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Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício _________, e eu furtei a flor.
Trouxe-a para casa e a coloquei num copo. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e uma flor não é para ser bebida.
Passei-a para um vaso e notei que ela me agradecia revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem.
Sendo o autor do furto, eu assumiria a obrigação de conservá-la.
Renovei água do vaso, mas a flor empalidecida. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já _________ e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositála no jardim onde nascera. O porteiro estava atento e _________________:
--- Que idéia a sua, vir jogar lixo neste jardim?!
(Carlos Drummond de Andrade)
Em “...Eu a furtara, eu a via morrer”. Observa-se:
I- O condutor manterá acesos os faróis do veículo, utilizando luz baixa, durante à noite e durante o dia nos túneis providos de iluminação pública.
II- Nas vias não iluminadas o condutor deve usar luz alta, exceto ao cruzar com outro veículo ou ao segui-lo.
III- A troca de luz baixa e alta, de forma intermitente e por curto período de tempo, com o objetivo de advertir outros motoristas, só poderá ser utilizada para indicar a intenção de ultrapassar o veículo que segue à frente ou para indicar a existência de risco à segurança para os veículos que circulam no sentido contrário.
IV- Durante a noite, em circulação, o condutor manterá acesa a luz de placa.
Assinale a alternativa correta: