30ºC com vento forte, o que leva a sensação térmica para -45ºC."
Eles estão abrindo um buraco que se forma naturalmente no inverno no gelo marinho e bombeando cerca de 1.000 litros de água do mar por minuto pela superfície.
Exposta ao ar frio do inverno, a água do mar congela rapidamente, ajudando a engrossar o gelo na superfície. A água também compacta a neve.
Como a neve fresca atua como uma boa camada isolante, agora o gelo também pode se formar mais facilmente na parte inferior em contato com o oceano.
"A ideia é que quanto mais espesso for o gelo [no final do inverno], mais tempo ele sobreviverá quando entrarmos na estação do degelo", explica Ceccolini.
Quando concederam a entrevista no final da viagem, eles já haviam visto o gelo engrossar algumas dezenas de centímetros em toda a sua pequena área de estudo. O gelo será monitorado pelos moradores locais nos próximos meses.
Mas ainda é cedo demais para dizer se a sua abordagem pode realmente fazer a diferença no rápido declínio do gelo marinho do Ártico. "
A grande maioria dos cientistas polares pensa que isto nunca vai funcionar", adverte Martin Siegert, um experiente glaciologista da Universidade de Exeter, que não está envolvido no projeto.
Um problema é que o gelo mais salgado pode derreter mais rapidamente no verão.
E há ainda o enorme desafio logístico de ampliar o projeto até um nível significativo - uma estimativa sugere que seriam necessárias cerca de 10 milhões de bombas movidas a energia eólica para engrossar o gelo marinho em apenas um décimo do Ártico.
"Na minha opinião, é uma loucura que isto possa ser feito em escala para todo o Oceano Ártico", diz Julienne Stroeve, professora de observação polar e modelação na University College London.
Algumas das sugestões experimentais da geoengenharia incluem tentar tornar as nuvens mais refletivas ao gerar mais pulverização marítima e imitar erupções vulcânicas para refletir mais energia do Sol de volta ao espaço.
Vários cientistas - incluindo os órgãos climáticos e meteorológicos da ONU - alertaram que estas abordagens podem representar riscos graves, incluindo a perturbação dos padrões climáticos globais. Muitos pesquisadores querem vê-los totalmente banidos.
"As tecnologias de geoengenharia trazem enormes incertezas e criam novos riscos para os ecossistemas e as pessoas", explica Lili Fuhr, diretora do Programa de Economia Fóssil do Centro de Direito Ambiental Internacional.
"O Ártico é essencial para sustentar os nossos sistemas planetários: bombear água do mar para o gelo marinho em grande escala pode alterar a química dos oceanos e ameaçar a frágil teia da vida.
" E há uma preocupação mais fundamental e generalizada com este tipo de projetos.
"O perigo real é que proporciona uma distração, e as pessoas com interesses adquiridos usarão isso como desculpa para continuarem a queimar combustíveis fósseis", adverte o professor Siegert.
"Francamente, é uma loucura e precisa de ser travado. A forma de resolver esta crise é descarbonizar: é o nosso melhor e único caminho a seguir."
Os investigadores do Ártico estão perfeitamente conscientes destas preocupações. Eles enfatizam que estão simplesmente testando a tecnologia e que não a divulgariam de forma mais ampla até que os riscos fossem melhor conhecidos.
"Não estamos aqui promovendo isto como a solução para as alterações climáticas no Ártico", sublinha Fitzgerald.
"Estamos dizendo que poderia ser [parte disso], mas precisamos descobrir muito mais antes que a sociedade possa decidir se é uma coisa sensata ou não".
Os pesquisadores concordam que a geoengenharia não é uma solução mágica para combater as alterações climáticas e que cortes drásticos nos combustíveis fósseis e nas emissões de carbono são muito importantes para evitar as piores consequências do aquecimento.
Mas salientam que mesmo com uma ação rápida, o mundo ainda enfrenta um futuro difícil.
É provável que o Oceano Ártico esteja efetivamente livre de gelo marinho até o final do verão ao menos uma vez até 2050, e possivelmente até antes.
"Precisamos de outras soluções", argumenta o estudante de doutorado Jacob Pantling, pesquisador do Centro de Reparação Climática que enfrentou os ventos gelados na Baía de Cambridge.
"Temos que reduzir as emissões, mas mesmo que o façamos o mais rapidamente possível, o Ártico ainda vai derreter."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cv2yv9xymwgo
Qual é o principal desafio logístico mencionado no texto?
Alternativas
Q3383140 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Mudança climática: o plano 'maluco' para salvar o gelo marinho do Ártico

Em meio ao gelo marinho na costa norte do Canadá, cientistas observam a água salgada ser bombeada sobre o oceano congelado.
O objetivo deles? Desacelerar o aquecimento global.
À medida que o gelo marinho desaparece, a superfície escura do oceano pode absorver mais energia do Sol, o que por consequência acelera ainda mais o aquecimento. Portanto, os pesquisadores querem engrossá-lo para impedir que derreta.
Trata-se de uma das mais malucas áreas de pesquisa da geoengenharia: intervir deliberadamente no sistema climático da Terra para tentar neutralizar os danos causados pela ação humana.
A geoengenharia engloba esforços mais consolidados para reter os gases que aquecem o planeta, como plantar mais árvores e enterrar carbono no subsolo.
Mas medidas experimentais pretendem ir um passo além, buscando reduzir a energia absorvida pela Terra.
Muitos cientistas se opõem fortemente ao método, alertando que tais tentativas desviam a atenção da medida mais necessária, que é a redução das emissões de carbono, e podem causar mais danos do que benefícios.
Mas um pequeno número de defensores afirma que a abordagem poderia ajudar o planeta.
O objetivo final da experiência no Ártico é engrossar o gelo marinho o suficiente para abrandar ou mesmo reverter o derretimento já observado, diz o Dr. Shaun Fitzgerald, cuja equipe do Centro de Reparação Climática da Universidade de Cambridge está por trás do projeto.
Funcionará ou será, como disse um cientista, "bastante maluco"?
"Na verdade, não sabemos o suficiente para determinar se esta é uma boa ou má ideia", admite Fitzgerald.
Os pesquisadores têm enfrentado condições adversas em Cambridge Bay, uma pequena vila canadense no Círculo Polar Ártico.
"Está muito frio", diz Andrea Ceccolini, da Real Ice, empresa britânica que lidera a viagem. Ela concedeu entrevista à BBC por Zoom, com uma conexão irregular de dentro de uma tenda branca.
"É cerca de -30ºC com vento forte, o que leva a sensação térmica para -45ºC."
Eles estão abrindo um buraco que se forma naturalmente no inverno no gelo marinho e bombeando cerca de 1.000 litros de água do mar por minuto pela superfície.
Exposta ao ar frio do inverno, a água do mar congela rapidamente, ajudando a engrossar o gelo na superfície. A água também compacta a neve.
Como a neve fresca atua como uma boa camada isolante, agora o gelo também pode se formar mais facilmente na parte inferior em contato com o oceano.
"A ideia é que quanto mais espesso for o gelo [no final do inverno], mais tempo ele sobreviverá quando entrarmos na estação do degelo", explica Ceccolini.
Quando concederam a entrevista no final da viagem, eles já haviam visto o gelo engrossar algumas dezenas de centímetros em toda a sua pequena área de estudo. O gelo será monitorado pelos moradores locais nos próximos meses.
Mas ainda é cedo demais para dizer se a sua abordagem pode realmente fazer a diferença no rápido declínio do gelo marinho do Ártico. "
A grande maioria dos cientistas polares pensa que isto nunca vai funcionar", adverte Martin Siegert, um experiente glaciologista da Universidade de Exeter, que não está envolvido no projeto.
Um problema é que o gelo mais salgado pode derreter mais rapidamente no verão.
E há ainda o enorme desafio logístico de ampliar o projeto até um nível significativo - uma estimativa sugere que seriam necessárias cerca de 10 milhões de bombas movidas a energia eólica para engrossar o gelo marinho em apenas um décimo do Ártico.
"Na minha opinião, é uma loucura que isto possa ser feito em escala para todo o Oceano Ártico", diz Julienne Stroeve, professora de observação polar e modelação na University College London.
Algumas das sugestões experimentais da geoengenharia incluem tentar tornar as nuvens mais refletivas ao gerar mais pulverização marítima e imitar erupções vulcânicas para refletir mais energia do Sol de volta ao espaço.
Vários cientistas - incluindo os órgãos climáticos e meteorológicos da ONU - alertaram que estas abordagens podem representar riscos graves, incluindo a perturbação dos padrões climáticos globais. Muitos pesquisadores querem vê-los totalmente banidos.
"As tecnologias de geoengenharia trazem enormes incertezas e criam novos riscos para os ecossistemas e as pessoas", explica Lili Fuhr, diretora do Programa de Economia Fóssil do Centro de Direito Ambiental Internacional.
"O Ártico é essencial para sustentar os nossos sistemas planetários: bombear água do mar para o gelo marinho em grande escala pode alterar a química dos oceanos e ameaçar a frágil teia da vida.
" E há uma preocupação mais fundamental e generalizada com este tipo de projetos.
"O perigo real é que proporciona uma distração, e as pessoas com interesses adquiridos usarão isso como desculpa para continuarem a queimar combustíveis fósseis", adverte o professor Siegert.
"Francamente, é uma loucura e precisa de ser travado. A forma de resolver esta crise é descarbonizar: é o nosso melhor e único caminho a seguir."
Os investigadores do Ártico estão perfeitamente conscientes destas preocupações. Eles enfatizam que estão simplesmente testando a tecnologia e que não a divulgariam de forma mais ampla até que os riscos fossem melhor conhecidos.
"Não estamos aqui promovendo isto como a solução para as alterações climáticas no Ártico", sublinha Fitzgerald.
"Estamos dizendo que poderia ser [parte disso], mas precisamos descobrir muito mais antes que a sociedade possa decidir se é uma coisa sensata ou não".
Os pesquisadores concordam que a geoengenharia não é uma solução mágica para combater as alterações climáticas e que cortes drásticos nos combustíveis fósseis e nas emissões de carbono são muito importantes para evitar as piores consequências do aquecimento.
Mas salientam que mesmo com uma ação rápida, o mundo ainda enfrenta um futuro difícil.
É provável que o Oceano Ártico esteja efetivamente livre de gelo marinho até o final do verão ao menos uma vez até 2050, e possivelmente até antes.
"Precisamos de outras soluções", argumenta o estudante de doutorado Jacob Pantling, pesquisador do Centro de Reparação Climática que enfrentou os ventos gelados na Baía de Cambridge.
"Temos que reduzir as emissões, mas mesmo que o façamos o mais rapidamente possível, o Ártico ainda vai derreter."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cv2yv9xymwgo
Qual é o principal perigo associado aos projetos de geoengenharia mencionados no texto?
Alternativas
Q3383139 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Mudança climática: o plano 'maluco' para salvar o gelo marinho do Ártico

