Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de curitiba - pr

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Q748339 Enfermagem
De acordo com a Lei nº 8.080/90, art. 3º, a saúde tem, como fatores determinantes e condicionantes, a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente e o trabalho, entre outros. A instância responsável no Sistema Único de Saúde pelas ações que proporcionam o conhecimento, a detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos, conforme consta no art. 6º, § 2º, da lei supracitada, é:
Alternativas
Q748338 Enfermagem
Suponha que, no município onde você atua como enfermeiro no Programa Saúde na Escola (PSE), ocorreu um problema na alimentação do Sistema de Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde (SCNES). O problema inviabilizou a transferência dos arquivos de responsabilidade do município. Você sabe que o recebimento dos recursos provenientes do Fundo Nacional de Saúde (FNS/SE/MS) depende da remessa desses dados, mediante a transferência dos arquivos para o SCNES. Tal problema está previsto na Política Nacional de Atenção Básica, com a respectiva solução e condição. Assinale a alternativa que corresponde à forma efetiva de viabilizar o repasse do Fundo Nacional de Saúde para o município, apesar do problema na transmissão dos dados, conforme previsto na Política Nacional de Atenção Básica.
Alternativas
Q748336 Enfermagem
A Política Nacional da Atenção Básica é desenvolvida por meio do exercício de práticas de cuidado e gestão, democráticas e participativas. A Atenção Básica orienta-se, entre outros, pelos seguintes princípios:
Alternativas
Q748331 Matemática
O valor da expressão numérica -1 + 2 - 3 + 4 - 5 +... + 2016 é:
Alternativas
Q748329 Português

O texto abaixo serve como referência para a questão.

Yaci, a indígena que tem tudo para brilhar nas Olimpíadas

Ela venceu a seletiva de tiro com arco e está na reta final para compor a equipe que representará o Brasil nos jogos

    Se muitos indígenas brasileiros ainda utilizam o arco e flecha como instrumento de caça, esse nunca foi o caso de Graziela Paulino dos Santos, a Yaci. Da etnia Karapanã, ela nasceu e cresceu na comunidade Nova Canaã, na zona rural de Manaus, onde sempre frequentou a escola e sonhava em fazer faculdade na capital. Arco e flecha? Só nas comemorações do dia do índio mesmo, quando atirava para celebrar.

    Se alguém contasse para ela, há dois anos, que teria chances de um dia compor a equipe olímpica do Brasil de tiro com arco, ela provavelmente riria descrente. Mesmo assim, quando o projeto Arquearia Indígena da FAS (Fundação Amazônia Sustentável) chegou à comunidade para selecionar jovens para praticar o esporte, ela resolveu tentar.

    Sem praticamente nenhum preparo, competiu com outros adolescentes da região e ficou entre os 12 selecionados que passaram a receber apoio para treinar em Manaus. “Eu nunca sonhei ser atleta e nem tinha muitas esperanças, então continuei com a escola. Passava uma semana por mês treinando e depois voltava para estudar”.

    Boa aluna, Yaci se dedicava muito e sonhava com o dia em que iria fazer faculdade. Quando terminou o colegial, aproveitou a oportunidade de viver na Vila Olímpica, seguir treinando e passar no vestibular. Ingressou na universidade de Ciências Contábeis.

    Assim como sempre foi dedicada e esforçada nos estudos, Yaci passou a dar tudo de si à arquearia. Durante 2015, treinou todos os dias, das oito ao meio dia e das três às cinco e meia. E ainda tinha pique para ir para a faculdade à noite. “Eu me dedico muito e, quando vejo que preciso melhorar em algum ponto, treino para conseguir”, conta. Toda essa dedicação começou a render frutos em janeiro de 2016, quando participou da primeira seletiva para as Olimpíadas, em São Paulo, e ficou em primeiro lugar. Competindo contra ela, havia atletas com mais de dez anos de treinamento, mas ela não se amedrontou.

    A partir de 3 de março, ela vai encarar mais quatro etapas da seletiva final, em combate de arqueiro contra arqueiro, que podem garantir a vaga na equipe olímpica. “Eu treino todo dia direitinho e agora vou treinar mais ainda, para dar meu melhor e tentar essa vaga”, diz Yaci, que não falta a nenhum treino e está cheia de expectativa – mas não quer cantar vitória antes da hora. Para ela, o arco e flecha representam muito mais que um esporte. “Eu sou uma referência para os jovens da minha comunidade. Mesmo pobres, com poucas condições e uma vida muito simples, eles estão vendo que dá para ir atrás dos sonhos”.

