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Q1996643 Saúde Pública
O escorpionismo, isto é, os acidentes com escorpiões ocorrem com certa frequência e são potencialmente graves em extremos de faixa etária. Esses animais de importância médica pertencem ao gênero Tityus e são: T. serrulatus, T. trivittatus, T. bahiensis e T. stigmurus. Os acidentes ocorrem na maioria em meses quentes e chuvosos. Os óbitos têm sido associados, com maior frequência, a acidentes com o T. serrulatus, ocorrendo mais comumente em crianças menores de 14 anos. Eles inoculam o veneno pelo telson, pelo ferrão, localizado no último segmento da cauda. São animais carnívoros, alimentam-se principalmente de insetos, como baratas e grilos. Têm hábitos noturnos, mas, durante o dia, estão sob pedras, troncos, entulhos, telhas, tijolos. Por isso, devemos ter muito cuidado!.. A ação da peçonha, do veneno age diretamente nas terminações nervosas pós-ganglionares, com liberação de catecolaminas e acetilcolina. Fisiologicamente, as manifestações orgânicas ocorrem por estimulação nos mediadores e por atuarem com efeitos diretos simpáticos e parassimpáticos no sistema 
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Q1996642 Saúde Pública
Segundo PEREIRA, 2006, os indicadores de saúde são utilizados na prática, quando apresentam uma comprovada relevância e viabilidade, e também traduzem, com fidedignidade, com confiabilidade e praticidade, os aspectos da saúde individual ou coletiva. Com base em SOARES, 2001; PEREIRA, 2006, a expressão dos indicadores se faz numericamente a frequência absoluta, entretanto números absolutos de casos de doenças ou mortes não são utilizados para avaliar o nível de saúde, pois não
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Q1996641 Saúde Pública
A sífilis é uma doença infecciosa causada pela bactéria Treponema pallidum. Pelas recomendações médicas, todas as pessoas sexualmente ativas devem realizar o teste para diagnosticar a sífilis, principalmente as gestantes, pois a sífilis congênita pode causar aborto, má formação do feto e/ou morte ao nascer. Essa doença pode ser evitada com o uso de preservativo entre pessoas que não se conhecem. Ela é transmitida da mãe para o bebê durante a gravidez, pela passagem da bactéria através da placenta ou, ainda, no momento do parto. A criança com sífilis congênita precoce apresenta ainda lesões em mucosas e pele; doenças ósseas; lesões cerebrais; problemas no aparelho respiratório; aumento do tamanho do fígado e do baço; paralisia dos membros; infecções no pâncreas e nos rins, entre outros problemas graves de saúde. Quando não há tratamento adequado pelos profissionais de saúde e em tempo hábil, um dos problemas mais agravantes e irreversíveis para o desenvolvimento intelectual se dá por complicações no(nos) 
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Q1996640 Saúde Pública
A esquistossomose mansônica, popularmente conhecida como barriga d'água, é uma doença estabelecida como um dos problemas de saúde pública, social e econômico. No Brasil, é considerada endêmica; vem desafiando o sistema de saúde e, assim, requer uma busca por novas estratégias para vigilância e controle. É uma doença parasitária, que acomete o homem, tendo como agente etiológico o verme Schistossoma mansoni, causando náuseas, vômitos, febre e hepatomegalia, entre outros sintomas. Classifica-se como uma doença tropical negligenciada (DTNs). Com base nessa doença, a grande dificuldade para contenção das endemias está, direta e principalmente, relacionada à falta de
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Q1996639 Saúde Pública
 As doenças têm destaque na epidemiologia, e isso ocorre por serem quaisquer perturbações, ou mesmo, anormalidades observadas no funcionamento orgânico da pessoa ou no seu comportamento, quer no aspecto intelectual, quer no ponto de vista moral e social, de tal forma que lhe afete notavelmente aquele estado de bem-estar geral sugestivo de saúde. Sobre a taxa de doenças, que relaciona a taxa de pessoas em condições precárias de saúde durante um determinado período especificamente, denominamos de taxa de
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Q1996638 Saúde Pública
Nos estudos da epidemiologia com ênfase nos indicadores de saúde no Brasil, quando representa a proporção de óbitos entre os casos da doença, sendo um indicativo da gravidade da doença ou agravo na população. Contudo, pode ser uma característica da própria doença, por exemplo, a raiva humana que, geralmente, leva a sua totalidade de óbitos, isto por agravamento do vírus no sistema nervoso central, principalmente no cérebro. A incidência dessa enfermidade pode ser devido às más condições socioeconômicas e ambientais na localidade onde deverá ser notificada e registrada pela Secretaria de Saúde da cidade para fazer um levantamento do coeficiente específico de
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Q1996637 Saúde Pública