Em meio ao gelo marinho na costa norte do Canadá, cientistas observam a água salgada ser bombeada sobre o oceano congelado.
O objetivo deles? Desacelerar o aquecimento global.
À medida que o gelo marinho desaparece, a superfície escura do oceano pode absorver mais energia do Sol, o que por consequência acelera ainda mais o aquecimento. Portanto, os pesquisadores querem engrossá-lo para impedir que derreta.
Trata-se de uma das mais malucas áreas de pesquisa da geoengenharia: intervir deliberadamente no sistema climático da Terra para tentar neutralizar os danos causados pela ação humana.
A geoengenharia engloba esforços mais consolidados para reter os gases que aquecem o planeta, como plantar mais árvores e enterrar carbono no subsolo.
Mas medidas experimentais pretendem ir um passo além, buscando reduzir a energia absorvida pela Terra.
Muitos cientistas se opõem fortemente ao método, alertando que tais tentativas desviam a atenção da medida mais necessária, que é a redução das emissões de carbono, e podem causar mais danos do que benefícios.
Mas um pequeno número de defensores afirma que a abordagem poderia ajudar o planeta.
O objetivo final da experiência no Ártico é engrossar o gelo marinho o suficiente para abrandar ou mesmo reverter o derretimento já observado, diz o Dr. Shaun Fitzgerald, cuja equipe do Centro de Reparação Climática da Universidade de Cambridge está por trás do projeto.
Funcionará ou será, como disse um cientista, "bastante maluco"?
"Na verdade, não sabemos o suficiente para determinar se esta é uma boa ou má ideia", admite Fitzgerald.
Os pesquisadores têm enfrentado condições adversas em Cambridge Bay, uma pequena vila canadense no Círculo Polar Ártico.
"Está muito frio", diz Andrea Ceccolini, da Real Ice, empresa britânica que lidera a viagem. Ela concedeu entrevista à BBC por Zoom, com uma conexão irregular de dentro de uma tenda branca.
"É cerca de -30ºC com vento forte, o que leva a sensação térmica para -45ºC."
Eles estão abrindo um buraco que se forma naturalmente no inverno no gelo marinho e bombeando cerca de 1.000 litros de água do mar por minuto pela superfície.
Exposta ao ar frio do inverno, a água do mar congela rapidamente, ajudando a engrossar o gelo na superfície. A água também compacta a neve.
Como a neve fresca atua como uma boa camada isolante, agora o gelo também pode se formar mais facilmente na parte inferior em contato com o oceano.
"A ideia é que quanto mais espesso for o gelo [no final do inverno], mais tempo ele sobreviverá quando entrarmos na estação do degelo", explica Ceccolini.
Quando concederam a entrevista no final da viagem, eles já haviam visto o gelo engrossar algumas dezenas de centímetros em toda a sua pequena área de estudo. O gelo será monitorado pelos moradores locais nos próximos meses.
Mas ainda é cedo demais para dizer se a sua abordagem pode realmente fazer a diferença no rápido declínio do gelo marinho do Ártico. "
A grande maioria dos cientistas polares pensa que isto nunca vai funcionar", adverte Martin Siegert, um experiente glaciologista da Universidade de Exeter, que não está envolvido no projeto.
Um problema é que o gelo mais salgado pode derreter mais rapidamente no verão.
E há ainda o enorme desafio logístico de ampliar o projeto até um nível significativo - uma estimativa sugere que seriam necessárias cerca de 10 milhões de bombas movidas a energia eólica para engrossar o gelo marinho em apenas um décimo do Ártico.
"Na minha opinião, é uma loucura que isto possa ser feito em escala para todo o Oceano Ártico", diz Julienne Stroeve, professora de observação polar e modelação na University College London.
Algumas das sugestões experimentais da geoengenharia incluem tentar tornar as nuvens mais refletivas ao gerar mais pulverização marítima e imitar erupções vulcânicas para refletir mais energia do Sol de volta ao espaço.
Vários cientistas - incluindo os órgãos climáticos e meteorológicos da ONU - alertaram que estas abordagens podem representar riscos graves, incluindo a perturbação dos padrões climáticos globais. Muitos pesquisadores querem vê-los totalmente banidos.
"As tecnologias de geoengenharia trazem enormes incertezas e criam novos riscos para os ecossistemas e as pessoas", explica Lili Fuhr, diretora do Programa de Economia Fóssil do Centro de Direito Ambiental Internacional.
"O Ártico é essencial para sustentar os nossos sistemas planetários: bombear água do mar para o gelo marinho em grande escala pode alterar a química dos oceanos e ameaçar a frágil teia da vida.
" E há uma preocupação mais fundamental e generalizada com este tipo de projetos.
"O perigo real é que proporciona uma distração, e as pessoas com interesses adquiridos usarão isso como desculpa para continuarem a queimar combustíveis fósseis", adverte o professor Siegert.
"Francamente, é uma loucura e precisa de ser travado. A forma de resolver esta crise é descarbonizar: é o nosso melhor e único caminho a seguir."
Os investigadores do Ártico estão perfeitamente conscientes destas preocupações. Eles enfatizam que estão simplesmente testando a tecnologia e que não a divulgariam de forma mais ampla até que os riscos fossem melhor conhecidos.
"Não estamos aqui promovendo isto como a solução para as alterações climáticas no Ártico", sublinha Fitzgerald.
"Estamos dizendo que poderia ser [parte disso], mas precisamos descobrir muito mais antes que a sociedade possa decidir se é uma coisa sensata ou não".
Os pesquisadores concordam que a geoengenharia não é uma solução mágica para combater as alterações climáticas e que cortes drásticos nos combustíveis fósseis e nas emissões de carbono são muito importantes para evitar as piores consequências do aquecimento.
Mas salientam que mesmo com uma ação rápida, o mundo ainda enfrenta um futuro difícil.
É provável que o Oceano Ártico esteja efetivamente livre de gelo marinho até o final do verão ao menos uma vez até 2050, e possivelmente até antes.
"Precisamos de outras soluções", argumenta o estudante de doutorado Jacob Pantling, pesquisador do Centro de Reparação Climática que enfrentou os ventos gelados na Baía de Cambridge.
"Temos que reduzir as emissões, mas mesmo que o façamos o mais rapidamente possível, o Ártico ainda vai derreter."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cv2yv9xymwgo
Qual é o objetivo dos cientistas ao bombear água do mar sobre o gelo marinho?
Alternativas
Q3383078 Conhecimentos Gerais
O Mercosul é um bloco econômico e político que tem como membros alguns países da América do Sul. Desde sua criação, o Mercosul visa promover a integração econômica e política entre seus estados membros. Qual dos seguintes países é um membro fundador do Mercosul?
Alternativas
Q3383059 Português
Leia com atenção as colunas abaixo:
Coluna 01:
(__)Eu tenho cinco maçãs na cesta.
(__)O terceiro colocado na competição recebeu uma medalha de bronze.
(__)Eu comi metade da pizza no jantar.
(__)Ele correu o dobro da distância que costuma correr todos os dias.
(__)Os elencos das equipes de futebol são compostos por dezenas de jogadores.
Coluna 02:
I.Cardinal.
II.Coletivo.
III.Fracionário.
IV.Multiplicativo.
V.Ordinal.
Correlacione ambas as colunas de acordo com o tipo de numeral empregado nas afirmativas da Coluna 01. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta:
Alternativas
Q3383055 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Mudança climática: o plano 'maluco' para salvar o gelo marinho do Ártico

Em meio ao gelo marinho na costa norte do Canadá, cientistas observam a água salgada ser bombeada sobre o oceano congelado.

O objetivo deles? Desacelerar o aquecimento global.

À medida que o gelo marinho desaparece, a superfície escura do oceano pode absorver mais energia do Sol, o que por consequência acelera ainda mais o aquecimento. Portanto, os pesquisadores querem engrossá-lo para impedir que derreta.

Trata-se de uma das mais malucas áreas de pesquisa da geoengenharia: intervir deliberadamente no sistema climático da Terra para tentar neutralizar os danos causados pela ação humana.

A geoengenharia engloba esforços mais consolidados para reter os gases que aquecem o planeta, como plantar mais árvores e enterrar carbono no subsolo.

Mas medidas experimentais pretendem ir um passo além, buscando reduzir a energia absorvida pela Terra.

Muitos cientistas se opõem fortemente ao método, alertando que tais tentativas desviam a atenção da medida mais necessária, que é a redução das emissões de carbono, e podem causar mais danos do que benefícios.

Mas um pequeno número de defensores afirma que a abordagem poderia ajudar o planeta.

O objetivo final da experiência no Ártico é engrossar o gelo marinho o suficiente para abrandar ou mesmo reverter o derretimento já observado, diz o Dr. Shaun Fitzgerald, cuja equipe do Centro de Reparação Climática da Universidade de Cambridge está por trás do projeto.

Funcionará ou será, como disse um cientista, "bastante maluco"?

"Na verdade, não sabemos o suficiente para determinar se esta é uma boa ou má ideia", admite Fitzgerald.

Os pesquisadores têm enfrentado condições adversas em Cambridge Bay, uma pequena vila canadense no Círculo Polar Ártico.

"Está muito frio", diz Andrea Ceccolini, da Real Ice, empresa britânica que lidera a viagem. Ela concedeu entrevista à BBC por Zoom, com uma conexão irregular de dentro de uma tenda branca.

"É cerca de -30ºC com vento forte, o que leva a sensação térmica para -45ºC."

Eles estão abrindo um buraco que se forma naturalmente no inverno no gelo marinho e bombeando cerca de 1.000 litros de água do mar por minuto pela superfície.

Exposta ao ar frio do inverno, a água do mar congela rapidamente, ajudando a engrossar o gelo na superfície. A água também compacta a neve.

Como a neve fresca atua como uma boa camada isolante, agora o gelo também pode se formar mais facilmente na parte inferior em contato com o oceano.

"A ideia é que quanto mais espesso for o gelo [no final do inverno], mais tempo ele sobreviverá quando entrarmos na estação do degelo", explica Ceccolini.

Quando concederam a entrevista no final da viagem, eles já haviam visto o gelo engrossar algumas dezenas de centímetros em toda a sua pequena área de estudo. O gelo será monitorado pelos moradores locais nos próximos meses.

Mas ainda é cedo demais para dizer se a sua abordagem pode realmente fazer a diferença no rápido declínio do gelo marinho do Ártico. "

A grande maioria dos cientistas polares pensa que isto nunca vai funcionar", adverte Martin Siegert, um experiente glaciologista da Universidade de Exeter, que não está envolvido no projeto.

Um problema é que o gelo mais salgado pode derreter mais rapidamente no verão.

E há ainda o enorme desafio logístico de ampliar o projeto até um nível significativo - uma estimativa sugere que seriam necessárias cerca de 10 milhões de bombas movidas a energia eólica para engrossar o gelo marinho em apenas um décimo do Ártico.

"Na minha opinião, é uma loucura que isto possa ser feito em escala para todo o Oceano Ártico", diz Julienne Stroeve, professora de observação polar e modelação na University College London.

Algumas das sugestões experimentais da geoengenharia incluem tentar tornar as nuvens mais refletivas ao gerar mais pulverização marítima e imitar erupções vulcânicas para refletir mais energia do Sol de volta ao espaço.

Vários cientistas - incluindo os órgãos climáticos e meteorológicos da ONU - alertaram que estas abordagens podem representar riscos graves, incluindo a perturbação dos padrões climáticos globais. Muitos pesquisadores querem vê-los totalmente banidos.

"As tecnologias de geoengenharia trazem enormes incertezas e criam novos riscos para os ecossistemas e as pessoas", explica Lili Fuhr, diretora do Programa de Economia Fóssil do Centro de Direito Ambiental Internacional.

"O Ártico é essencial para sustentar os nossos sistemas planetários: bombear água do mar para o gelo marinho em grande escala pode alterar a química dos oceanos e ameaçar a frágil teia da vida.

" E há uma preocupação mais fundamental e generalizada com este tipo de projetos.

"O perigo real é que proporciona uma distração, e as pessoas com interesses adquiridos usarão isso como desculpa para continuarem a queimar combustíveis fósseis", adverte o professor Siegert.

"Francamente, é uma loucura e precisa de ser travado. A forma de resolver esta crise é descarbonizar: é o nosso melhor e único caminho a seguir."

Os investigadores do Ártico estão perfeitamente conscientes destas preocupações. Eles enfatizam que estão simplesmente testando a tecnologia e que não a divulgariam de forma mais ampla até que os riscos fossem melhor conhecidos.

"Não estamos aqui promovendo isto como a solução para as alterações climáticas no Ártico", sublinha Fitzgerald.

"Estamos dizendo que poderia ser [parte disso], mas precisamos descobrir muito mais antes que a sociedade possa decidir se é uma coisa sensata ou não".

Os pesquisadores concordam que a geoengenharia não é uma solução mágica para combater as alterações climáticas e que cortes drásticos nos combustíveis fósseis e nas emissões de carbono são muito importantes para evitar as piores consequências do aquecimento.

Mas salientam que mesmo com uma ação rápida, o mundo ainda enfrenta um futuro difícil.

É provável que o Oceano Ártico esteja efetivamente livre de gelo marinho até o final do verão ao menos uma vez até 2050, e possivelmente até antes.

"Precisamos de outras soluções", argumenta o estudante de doutorado Jacob Pantling, pesquisador do Centro de Reparação Climática que enfrentou os ventos gelados na Baía de Cambridge.

"Temos que reduzir as emissões, mas mesmo que o façamos o mais rapidamente possível, o Ártico ainda vai derreter."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cv2yv9xymwgo
Qual é a posição de muitos cientistas em relação às medidas experimentais mencionadas no texto?
Alternativas
Q3382981 Ética na Administração Pública
A ética no mercado de trabalho, especialmente em órgãos públicos, é fundamental. Qual das seguintes ações é considerada uma prática ética essencial para funcionários públicos?
Alternativas
Q3382960 Português
Leia com atenção as afirmativas abaixo:
I.A alegria e a felicidade irradiavam dos rostos das crianças enquanto brincavam no parque.
II.Apesar da multidão nervosa que lotava a estação de trem, ele permanecia calmo, concentrado em seu livro.
III.O idoso compartilhava suas histórias com um grupo de jovens, demonstrando a sabedoria dos anciãos.
IV.Ela olhou para ele com desprezo quando percebeu que ele estava mentindo, mas logo seu apreço pela honestidade prevaleceu.
V.O estudante respirou fundo antes da apresentação, tentando manter-se calmo diante da sala cheia de expectativa.
Em quais das afirmativas lidas há o emprego de antônimos?
Alternativas
Q3382958 Português
Leia com atenção a afirmativa de Nelson Rodrigues abaixo:
Muitas vezes é a falta de caráter que decide uma partida. Não se faz literatura, política e futebol com bons sentimentos.
As palavras destacadas acima pertencem a qual classe de palavras?
Alternativas
Q3382957 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Quantas horas de sono por dia são ideais para cada idade

O sono é importante para ajudar a manter a mente e o corpo saudáveis. A quantidade de horas, no entanto, é diferente para adultos, crianças e bebês. Em diretriz publicada em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu algumas recomendações a respeito.
De acordo com a OMS, bebês com idade entre 0 e 3 meses devem ter de 14 a 17 horas de sono de boa qualidade por dia, incluindo os cochilos. Já aqueles entre 4 e 11 meses de idade precisam dormir de 12 a 16 horas.
O número é menor para indivíduos de 1 a 2 anos de idade. Eles devem descansar de 11 a 14 horas por dia. A OMS enfatiza também a importância de estabelecer horários regulares para dormir e acordar. Por outro lado, crianças de 3 e 4 anos de idade devem ter entre 10 e 13 horas de sono.
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), maior agência de saúde dos Estados Unidos, acrescentam que as crianças em idade escolar (6 a 12 anos) precisam de 9 a 12 horas de sono a cada noite e adolescentes (13 a 18 anos) precisam de 8 a 10 horas.
Adultos de 18 a 60 anos devem ter 7 ou mais horas de descanso por noite; indivíduos de 61 a 64 anos, entre 7 e 9 horas; e pessoas com mais de 65 anos de idade, cerca de 7 ou 8 horas, segundo os CDC.
No geral, uma boa noite de sono diminui a frequência de doenças, reduz o estresse, melhora o humor, permite que as pessoas se concentrem com facilidade, tenham um melhor desempenho na escola ou no trabalho e tomem melhores decisões.
A informação é do Office of Disease Prevention and Health Promotion (ODPHP), órgão ligado ao Departamento de Saúde dos Estados Unidos.
Entretanto, "dormir bem não se trata apenas de horas totais de sono. É importante também que o sono seja de boa qualidade e obedeça um horário consistente e regular", afirma o ODPHP.
Portanto, as pessoas com dificuldade para dormir ou que se sentem cansadas ao acordar devem procurar um médico para avaliar o quadro e receber orientações.

https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2023/04/quantas-horas-de-sono-por-dia-sao-ideais-para-cada-idade
Qual das seguintes afirmações resume corretamente as recomendações dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) para a quantidade de sono necessária para crianças em idade escolar e adolescentes?
Alternativas
Q3382215 Português

Leia com atenção as afirmativas abaixo:


I.O cachorro correu pelo parque atrás da bola.


