Foram encontradas 339 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q1724286 Terapia Ocupacional
Se defendemos a ideia de que o objeto de intervenção da Terapia Ocupacional é a ocupação humana e a vida ocupacional dos sujeitos, devemos considerar que escutar a vida é muito mais do que pensar a própria saúde (DELEUZE, 1989). Ou seja, a intervenção ocupacional conceitualmente vai além da intervenção pela busca do processo de cura de uma doença ou da anulação de uma alteração práxica. Diante do processo de alta serão apresentadas algumas considerações necessárias, EXCETO
Alternativas
Q1724285 Terapia Ocupacional
O terapeuta ocupacional na Atenção Primária a Saúde é responsável:
Alternativas
Q1724284 Terapia Ocupacional
A interconsulta psiquiátrica consiste em estabelecer uma interface clínica com especialidades médicas, auxiliando na assistência ao paciente no hospital geral. É composta por um conjunto de ações desenvolvido por uma equipe de saúde mental, junto a uma equipe de saúde, tendo como proposta qualidade e atenção integrada ao paciente internado no hospital geral, modificando a estrutura assistencial centrada na doença para aquela centrada no contexto. Os serviços de interconsulta psiquiátrica têm sido enriquecidos com o trabalho multiprofissional em saúde mental, refletindo a mudança do paradigma biomédico para concepções biopsicossociais. Sobre a importância da interconsulta no trabalho do Terapeuta Ocupacional é importante destacar, EXCETO:
Alternativas
Q1724283 Terapia Ocupacional
Os aspectos do indivíduo que podem ser acessados em uma avaliação do terapeuta ocupacional numa entrevista clínica são, EXCETO:
Alternativas
Q1724282 Terapia Ocupacional
Verifica-se que no Brasil, a Resolução nº 415/2012 do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO) é o principal documento que direciona orientações para o registro em prontuário de Terapia Ocupacional. Essa resolução oferta direcionamento sobre a obrigatoriedade do registro em prontuário; do tempo de guarda de cinco anos a constar da última anotação; do dever de manter o prontuário em local que garanta o sigilo e privacidade; e fornece diretrizes que configuram o conteúdo mínimo a constar nesta documentação (COFFITO, 2012).
Conforme elencado no disposto do artigo 1º, §1º desta resolução, o registro terapêutico ocupacional deve minimamente ser composto por alguns itens. Quais destes não compõem a agenda do Terapeuta Ocupacional na evolução de prontuário:
Alternativas
Q1724281 Psiquiatria
Para atuação em Saúde Mental, a Terapia Ocupacional (TO) incorporou os pressupostos da Reabilitação Psicossocial como um referencial muito utilizado. O paradigma da Reabilitação Psicossocial volta seus interesses e focos de ação para a perda de vínculos e para a fragilização das redes de suporte social das pessoas em sofrimento psíquico intenso, atenta para a precarização do habitar e para a exclusão laboral vivenciadas por elas. Tem-se por meta a abertura de espaços de negociação social, com oportunidades de trocas de recursos e de afetos, buscando-se a reinserção social; o que se tem em vista é: SHIMOGUIRI, Ana Flávia Dias Tanaka; COSTA-ROSA, Abílio da. Do tratamento moral à atenção psicossocial: a terapia ocupacional a partir da reforma psiquiátrica brasileira. Interface-Comunicação, Saúde, Educação, v. 21, p. 845-856, 2017.