    Ela também se orgulha de estar representando sua comunidade indígena para o resto do país. E para conseguir levar sua representatividade para os holofotes dos Jogos Olímpicos e conquistar uma medalha, não vai medir esforços. “Eu quero ser atleta profissional por muitos anos ainda e só trabalhar com contabilidade mais para frente”.

    Vamos torcer para que ela consiga!

(Disponível em: <http://azmina.com.br/2016/02/yaci-a-indigena-que-tem-tudo-para-brilhar-nas-olimpiadas/>. Acesso em 01/03/2016.)

A respeito dos marcadores do discurso no texto, numere a coluna da direita de acordo com sua correspondência com a coluna da esquerda, associando as expressões sublinhadas com as respectivas relações que elas estabelecem no texto.

1. Assim como sempre foi dedicada e esforçada nos estudos, Yaci passou a dar tudo de si à arquearia.

2. Eu me dedico muito e, quando vejo que preciso melhorar em algum ponto, treino para conseguir.

3. Mesmo pobres, com poucas condições e uma vida muito simples, eles estão vendo que dá para ir atrás dos sonhos.

( ) Concessão.

( ) Comparação.

( ) Adição.

Alternativas
Q748328 Português

O texto abaixo serve como referência para a questão.

Yaci, a indígena que tem tudo para brilhar nas Olimpíadas

Ela venceu a seletiva de tiro com arco e está na reta final para compor a equipe que representará o Brasil nos jogos

    Se muitos indígenas brasileiros ainda utilizam o arco e flecha como instrumento de caça, esse nunca foi o caso de Graziela Paulino dos Santos, a Yaci. Da etnia Karapanã, ela nasceu e cresceu na comunidade Nova Canaã, na zona rural de Manaus, onde sempre frequentou a escola e sonhava em fazer faculdade na capital. Arco e flecha? Só nas comemorações do dia do índio mesmo, quando atirava para celebrar.

    Se alguém contasse para ela, há dois anos, que teria chances de um dia compor a equipe olímpica do Brasil de tiro com arco, ela provavelmente riria descrente. Mesmo assim, quando o projeto Arquearia Indígena da FAS (Fundação Amazônia Sustentável) chegou à comunidade para selecionar jovens para praticar o esporte, ela resolveu tentar.

    Sem praticamente nenhum preparo, competiu com outros adolescentes da região e ficou entre os 12 selecionados que passaram a receber apoio para treinar em Manaus. “Eu nunca sonhei ser atleta e nem tinha muitas esperanças, então continuei com a escola. Passava uma semana por mês treinando e depois voltava para estudar”.

    Boa aluna, Yaci se dedicava muito e sonhava com o dia em que iria fazer faculdade. Quando terminou o colegial, aproveitou a oportunidade de viver na Vila Olímpica, seguir treinando e passar no vestibular. Ingressou na universidade de Ciências Contábeis.

    Assim como sempre foi dedicada e esforçada nos estudos, Yaci passou a dar tudo de si à arquearia. Durante 2015, treinou todos os dias, das oito ao meio dia e das três às cinco e meia. E ainda tinha pique para ir para a faculdade à noite. “Eu me dedico muito e, quando vejo que preciso melhorar em algum ponto, treino para conseguir”, conta. Toda essa dedicação começou a render frutos em janeiro de 2016, quando participou da primeira seletiva para as Olimpíadas, em São Paulo, e ficou em primeiro lugar. Competindo contra ela, havia atletas com mais de dez anos de treinamento, mas ela não se amedrontou.

    A partir de 3 de março, ela vai encarar mais quatro etapas da seletiva final, em combate de arqueiro contra arqueiro, que podem garantir a vaga na equipe olímpica. “Eu treino todo dia direitinho e agora vou treinar mais ainda, para dar meu melhor e tentar essa vaga”, diz Yaci, que não falta a nenhum treino e está cheia de expectativa – mas não quer cantar vitória antes da hora. Para ela, o arco e flecha representam muito mais que um esporte. “Eu sou uma referência para os jovens da minha comunidade. Mesmo pobres, com poucas condições e uma vida muito simples, eles estão vendo que dá para ir atrás dos sonhos”.

    Ela também se orgulha de estar representando sua comunidade indígena para o resto do país. E para conseguir levar sua representatividade para os holofotes dos Jogos Olímpicos e conquistar uma medalha, não vai medir esforços. “Eu quero ser atleta profissional por muitos anos ainda e só trabalhar com contabilidade mais para frente”.

