Questões de Concurso
Comentadas para trf - 3ª região
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“A enfermagem é a ciência e a arte de assistir o ser humano no atendimento de suas necessidades básicas, de torná-lo independente desta assistência através da educação, de recuperar, manter e promover sua saúde, contando, para isso, com a colaboração de outros grupos profissionais”. A autora desta frase, uma notável enfermeira que introduziu os conceitos do processo de enfermagem, também desenvolveu a chamada Teoria das Necessidades Humanas Básicas. Trata-se de:
A Sistematização da assistência de enfermagem (SAE) é um formato metodológico que embasa o processo de cuidar, sendo organizada por meio de etapas, sendo a primeira a coleta de dados ou histórico, seguida pelo diagnóstico de enfermagem, o planejamento, a implementação e, por fim, sua última etapa, que consiste em:
É da alçada do Conselho Federal de Enfermagem, ouvido o referido Conselho Regional, a penalidade citada em:
De acordo com o Novo Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, está contido entre os direitos do profissional:
A base menor de um trapézio foi dividida em duas partes de mesma medida pelo ponto M e a base maior desse trapézio foi dividida em três partes de mesma medida pelos pontos P e Q. Esse trapézio foi dividido em cinco triângulos a partir de dois de seus vértices e dos pontos M, P e Q, conforme mostra a figura.
Sabe-se que a razão entre a área do triângulo T1 e a área do triângulo T5 é 2/3, que o triângulo T4 é equilátero e que a área do trapézio é 39 √ 3 cm2. A medida da base menor desse trapézio é
Leia o texto para responder às questões de números 04 a 10.
Inteligência artificial: a era do “deus” máquina
No teatro grego antigo, quando não havia solução para um impasse, um ator interpretando uma divindade descia ao palco pendurado num guindaste, resolvia o problema e, assim, acabava a peça. Era o Deus ex-machina – o deus surgido da máquina. Com o avanço sem precedentes da inteligência artificial (IA), é justo pensar que, no mundo contemporâneo, a máquina é a própria deidade.
Para ela, nada parece impossível. Da confecção de discursos em segundos à criação de obras de arte; da identificação de medicamentos promissores ao diagnóstico preciso de doenças, tudo é resolvido pelo “deus algoritmo”. E, ao observar sua invenção “surgindo do guindaste”, o homem pode se perguntar qual lugar ocupará neste enredo. Segundo especialistas, porém, o perigo não está na criatura e, sim, no uso que o criador faz dela.
A inteligência artificial faz parte da rotina, ainda que não se perceba. O GPS que indica o percurso, a atendente virtual, o internet banking são exemplos de seu uso no dia a dia. Só que, até agora, ninguém temia os mecanismos de busca dos navegadores, os sistemas de reconhecimento facial dos condomínios ou a sugestão de filmes apresentadas pelos aplicativos de streaming.
Então, as máquinas começaram a gerar imagens perfeitas de pessoas inexistentes, escrever reportagens com acurácia, resolver enigmas matemáticos em frações de segundos, dirigir e voar sozinhas, elaborar defesas jurídicas e até “ler” pensamentos em experimentos científicos. A ponto de, em um editorial da revista Science, um grupo de cientistas pedir a moratória de pesquisas até alguma regulamentação ética da IA.
A discussão sobre riscos e avanços da IA ultrapassa o campo da ciência da computação; é também filosófica. Já na Grécia Antiga, filósofos questionavam a essência da inteligência e se ela era um atributo somente humano.
Hoje, esse é um dos centros da discussão sobre IA: sistemas programados e alimentados por seres humanos poderão ultrapassar em astúcia seus criadores? Não, garante um dos maiores especialistas no tema, o cientista da computação francês Jean-Gabriel Ganascia, da Universidade de Sorbonne que, já em 1980, obteve mestrado em inteligência artificial em Paris.
(Paloma Oliveto, Inteligência artificial: a era do ‘deus’ máquina. https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-e-saude. Adaptado)
A expressão destacada contém termo(s) em sentido figurado em:
Um pesquisador elabora um projeto de pesquisa de metodologia mista, de natureza explanatória sequencial.
Uma característica dessa estratégia é:
Júlia, 25 anos, tem uma personalidade intensa e impulsiva. Encantadora e cativante em alguns momentos, mostrando-se extrovertida e divertida, em outros se mostra insegura e solitária. É suscetível a episódios de raiva, tristeza ou ansiedade intensos. Por conta dessas características, seus relacionamentos interpessoais são intensos e instáveis.
De acordo com o DSM-V, um diagnóstico compatível com essas características seria o de transtorno
Prosopagnosia é um distúrbio sensoperceptivo caracterizado por
A participação do psicólogo nas equipes mínimas de saúde da família nas unidades básicas de saúde
Nas equipes de saúde da família das unidades básicas de saúde, o desenvolvimento de ações básicas de saúde nas áreas de atenção à criança, à mulher, ao adolescente, ao trabalhador e ao idoso, com ênfase na promoção da saúde e prevenção de doenças, é atribuição do
Os grupos de convivência são exemplos de programas comunitários oferecidos pelos CRAS.
Nesses grupos, espera-se que o psicólogo
Na assistência domiciliar, o psicólogo participa das
Uma das principais finalidades da atuação do psicólogo como interconsultor é a de
Na visão da Psicanálise, um grupo deixa de ser terapêutico quando
Em 1935, John Ridley Stroop desenvolveu um experimento para investigar uma condição de interferência cognitiva. Os participantes foram apresentados a uma série de palavras impressas em cores diferentes, como “vermelho”, “azul”, “verde” e assim por diante. Algumas eram congruentes, ou seja, a cor impressa e o significado da palavra eram correspondentes; outras, eram incongruentes, ou seja, a cor impressa não correspondia ao significado da palavra escrita. Os participantes foram instruídos a nomear a cor da tinta em que as palavras estavam impressas o mais rapidamente possível, desconsiderando a palavra escrita. Seus tempos de resposta foram cronometrados.
Nesse caso, é correto afirmar que a variável independente é
Jorge, 25 anos, não tem amigos ou confidentes. Sente-se pouco à vontade ao se relacionar com as pessoas. Embora interaja com outros, se necessário, prefere não o fazer, pois se acha diferente.
Essa descrição é compatível com o diagnóstico de transtorno de personalidade
Fenomenologicamente, pode-se distinguir certas propriedades da consciência do eu, como: atividade, unidade, identidade e oposição ao exterior.
Tais propriedades formam o que se pode chamar de
Nas visões mais atuais sobre a primeira hora de observação lúdica, em geral também o primeiro contato do psicólogo em uma situação de psicodiagnóstico, expressas por autores de orientação psicanalítica, o observador deve
Ao se comparar anamnese e entrevista psicológica, conforme conceituada por José Bleger, pode-se dizer que