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Q3090164 Saúde Pública
O trabalho em cemitérios exige a aplicação rigorosa de normas de segurança e higiene para proteger os trabalhadores e manter um ambiente adequado para os visitantes. A utilização de equipamentos de segurança, a organização eficiente do espaço e o cumprimento de práticas de limpeza urbana são fundamentais para garantir a saúde e a segurança de todos. A gestão correta dessas atividades contribui para a preservação do local e o respeito ao ambiente e às pessoas que frequentam o cemitério.

Considerando o contexto apresentado, julgue o item a seguir: 


A organização de cemitérios deve incluir a sinalização clara de caminhos e setores, facilitando o acesso dos visitantes e garantindo a localização eficiente de túmulos e jazigos.

Alternativas
Q3090163 Saúde Pública
O trabalho em cemitérios exige a aplicação rigorosa de normas de segurança e higiene para proteger os trabalhadores e manter um ambiente adequado para os visitantes. A utilização de equipamentos de segurança, a organização eficiente do espaço e o cumprimento de práticas de limpeza urbana são fundamentais para garantir a saúde e a segurança de todos. A gestão correta dessas atividades contribui para a preservação do local e o respeito ao ambiente e às pessoas que frequentam o cemitério.

Considerando o contexto apresentado, julgue o item a seguir: 


O uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), como luvas, máscaras e botas, é essencial para evitar contaminação e lesões durante a limpeza e manutenção de sepulturas e jazigos.

Alternativas
Q3090151 Português
Como manejar o estresse no dia a dia

(Texto adaptado com fins didáticos.)

Outro dia, um membro da minha equipe apareceu para uma reunião online com uma bolsa de gelo no rosto. Assustado, perguntei a ele o que havia ocorrido. O rapaz me respondeu que passara a noite pensando em um projeto que deveria entregar para uma organização que o havia contratado. Que, ao se levantar, no dia seguinte, ainda estava tenso, com aquilo na cabeça, e que havia "travado" a musculatura da face, o que o levara a sentir a famosa dor dos nervos trigêmeos. Quando inflamam, podem incapacitar uma pessoa.

Conto essa historinha (real) para ilustrar o quanto o estresse joga contra a nossa saúde física, corporal e mental. O exemplo desse profissional é o do que chamamos de estresse agudo: aquele que nos acomete quando algo fora do normal acontece; por exemplo, quando o empregador anuncia que você deve entregar uma tarefa para dali umas horas ou dias.

Já estresse crônico aquele que persiste por longo período é ainda mais tóxico para a saúde. Vários estudos têm mostrado que ele pode enfraquecer o nosso sistema imunológico − tornando mais difícil nos recuperarmos de alguma doença -, aumentar o risco de doenças cardiovasculares, de problemas digestivos, de pressão alta e até de depressão. Isso sem contar dores de cabeça, fadiga, dores no corpo por tendermos a contrair a musculatura, problemas com o sono e até comprometimento da memória e da concentração. Ou seja, o estresse pode ser altamente debilitante.

A questão que talvez nem todos saibam é que não é possível nos livrarmos dele, porque estresse nada mais é do que uma reação natural do corpo a uma situação de perigo ou ameaça. Isso quer dizer que desde que os humanos surgiram, em algum momento eles se viram estressados.

Em pequenas doses, o estresse é até produtivo, pois nos ajuda a estar preparados para o "leão" que temos de matar todos os dias. Entretanto, vivemos em uma era de grandes incertezas econômicas, sociais e ambientais. Ninguém sabe mais se acordaremos com uma catástrofe ambiental perto de nós ou se uma nova pandemia ou recessão nos atingirão.

 Nesses tempos que nos exigem grande capacidade de responder rapidamente aos desafios que aparecem da noite para o dia, só poderíamos ter como resultado índices altíssimos de estresse crônico e agudo. Nos EUA, segundo uma pesquisa da American Psychological Association, 1 em cada 3 adultos diz sentir que o estresse é opressor para eles na maioria dos dias.

Se não é possível tirá-lo para sempre da nossa vida, é possível colocar rédeas nele, aprendendo a manejá-lo de modo a que ele não nos domine.

Aproveito para apresentar aqui as minhas dicas.

