Foram encontradas 339 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Conforme elencado no disposto do artigo 1º, §1º desta resolução, o registro terapêutico ocupacional deve minimamente ser composto por alguns itens. Quais destes não compõem a agenda do Terapeuta Ocupacional na evolução de prontuário:
I. O processo de facilitar ao indivíduo com limitações, a restauração, no melhor nível possível de autonomia do exercício de suas funções na comunidade. O processo enfatizaria as partes mais sadias e a totalidade de potenciais do indivíduo, mediante uma abordagem compreensiva e um suporte vocacional, residencial, social, recreacional, educacional, ajustados a demandas singulares de cada indivíduo e cada situação de modo personalizado. II. No panorama da Atenção Psicossocial, que veio substituir as estruturas arquitetônicas e teórico-técnicas do Paradigma Psiquiátrico Hospitalocêntrico Medicalizador, a TO opera “levando em consideração as reais possibilidades individuais e coletivas, objetivando a promoção da autonomia e da independência para incorporação e participação ativa na sociedade”. III. A institucionalização da terapia ocupacional, dada em seu início, resumidamente, pelos aspectos da ocupação como forma de tratamento dos doentes mentais nos manicômios e da reabilitação dos incapacitados físicos nos hospitais do Exército, modifica-se na medida em que passa a ter a função social de contribuir para legitimar as diretrizes constitucionais dos direitos sociais. IV. Evoluindo de seu histórico enraizado em ações tidas como assistencialistas e caritativas para o novo contexto dos direitos sociais que focalizamos aqui na discussão das políticas de saúde, a profissão ganha novos espaços de ação, contribuindo para implementar efetivamente as políticas sociais e, portanto, o SUS, o que, consequentemente, amplia o desenvolvimento da categoria. V. Há também, no âmbito da TO em Saúde Mental, trabalhos que dialogam com a Filosofia da Diferença, propondo práticas grupais que articulam experimentações com o corpo e com a arte; porém percebe-se que as mesmas não foram compreendidas na Atenção Psicossocial restringindo tal ação ao Arte-Educador. Istos posto, sido entendidas como formas de resistência aos processos de subjetivação.
I. O terapeuta ocupacional como parte da equipe multiprofissional deverá discutir sobre as ações a serem realizadas com o paciente, com o intuito de gerar intervenções humanizadas no contexto da UTI (Araújo Neto, Silva, Zanin, Andrade & Morais, 2016). Dentro da ótica da humanização, as necessidades de cuidados com o paciente serão compartilhadas entre equipe-usuário-família, incentivando o protagonismo e corresponsabilidade dos sujeitos envolvidos (Brasil, 2010). PORQUE II. No que se refere à atuação do terapeuta ocupacional na UTI, tem se que ela deverá ser iniciada o mais precoce possível, pois a imobilização do paciente poderá acarretar efeitos secundários à internação. Os atendimentos serão pautados na funcionalidade e necessidades primárias do paciente, bem como no estímulo dos seus componentes motores, cognitivos, sensoriais e psicossociais, independentemente do nível de consciência do indivíduo assistido. A abordagem também será extensiva aos familiares e cuidadores dos pacientes atendidos (American Occupational Therapy Association, 2015; Barbosa & Reis, 2017).
O estudo da personalidade constitui um domínio particularmente interessante nas áreas Sociais e Humanas. Desde os primórdios, a noção de personalidade tem sofrido significativas mudanças, o que desde já nos deixa a refletir acerca do quão complexo é esta temática bem como de todas as componentes intimamente relacionadas. Face a uma panóplia de definições, segundo Baptista (2008), da forma mais sintética possível, destacam alguns pontos:
I. A personalidade não corresponde a uma justaposição de peças, mas sim representa uma organização;
II. A personalidade se encontra num local específico. Ela é ativa e representa um processo dinâmico no interior do indivíduo;
III. A personalidade corresponde a um conceito psicológico cujas bases são fisiológicas;
IV. A personalidade é uma força interna que determina como o indivíduo se comportará;
V. A personalidade é constituída por padrões de respostas recorrentes e consistentes;
VI. A personalidade se reflete apenas numa direção, mas sim em várias, à semelhança dos sentimentos,
pensamentos e comportamentos
I. Brincar é uma atividade prazerosa, e daí provém a sua motivação: analisando de modo mais acurado, nota-se que o prazer não é um aspecto constante no brincar. Percebe-se que ao brincar, a criança vivencia momentos significativos de desprazer, seja na árdua construção de um contexto para a brincadeira; seja nas experiências de derrota em jogos competitivos; bem como na submissão às regras da atividade, que podem ser previamente estabelecidas, como em jogos convencionais, ou emergir na brincadeira como condição necessária para a similitude com a realidade (por exemplo, para brincar de policial, a criança, queira ou não, teria que se portar como tal)(VIGOTSKI, 2007). II. Ao brincar, a criança estabelece um "mundo paralelo", alheio ao real: mesmo dentro de uma brincadeira livre e imaginativa, se percebe o vínculo existente entre a experiência de vida da criança e o enredo ou a forma de suas brincadeiras. A brincadeira, também dentro do contexto do "faz de conta", preserva uma identidade com o mundo real, de onde extrai os modos de agir, a dinâmica das relações interpessoais, as falas, os gestos, as regras de conduta socialmente observáveis, etc. Como pontua Vigotski (2007), não poderíamos apreender um sentido evolutivo no brincar, se o tomássemos como algo apartado da vida real das crianças; antes, tem- se uma imbricação entre a vida concreta e a construção imaginativa na brincadeira. Vigotski alerta que, ao compreender a relação que existe entre a fantasia e a realidade na conduta do homem, entendemos o mecanismo psicológico da imaginação e da atividade criadora, tão associados à infância (VIGOTSKY, 2003a).
Isso ocorre por meio de três processos: