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Q2704170 Pedagogia

Aponte o que é correto afirmar a respeito da teoria de Jean Piaget.

Alternativas
Q2704168 Pedagogia

Analise as assertivas sobre a afetividade como elemento mediador da aprendizagem e marque a alternativa correta.


I- A motivação para aprender pode estar associada a uma base afetiva.

II- A afetividade interfere positiva ou negativamente nos processos de aprendizagem.

Ill- Aspectos cognitivos e emocionais formam uma unidade: o afeto interfere na cognição, e vice-versa.

IV- O professor, ao observar as emoções dos estudantes, pode ter pistas de como o meio escolar os afeta: se está instigando emocionalmente ou causando apatia por ser desestimulante.

Alternativas
Q2704166 Pedagogia

Aponte a avaliação da Educação Básica a qual se refere a descrição seguinte:


Avaliação para diagnóstico, em larga escala, na qual estudantes do 5º e 9º anos do ensino fundamental respondem a questões de lÍngua portuguesa e matemática, com o objetivo de avaliar a qualidade do ensino oferecido pelo sistema educacional brasileiro a partir de testes padronizados e questionários socioeconômicos.


(Portal do MEC, Avaliação da Educação Básica, 2019)


Alternativas
Q2704164 Pedagogia

Considerando as assertivas a respeito da avaliação escolar em uma perspectiva construtiva (LUCKESI, 2011), marque a alternativa correta.


I- A essência do ato de avaliar é subsidiar o processo de aprendizagem tendo por base um diagnóstico.

II- O ato de avaliar leva em conta a complexidade das variáveis que intervêm na produção de resultados.

Ill- O foco do avaliador está centrado na busca do melhor resultado do ensino e da aprendizagem.

IV- A avaliação é pontual, se o resultado for insatisfatório, a responsabilidade é atribuída somente ao educando.

Alternativas
Q2704163 Pedagogia

Leia as duas assertivas sobre os conteúdos e a avaliação no processo de ensino e aprendizagem (LUCKESI, 2011) e analise a relação entre ambas.


I- Os conteúdos de aprendizagem a serem investigados no processo de avaliação escolar são aqueles que compõem o currículo e o plano de ensino.


Ou seja,


Il- os instrumentos de coleta de dados para a avaliação da aprendizagem deverão ter como parâmetro os conteúdos essenciais ensinados pelo professor e aprendidos pelos educandos.

Alternativas
Q2704158 Português

Leia os textos l e Il e responda o que se pede no comando das questões.


Texto I


O Emblema da Sirene.


Um dos maiores especialistas em acidentes do mundo, o professor Charles Perow, da Universidade de Yale, diz que existem tragédias virtualmente inevitáveis, que decorrem de falhas de sistema. São o que ele chama de “acidentes normais”. Praticamente impossíveis de antecipar, como um terremoto ao qual se segue um tsunami, são, por isso mesmo, os mais desafiadores. É possível, embora improvável, que o rompimento da barragem de Brumadinho, cuja causa ainda não foi esclarecida, venha a ser incluído na categoria dos “acidentes normais” precisam resultar em catástrofes com tamanhas perdas humanas. Aí, entra o descaso.

Tome-se o exemplo das sirenes de Brumadinho. Depois do desastre de Mariana, que deixou dezenove mortos, a lei passou a exigir que as operadoras de barragens instalassem sirenes para alertar os trabalhadores e moradores das cercanias em caso de rompimento. Cumprindo a lei, a Vale instalou sirenes em Brumadinho e orientou a população sobre rotas de fuga e locais mais seguros para se abrigar. Acontece que, na tarde da sexta-feira 25, a sirene da barragem que se rompeu não tocou. A medida de segurança mais básica, e talvez a mais eficaz para salvar vidas, simplesmente não funcionou. Por quê?

A assessoria de imprensa da Vale explica que a sirene não tocou “devido à velocidade com que ocorreu o evento”. Parece piada macabra, e não deixa de sê-lo, mas sobretudo descaso letal. Ou alguém deveria acreditar que a Vale instalou um sistema de alerta capaz de funcionar apenas no caso de acidentes que se anunciam cerimoniosamente a si mesmos, aguardam que sejam tomadas as providências de segurança e só então liberam sua fúria?

O descaso não é órfão. É filho dileto de uma mentalidade que mistura atraso com impunidade. O atraso foi o que levou as empresas de mineração a ignorar as lições de Mariana. Pior: elas trabalharam discretamente, sempre nos bastidores, para barrar iniciativas que, visando a ampliar a segurança nas barragens ,as levariam a gastar algum tempo e algum dinheiro. A impunidade é velha conhecida dos brasileiros. Três anos depois, dos 350 milhões de reais em multas aplicadas pelo Ibama à Samarco, responsável pelo desastre de Mariana, a mineradora não pagou nem um centavo até hoje.

Acidentes acontecem e voltarão a acontecer. Há os que decorrem de falha humana, os que resultam de erro de engenharia, os produzidos por falhas sistêmicas. Alguns são mais complexos do que outros. Nenhum deles, porém mesmo os inevitáveis “acidentes normais” de Perow, precisa ceifar tantas vidas. Eliminando-se o atraso e a impunidade, pode-se começar com uma sirene que toca.

Fonte: Veja,16 de fevereiro de 2019.


Texto II


I

O Rio? É doce.

A Vale? Amarga

Ai, entes fosse

Mais leve a carga.

II

Entre estatais

E multinacionais

Quantos ais!