II.O livro "Dom Quixote" foi escrito por Miguel de Cervantes.


III.A árvore estava carregada de frutas maduras.


IV.A Torre Eiffel é um dos monumentos mais famosos do mundo.


V.O sol brilhava intensamente no céu azul.


Em quais das afirmativas lidas há a presença de um substantivo próprio?

Alternativas
Q3382211 Português
Assinale a alternativa que não possui o emprego de um adjetivo composto:
Alternativas
Q3382207 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Quantas horas de sono por dia são ideais para cada idade

O sono é importante para ajudar a manter a mente e o corpo saudáveis. A quantidade de horas, no entanto, é diferente para adultos, crianças e bebês. Em diretriz publicada em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu algumas recomendações a respeito.
De acordo com a OMS, bebês com idade entre 0 e 3 meses devem ter de 14 a 17 horas de sono de boa qualidade por dia, incluindo os cochilos. Já aqueles entre 4 e 11 meses de idade precisam dormir de 12 a 16 horas.
O número é menor para indivíduos de 1 a 2 anos de idade. Eles devem descansar de 11 a 14 horas por dia. A OMS enfatiza também a importância de estabelecer horários regulares para dormir e acordar. Por outro lado, crianças de 3 e 4 anos de idade devem ter entre 10 e 13 horas de sono.
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), maior agência de saúde dos Estados Unidos, acrescentam que as crianças em idade escolar (6 a 12 anos) precisam de 9 a 12 horas de sono a cada noite e adolescentes (13 a 18 anos) precisam de 8 a 10 horas.
Adultos de 18 a 60 anos devem ter 7 ou mais horas de descanso por noite; indivíduos de 61 a 64 anos, entre 7 e 9 horas; e pessoas com mais de 65 anos de idade, cerca de 7 ou 8 horas, segundo os CDC.
No geral, uma boa noite de sono diminui a frequência de doenças, reduz o estresse, melhora o humor, permite que as pessoas se concentrem com facilidade, tenham um melhor desempenho na escola ou no trabalho e tomem melhores decisões.
A informação é do Office of Disease Prevention and Health Promotion (ODPHP), órgão ligado ao Departamento de Saúde dos Estados Unidos.
Entretanto, "dormir bem não se trata apenas de horas totais de sono. É importante também que o sono seja de boa qualidade e obedeça um horário consistente e regular", afirma o ODPHP.
Portanto, as pessoas com dificuldade para dormir ou que se sentem cansadas ao acordar devem procurar um médico para avaliar o quadro e receber orientações.

https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2023/04/quantas-horas-de-sono-por-dia-sao-ideais-para-cada-idade

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Quantas horas de sono por dia são ideais para cada idade

O sono é importante para ajudar a manter a mente e o corpo saudáveis. A quantidade de horas, no entanto, é diferente para adultos, crianças e bebês. Em diretriz publicada em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu algumas recomendações a respeito.
De acordo com a OMS, bebês com idade entre 0 e 3 meses devem ter de 14 a 17 horas de sono de boa qualidade por dia, incluindo os cochilos. Já aqueles entre 4 e 11 meses de idade precisam dormir de 12 a 16 horas.
O número é menor para indivíduos de 1 a 2 anos de idade. Eles devem descansar de 11 a 14 horas por dia. A OMS enfatiza também a importância de estabelecer horários regulares para dormir e acordar. Por outro lado, crianças de 3 e 4 anos de idade devem ter entre 10 e 13 horas de sono.
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), maior agência de saúde dos Estados Unidos, acrescentam que as crianças em idade escolar (6 a 12 anos) precisam de 9 a 12 horas de sono a cada noite e adolescentes (13 a 18 anos) precisam de 8 a 10 horas.
Adultos de 18 a 60 anos devem ter 7 ou mais horas de descanso por noite; indivíduos de 61 a 64 anos, entre 7 e 9 horas; e pessoas com mais de 65 anos de idade, cerca de 7 ou 8 horas, segundo os CDC.
No geral, uma boa noite de sono diminui a frequência de doenças, reduz o estresse, melhora o humor, permite que as pessoas se concentrem com facilidade, tenham um melhor desempenho na escola ou no trabalho e tomem melhores decisões.
A informação é do Office of Disease Prevention and Health Promotion (ODPHP), órgão ligado ao Departamento de Saúde dos Estados Unidos.
Entretanto, "dormir bem não se trata apenas de horas totais de sono. É importante também que o sono seja de boa qualidade e obedeça um horário consistente e regular", afirma o ODPHP.
Portanto, as pessoas com dificuldade para dormir ou que se sentem cansadas ao acordar devem procurar um médico para avaliar o quadro e receber orientações.
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Qual é uma das recomendações mencionadas no texto para garantir um sono adequado?
Alternativas
Q3382206 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Quantas horas de sono por dia são ideais para cada idade

O sono é importante para ajudar a manter a mente e o corpo saudáveis. A quantidade de horas, no entanto, é diferente para adultos, crianças e bebês. Em diretriz publicada em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu algumas recomendações a respeito.
De acordo com a OMS, bebês com idade entre 0 e 3 meses devem ter de 14 a 17 horas de sono de boa qualidade por dia, incluindo os cochilos. Já aqueles entre 4 e 11 meses de idade precisam dormir de 12 a 16 horas.
O número é menor para indivíduos de 1 a 2 anos de idade. Eles devem descansar de 11 a 14 horas por dia. A OMS enfatiza também a importância de estabelecer horários regulares para dormir e acordar. Por outro lado, crianças de 3 e 4 anos de idade devem ter entre 10 e 13 horas de sono.
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), maior agência de saúde dos Estados Unidos, acrescentam que as crianças em idade escolar (6 a 12 anos) precisam de 9 a 12 horas de sono a cada noite e adolescentes (13 a 18 anos) precisam de 8 a 10 horas.
Adultos de 18 a 60 anos devem ter 7 ou mais horas de descanso por noite; indivíduos de 61 a 64 anos, entre 7 e 9 horas; e pessoas com mais de 65 anos de idade, cerca de 7 ou 8 horas, segundo os CDC.
No geral, uma boa noite de sono diminui a frequência de doenças, reduz o estresse, melhora o humor, permite que as pessoas se concentrem com facilidade, tenham um melhor desempenho na escola ou no trabalho e tomem melhores decisões.
A informação é do Office of Disease Prevention and Health Promotion (ODPHP), órgão ligado ao Departamento de Saúde dos Estados Unidos.
Entretanto, "dormir bem não se trata apenas de horas totais de sono. É importante também que o sono seja de boa qualidade e obedeça um horário consistente e regular", afirma o ODPHP.
Portanto, as pessoas com dificuldade para dormir ou que se sentem cansadas ao acordar devem procurar um médico para avaliar o quadro e receber orientações.

https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2023/04/quantas-horas-de-sono-por-dia-sao-ideais-para-cada-idade

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Quantas horas de sono por dia são ideais para cada idade

O sono é importante para ajudar a manter a mente e o corpo saudáveis. A quantidade de horas, no entanto, é diferente para adultos, crianças e bebês. Em diretriz publicada em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu algumas recomendações a respeito.
De acordo com a OMS, bebês com idade entre 0 e 3 meses devem ter de 14 a 17 horas de sono de boa qualidade por dia, incluindo os cochilos. Já aqueles entre 4 e 11 meses de idade precisam dormir de 12 a 16 horas.
O número é menor para indivíduos de 1 a 2 anos de idade. Eles devem descansar de 11 a 14 horas por dia. A OMS enfatiza também a importância de estabelecer horários regulares para dormir e acordar. Por outro lado, crianças de 3 e 4 anos de idade devem ter entre 10 e 13 horas de sono.
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), maior agência de saúde dos Estados Unidos, acrescentam que as crianças em idade escolar (6 a 12 anos) precisam de 9 a 12 horas de sono a cada noite e adolescentes (13 a 18 anos) precisam de 8 a 10 horas.
Adultos de 18 a 60 anos devem ter 7 ou mais horas de descanso por noite; indivíduos de 61 a 64 anos, entre 7 e 9 horas; e pessoas com mais de 65 anos de idade, cerca de 7 ou 8 horas, segundo os CDC.
No geral, uma boa noite de sono diminui a frequência de doenças, reduz o estresse, melhora o humor, permite que as pessoas se concentrem com facilidade, tenham um melhor desempenho na escola ou no trabalho e tomem melhores decisões.
A informação é do Office of Disease Prevention and Health Promotion (ODPHP), órgão ligado ao Departamento de Saúde dos Estados Unidos.
Entretanto, "dormir bem não se trata apenas de horas totais de sono. É importante também que o sono seja de boa qualidade e obedeça um horário consistente e regular", afirma o ODPHP.
Portanto, as pessoas com dificuldade para dormir ou que se sentem cansadas ao acordar devem procurar um médico para avaliar o quadro e receber orientações.
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Qual das seguintes afirmações resume corretamente as recomendações dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) para a quantidade de sono necessária para crianças em idade escolar e adolescentes?
Alternativas
Q3382050 Português
 texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Quantas horas de sono por dia são ideais para cada idade

O sono é importante para ajudar a manter a mente e o corpo saudáveis. A quantidade de horas, no entanto, é diferente para adultos, crianças e bebês. Em diretriz publicada em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu algumas recomendações a respeito.
De acordo com a OMS, bebês com idade entre 0 e 3 meses devem ter de 14 a 17 horas de sono de boa qualidade por dia, incluindo os cochilos. Já aqueles entre 4 e 11 meses de idade precisam dormir de 12 a 16 horas.
O número é menor para indivíduos de 1 a 2 anos de idade. Eles devem descansar de 11 a 14 horas por dia. A OMS enfatiza também a importância de estabelecer horários regulares para dormir e acordar. Por outro lado, crianças de 3 e 4 anos de idade devem ter entre 10 e 13 horas de sono.
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), maior agência de saúde dos Estados Unidos, acrescentam que as crianças em idade escolar (6 a 12 anos) precisam de 9 a 12 horas de sono a cada noite e adolescentes (13 a 18 anos) precisam de 8 a 10 horas.
Adultos de 18 a 60 anos devem ter 7 ou mais horas de descanso por noite; indivíduos de 61 a 64 anos, entre 7 e 9 horas; e pessoas com mais de 65 anos de idade, cerca de 7 ou 8 horas, segundo os CDC.
No geral, uma boa noite de sono diminui a frequência de doenças, reduz o estresse, melhora o humor, permite que as pessoas se concentrem com facilidade, tenham um melhor desempenho na escola ou no trabalho e tomem melhores decisões.
A informação é do Office of Disease Prevention and Health Promotion (ODPHP), órgão ligado ao Departamento de Saúde dos Estados Unidos.
Entretanto, "dormir bem não se trata apenas de horas totais de sono. É importante também que o sono seja de boa qualidade e obedeça um horário consistente e regular", afirma o ODPHP.
Portanto, as pessoas com dificuldade para dormir ou que se sentem cansadas ao acordar devem procurar um médico para avaliar o quadro e receber orientações.

https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2023/04/quantas-horas-de-sono-por-dia-sao-ideais-para-cada-idade


Quantas horas de sono por dia são ideais para cada idade

O sono é importante para ajudar a manter a mente e o corpo saudáveis. A quantidade de horas, no entanto, é diferente para adultos, crianças e bebês. Em diretriz publicada em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu algumas recomendações a respeito.
De acordo com a OMS, bebês com idade entre 0 e 3 meses devem ter de 14 a 17 horas de sono de boa qualidade por dia, incluindo os cochilos. Já aqueles entre 4 e 11 meses de idade precisam dormir de 12 a 16 horas.
O número é menor para indivíduos de 1 a 2 anos de idade. Eles devem descansar de 11 a 14 horas por dia. A OMS enfatiza também a importância de estabelecer horários regulares para dormir e acordar. Por outro lado, crianças de 3 e 4 anos de idade devem ter entre 10 e 13 horas de sono.
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), maior agência de saúde dos Estados Unidos, acrescentam que as crianças em idade escolar (6 a 12 anos) precisam de 9 a 12 horas de sono a cada noite e adolescentes (13 a 18 anos) precisam de 8 a 10 horas.
Adultos de 18 a 60 anos devem ter 7 ou mais horas de descanso por noite; indivíduos de 61 a 64 anos, entre 7 e 9 horas; e pessoas com mais de 65 anos de idade, cerca de 7 ou 8 horas, segundo os CDC.
No geral, uma boa noite de sono diminui a frequência de doenças, reduz o estresse, melhora o humor, permite que as pessoas se concentrem com facilidade, tenham um melhor desempenho na escola ou no trabalho e tomem melhores decisões.
A informação é do Office of Disease Prevention and Health Promotion (ODPHP), órgão ligado ao Departamento de Saúde dos Estados Unidos.
Entretanto, "dormir bem não se trata apenas de horas totais de sono. É importante também que o sono seja de boa qualidade e obedeça um horário consistente e regular", afirma o ODPHP.
Portanto, as pessoas com dificuldade para dormir ou que se sentem cansadas ao acordar devem procurar um médico para avaliar o quadro e receber orientações.
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Qual das seguintes opções resume melhor a variação na quantidade de horas de sono entre adultos, crianças e bebês, conforme indicado no texto?
Alternativas
Q3382049 Português
 texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Quantas horas de sono por dia são ideais para cada idade