No sertão de Pernambuco, em Petrolina, um levantamento em julho de 2018 mostrou que havia médio risco para epidemia da arbovirose da dengue pelo Levantamento do Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) do ano. O índice foi de 1,3% para infestação, percentual considerado pelo Ministério da Saúde (MS) como sendo de médio risco para epidemia da doença. Mas, nos bairros Dom Avelar, Terras do Sul e São Jorge, na Zona Leste, fizeram parte do extrato com situação mais preocupante. O índice de infestação na região aumentou de 2,8% em maio para 4%, em julho, sendo este último número considerado de alto risco pelo MS. O inseto é transmissor não só da dengue mas também do Zika vírus e da febre Chikungunya, embora o diagnóstico dessas doenças seja feito, exclusivamente, por meio de 
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Q1996636 Saúde Pública
A respeito das principais doenças não transmissíveis, destacamos as cardiovasculares; a doença pulmonar obstrutiva crônica; as neoplasias, a diabetes mellitus e a cirrose hepática. O Brasil ainda detém um grande percentual de óbitos por doenças cardiovasculares e cânceres, sendo responsável por uma grande parcela do financiamento público hospitalar. As ações preventivas devem ser adotadas pelas pessoas mais susceptíveis. Porém, dentre os fatores de risco, destacamos 
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Q1996635 Saúde Pública
 A taxa de mortalidade em determinada população é dada através de um coeficiente utilizado na medição do número de mortes, geralmente provocadas por fator ou fatores específicos. Em epidemiologia, especificamente, essa mortalidade é medida pela(o) 
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Q1996634 Saúde Pública
A saúde, segundo a OMS, é a capacidade do organismo de levar uma vida plena, um bem-estar consciente, com o corpo em plena atividade física e psíquica, reagindo favoravelmente, sem excessivos gastos, às variáveis ambientais. No entanto, o organismo tem meios próprios para poder impedir ou dificultar a penetração de agentes patogênicos que causem infecções graves. Por outro lado, uma das formas de evitar a invasão de algumas doenças é
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Q1996633 Saúde Pública
A imunidade é o estado ou a capacidade do organismo de resistir às doenças. É a proteção do organismo pela imunização, podendo ocorrer de forma natural ou adquirida. A imunização nas pessoas adultas é um tópico frequente e geralmente negligenciado. As vacinações veiculadas em campanhas pelas mídias. Para isso, é preciso que a pessoa saiba do médico se há indicação de outras vacinas previstas no calendário vacinal, tais como as contra a bactéria pneumococo, causadora de pneumonia; o vírus varicela-zoster; o tétano, a difteria e a coqueluche (dTPa); a hepatite B e da febre amarela. A respeito da imunidade orgânica, a doença que mais acomete os idosos e que merece maior atenção pelos serviços de saúde, podendo causar a morte deles, é a
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Q1996632 Saúde Pública
A prevenção de doenças e a promoção da saúde é importante em todas as idades das pessoas. As principais condições passíveis de prevenção são feitas em três níveis, isto é, o primário, o secundário e o terciário. Destacamos em um ou mais níveis as doenças infecciosas; as cardiovasculares, com ênfase no infarto e no derrame cerebral; o câncer; as doenças respiratórias, tais como: a doença pulmonar obstrutiva crônica e as doenças por causas externas, tais como os acidentes de trabalho e os de trânsito. Contudo, as pessoas que têm propensão e histórico familiar de doenças hipertensivas devem, no seu cotidiano,
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Q1996631 Saúde Pública
As ações de controle, pesquisa, registro e fiscalização de medicamentos, cosméticos, produtos de higiene pessoal, perfumes, saneantes, equipamentos, insumos, serviços e alimentos, dentre outros. Atua para garantir segurança e qualidade, prevenir e controlar os fatores de risco à saúde e ao meio ambiente. Tudo isso fica a cargo específico da
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Q1996630 Saúde Pública
Na Grécia antiga, 400 a.C., por meio de Hipócrates, em um trabalho denominado “Dos Ares, Águas e Lugares”, a história da epidemiologia tem seus primeiros registros. Com isso, ele tentou mostrar explicações, com fundamentos racionais, não se baseando no sobrenatural, sobre o surgimento de algumas doenças nas pessoas. A epidemiologia é a ciência, que estuda a distribuição dos estados de saúde/doença e os seus fatores condicionantes e determinantes nas populações humanas nas comunidades. A epidemiologia nos permite avaliar a eficácia das intervenções feitas com ênfase na saúde pública assim como descrever as diferenças que existem na saúde das pessoas em busca das explicações sobre a doença nessas desigualdades. Abaixo, todos são objetivos fundamentais da epidemiologia, EXCETO:
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Q1996619 Português

Sozinho


   Às vezes, no silêncio da noite

Eu fico imaginando nós dois

   Eu fico ali sonhando acordado

             Juntando o antes, o agora e o depois


       Por que você me deixa tão solto?

     Por que você não cola em mim?

 Tô me sentindo muito sozinho

         Não sou nem quero ser o seu dono

                  É que um carinho, às vezes, cai bem [...]


Trecho da canção "Sozinho", de Peninha.


Pela perspectiva como a canção de Peninha aborda o tema da solidão, infere-se que o eu lírico (a voz de quem 'fala' no poema), certamente, 

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Q1996618 Português

Solidão pode matar tanto quanto a obesidada

Levantamento com dados de quase 4 milhões de pessoas aponta que viver

(ou se sentir) sozinho é bem mais prejudicial do que parece


Muito se fala sobre a prevalência e os prejuízos da obesidade. Mas uma análise apresentada na 125ª Convenção Anual da Associação Americana de Psicologia alerta para outro mal pra lá de nocivo: a solidão. De acordo com os condutores do trabalho — cientistas da Universidade Brigham Young, nos Estados Unidos —, uma das principais ameaças nesse sentido seria o aumento do risco de morte prematura.


A pesquisa ocorreu em duas partes. Na primeira, 148 estudos foram avaliados, totalizando 300 mil pessoas. Cruzando as informações dessa turma, os experts americanos concluíram que quem cultiva bons relacionamentos interpessoais tem 50% mais chances de não falecer antes da hora em comparação com os solitários.


Já a segunda etapa considerou os dados de aproximadamente 3,4 milhões de voluntários, divididos em 70 pesquisas. Como era de se esperar, também houve uma clara relação entre a solidão ou o isolamento social e o risco de morrer antes do tempo. Mas o que intrigou os experts foi o fato de esses problemas, segundo o estudo, serem tão deletérios quanto a obesidade ou outras condições sérias de saúde.


O isolamento social é definido como pouco ou nenhum contato com outros indivíduos. A solidão, por sua vez, é marcada pela falta de conexão emocional com os demais. Ou seja, é possível se sentir sozinho, mesmo em meio a um mar de gente.


Durante a convenção em que essa revisão foi apresentada, a professora de psicologia Julianne Holt-Lunstad, uma de suas autoras, destacou a relevância do achado para os que estão na terceira idade, quando a falta de contato social é mais comum. Para ela, tal associação reforça a importância de investirmos em iniciativas que promovam o engajamento e a interação desse público, como centros de recreação e jardins comunitários.

Vand Vieira. Disponível em: https://saude.abril.com.br/mente-saudavel/solidao-pode-matar-tanto-quanto-a-obesidade. Acesso em: 22/01/2019. Adaptado

No que se refere às normas ortográficas vigentes, analise as afirmações a seguir.


1. A palavra 'obesidade‘ é grafada com 's‘, mas 'azilo' e 'cazulo' se grafam com 'z'.


2. Na palavra 'solidão‘, a sílaba tônica é a última, assim como nas palavras 'órfão‘ e 'bênção‘, cujos acentos gráficos indicam apenas o timbre da vogal.


3. Embora tenham grafias diferentes, o primeiro fonema da palavra 'solidão‘ é idêntico aos fonemas grafados com 'ç‘ e 'ss‘ das palavras 'menção‘ e 'obsessão‘, respectivamente.


4. A partir do último Acordo Ortográfico, palavras como 'voo‘, 'europeia‘ e 'heroico‘ não são mais grafadas com acento.


Estão CORRETAS:

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Q1996617 Português

Solidão pode matar tanto quanto a obesidada

Levantamento com dados de quase 4 milhões de pessoas aponta que viver

(ou se sentir) sozinho é bem mais prejudicial do que parece


Muito se fala sobre a prevalência e os prejuízos da obesidade. Mas uma análise apresentada na 125ª Convenção Anual da Associação Americana de Psicologia alerta para outro mal pra lá de nocivo: a solidão. De acordo com os condutores do trabalho — cientistas da Universidade Brigham Young, nos Estados Unidos —, uma das principais ameaças nesse sentido seria o aumento do risco de morte prematura.


A pesquisa ocorreu em duas partes. Na primeira, 148 estudos foram avaliados, totalizando 300 mil pessoas. Cruzando as informações dessa turma, os experts americanos concluíram que quem cultiva bons relacionamentos interpessoais tem 50% mais chances de não falecer antes da hora em comparação com os solitários.


Já a segunda etapa considerou os dados de aproximadamente 3,4 milhões de voluntários, divididos em 70 pesquisas. Como era de se esperar, também houve uma clara relação entre a solidão ou o isolamento social e o risco de morrer antes do tempo. Mas o que intrigou os experts foi o fato de esses problemas, segundo o estudo, serem tão deletérios quanto a obesidade ou outras condições sérias de saúde.


O isolamento social é definido como pouco ou nenhum contato com outros indivíduos. A solidão, por sua vez, é marcada pela falta de conexão emocional com os demais. Ou seja, é possível se sentir sozinho, mesmo em meio a um mar de gente.


Durante a convenção em que essa revisão foi apresentada, a professora de psicologia Julianne Holt-Lunstad, uma de suas autoras, destacou a relevância do achado para os que estão na terceira idade, quando a falta de contato social é mais comum. Para ela, tal associação reforça a importância de investirmos em iniciativas que promovam o engajamento e a interação desse público, como centros de recreação e jardins comunitários.

Vand Vieira. Disponível em: https://saude.abril.com.br/mente-saudavel/solidao-pode-matar-tanto-quanto-a-obesidade. Acesso em: 22/01/2019. Adaptado

O sinal indicativo de crase está CORRETAMENTE empregado em:
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Q1996616 Português

Solidão pode matar tanto quanto a obesidada

Levantamento com dados de quase 4 milhões de pessoas aponta que viver

(ou se sentir) sozinho é bem mais prejudicial do que parece


Muito se fala sobre a prevalência e os prejuízos da obesidade. Mas uma análise apresentada na 125ª Convenção Anual da Associação Americana de Psicologia alerta para outro mal pra lá de nocivo: a solidão. De acordo com os condutores do trabalho — cientistas da Universidade Brigham Young, nos Estados Unidos —, uma das principais ameaças nesse sentido seria o aumento do risco de morte prematura.


A pesquisa ocorreu em duas partes. Na primeira, 148 estudos foram avaliados, totalizando 300 mil pessoas. Cruzando as informações dessa turma, os experts americanos concluíram que quem cultiva bons relacionamentos interpessoais tem 50% mais chances de não falecer antes da hora em comparação com os solitários.


Já a segunda etapa considerou os dados de aproximadamente 3,4 milhões de voluntários, divididos em 70 pesquisas. Como era de se esperar, também houve uma clara relação entre a solidão ou o isolamento social e o risco de morrer antes do tempo. Mas o que intrigou os experts foi o fato de esses problemas, segundo o estudo, serem tão deletérios quanto a obesidade ou outras condições sérias de saúde.


O isolamento social é definido como pouco ou nenhum contato com outros indivíduos. A solidão, por sua vez, é marcada pela falta de conexão emocional com os demais. Ou seja, é possível se sentir sozinho, mesmo em meio a um mar de gente.


Durante a convenção em que essa revisão foi apresentada, a professora de psicologia Julianne Holt-Lunstad, uma de suas autoras, destacou a relevância do achado para os que estão na terceira idade, quando a falta de contato social é mais comum. Para ela, tal associação reforça a importância de investirmos em iniciativas que promovam o engajamento e a interação desse público, como centros de recreação e jardins comunitários.

Vand Vieira. Disponível em: https://saude.abril.com.br/mente-saudavel/solidao-pode-matar-tanto-quanto-a-obesidade. Acesso em: 22/01/2019. Adaptado

Assinale a alternativa em que as normas de concordância (verbal e nominal) estão cumpridas.
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Q1996615 Português

Solidão pode matar tanto quanto a obesidada

Levantamento com dados de quase 4 milhões de pessoas aponta que viver

(ou se sentir) sozinho é bem mais prejudicial do que parece


Muito se fala sobre a prevalência e os prejuízos da obesidade. Mas uma análise apresentada na 125ª Convenção Anual da Associação Americana de Psicologia alerta para outro mal pra lá de nocivo: a solidão. De acordo com os condutores do trabalho — cientistas da Universidade Brigham Young, nos Estados Unidos —, uma das principais ameaças nesse sentido seria o aumento do risco de morte prematura.


