Questões de Concurso Comentadas para mre

Foram encontradas 306 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Ano: 2016 Banca: FGV Órgão: MRE Prova: FGV - 2016 - MRE - Oficial de Chancelaria |
Q603136 Português

Texto 2 – No começo era o pé

Sim, no começo era o pé. Se está provado, por descobertas arqueológicas, que há sete mil anos estes brasis já eram habitados, pensai nestas legiões e legiões de pés que palmilharam nosso território. E pensai nestes passos, primeiro sem destinos, machados de pedra abrindo as iniciais picadas na floresta. E nos pés dos que subiam às rochas distantes, já feitos pedra também, e nos que se enfeitaram de penas e receberam as primeiras botas dos conquistadores e as primeiras sandálias dos pregadores; pés barrentos, nus, ou enrolados de panos dos caminheiros, pés sobre-humanos dos bandeirantes que alargaram um império, quase sempre arrastando passos e mais passos em chãos desconhecidos, dos marinheiros dos barcos primitivos e dos que subiram aos mastros das grandes naus. Depois o Brasil se fez sedentário numa parte de seu povo. Houve os pés descalços que carregaram os pés calçados, pelas estradas. A moleza das sinhazinhas de pequeninos pés redondos, quase dispensáveis pela falta de exercício. E depois das cadeirinhas, das carruagens, das redes carregadas por escravos, as primeiras grandes estradas já com postos de montaria organizados, o pedágio de vinténs estabelecido já no século XVIII. Mas além da abertura dos portos, depois da primeira etapa da industrialização, com os navios a vapor, as estradas de ferro, o pé de sete milênios da terra do Brasil ainda faz seu caminho.

                                                                          (Dinah Silveira de Queiroz)

O texto 2 começa com “Sim, no começo era o pé”. Com esse começo, a autora:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FGV Órgão: MRE Prova: FGV - 2016 - MRE - Oficial de Chancelaria |
Q603135 Português

Texto 2 – No começo era o pé

Sim, no começo era o pé. Se está provado, por descobertas arqueológicas, que há sete mil anos estes brasis já eram habitados, pensai nestas legiões e legiões de pés que palmilharam nosso território. E pensai nestes passos, primeiro sem destinos, machados de pedra abrindo as iniciais picadas na floresta. E nos pés dos que subiam às rochas distantes, já feitos pedra também, e nos que se enfeitaram de penas e receberam as primeiras botas dos conquistadores e as primeiras sandálias dos pregadores; pés barrentos, nus, ou enrolados de panos dos caminheiros, pés sobre-humanos dos bandeirantes que alargaram um império, quase sempre arrastando passos e mais passos em chãos desconhecidos, dos marinheiros dos barcos primitivos e dos que subiram aos mastros das grandes naus. Depois o Brasil se fez sedentário numa parte de seu povo. Houve os pés descalços que carregaram os pés calçados, pelas estradas. A moleza das sinhazinhas de pequeninos pés redondos, quase dispensáveis pela falta de exercício. E depois das cadeirinhas, das carruagens, das redes carregadas por escravos, as primeiras grandes estradas já com postos de montaria organizados, o pedágio de vinténs estabelecido já no século XVIII. Mas além da abertura dos portos, depois da primeira etapa da industrialização, com os navios a vapor, as estradas de ferro, o pé de sete milênios da terra do Brasil ainda faz seu caminho.

                                                                          (Dinah Silveira de Queiroz)

O texto 2 foi retirado de um livro feito pelo Ministério dos Transportes, em 1970, e, por isso mesmo, mostra interesse essencial em:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FGV Órgão: MRE Prova: FGV - 2016 - MRE - Oficial de Chancelaria |
Q603134 Português

Texto 2 – No começo era o pé

Sim, no começo era o pé. Se está provado, por descobertas arqueológicas, que há sete mil anos estes brasis já eram habitados, pensai nestas legiões e legiões de pés que palmilharam nosso território. E pensai nestes passos, primeiro sem destinos, machados de pedra abrindo as iniciais picadas na floresta. E nos pés dos que subiam às rochas distantes, já feitos pedra também, e nos que se enfeitaram de penas e receberam as primeiras botas dos conquistadores e as primeiras sandálias dos pregadores; pés barrentos, nus, ou enrolados de panos dos caminheiros, pés sobre-humanos dos bandeirantes que alargaram um império, quase sempre arrastando passos e mais passos em chãos desconhecidos, dos marinheiros dos barcos primitivos e dos que subiram aos mastros das grandes naus. Depois o Brasil se fez sedentário numa parte de seu povo. Houve os pés descalços que carregaram os pés calçados, pelas estradas. A moleza das sinhazinhas de pequeninos pés redondos, quase dispensáveis pela falta de exercício. E depois das cadeirinhas, das carruagens, das redes carregadas por escravos, as primeiras grandes estradas já com postos de montaria organizados, o pedágio de vinténs estabelecido já no século XVIII. Mas além da abertura dos portos, depois da primeira etapa da industrialização, com os navios a vapor, as estradas de ferro, o pé de sete milênios da terra do Brasil ainda faz seu caminho.

                                                                          (Dinah Silveira de Queiroz)

O texto 2 é formado por um só parágrafo; essa pontuação colabora com a estruturação geral do texto, pois:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FGV Órgão: MRE Prova: FGV - 2016 - MRE - Oficial de Chancelaria |
Q603132 Português

Texto 1 – Um país em berço de sangue

O maior país da América Latina, com a maior população católica do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o realismo dos documentos originais, vemos claramente a brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio de Janeiro.

O Brasil real começou a ser construído por homens como o degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne humana porque era “um jaguar”.

Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da autoimagem do “brasileiro cordial”.

(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015) 

O segundo parágrafo do texto 1 alude a vários fatos negativos na nossa história; o item abaixo em que NÃO se alude a um desses fatos é:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FGV Órgão: MRE Prova: FGV - 2016 - MRE - Oficial de Chancelaria |
Q603131 Português

Texto 1 – Um país em berço de sangue

O maior país da América Latina, com a maior população católica do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o realismo dos documentos originais, vemos claramente a brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio de Janeiro.

O Brasil real começou a ser construído por homens como o degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne humana porque era “um jaguar”.

Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da autoimagem do “brasileiro cordial”.

(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015) 

“O Brasil real começou a ser construído...”; a adoção da voz passiva, nesse caso:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FGV Órgão: MRE Prova: FGV - 2016 - MRE - Oficial de Chancelaria |
Q603130 Português

Texto 1 – Um país em berço de sangue

O maior país da América Latina, com a maior população católica do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o realismo dos documentos originais, vemos claramente a brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio de Janeiro.

O Brasil real começou a ser construído por homens como o degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne humana porque era “um jaguar”.

Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da autoimagem do “brasileiro cordial”.

(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015) 

O “Brasil real”, segundo o texto 1, foi:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FGV Órgão: MRE Prova: FGV - 2016 - MRE - Oficial de Chancelaria |
Q603129 Português

Texto 1 – Um país em berço de sangue

O maior país da América Latina, com a maior população católica do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o realismo dos documentos originais, vemos claramente a brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio de Janeiro.

O Brasil real começou a ser construído por homens como o degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne humana porque era “um jaguar”.

Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da autoimagem do “brasileiro cordial”.

(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015) 

“O maior país da América Latina, com a maior população católica do mundo, não nasceu de forma tranquila".

A estruturação desse primeiro período do texto 1 mostra: 

Alternativas
Ano: 2016 Banca: FGV Órgão: MRE Prova: FGV - 2016 - MRE - Oficial de Chancelaria |
Q603128 Português

Texto 1 – Um país em berço de sangue

O maior país da América Latina, com a maior população católica do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o realismo dos documentos originais, vemos claramente a brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio de Janeiro.

O Brasil real começou a ser construído por homens como o degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne humana porque era “um jaguar”.

Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da autoimagem do “brasileiro cordial”.

(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015) 

O título dado ao texto 1 – Um país em berço de sangue – alude:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FGV Órgão: MRE Prova: FGV - 2016 - MRE - Oficial de Chancelaria |
Q603127 Português

Texto 1 – Um país em berço de sangue

O maior país da América Latina, com a maior população católica do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o realismo dos documentos originais, vemos claramente a brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio de Janeiro.

O Brasil real começou a ser construído por homens como o degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne humana porque era “um jaguar”.

Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da autoimagem do “brasileiro cordial”.

(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015) 

O texto 1 tem como marca estrutural ou temática:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FGV Órgão: MRE Prova: FGV - 2016 - MRE - Oficial de Chancelaria |
Q603126 Português

Texto 1 – Um país em berço de sangue

O maior país da América Latina, com a maior população católica do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o realismo dos documentos originais, vemos claramente a brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio de Janeiro.