O sono é importante para ajudar a manter a mente e o corpo saudáveis. A quantidade de horas, no entanto, é diferente para adultos, crianças e bebês. Em diretriz publicada em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu algumas recomendações a respeito.
De acordo com a OMS, bebês com idade entre 0 e 3 meses devem ter de 14 a 17 horas de sono de boa qualidade por dia, incluindo os cochilos. Já aqueles entre 4 e 11 meses de idade precisam dormir de 12 a 16 horas.
O número é menor para indivíduos de 1 a 2 anos de idade. Eles devem descansar de 11 a 14 horas por dia. A OMS enfatiza também a importância de estabelecer horários regulares para dormir e acordar. Por outro lado, crianças de 3 e 4 anos de idade devem ter entre 10 e 13 horas de sono.
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), maior agência de saúde dos Estados Unidos, acrescentam que as crianças em idade escolar (6 a 12 anos) precisam de 9 a 12 horas de sono a cada noite e adolescentes (13 a 18 anos) precisam de 8 a 10 horas.
Adultos de 18 a 60 anos devem ter 7 ou mais horas de descanso por noite; indivíduos de 61 a 64 anos, entre 7 e 9 horas; e pessoas com mais de 65 anos de idade, cerca de 7 ou 8 horas, segundo os CDC.
No geral, uma boa noite de sono diminui a frequência de doenças, reduz o estresse, melhora o humor, permite que as pessoas se concentrem com facilidade, tenham um melhor desempenho na escola ou no trabalho e tomem melhores decisões.
A informação é do Office of Disease Prevention and Health Promotion (ODPHP), órgão ligado ao Departamento de Saúde dos Estados Unidos.
Entretanto, "dormir bem não se trata apenas de horas totais de sono. É importante também que o sono seja de boa qualidade e obedeça um horário consistente e regular", afirma o ODPHP.
Portanto, as pessoas com dificuldade para dormir ou que se sentem cansadas ao acordar devem procurar um médico para avaliar o quadro e receber orientações.

https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2023/04/quantas-horas-de-sono-por-dia-sao-ideais-para-cada-idade


Quantas horas de sono por dia são ideais para cada idade

O sono é importante para ajudar a manter a mente e o corpo saudáveis. A quantidade de horas, no entanto, é diferente para adultos, crianças e bebês. Em diretriz publicada em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu algumas recomendações a respeito.
De acordo com a OMS, bebês com idade entre 0 e 3 meses devem ter de 14 a 17 horas de sono de boa qualidade por dia, incluindo os cochilos. Já aqueles entre 4 e 11 meses de idade precisam dormir de 12 a 16 horas.
O número é menor para indivíduos de 1 a 2 anos de idade. Eles devem descansar de 11 a 14 horas por dia. A OMS enfatiza também a importância de estabelecer horários regulares para dormir e acordar. Por outro lado, crianças de 3 e 4 anos de idade devem ter entre 10 e 13 horas de sono.
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), maior agência de saúde dos Estados Unidos, acrescentam que as crianças em idade escolar (6 a 12 anos) precisam de 9 a 12 horas de sono a cada noite e adolescentes (13 a 18 anos) precisam de 8 a 10 horas.
Adultos de 18 a 60 anos devem ter 7 ou mais horas de descanso por noite; indivíduos de 61 a 64 anos, entre 7 e 9 horas; e pessoas com mais de 65 anos de idade, cerca de 7 ou 8 horas, segundo os CDC.
No geral, uma boa noite de sono diminui a frequência de doenças, reduz o estresse, melhora o humor, permite que as pessoas se concentrem com facilidade, tenham um melhor desempenho na escola ou no trabalho e tomem melhores decisões.
A informação é do Office of Disease Prevention and Health Promotion (ODPHP), órgão ligado ao Departamento de Saúde dos Estados Unidos.
Entretanto, "dormir bem não se trata apenas de horas totais de sono. É importante também que o sono seja de boa qualidade e obedeça um horário consistente e regular", afirma o ODPHP.
Portanto, as pessoas com dificuldade para dormir ou que se sentem cansadas ao acordar devem procurar um médico para avaliar o quadro e receber orientações.
https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2023/04/quantas-horas-de-sono-por-dia-sao-ideais-para-cada-idade

Qual é uma das recomendações mencionadas no texto para garantir um sono adequado?
Alternativas
Q3382048 Português
 texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Quantas horas de sono por dia são ideais para cada idade

O sono é importante para ajudar a manter a mente e o corpo saudáveis. A quantidade de horas, no entanto, é diferente para adultos, crianças e bebês. Em diretriz publicada em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu algumas recomendações a respeito.
De acordo com a OMS, bebês com idade entre 0 e 3 meses devem ter de 14 a 17 horas de sono de boa qualidade por dia, incluindo os cochilos. Já aqueles entre 4 e 11 meses de idade precisam dormir de 12 a 16 horas.
O número é menor para indivíduos de 1 a 2 anos de idade. Eles devem descansar de 11 a 14 horas por dia. A OMS enfatiza também a importância de estabelecer horários regulares para dormir e acordar. Por outro lado, crianças de 3 e 4 anos de idade devem ter entre 10 e 13 horas de sono.
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), maior agência de saúde dos Estados Unidos, acrescentam que as crianças em idade escolar (6 a 12 anos) precisam de 9 a 12 horas de sono a cada noite e adolescentes (13 a 18 anos) precisam de 8 a 10 horas.
Adultos de 18 a 60 anos devem ter 7 ou mais horas de descanso por noite; indivíduos de 61 a 64 anos, entre 7 e 9 horas; e pessoas com mais de 65 anos de idade, cerca de 7 ou 8 horas, segundo os CDC.
No geral, uma boa noite de sono diminui a frequência de doenças, reduz o estresse, melhora o humor, permite que as pessoas se concentrem com facilidade, tenham um melhor desempenho na escola ou no trabalho e tomem melhores decisões.
A informação é do Office of Disease Prevention and Health Promotion (ODPHP), órgão ligado ao Departamento de Saúde dos Estados Unidos.
Entretanto, "dormir bem não se trata apenas de horas totais de sono. É importante também que o sono seja de boa qualidade e obedeça um horário consistente e regular", afirma o ODPHP.
Portanto, as pessoas com dificuldade para dormir ou que se sentem cansadas ao acordar devem procurar um médico para avaliar o quadro e receber orientações.