A pesquisa ocorreu em duas partes. Na primeira, 148 estudos foram avaliados, totalizando 300 mil pessoas. Cruzando as informações dessa turma, os experts americanos concluíram que quem cultiva bons relacionamentos interpessoais tem 50% mais chances de não falecer antes da hora em comparação com os solitários.


Já a segunda etapa considerou os dados de aproximadamente 3,4 milhões de voluntários, divididos em 70 pesquisas. Como era de se esperar, também houve uma clara relação entre a solidão ou o isolamento social e o risco de morrer antes do tempo. Mas o que intrigou os experts foi o fato de esses problemas, segundo o estudo, serem tão deletérios quanto a obesidade ou outras condições sérias de saúde.


O isolamento social é definido como pouco ou nenhum contato com outros indivíduos. A solidão, por sua vez, é marcada pela falta de conexão emocional com os demais. Ou seja, é possível se sentir sozinho, mesmo em meio a um mar de gente.


Durante a convenção em que essa revisão foi apresentada, a professora de psicologia Julianne Holt-Lunstad, uma de suas autoras, destacou a relevância do achado para os que estão na terceira idade, quando a falta de contato social é mais comum. Para ela, tal associação reforça a importância de investirmos em iniciativas que promovam o engajamento e a interação desse público, como centros de recreação e jardins comunitários.

Vand Vieira. Disponível em: https://saude.abril.com.br/mente-saudavel/solidao-pode-matar-tanto-quanto-a-obesidade. Acesso em: 22/01/2019. Adaptado

Releia o título do Texto 1: “Solidão pode matar tanto quanto a obesidade”. Nesse título, a forma verbal destacada expressa:
Alternativas
Q1996614 Português

Solidão pode matar tanto quanto a obesidada

Levantamento com dados de quase 4 milhões de pessoas aponta que viver

(ou se sentir) sozinho é bem mais prejudicial do que parece


Muito se fala sobre a prevalência e os prejuízos da obesidade. Mas uma análise apresentada na 125ª Convenção Anual da Associação Americana de Psicologia alerta para outro mal pra lá de nocivo: a solidão. De acordo com os condutores do trabalho — cientistas da Universidade Brigham Young, nos Estados Unidos —, uma das principais ameaças nesse sentido seria o aumento do risco de morte prematura.


A pesquisa ocorreu em duas partes. Na primeira, 148 estudos foram avaliados, totalizando 300 mil pessoas. Cruzando as informações dessa turma, os experts americanos concluíram que quem cultiva bons relacionamentos interpessoais tem 50% mais chances de não falecer antes da hora em comparação com os solitários.


Já a segunda etapa considerou os dados de aproximadamente 3,4 milhões de voluntários, divididos em 70 pesquisas. Como era de se esperar, também houve uma clara relação entre a solidão ou o isolamento social e o risco de morrer antes do tempo. Mas o que intrigou os experts foi o fato de esses problemas, segundo o estudo, serem tão deletérios quanto a obesidade ou outras condições sérias de saúde.


O isolamento social é definido como pouco ou nenhum contato com outros indivíduos. A solidão, por sua vez, é marcada pela falta de conexão emocional com os demais. Ou seja, é possível se sentir sozinho, mesmo em meio a um mar de gente.


Durante a convenção em que essa revisão foi apresentada, a professora de psicologia Julianne Holt-Lunstad, uma de suas autoras, destacou a relevância do achado para os que estão na terceira idade, quando a falta de contato social é mais comum. Para ela, tal associação reforça a importância de investirmos em iniciativas que promovam o engajamento e a interação desse público, como centros de recreação e jardins comunitários.

Vand Vieira. Disponível em: https://saude.abril.com.br/mente-saudavel/solidao-pode-matar-tanto-quanto-a-obesidade. Acesso em: 22/01/2019. Adaptado

No trecho: “(...) é possível se sentir sozinho, mesmo em meio a um mar de gente.”, o segmento sublinhado estabelece, com o segmento que o antecede, uma relação semântica de 
Alternativas
Respostas
1141: B
1142: C
1143: A
1144: E
1145: B
1146: A
1147: E
1148: C
1149: D
1150: A
1151: C
1152: B
1153: D
1154: E
1155: E
1156: C
1157: A
1158: B
1159: A
1160: C