O Brasil real começou a ser construído por homens como o degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne humana porque era “um jaguar”.

Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da autoimagem do “brasileiro cordial”.

(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015) 

O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: MRE
Q1184559 Inglês
It is a small force, but of huge symbolic significance. This month, 1,200 Brazilian troops arrived in Haiti, the country's biggest foreign military deployment since the Second World War. Brazil is commanding a United Nations peacekeeping force of 6,700 mainly Latin American troops and 1,600 police which is taking over from American and French forces in the Caribbean island. This marks a new departure. Brazil has long been a gentle and introverted giant, content to be a bystander on the world stage. 34
Luiz Inácio Lula da Silva, the c ountry's left-leaning president, is carving out a role for Brazil as spokesman for poor countries, most notably by founding the G20 group which lobbies for rich countries to open up farm trade. His government is playing a more active role across South America. And it is seeking a permanent seat on the UN Security Council. "Brazil has begun to flex its muscles as a regiona superpower," says Miguel Díaz of the Centre for Strategic and International Studies, a Washington-based think-tank.
If so, it is a paradoxical one. On the one hand, Brazil's fondest wish is to mitigate the United States' dominance of global affairs and thereby to enhance Brazil's influence. The foreign minister, Celso Amorim, calls for "a more balanced world" and justifies the Haiti mission in part as a step towards it "You can't be a supporter of multilateralism and when it comes to act say it's [too] dangerous," says Mr Amorim.
On the other hand, Brazil's new activism often, though B, coincides with the interests of the United States. Both countries want democracy and stability in places in the Americas where these seem fragile. In some of those places, Lula's Brazi has more friends and influence than George Bush's more abrasive United States. The two sometimes back rivals in these countries, but that is one source of Brazil's usefulness.
Lula did not start Brazil's international activism. In recent years, Brazilian troops have joined UN missions in Eas Timor and Angola. In 1996, Brazil acted with Argentina and the United States to forestall a coup in Paraguay – recognition that the defence of democracy in the region should take precedence over a tradition of non-intervention in the affairs o neighbours.
The search for a stable South America has long been an axiom of Brazil's foreign policy, but demographics have given it greater urgency. Brazilians, once described as clinging to the coast like crabs, have scurried westwards and northwards. The building of Brasília, which replaced Rio de Janeiro as the capital in 1960, helped to spark development of the interior, a process accelerated by an agricultural boom insuch western states as Mato Grosso. The Amazon, Brazil is learning, is both a resource and weak spot, vulnerable to guerrillas, drug traffickers and land-grabbers.
For most of its history as an independent country, Brazil saw Argentina as its chief rival and strategic threat. That changed with the formation of Mercosur, an incipient customs union also involving Paraguay and Uruguay. This has allowed Brazil to shift much of its army from its southern border to the north-western jungles near Colombia and Peru.
Brazil's sense of neighbourhood may be widening. Yet argues Mr Valladão, Brazil has not de cided what sort of neighbour to be. At times, it portrays itself as a team player. In theory, it negotiates on trade as a member of Mercosur. But Brazil also sees itself as a "whale", with the heft and appetite to act on its own. Mr Amorim's answer is that, in a world likely to be dominated by blocks, Brazil's best option is to co-operate as much as possible with its neighbours and other developing countries. Whales, he notes, "are gregarious animals.
One can infer from the text that



Alternativas
Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: MRE Prova: FCC - 2009 - MRE - Oficial de Chancelaria |
Q77899 Noções de Informática
Para responder às questões de números 71 a 80, considere as informações abaixo, bem como a respectiva correspondência entre os itens abaixo enumerados na tabela com as questões, no que se refere à execução das atividades que cumprem corretamente as tarefas apresentadas.

O Diretor de um certo órgão público incumbiu alguns funcionários das seguintes tarefas:

Imagem 013.jpg

(Item 80) A instrução apropriada, que deve ser obtida no menu Tabela, e a correção do valor, que deve ser feita mediante o pressionamento do botão direito do mouse na célula contendo o total, são, respectivamente,
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: MRE Prova: FCC - 2009 - MRE - Oficial de Chancelaria |
Q77898 Noções de Informática
Para responder às questões de números 71 a 80, considere as informações abaixo, bem como a respectiva correspondência entre os itens abaixo enumerados na tabela com as questões, no que se refere à execução das atividades que cumprem corretamente as tarefas apresentadas.

O Diretor de um certo órgão público incumbiu alguns funcionários das seguintes tarefas:

Imagem 013.jpg

(Item 79) Esta tarefa é cumprida mediante a habilitação, no editor de texto, da opção correspondente (Controle de linhas órfãs/viúvas) na guia
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: MRE Prova: FCC - 2009 - MRE - Oficial de Chancelaria |
Q77897 Noções de Informática
Para responder às questões de números 71 a 80, considere as informações abaixo, bem como a respectiva correspondência entre os itens abaixo enumerados na tabela com as questões, no que se refere à execução das atividades que cumprem corretamente as tarefas apresentadas.

O Diretor de um certo órgão público incumbiu alguns funcionários das seguintes tarefas:

Imagem 013.jpg

(Item 78) Para isto, no "Assistente de gráfico - etapa 3 de 4 - opções de gráfico", na guia "Rótulos de dados", escolher:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: MRE Prova: FCC - 2009 - MRE - Oficial de Chancelaria |
Q77896 Noções de Informática
Para responder às questões de números 71 a 80, considere as informações abaixo, bem como a respectiva correspondência entre os itens abaixo enumerados na tabela com as questões, no que se refere à execução das atividades que cumprem corretamente as tarefas apresentadas.

O Diretor de um certo órgão público incumbiu alguns funcionários das seguintes tarefas:

Imagem 013.jpg

(Item 77) Para esta tarefa existe uma opção específica na guia "Número", em "Formatar células", que é
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: MRE Prova: FCC - 2009 - MRE - Oficial de Chancelaria |
Q77895 Noções de Informática
Para responder às questões de números 71 a 80, considere as informações abaixo, bem como a respectiva correspondência entre os itens abaixo enumerados na tabela com as questões, no que se refere à execução das atividades que cumprem corretamente as tarefas apresentadas.

O Diretor de um certo órgão público incumbiu alguns funcionários das seguintes tarefas:

Imagem 013.jpg

(Item 76) A recomendação refere-se ao uso de elementos tais como um
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: MRE Prova: FCC - 2009 - MRE - Oficial de Chancelaria |
Q77894 Noções de Informática
Para responder às questões de números 71 a 80, considere as informações abaixo, bem como a respectiva correspondência entre os itens abaixo enumerados na tabela com as questões, no que se refere à execução das atividades que cumprem corretamente as tarefas apresentadas.

O Diretor de um certo órgão público incumbiu alguns funcionários das seguintes tarefas:

Imagem 013.jpg

(Item 75) Tal garantia é possível se forem feitas cópias dos dados
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: MRE Prova: FCC - 2009 - MRE - Oficial de Chancelaria |
Q77893 Noções de Informática
Para responder às questões de números 71 a 80, considere as informações abaixo, bem como a respectiva correspondência entre os itens abaixo enumerados na tabela com as questões, no que se refere à execução das atividades que cumprem corretamente as tarefas apresentadas.

O Diretor de um certo órgão público incumbiu alguns funcionários das seguintes tarefas:

Imagem 013.jpg

(Item 74) O dispositivo a ser instalado é
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: MRE Prova: FCC - 2009 - MRE - Oficial de Chancelaria |
Q77892 Noções de Informática
Para responder às questões de números 71 a 80, considere as informações abaixo, bem como a respectiva correspondência entre os itens abaixo enumerados na tabela com as questões, no que se refere à execução das atividades que cumprem corretamente as tarefas apresentadas.

O Diretor de um certo órgão público incumbiu alguns funcionários das seguintes tarefas:

Imagem 013.jpg

(Item 73) Um aplicativo bastante utilizado para realizar tal tarefa é o
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: MRE Prova: FCC - 2009 - MRE - Oficial de Chancelaria |
Q77891 Noções de Informática
Para responder às questões de números 71 a 80, considere as informações abaixo, bem como a respectiva correspondência entre os itens abaixo enumerados na tabela com as questões, no que se refere à execução das atividades que cumprem corretamente as tarefas apresentadas.

O Diretor de um certo órgão público incumbiu alguns funcionários das seguintes tarefas:

Imagem 013.jpg

Minimizar o risco de invasão é mais garantido com
Alternativas
Respostas
101: A
102: B
103: B
104: E
105: B
106: A
107: D
108: C
109: C
110: E
111: A
112: B
113: A
114: D
115: A
116: D
117: D
118: B
119: C
120: A