https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2023/04/quantas-horas-de-sono-por-dia-sao-ideais-para-cada-idade


Quantas horas de sono por dia são ideais para cada idade

O sono é importante para ajudar a manter a mente e o corpo saudáveis. A quantidade de horas, no entanto, é diferente para adultos, crianças e bebês. Em diretriz publicada em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu algumas recomendações a respeito.
De acordo com a OMS, bebês com idade entre 0 e 3 meses devem ter de 14 a 17 horas de sono de boa qualidade por dia, incluindo os cochilos. Já aqueles entre 4 e 11 meses de idade precisam dormir de 12 a 16 horas.
O número é menor para indivíduos de 1 a 2 anos de idade. Eles devem descansar de 11 a 14 horas por dia. A OMS enfatiza também a importância de estabelecer horários regulares para dormir e acordar. Por outro lado, crianças de 3 e 4 anos de idade devem ter entre 10 e 13 horas de sono.
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), maior agência de saúde dos Estados Unidos, acrescentam que as crianças em idade escolar (6 a 12 anos) precisam de 9 a 12 horas de sono a cada noite e adolescentes (13 a 18 anos) precisam de 8 a 10 horas.
Adultos de 18 a 60 anos devem ter 7 ou mais horas de descanso por noite; indivíduos de 61 a 64 anos, entre 7 e 9 horas; e pessoas com mais de 65 anos de idade, cerca de 7 ou 8 horas, segundo os CDC.
No geral, uma boa noite de sono diminui a frequência de doenças, reduz o estresse, melhora o humor, permite que as pessoas se concentrem com facilidade, tenham um melhor desempenho na escola ou no trabalho e tomem melhores decisões.
A informação é do Office of Disease Prevention and Health Promotion (ODPHP), órgão ligado ao Departamento de Saúde dos Estados Unidos.
Entretanto, "dormir bem não se trata apenas de horas totais de sono. É importante também que o sono seja de boa qualidade e obedeça um horário consistente e regular", afirma o ODPHP.
Portanto, as pessoas com dificuldade para dormir ou que se sentem cansadas ao acordar devem procurar um médico para avaliar o quadro e receber orientações.
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Qual dos seguintes itens resume melhor a importância do sono, conforme indicado no texto?
Alternativas
Q3382047 Português
 texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Quantas horas de sono por dia são ideais para cada idade

O sono é importante para ajudar a manter a mente e o corpo saudáveis. A quantidade de horas, no entanto, é diferente para adultos, crianças e bebês. Em diretriz publicada em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu algumas recomendações a respeito.
De acordo com a OMS, bebês com idade entre 0 e 3 meses devem ter de 14 a 17 horas de sono de boa qualidade por dia, incluindo os cochilos. Já aqueles entre 4 e 11 meses de idade precisam dormir de 12 a 16 horas.
O número é menor para indivíduos de 1 a 2 anos de idade. Eles devem descansar de 11 a 14 horas por dia. A OMS enfatiza também a importância de estabelecer horários regulares para dormir e acordar. Por outro lado, crianças de 3 e 4 anos de idade devem ter entre 10 e 13 horas de sono.
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), maior agência de saúde dos Estados Unidos, acrescentam que as crianças em idade escolar (6 a 12 anos) precisam de 9 a 12 horas de sono a cada noite e adolescentes (13 a 18 anos) precisam de 8 a 10 horas.
Adultos de 18 a 60 anos devem ter 7 ou mais horas de descanso por noite; indivíduos de 61 a 64 anos, entre 7 e 9 horas; e pessoas com mais de 65 anos de idade, cerca de 7 ou 8 horas, segundo os CDC.
No geral, uma boa noite de sono diminui a frequência de doenças, reduz o estresse, melhora o humor, permite que as pessoas se concentrem com facilidade, tenham um melhor desempenho na escola ou no trabalho e tomem melhores decisões.
A informação é do Office of Disease Prevention and Health Promotion (ODPHP), órgão ligado ao Departamento de Saúde dos Estados Unidos.
Entretanto, "dormir bem não se trata apenas de horas totais de sono. É importante também que o sono seja de boa qualidade e obedeça um horário consistente e regular", afirma o ODPHP.
Portanto, as pessoas com dificuldade para dormir ou que se sentem cansadas ao acordar devem procurar um médico para avaliar o quadro e receber orientações.

https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2023/04/quantas-horas-de-sono-por-dia-sao-ideais-para-cada-idade


Quantas horas de sono por dia são ideais para cada idade

O sono é importante para ajudar a manter a mente e o corpo saudáveis. A quantidade de horas, no entanto, é diferente para adultos, crianças e bebês. Em diretriz publicada em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu algumas recomendações a respeito.
De acordo com a OMS, bebês com idade entre 0 e 3 meses devem ter de 14 a 17 horas de sono de boa qualidade por dia, incluindo os cochilos. Já aqueles entre 4 e 11 meses de idade precisam dormir de 12 a 16 horas.
O número é menor para indivíduos de 1 a 2 anos de idade. Eles devem descansar de 11 a 14 horas por dia. A OMS enfatiza também a importância de estabelecer horários regulares para dormir e acordar. Por outro lado, crianças de 3 e 4 anos de idade devem ter entre 10 e 13 horas de sono.
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), maior agência de saúde dos Estados Unidos, acrescentam que as crianças em idade escolar (6 a 12 anos) precisam de 9 a 12 horas de sono a cada noite e adolescentes (13 a 18 anos) precisam de 8 a 10 horas.
Adultos de 18 a 60 anos devem ter 7 ou mais horas de descanso por noite; indivíduos de 61 a 64 anos, entre 7 e 9 horas; e pessoas com mais de 65 anos de idade, cerca de 7 ou 8 horas, segundo os CDC.
No geral, uma boa noite de sono diminui a frequência de doenças, reduz o estresse, melhora o humor, permite que as pessoas se concentrem com facilidade, tenham um melhor desempenho na escola ou no trabalho e tomem melhores decisões.
A informação é do Office of Disease Prevention and Health Promotion (ODPHP), órgão ligado ao Departamento de Saúde dos Estados Unidos.
Entretanto, "dormir bem não se trata apenas de horas totais de sono. É importante também que o sono seja de boa qualidade e obedeça um horário consistente e regular", afirma o ODPHP.
Portanto, as pessoas com dificuldade para dormir ou que se sentem cansadas ao acordar devem procurar um médico para avaliar o quadro e receber orientações.
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Qual dos seguintes benefícios é mencionado no texto como resultado de uma boa noite de sono?
Alternativas
Respostas
861: A
862: C
863: C
864: D
865: B
866: D
867: C
868: E
869: A
870: B
871: A
872: B
873: D
874: E
875: A
876: D
877: D
878: C
879: B
880: B