1. Invista em uma atividade esportiva − Fazer um esporte aeróbio reduz os níveis dos hormônios do estresse, ao mesmo tempo em que libera substâncias químicas capazes de melhorar o nosso bem-estar e humor.

2. Faça meditação − Pesquisas têm revelado que a prática milenar alivia de forma significativa o estresse e a ansiedade.

3. Faça uso da sua rede de apoio − Se o estresse tem deixado você mal, procure fazer uso da sua rede de apoio: amigos, família ou parentes com quem você têm liberdade de se abrir. É possível que um conhecido seu tenha passado por algo semelhante e possa dar a você uma perspectiva útil.

4. Busque uma terapia − A terapia é uma ferramenta das mais importantes (pode ser da linha que você quiser), pois vai ajudá-lo a identificar o que, na sua vida, o tem deixado mais estressado. É essencial decifrar o que o faz dispará-lo, porque é bem possível que consigamos, com a ajuda da terapia, mudar a nossa relação com essa coisa que nos estressa ou mesmo abrir mão dela. Muito melhor do que chegar no seu médico buscando um calmante, não?


https://forbes.com.br/forbessaude/2024/09/arthur-guerra-como-manejar -o-estresse-no-dia-a-dia/
Infere-se do texto que o estresse pode ter impactos negativos tanto na saúde física quanto na saúde mental.
Alternativas
Q3088996 Técnicas em Laboratório
A Biossegurança consiste na condição de segurança alcançada por um conjunto de ações destinadas a prevenir, controlar, reduzir ou eliminar os fatores de riscos inerentes às atividades que possam comprometer a saúde humana, animal e o meio ambiente.

Fonte: https://tinyurl.com/5f7kkzt9

Julgue o item abaixo, no que se refere a Biossegurança:


A biossegurança caracteriza-se como estratégica desnecessária para a pesquisa e o desenvolvimento sustentável, desempenhando um papel irrelevante na avaliação e prevenção dos potenciais efeitos adversos que novas tecnologias podem ter sobre a saúde.

Alternativas
Q3088981 Radiologia
A rotina de investigação diagnóstica das doenças do mediastino por exames de imagem é essencial para a detecção precoce e o manejo adequado de diversas patologias que acometem essa região anatômica, localizada entre os pulmões e contendo estruturas vitais como o coração, grandes vasos, traqueia e esôfago. A avaliação inicial costuma ser feita por meio de radiografias de tórax, que oferecem uma visão geral das estruturas mediastinais e podem revelar alterações como massas, linfadenopatias ou deslocamento de órgãos. Contudo, exames de imagem mais avançados, como a tomografia computadorizada (TC), ressonância magnética (RM) e, em alguns casos, a tomografia por emissão de pósitrons (PET-CT), são essenciais para caracterizar detalhadamente as lesões, determinar sua extensão e sua relação com estruturas adjacentes. A TC é especialmente eficaz na identificação de lesões sólidas ou císticas, enquanto a RM é indicada para avaliação de tecidos moles e estruturas vasculares. Esses exames de imagem fornecem informações essenciais para o diagnóstico diferencial de doenças como linfomas, tumores tímicos, teratomas e outras patologias mediastinais, ajudando a orientar o planejamento terapêutico.

Julgue o item subsequente sobre a rotina de investigação diagnóstica das doenças do mediastino por exames de imagem:


A ultrassonografia pode ser indicada para o estudo das lesões da tireoide, como o bócio mergulhante. A ultrassonografia transesofágica, além de ser utilizada para o estudo do esôfago de lesões intrínsecas e extrínsecas, fornece dados sobre o coração e pericárdio.

Alternativas
Q3088980 Radiologia
A rotina de investigação diagnóstica das doenças do mediastino por exames de imagem é essencial para a detecção precoce e o manejo adequado de diversas patologias que acometem essa região anatômica, localizada entre os pulmões e contendo estruturas vitais como o coração, grandes vasos, traqueia e esôfago. A avaliação inicial costuma ser feita por meio de radiografias de tórax, que oferecem uma visão geral das estruturas mediastinais e podem revelar alterações como massas, linfadenopatias ou deslocamento de órgãos. Contudo, exames de imagem mais avançados, como a tomografia computadorizada (TC), ressonância magnética (RM) e, em alguns casos, a tomografia por emissão de pósitrons (PET-CT), são essenciais para caracterizar detalhadamente as lesões, determinar sua extensão e sua relação com estruturas adjacentes. A TC é especialmente eficaz na identificação de lesões sólidas ou císticas, enquanto a RM é indicada para avaliação de tecidos moles e estruturas vasculares. Esses exames de imagem fornecem informações essenciais para o diagnóstico diferencial de doenças como linfomas, tumores tímicos, teratomas e outras patologias mediastinais, ajudando a orientar o planejamento terapêutico.