    Vamos torcer para que ela consiga!

(Disponível em: <http://azmina.com.br/2016/02/yaci-a-indigena-que-tem-tudo-para-brilhar-nas-olimpiadas/>. Acesso em 01/03/2016.)

Sobre o gênero textual apresentado, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q748327 Português

O texto abaixo serve como referência para a questão.

Yaci, a indígena que tem tudo para brilhar nas Olimpíadas

Ela venceu a seletiva de tiro com arco e está na reta final para compor a equipe que representará o Brasil nos jogos

    Se muitos indígenas brasileiros ainda utilizam o arco e flecha como instrumento de caça, esse nunca foi o caso de Graziela Paulino dos Santos, a Yaci. Da etnia Karapanã, ela nasceu e cresceu na comunidade Nova Canaã, na zona rural de Manaus, onde sempre frequentou a escola e sonhava em fazer faculdade na capital. Arco e flecha? Só nas comemorações do dia do índio mesmo, quando atirava para celebrar.

    Se alguém contasse para ela, há dois anos, que teria chances de um dia compor a equipe olímpica do Brasil de tiro com arco, ela provavelmente riria descrente. Mesmo assim, quando o projeto Arquearia Indígena da FAS (Fundação Amazônia Sustentável) chegou à comunidade para selecionar jovens para praticar o esporte, ela resolveu tentar.

    Sem praticamente nenhum preparo, competiu com outros adolescentes da região e ficou entre os 12 selecionados que passaram a receber apoio para treinar em Manaus. “Eu nunca sonhei ser atleta e nem tinha muitas esperanças, então continuei com a escola. Passava uma semana por mês treinando e depois voltava para estudar”.

    Boa aluna, Yaci se dedicava muito e sonhava com o dia em que iria fazer faculdade. Quando terminou o colegial, aproveitou a oportunidade de viver na Vila Olímpica, seguir treinando e passar no vestibular. Ingressou na universidade de Ciências Contábeis.

    Assim como sempre foi dedicada e esforçada nos estudos, Yaci passou a dar tudo de si à arquearia. Durante 2015, treinou todos os dias, das oito ao meio dia e das três às cinco e meia. E ainda tinha pique para ir para a faculdade à noite. “Eu me dedico muito e, quando vejo que preciso melhorar em algum ponto, treino para conseguir”, conta. Toda essa dedicação começou a render frutos em janeiro de 2016, quando participou da primeira seletiva para as Olimpíadas, em São Paulo, e ficou em primeiro lugar. Competindo contra ela, havia atletas com mais de dez anos de treinamento, mas ela não se amedrontou.

    A partir de 3 de março, ela vai encarar mais quatro etapas da seletiva final, em combate de arqueiro contra arqueiro, que podem garantir a vaga na equipe olímpica. “Eu treino todo dia direitinho e agora vou treinar mais ainda, para dar meu melhor e tentar essa vaga”, diz Yaci, que não falta a nenhum treino e está cheia de expectativa – mas não quer cantar vitória antes da hora. Para ela, o arco e flecha representam muito mais que um esporte. “Eu sou uma referência para os jovens da minha comunidade. Mesmo pobres, com poucas condições e uma vida muito simples, eles estão vendo que dá para ir atrás dos sonhos”.

    Ela também se orgulha de estar representando sua comunidade indígena para o resto do país. E para conseguir levar sua representatividade para os holofotes dos Jogos Olímpicos e conquistar uma medalha, não vai medir esforços. “Eu quero ser atleta profissional por muitos anos ainda e só trabalhar com contabilidade mais para frente”.

    Vamos torcer para que ela consiga!

(Disponível em: <http://azmina.com.br/2016/02/yaci-a-indigena-que-tem-tudo-para-brilhar-nas-olimpiadas/>. Acesso em 01/03/2016.)

Sobre o texto, considere as seguintes afirmativas: 1. A atleta acredita que as pessoas da sua comunidade podem se sentir inspiradas a lutar pelos seus sonhos através do exemplo dela. 2. A comunidade indígena de onde Yaci vem já tinha revelado outros 12 talentos da arquearia, mas apenas ela é referência. 3. Por não acreditar que ia seguir com a carreira esportiva, Yaci, paralelamente aos treinos, estudou e chegou a passar no vestibular. 4. Yaci se inspira nos outros atletas indígenas que estão competindo contra ela nas seletivas, afirmando que eles são um exemplo para a sua comunidade. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q653787 Enfermagem
A infecção por HBV (vírus hepatite B) é pouco valorizada e conhecida da população em geral. A maior preocupação é com a transmissão do vírus HIV. Contudo, a hepatite B é uma grave doença transmitida também pela via sexual. Acerca disso, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q653786 Enfermagem
Além de proteger a pessoa de quedas, são ações a serem tomadas numa crise convulsiva: 
Alternativas
Q653785 Enfermagem

A pele dos recém-nascidos apresenta diversas características que devem ser observadas pelos técnicos. De acordo com essas características, numere a coluna da direita de acordo com sua correspondência com a coluna da esquerda.