I. O processo de facilitar ao indivíduo com limitações, a restauração, no melhor nível possível de autonomia do exercício de suas funções na comunidade. O processo enfatizaria as partes mais sadias e a totalidade de potenciais do indivíduo, mediante uma abordagem compreensiva e um suporte vocacional, residencial, social, recreacional, educacional, ajustados a demandas singulares de cada indivíduo e cada situação de modo personalizado. II. No panorama da Atenção Psicossocial, que veio substituir as estruturas arquitetônicas e teórico-técnicas do Paradigma Psiquiátrico Hospitalocêntrico Medicalizador, a TO opera “levando em consideração as reais possibilidades individuais e coletivas, objetivando a promoção da autonomia e da independência para incorporação e participação ativa na sociedade”. III. A institucionalização da terapia ocupacional, dada em seu início, resumidamente, pelos aspectos da ocupação como forma de tratamento dos doentes mentais nos manicômios e da reabilitação dos incapacitados físicos nos hospitais do Exército, modifica-se na medida em que passa a ter a função social de contribuir para legitimar as diretrizes constitucionais dos direitos sociais. IV. Evoluindo de seu histórico enraizado em ações tidas como assistencialistas e caritativas para o novo contexto dos direitos sociais que focalizamos aqui na discussão das políticas de saúde, a profissão ganha novos espaços de ação, contribuindo para implementar efetivamente as políticas sociais e, portanto, o SUS, o que, consequentemente, amplia o desenvolvimento da categoria. V. Há também, no âmbito da TO em Saúde Mental, trabalhos que dialogam com a Filosofia da Diferença, propondo práticas grupais que articulam experimentações com o corpo e com a arte; porém percebe-se que as mesmas não foram compreendidas na Atenção Psicossocial restringindo tal ação ao Arte-Educador. Istos posto, sido entendidas como formas de resistência aos processos de subjetivação.
Alternativas
Q1724280 Terapia Ocupacional
A doença oncológica em fase terminal é caracterizada por vários sintomas que provocam um grande sofrimento nas pessoas. Os principais são: dor, estomatite, anorexia, disfagia, úlceras peptídicas, dispnéia, anemia, sistema sensorial alterado, diplopia, convulsões, entre outros. Para além disto, os doentes oncológicos que se encontram em situação paliativa, apresentam um nível de sofrimento considerável (Capela & Apóstolo, 2012). O terapeuta ocupacional é, então, o profissional de saúde que vai ajudar a restaurar a interação entre o indivíduo e o seu contexto, tendo em conta o seu estado de saúde, tendo sempre como finalidade primordial o restauro da sua independência e autonomia 19 na realização das suas atividades diárias (Söderback, 2009). Assim, e de acordo com o mesmo autor, o terapeuta ocupacional possui os seguintes papéis: BOTELHO, Flávia Tatiana Pinto. A Terapia Ocupacional nos Cuidados Paliativos Oncológicos-Revisão Integrativa da Literatura. 2019. I. Terapêutico: o terapeuta ocupacional tem a responsabilidade de cooperar e de ajudar os seus utentes de modo a que estes alcancem as metas estabelecidas, sendo que estas envolvem a recuperação da realização das principais atividades da sua vida diária; POR MEIO II. Uma equipa multidisciplinar: tendo em conta os seus saberes científicos e a sua prática profissional, o terapeuta ocupacional tem o dever de trabalhar em conjunto com outros profissionais de saúde de forma a que sejam atingidos os objetivos estabelecidos; NO ENTANTO, III. Consultor: o terapeuta ocupacional não deve trabalhar com a família e outras pessoas significativas do utente, de modo a que estes não interfiram no prognóstico do paciente.
Alternativas
Q1724279 Terapia Ocupacional
Entende-se que a terapia ocupacional é uma profissão que pode desenvolver ações tanto com os indivíduos que contraíram a doença e seus familiares quanto com os trabalhadores da Saúde, além de ações para prevenir o contágio ( Brasil, 2018 ). De acordo com o COFFITO – Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (2020) e com portarias do Ministério de Saúde, os terapeutas ocupacionais têm respaldado para atuar nos âmbitos da Atenção Básica à Saúde, a partir dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF), e da rede hospitalar, considerados dispositivos importantes no combate à pandemia. O referido Conselho regulamenta, ainda, por meio da Resolução nº 459, de 20 de novembro de 2015, que os terapeutas ocupacionais têm competência para atuar na área de Saúde do Trabalhador, por meio de programas de estratégias inclusivas, de prevenção, proteção e recuperação da saúde. I. Na Atenção Básica, as principais ações direcionadas à população, que podem ser realizadas pela profissão, são as orientações de prevenção do contágio, para saber como as pessoas atendidas desenvolvem cotidianamente seus hábitos de higiene pessoal e do ambiente em que vivem e como podem adquirir novos hábitos para evitar o contágio e a transmissão do vírus que sejam condizentes com suas possibilidades, seu contexto social, econômico e cultural e as condições em que vivem. II. A terapia ocupacional também pode desenvolver ações direcionadas aos processos de adequação/reformulação/reorganização das atividades realizadas no cotidiano de indivíduos e famílias atendidos - tanto com as famílias que têm condições de se manter em isolamento social quanto as que estão em situações em que alguns de seus membros precisem sair do ambiente domiciliar para trabalhar. III. No âmbito hospitalar, a terapia ocupacional pode contribuir para adaptar os usuários à rotina do hospital e aos cuidados diários exigidos; para prestar esclarecimentos sobre a doença e seu tratamento, a fim de que o usuário compreenda sua nova situação; para posicionar o paciente no leito adequadamente e prevenir úlceras por pressão; para criar dispositivos e recursos de tecnologia assistiva.
Alternativas
Q1724278 Terapia Ocupacional
A Covid-19 é uma doença infectocontagiosa respiratória aguda emergente, que se espalha principalmente pelo trato respiratório, por gotículas, secreções respiratórias e contato direto (Li et al, 2020). Tem como sintomas mais comuns a febre, o cansaço e a tosse seca (Huang et al, 2020). O quadro mais grave da Covid-19 é a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), definidapela OMS como casos que apresentam dispnéia, desconforto respiratório ou dor ao respirar, saturação abaixo de 95% em ar ambiente ou presença de cianose nos lábios ou face. Por isso é adotado pelo terapeuta ocupacional algumas manobras posturais no leito de UTI junto ao paciente com Covid-19. Na figura o paciente encontra-se:
Alternativas
Q1724277 Terapia Ocupacional
A Resolução nº 429/13, do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO), reconhece a especialidade da Terapia Ocupacional no Contexto Hospitalar, o que dá ao terapeuta ocupacional a prerrogativa legal para atuar nas diversas especialidades clínicas assistidas dentro do hospital e nos diversos setores, dentre eles a UTI Adulto (Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, 2013).
I. O terapeuta ocupacional como parte da equipe multiprofissional deverá discutir sobre as ações a serem realizadas com o paciente, com o intuito de gerar intervenções humanizadas no contexto da UTI (Araújo Neto, Silva, Zanin, Andrade & Morais, 2016). Dentro da ótica da humanização, as necessidades de cuidados com o paciente serão compartilhadas entre equipe-usuário-família, incentivando o protagonismo e corresponsabilidade dos sujeitos envolvidos (Brasil, 2010). PORQUE II. No que se refere à atuação do terapeuta ocupacional na UTI, tem se que ela deverá ser iniciada o mais precoce possível, pois a imobilização do paciente poderá acarretar efeitos secundários à internação. Os atendimentos serão pautados na funcionalidade e necessidades primárias do paciente, bem como no estímulo dos seus componentes motores, cognitivos, sensoriais e psicossociais, independentemente do nível de consciência do indivíduo assistido. A abordagem também será extensiva aos familiares e cuidadores dos pacientes atendidos (American Occupational Therapy Association, 2015; Barbosa & Reis, 2017).
Alternativas
Q1723663 Psicologia
Durante a adolescência, de acordo com relatos de amigos da escola, Diana tinha a reputação de gulosa. Comia em exagero e recorria várias vezes aos serviços de enfermagem do colégio por queixas gástricas. No entanto, estes comportamentos nunca foram entendidos por Diana e/ou pares como patológicos. Entre o anúncio do noivado (fevereiro de 1981) e o casamento, Diana revelava-se extremamente ansiosa. Perdeu muito peso e a sua cintura diminuiu de 72,5cm para 57,5cm no dia do casamento. Numa ocasião, quando o dia do casamento se aproximava, Carlos colocou a mão à volta da cintura de Diana e fez um comentário, alegadamente inocente, sobre as suas formas. Esta observação teve um forte impacto em Diana, sendo que, pouco tempo depois, vomitava. Sentia, com este comportamento, que libertava algumas tensões e gozava de alguma sensação de controle. A hipótese diagnóstica para o caso:
Alternativas
Q1723662 Psicologia
Santos-Silva, et al (2017). Com base nos encontros com a paciente, a qual será chamada de Maria, a mesma tem 12 anos de idade. É a primogênita da família, tendo apenas uma irmã sete anos mais nova. Ao contrário dessa criança, caracterizada pela mãe como um exemplo de saúde, a paciente tem problemas somáticos desde a primeira infância, incluindo problemas respiratórios e alérgicos, sendo que dois anos antes do inicio do psicodiagnóstico apareceram as lesões dermatológicas. Maria não podia ter contato com materiais ásperos, poeira, detergentes, produtos de limpeza em geral, roupas de lã e tecido sintético. Pois causava um prurido na pele intenso. O médico fez o encaminhamento para o tratamento psicológico, quando confirmou em laudo o diagnóstico de