Julgue o item subsequente sobre a rotina de investigação diagnóstica das doenças do mediastino por exames de imagem:


A tomografia pode ser utilizada em casos mais complexos, principalmente quando há lesões cardíacas e vasculares, pois também possibilita a realização de estudos nos planos sagital, coronal e axial.

Alternativas
Q3088979 Radiologia
A rotina de investigação diagnóstica das doenças do mediastino por exames de imagem é essencial para a detecção precoce e o manejo adequado de diversas patologias que acometem essa região anatômica, localizada entre os pulmões e contendo estruturas vitais como o coração, grandes vasos, traqueia e esôfago. A avaliação inicial costuma ser feita por meio de radiografias de tórax, que oferecem uma visão geral das estruturas mediastinais e podem revelar alterações como massas, linfadenopatias ou deslocamento de órgãos. Contudo, exames de imagem mais avançados, como a tomografia computadorizada (TC), ressonância magnética (RM) e, em alguns casos, a tomografia por emissão de pósitrons (PET-CT), são essenciais para caracterizar detalhadamente as lesões, determinar sua extensão e sua relação com estruturas adjacentes. A TC é especialmente eficaz na identificação de lesões sólidas ou císticas, enquanto a RM é indicada para avaliação de tecidos moles e estruturas vasculares. Esses exames de imagem fornecem informações essenciais para o diagnóstico diferencial de doenças como linfomas, tumores tímicos, teratomas e outras patologias mediastinais, ajudando a orientar o planejamento terapêutico.

Julgue o item subsequente sobre a rotina de investigação diagnóstica das doenças do mediastino por exames de imagem:


Com relação aos exames vasculares, como angiografia, aortografia e venografia, o contraste vascular pelo iodo viabiliza o estudo das massas, suas relações com estruturas vizinhas, além de poder ser utilizado terapeuticamente para embolizações. 

Alternativas
Q3088978 Radiologia
A rotina de investigação diagnóstica das doenças do mediastino por exames de imagem é essencial para a detecção precoce e o manejo adequado de diversas patologias que acometem essa região anatômica, localizada entre os pulmões e contendo estruturas vitais como o coração, grandes vasos, traqueia e esôfago. A avaliação inicial costuma ser feita por meio de radiografias de tórax, que oferecem uma visão geral das estruturas mediastinais e podem revelar alterações como massas, linfadenopatias ou deslocamento de órgãos. Contudo, exames de imagem mais avançados, como a tomografia computadorizada (TC), ressonância magnética (RM) e, em alguns casos, a tomografia por emissão de pósitrons (PET-CT), são essenciais para caracterizar detalhadamente as lesões, determinar sua extensão e sua relação com estruturas adjacentes. A TC é especialmente eficaz na identificação de lesões sólidas ou císticas, enquanto a RM é indicada para avaliação de tecidos moles e estruturas vasculares. Esses exames de imagem fornecem informações essenciais para o diagnóstico diferencial de doenças como linfomas, tumores tímicos, teratomas e outras patologias mediastinais, ajudando a orientar o planejamento terapêutico.

Julgue o item subsequente sobre a rotina de investigação diagnóstica das doenças do mediastino por exames de imagem:


A radiografia do tórax, complementada por incidências como perfil com esôfago contrastado, ápico-lordótica, mediastinal penetrada e decúbito lateral com raios horizontais, permanece fundamental no diagnóstico das doenças mediastinais, sendo o método inicial na sua abordagem.

Alternativas
Q3088977 Radiologia
A rotina de investigação diagnóstica das doenças do mediastino por exames de imagem é essencial para a detecção precoce e o manejo adequado de diversas patologias que acometem essa região anatômica, localizada entre os pulmões e contendo estruturas vitais como o coração, grandes vasos, traqueia e esôfago. A avaliação inicial costuma ser feita por meio de radiografias de tórax, que oferecem uma visão geral das estruturas mediastinais e podem revelar alterações como massas, linfadenopatias ou deslocamento de órgãos. Contudo, exames de imagem mais avançados, como a tomografia computadorizada (TC), ressonância magnética (RM) e, em alguns casos, a tomografia por emissão de pósitrons (PET-CT), são essenciais para caracterizar detalhadamente as lesões, determinar sua extensão e sua relação com estruturas adjacentes. A TC é especialmente eficaz na identificação de lesões sólidas ou císticas, enquanto a RM é indicada para avaliação de tecidos moles e estruturas vasculares. Esses exames de imagem fornecem informações essenciais para o diagnóstico diferencial de doenças como linfomas, tumores tímicos, teratomas e outras patologias mediastinais, ajudando a orientar o planejamento terapêutico.

Julgue o item subsequente sobre a rotina de investigação diagnóstica das doenças do mediastino por exames de imagem:


A ressonância magnética é considerada, atualmente, exame obrigatório na avaliação diagnóstica das doenças torácicas, promovendo de uma só vez tanto o estudo parenquimatoso quanto o mediastinal.

Alternativas
Q3088976 Radiologia
As técnicas radiográficas odontológicas de exame intraoral são fundamentais para o diagnóstico preciso de diversas condições dentárias, permitindo a visualização detalhada das estruturas dentárias e ósseas. As radiografias intraorais são realizadas dentro da cavidade bucal e incluem diferentes modalidades, como as radiografias periapicais, interproximais (bitewing) e oclusais. Cada uma dessas técnicas oferece uma perspectiva única, auxiliando na identificação de cáries, lesões periapicais, fraturas radiculares, cálculos dentários e condições periodontais. A correta execução dessas técnicas exige posicionamento preciso do paciente, angulação adequada do feixe de raios-X e proteção contra radiação, a fim de garantir imagens de alta qualidade e minimizar os riscos de exposição desnecessária. Além disso, as técnicas de radiografia intraoral proporcionam um diagnóstico precoce e detalhado, sendo uma ferramenta indispensável na odontologia para a prevenção e tratamento de doenças dentárias.

Julgue o item a seguir relacionado às técnicas radiográficas odontológicas de exame intraoral:


O filme deve ser sempre colocado encostado no dente a ser radiografado, e o paciente deve ser instruído a abrir muito bem a boca para garantir uma colocação adequada. O posicionamento do filme deve ser feito com cuidado, evitando o contato com a língua e outros tecidos bucais, a fim de prevenir náuseas ou traumatismos.

Alternativas
Q3088975 Radiologia
As técnicas radiográficas odontológicas de exame intraoral são fundamentais para o diagnóstico preciso de diversas condições dentárias, permitindo a visualização detalhada das estruturas dentárias e ósseas. As radiografias intraorais são realizadas dentro da cavidade bucal e incluem diferentes modalidades, como as radiografias periapicais, interproximais (bitewing) e oclusais. Cada uma dessas técnicas oferece uma perspectiva única, auxiliando na identificação de cáries, lesões periapicais, fraturas radiculares, cálculos dentários e condições periodontais. A correta execução dessas técnicas exige posicionamento preciso do paciente, angulação adequada do feixe de raios-X e proteção contra radiação, a fim de garantir imagens de alta qualidade e minimizar os riscos de exposição desnecessária. Além disso, as técnicas de radiografia intraoral proporcionam um diagnóstico precoce e detalhado, sendo uma ferramenta indispensável na odontologia para a prevenção e tratamento de doenças dentárias.

Julgue o item a seguir relacionado às técnicas radiográficas odontológicas de exame intraoral:


Na técnica da bissetriz para a arcada superior, a inclinação e a profundidade do palato são os principais obstáculos para a colocação do filme radiográfico próximo ao dente. Portanto, utiliza-se angulações verticais maiores para garantir uma incidência correta e perpendicular à bissetriz formada pelo longo eixo do dente e o filme.

Alternativas
Q3088974 Radiologia
As técnicas radiográficas odontológicas de exame intraoral são fundamentais para o diagnóstico preciso de diversas condições dentárias, permitindo a visualização detalhada das estruturas dentárias e ósseas. As radiografias intraorais são realizadas dentro da cavidade bucal e incluem diferentes modalidades, como as radiografias periapicais, interproximais (bitewing) e oclusais. Cada uma dessas técnicas oferece uma perspectiva única, auxiliando na identificação de cáries, lesões periapicais, fraturas radiculares, cálculos dentários e condições periodontais. A correta execução dessas técnicas exige posicionamento preciso do paciente, angulação adequada do feixe de raios-X e proteção contra radiação, a fim de garantir imagens de alta qualidade e minimizar os riscos de exposição desnecessária. Além disso, as técnicas de radiografia intraoral proporcionam um diagnóstico precoce e detalhado, sendo uma ferramenta indispensável na odontologia para a prevenção e tratamento de doenças dentárias.

Julgue o item a seguir relacionado às técnicas radiográficas odontológicas de exame intraoral:


Na técnica radiográfica periapical da bissetriz, é possível obter o comprimento real do dente quando a incidência do raio central é perpendicular ao plano bissetor, o que também reduz o tempo de exposição à radiação, beneficiando o paciente. Essa técnica pode ser realizada com ou sem posicionadores de filmes, sendo mais econômica quando feita sem os dispositivos.

Alternativas
Q3088973 Radiologia
As técnicas radiográficas odontológicas de exame intraoral são fundamentais para o diagnóstico preciso de diversas condições dentárias, permitindo a visualização detalhada das estruturas dentárias e ósseas. As radiografias intraorais são realizadas dentro da cavidade bucal e incluem diferentes modalidades, como as radiografias periapicais, interproximais (bitewing) e oclusais. Cada uma dessas técnicas oferece uma perspectiva única, auxiliando na identificação de cáries, lesões periapicais, fraturas radiculares, cálculos dentários e condições periodontais. A correta execução dessas técnicas exige posicionamento preciso do paciente, angulação adequada do feixe de raios-X e proteção contra radiação, a fim de garantir imagens de alta qualidade e minimizar os riscos de exposição desnecessária. Além disso, as técnicas de radiografia intraoral proporcionam um diagnóstico precoce e detalhado, sendo uma ferramenta indispensável na odontologia para a prevenção e tratamento de doenças dentárias.

Julgue o item a seguir relacionado às técnicas radiográficas odontológicas de exame intraoral:


Para garantir uma adequada posição da cabeça do paciente, é fundamental mantê-la centrada, com o plano sagital mediano perpendicular ao plano horizontal. O paciente deve ser orientado a olhar em linha reta, especialmente quando o objetivo é radiografar a arcada inferior.

Alternativas
Q3088972 Radiologia
As técnicas radiográficas odontológicas de exame intraoral são fundamentais para o diagnóstico preciso de diversas condições dentárias, permitindo a visualização detalhada das estruturas dentárias e ósseas. As radiografias intraorais são realizadas dentro da cavidade bucal e incluem diferentes modalidades, como as radiografias periapicais, interproximais (bitewing) e oclusais. Cada uma dessas técnicas oferece uma perspectiva única, auxiliando na identificação de cáries, lesões periapicais, fraturas radiculares, cálculos dentários e condições periodontais. A correta execução dessas técnicas exige posicionamento preciso do paciente, angulação adequada do feixe de raios-X e proteção contra radiação, a fim de garantir imagens de alta qualidade e minimizar os riscos de exposição desnecessária. Além disso, as técnicas de radiografia intraoral proporcionam um diagnóstico precoce e detalhado, sendo uma ferramenta indispensável na odontologia para a prevenção e tratamento de doenças dentárias.

Julgue o item a seguir relacionado às técnicas radiográficas odontológicas de exame intraoral:


O objetivo principal da radiografia periapical é visualizar o dente ou grupo de dentes em sua totalidade, juntamente com suas estruturas de suporte, além das estruturas circundantes, como o ápice e as normais adjacentes.

Alternativas
Q3088971 Radiologia
O estudo por imagem das mamas é uma prática habitual na rotina preventiva para o diagnóstico de câncer em mulheres, especialmente a partir da quinta década de vida, devido à alta incidência da doença nessa faixa etária. A mamografia, considerada o principal método de rastreamento, permite a detecção precoce de lesões mamárias, incluindo microcalcificações, nódulos e distorções arquiteturais que podem ser sugestivos de malignidade. A mamografia é recomendada como exame de rotina, principalmente para mulheres a partir dos 50 anos, com o objetivo de reduzir a mortalidade por câncer de mama, identificando lesões em estágios iniciais, quando as chances de tratamento bem-sucedido são maiores. Além da mamografia, outros exames complementares, como a ultrassonografia mamária e a ressonância magnética, podem ser utilizados, dependendo do tipo de tecido mamário ou quando há dúvidas diagnósticas. A interpretação dos achados mamográficos segue critérios padronizados, como o BI-RADS (Breast Imaging Reporting and Data System), que classifica os achados em categorias de acordo com o risco de malignidade, auxiliando na conduta médica.

Com relação aos achados mamográficos, julgue o item a seguir:


A suspeita diagnosticado tumor filóide é feita pela ductografia, na qual se identificam falhas de enchimento no interior de ductos. A identificação de imagem nodular na mamografia é bastante rara em virtude do tamanho dos tumores que, em sua maioria, atingem poucos milímetros.

Alternativas
Q3088970 Radiologia
O estudo por imagem das mamas é uma prática habitual na rotina preventiva para o diagnóstico de câncer em mulheres, especialmente a partir da quinta década de vida, devido à alta incidência da doença nessa faixa etária. A mamografia, considerada o principal método de rastreamento, permite a detecção precoce de lesões mamárias, incluindo microcalcificações, nódulos e distorções arquiteturais que podem ser sugestivos de malignidade. A mamografia é recomendada como exame de rotina, principalmente para mulheres a partir dos 50 anos, com o objetivo de reduzir a mortalidade por câncer de mama, identificando lesões em estágios iniciais, quando as chances de tratamento bem-sucedido são maiores. Além da mamografia, outros exames complementares, como a ultrassonografia mamária e a ressonância magnética, podem ser utilizados, dependendo do tipo de tecido mamário ou quando há dúvidas diagnósticas. A interpretação dos achados mamográficos segue critérios padronizados, como o BI-RADS (Breast Imaging Reporting and Data System), que classifica os achados em categorias de acordo com o risco de malignidade, auxiliando na conduta médica.

Com relação aos achados mamográficos, julgue o item a seguir:


Os achados mamográficos mais frequentemente encontrados à mamografia são as calcificações e os nódulos, sendo substratos da gama de lesões que variam, de acordo com a faixa etária, e se dividem em benignos e malignos.

Alternativas
Q3088969 Radiologia
O estudo por imagem das mamas é uma prática habitual na rotina preventiva para o diagnóstico de câncer em mulheres, especialmente a partir da quinta década de vida, devido à alta incidência da doença nessa faixa etária. A mamografia, considerada o principal método de rastreamento, permite a detecção precoce de lesões mamárias, incluindo microcalcificações, nódulos e distorções arquiteturais que podem ser sugestivos de malignidade. A mamografia é recomendada como exame de rotina, principalmente para mulheres a partir dos 50 anos, com o objetivo de reduzir a mortalidade por câncer de mama, identificando lesões em estágios iniciais, quando as chances de tratamento bem-sucedido são maiores. Além da mamografia, outros exames complementares, como a ultrassonografia mamária e a ressonância magnética, podem ser utilizados, dependendo do tipo de tecido mamário ou quando há dúvidas diagnósticas. A interpretação dos achados mamográficos segue critérios padronizados, como o BI-RADS (Breast Imaging Reporting and Data System), que classifica os achados em categorias de acordo com o risco de malignidade, auxiliando na conduta médica.

Com relação aos achados mamográficos, julgue o item a seguir:


A cicatriz radial apresenta um centro fibroelastótico rodeado por ductos e lóbulos em padrão radial, com hiperplasias epiteliais, adenoses e ectasias. Radiologicamente, aparece como uma pequena área espiculada que pode simular um carcinoma invasivo, sendo o diagnóstico definitivo geralmente confirmado por biópsia.

Alternativas
Q3088968 Radiologia
O estudo por imagem das mamas é uma prática habitual na rotina preventiva para o diagnóstico de câncer em mulheres, especialmente a partir da quinta década de vida, devido à alta incidência da doença nessa faixa etária. A mamografia, considerada o principal método de rastreamento, permite a detecção precoce de lesões mamárias, incluindo microcalcificações, nódulos e distorções arquiteturais que podem ser sugestivos de malignidade. A mamografia é recomendada como exame de rotina, principalmente para mulheres a partir dos 50 anos, com o objetivo de reduzir a mortalidade por câncer de mama, identificando lesões em estágios iniciais, quando as chances de tratamento bem-sucedido são maiores. Além da mamografia, outros exames complementares, como a ultrassonografia mamária e a ressonância magnética, podem ser utilizados, dependendo do tipo de tecido mamário ou quando há dúvidas diagnósticas. A interpretação dos achados mamográficos segue critérios padronizados, como o BI-RADS (Breast Imaging Reporting and Data System), que classifica os achados em categorias de acordo com o risco de malignidade, auxiliando na conduta médica.

Com relação aos achados mamográficos, julgue o item a seguir:


As alterações nas imagens do carcinoma lobular in situ costumam se manifestar como uma área densa que não forma um nódulo e não apresenta correspondência contralateral. Na maioria das vezes, só deve ser considerada relevante quando há palpação positiva, que pode indicar a presença de carcinoma em cerca de 10% dos casos. Geralmente, o tumor é microscópico, e a área densa reflete uma reação tecidual.

Alternativas
Q3088967 Radiologia
O estudo por imagem das mamas é uma prática habitual na rotina preventiva para o diagnóstico de câncer em mulheres, especialmente a partir da quinta década de vida, devido à alta incidência da doença nessa faixa etária. A mamografia, considerada o principal método de rastreamento, permite a detecção precoce de lesões mamárias, incluindo microcalcificações, nódulos e distorções arquiteturais que podem ser sugestivos de malignidade. A mamografia é recomendada como exame de rotina, principalmente para mulheres a partir dos 50 anos, com o objetivo de reduzir a mortalidade por câncer de mama, identificando lesões em estágios iniciais, quando as chances de tratamento bem-sucedido são maiores. Além da mamografia, outros exames complementares, como a ultrassonografia mamária e a ressonância magnética, podem ser utilizados, dependendo do tipo de tecido mamário ou quando há dúvidas diagnósticas. A interpretação dos achados mamográficos segue critérios padronizados, como o BI-RADS (Breast Imaging Reporting and Data System), que classifica os achados em categorias de acordo com o risco de malignidade, auxiliando na conduta médica.

Com relação aos achados mamográficos, julgue o item a seguir:


Radiologicamente, o fibroadenoma apresenta-se como um nódulo bem definido, podendo ter cápsula. Quando típico, possui densidade mista de gordura e partes moles, podendo ser totalmente denso, simulando um tumor sólido benigno ou cisto, especialmente se houver discrepância entre achados radiológicos e exame físico. Calcificações são raras.

Alternativas
Q3088966 Radiologia
Por definição, o ultrassom abrange a parte do espectro sonoro com frequências acima de 20.000 ciclos por segundo (medidos em kHz ou MHz), o que o coloca além da faixa do som audível para os seres humanos. A ultrassonografia utiliza ondas ultrassônicas para produzir imagens dos órgãos e tecidos internos do corpo, sendo amplamente utilizada em diagnósticos médicos devido à sua segurança, pois não envolve radiação ionizante, e à capacidade de visualizar tecidos moles em tempo real. Os transdutores de ultrassom emitem ondas sonoras de alta frequência, que são refletidas de maneira diferente dependendo da densidade e composição dos tecidos. Essas reflexões são então convertidas em imagens, permitindo a avaliação de estruturas internas como fígado, rins, coração, vasos sanguíneos e, frequentemente, o desenvolvimento fetal. Além disso, o Doppler ultrassonográfico permite a avaliação do fluxo sanguíneo em artérias e veias, auxiliando no diagnóstico de condições vasculares. A qualidade das imagens de ultrassom pode variar com a frequência utilizada, com frequências mais altas oferecendo melhor resolução, porém menor profundidade de penetração.

Com relação à ultrassonografia e suas características, julgue o item apresentado a seguir:


Uma imagem é considerada hipoecoica quando o som não ultrapassa a estrutura ou quando interage com ela e se dispersa, como acontece com gases. Em ambas as situações, forma-se uma sombra acústica posterior: limpa quando o som interage com osso e borrada quando interage com ar ou gás.

Alternativas
Respostas
381: C
382: C
383: C
384: E
385: C
386: E
387: C
388: C
389: E
390: E
391: C
392: C
393: E
394: C
395: E
396: C
397: C
398: E
399: E
400: E