1. Millium.

2. Manchas mongólicas.

3. Petéquias.

4. Icterícia.


( ) Regiões azuladas nos glúteos e lombossacro.

( ) Coloração amarelada da pele que evolui no sentido craniocaudal.

( ) Pequenas regiões arroxeadas decorrentes de fragilidade capilar.

( ) Glândulas sebáceas obstruídas presentes na face, nariz, testa e queixo.


Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo. 

Alternativas
Q653784 Enfermagem
É função do técnico em enfermagem que atua nas ações em comunidade:
Alternativas
Q653783 Enfermagem
No atendimento a uma vítima de trauma, é correto afirmar: 
Alternativas
Q653782 Enfermagem
NÃO corresponde a função do técnico em enfermagem: 
Alternativas
Q653781 Enfermagem
Foi prescrita para uma criança (5 anos) que chegou à unidade de saúde com diagnóstico de infecção intestinal uma solução de SG 5% 500 ml + 20 mg de gentamicina (40 mg/2 ml) diluída no soro. A solução deverá ser administrada em 6 horas. Quantos ml de gentamicina devem ser adicionados ao soro e quantas microgotas por minuto devem ser estabelecidas? 
Alternativas
Q653780 Enfermagem
O diabético insulinodependente, com o passar dos anos, pode apresentar complicações próprias da doença, como a neuropatia periférica. Nesse contexto, o cuidado com os pés deve ser intensificado e valorizado pelos profissionais da saúde. A respeito do assunto, considere as seguintes afirmativas:
1. A neuropatia diabética é de fácil controle, principalmente se o portador fizer uso regular de insulina. 2. Cuidados diários com os pés são determinantes para diagnóstico precoce de lesões para tratamento. 3. É indicado o uso de emplastos e unguentos em calosidades, feridas e lesões nos pés de diabéticos. 4. Cortar as unhas de maneira regular deve ser uma das orientações oferecidas aos diabéticos pela equipe de enfermagem.
Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q653779 Enfermagem
As mamas, após o parto, não involuem. Ao contrário, pelo processo de amamentação, podem apresentar complicações. A respeito do assunto, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:
( ) O colostro é o primeiro leite a surgir e perdura até a primeira semana após o nascimento.
( ) Mastite é um processo inflamatório que ocorre somente em primigestas e mãe jovens.
( ) Rachaduras ou fissuras podem aparecer nos primeiros dias da amamentação e podem levar a mãe a parar de amamentar.
( ) Em torno do 3º ao 7º dia pós-parto, a produção de leite está no auge, podendo ocasionar ingurgitamento mamário.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q653778 Enfermagem
Após o parto, a mulher passa por grande estresse fisiológico e psicológico. Nesse período de alterações físicas, o puerpério pode ser classificado em 4 fases distintas: 
Alternativas
Q653777 Enfermagem
O Decreto-Lei nº 94.406/87, que regulamenta o exercício da enfermagem no Brasil, entre outros preceitos, estabelece as atribuições do técnico de enfermagem como atividades auxiliares, de nível médio técnico, atribuídas à equipe de enfermagem. Assinale a alternativa que corresponde a uma condição de exercício profissional do técnico de enfermagem, estabelecida no art. 13 do Decreto-Lei supracitado. 
Alternativas
Q653775 Enfermagem
O Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher, do Ministério da Saúde (PAISM/MS), teve como ponto de partida o debate sobre a questão do planejamento familiar. Sobre o assunto, assinale a alternativa que corresponde à clientela prevista para acompanhamento no planejamento familiar.
Alternativas
Q653774 Enfermagem
Um dos sintomas de pacientes com diabetes mellitus do tipo 1 ou 2 é a presença de polidipsia, que é definida como:
Alternativas
Respostas
701: B
702: C
703: A
704: C
705: D
706: C
707: B
708: A
709: B
710: E
711: A
712: D
713: D
714: B
715: C
716: A
717: B
718: C
719: E
720: D