Alternativas
Q1723660 Psicologia
A formação acadêmica e profissional dos psicólogos precisa nutrir-se do debate sobre as particularidades territoriais e da determinação social da saúde, das formas de adoecimento e sofrimento para que possa construir um estatuto diferenciado da profissão no campo da saúde. Para tanto, a formação e o exercício profissional dos psicólogos não podem ficar alheios a esse debate. Em primeiro lugar, porque a ideia de que os processos de formação estão deslocados dos acontecimentos do mundo, do cotidiano da vida e dos serviços de saúde é contraproducente. Segundo, porque é preciso aprofundar a relação ensino-serviço-comunidade de modo que a formação se dê no e para o serviço (Dimenstein, et al. 2017). Analise as proposições e marque a alternativa CORRETA. I. As experiências formativas possam desenvolver metodologias de aprendizagem que possibilitem articular ―os componentes de gestão, assistência e participação popular, mobilizando a incorporação dos trabalhadores como atores identificados com as necessidades de criação e modificação no cenário da saúde‖ II. Atuar na Rede de Atenção Psicossocial exige, dentre outros desafios, conhecer o território. Nessa perspectiva, as ações devem pautar-se em um trabalho de diagnóstico e planejamento situacional que considere as formas como a população se relaciona nos espaços onde vive e desenvolve suas atividades diárias III. Isso demanda dos psicólogos habilidades para reconhecer os processos psicossociais mobilizados pelas condições de vida, para intervir nos modos de existência e campos de sentidos de forma singularizada, para coordenar ações intersetoriais no território, para saber valorizar a heterogeneidade espacial, social e simbólica que permeia os diferentes cenários
Alternativas
Q1723656 Psicologia
Um esforço em classificar as entrevistas quanto aos seus objetivos seria uma tarefa bem mais complexa. Essa complexidade decorre da interdependência entre abordagem e objetivos. De acordo com Cunha (2000) um tipo de entrevista tem por objetivo principal avaliar a demanda do sujeito e fazer um encaminhamento. Geralmente, é utilizada em serviços de saúde pública ou em clínicas sociais, onde existe a procura contínua por uma diversidade de serviços psicológicos, e torna-se necessário avaliar a adequação da demanda em relação ao encaminhamento pretendido. Estamos diante de uma entrevista:
Alternativas
Q1723655 Psicologia
Sobre a Entrevista Clínica em Psicologia (Cunha, 2000), analise as proposições e marque a alternativa correta: I. Em psicologia, a entrevista clínica é um conjunto de técnicas de investigação, de tempo delimitado, dirigido por um entrevistador treinado, que utiliza conhecimentos psicológicos, em uma relação profissional, com o objetivo de descrever e avaliar aspectos pessoais, relacionais ou sistêmicos (indivíduo, casal, família, rede social). II. Essa investigação se dá dentro de domínios específicos da psicologia clínica e leva em consideração conceitos e conhecimentos amplos e profundos nessas áreas. III. A entrevista é parte de um processo. Este deve ser concebido, basicamente, como um processo de avaliação, que pode ocorrer em apenas uma sessão e ser dirigido a fazer um encaminhamento, ou a definir os objetivos de um processo psicoterapêutico. IV. O resultado de uma entrevista depende exclusivamente da experiência, sendo secundário a habilidade do entrevistador, além do domínio da técnica. Criar um clima que facilite a interação nesse contexto e a abertura para o exame de questões íntimas e pessoais talvez seja o desafio maior da entrevista clínica, por isso a experiência ser mais importante durante a entrevista.
Alternativas
Q1723652 Psicologia
Segundo Adler, Hábitos e traços de comportamento aparentemente isolados adquirem um significado dentro do contexto pleno da vida e dos objetivos do indivíduo e, assim, os problemas psicológicos e emocionais não podem ser tratados como questões isoladas. Uma vez que um dado sintoma ou traço não é senão uma expressão dos hábitos desse sujeito (Schultz & Schultz, 2002). Estamos diante:
Alternativas
Q1723651 Psicologia
Diante dos fragmentos estamos diante de qual mecanismo de defesa, segundo Freud (Schultz & Schultz, 2002): I. ―Todos os homens/mulheres querem apenas uma coisa‖ (Eu penso muito a respeito de sexo); II. ―Você nunca pode confiar num negro, num carcamano, numa vespa, num ganso selvagem, num estudante, num padre, numa mulher‖ (Eu quero, às vezes, tirar vantagem injusta dos outros); III. ―Posso dizer que você está furioso comigo‖ (Eu estou furioso com você).
Alternativas
Q1723649 Psicologia

O estudo da personalidade constitui um domínio particularmente interessante nas áreas Sociais e Humanas. Desde os primórdios, a noção de personalidade tem sofrido significativas mudanças, o que desde já nos deixa a refletir acerca do quão complexo é esta temática bem como de todas as componentes intimamente relacionadas. Face a uma panóplia de definições, segundo Baptista (2008), da forma mais sintética possível, destacam alguns pontos:

I. A personalidade não corresponde a uma justaposição de peças, mas sim representa uma organização;

II. A personalidade se encontra num local específico. Ela é ativa e representa um processo dinâmico no interior do indivíduo;

III. A personalidade corresponde a um conceito psicológico cujas bases são fisiológicas;

IV. A personalidade é uma força interna que determina como o indivíduo se comportará;

V. A personalidade é constituída por padrões de respostas recorrentes e consistentes;

VI. A personalidade se reflete apenas numa direção, mas sim em várias, à semelhança dos sentimentos, pensamentos e comportamentos

Alternativas
Q1723643 Psicologia
Nos parágrafos abaixo, são elencadas algumas das referidas críticas propostas por Vigotski, frente à análise do brincar:
I. Brincar é uma atividade prazerosa, e daí provém a sua motivação: analisando de modo mais acurado, nota-se que o prazer não é um aspecto constante no brincar. Percebe-se que ao brincar, a criança vivencia momentos significativos de desprazer, seja na árdua construção de um contexto para a brincadeira; seja nas experiências de derrota em jogos competitivos; bem como na submissão às regras da atividade, que podem ser previamente estabelecidas, como em jogos convencionais, ou emergir na brincadeira como condição necessária para a similitude com a realidade (por exemplo, para brincar de policial, a criança, queira ou não, teria que se portar como tal)(VIGOTSKI, 2007). II. Ao brincar, a criança estabelece um "mundo paralelo", alheio ao real: mesmo dentro de uma brincadeira livre e imaginativa, se percebe o vínculo existente entre a experiência de vida da criança e o enredo ou a forma de suas brincadeiras. A brincadeira, também dentro do contexto do "faz de conta", preserva uma identidade com o mundo real, de onde extrai os modos de agir, a dinâmica das relações interpessoais, as falas, os gestos, as regras de conduta socialmente observáveis, etc. Como pontua Vigotski (2007), não poderíamos apreender um sentido evolutivo no brincar, se o tomássemos como algo apartado da vida real das crianças; antes, tem- se uma imbricação entre a vida concreta e a construção imaginativa na brincadeira. Vigotski alerta que, ao compreender a relação que existe entre a fantasia e a realidade na conduta do homem, entendemos o mecanismo psicológico da imaginação e da atividade criadora, tão associados à infância (VIGOTSKY, 2003a).
Isso ocorre por meio de três processos:
Alternativas
Q1723642 Psicologia
Em sua obra "Sete aulas de L. S. Vigotsky sobre os fundamentos da pedologia". O que Vigotsky (2018), quer dizer com o termo "Pedologia" de acordo com a Teoria Histórico- Cultural: 
Alternativas
Respostas
101: A
102: E
103: C
104: B
105: E
106: D
107: A
108: D
109: C
110: B
111: D
112: C
113: A
114: A
115: E
116: A
117: E
118: B
119: E
120: D