III

A divida interna

A dívida externa

A divida eterna

IV

Quantas toneladas exportamos

De ferro

Quantas lágrimas disfarçamos

Sem berro?

Fonte: 1984, Lira Itabirana, Carlos Drummond de Andrade.

O verbo do excerto: “(...) com uma sirene que toca.” apresenta vários sentidos. Analise as afirmativas e assinale a resposta correta:


I- No exemplo seguinte, “De instante a instante, o telefone de sua casa tocava.”, o sentido verbal é similar ao do enunciado.

lI- O mesmo ocorre em “Tocou-se com a resposta áspera.”.

III- Já em: “A conversa sobre o emprego não lhe toca.”, o sentido é de chocar-se.

Alternativas
Q2704156 Português

Leia os textos l e Il e responda o que se pede no comando das questões.


Texto I


O Emblema da Sirene.


Um dos maiores especialistas em acidentes do mundo, o professor Charles Perow, da Universidade de Yale, diz que existem tragédias virtualmente inevitáveis, que decorrem de falhas de sistema. São o que ele chama de “acidentes normais”. Praticamente impossíveis de antecipar, como um terremoto ao qual se segue um tsunami, são, por isso mesmo, os mais desafiadores. É possível, embora improvável, que o rompimento da barragem de Brumadinho, cuja causa ainda não foi esclarecida, venha a ser incluído na categoria dos “acidentes normais” precisam resultar em catástrofes com tamanhas perdas humanas. Aí, entra o descaso.

Tome-se o exemplo das sirenes de Brumadinho. Depois do desastre de Mariana, que deixou dezenove mortos, a lei passou a exigir que as operadoras de barragens instalassem sirenes para alertar os trabalhadores e moradores das cercanias em caso de rompimento. Cumprindo a lei, a Vale instalou sirenes em Brumadinho e orientou a população sobre rotas de fuga e locais mais seguros para se abrigar. Acontece que, na tarde da sexta-feira 25, a sirene da barragem que se rompeu não tocou. A medida de segurança mais básica, e talvez a mais eficaz para salvar vidas, simplesmente não funcionou. Por quê?

A assessoria de imprensa da Vale explica que a sirene não tocou “devido à velocidade com que ocorreu o evento”. Parece piada macabra, e não deixa de sê-lo, mas sobretudo descaso letal. Ou alguém deveria acreditar que a Vale instalou um sistema de alerta capaz de funcionar apenas no caso de acidentes que se anunciam cerimoniosamente a si mesmos, aguardam que sejam tomadas as providências de segurança e só então liberam sua fúria?

O descaso não é órfão. É filho dileto de uma mentalidade que mistura atraso com impunidade. O atraso foi o que levou as empresas de mineração a ignorar as lições de Mariana. Pior: elas trabalharam discretamente, sempre nos bastidores, para barrar iniciativas que, visando a ampliar a segurança nas barragens ,as levariam a gastar algum tempo e algum dinheiro. A impunidade é velha conhecida dos brasileiros. Três anos depois, dos 350 milhões de reais em multas aplicadas pelo Ibama à Samarco, responsável pelo desastre de Mariana, a mineradora não pagou nem um centavo até hoje.

Acidentes acontecem e voltarão a acontecer. Há os que decorrem de falha humana, os que resultam de erro de engenharia, os produzidos por falhas sistêmicas. Alguns são mais complexos do que outros. Nenhum deles, porém mesmo os inevitáveis “acidentes normais” de Perow, precisa ceifar tantas vidas. Eliminando-se o atraso e a impunidade, pode-se começar com uma sirene que toca.

Fonte: Veja,16 de fevereiro de 2019.


Texto II


I

O Rio? É doce.

A Vale? Amarga

Ai, entes fosse

Mais leve a carga.

II

Entre estatais

E multinacionais

Quantos ais!

III

A divida interna

A dívida externa

A divida eterna

IV

Quantas toneladas exportamos

De ferro

Quantas lágrimas disfarçamos

Sem berro?

Fonte: 1984, Lira Itabirana, Carlos Drummond de Andrade.

A estrofe l e a lll do poema não utilizam na sua composição de:

Alternativas
Q2704155 Português

Leia os textos l e Il e responda o que se pede no comando das questões.


Texto I


O Emblema da Sirene.


Um dos maiores especialistas em acidentes do mundo, o professor Charles Perow, da Universidade de Yale, diz que existem tragédias virtualmente inevitáveis, que decorrem de falhas de sistema. São o que ele chama de “acidentes normais”. Praticamente impossíveis de antecipar, como um terremoto ao qual se segue um tsunami, são, por isso mesmo, os mais desafiadores. É possível, embora improvável, que o rompimento da barragem de Brumadinho, cuja causa ainda não foi esclarecida, venha a ser incluído na categoria dos “acidentes normais” precisam resultar em catástrofes com tamanhas perdas humanas. Aí, entra o descaso.

Tome-se o exemplo das sirenes de Brumadinho. Depois do desastre de Mariana, que deixou dezenove mortos, a lei passou a exigir que as operadoras de barragens instalassem sirenes para alertar os trabalhadores e moradores das cercanias em caso de rompimento. Cumprindo a lei, a Vale instalou sirenes em Brumadinho e orientou a população sobre rotas de fuga e locais mais seguros para se abrigar. Acontece que, na tarde da sexta-feira 25, a sirene da barragem que se rompeu não tocou. A medida de segurança mais básica, e talvez a mais eficaz para salvar vidas, simplesmente não funcionou. Por quê?

A assessoria de imprensa da Vale explica que a sirene não tocou “devido à velocidade com que ocorreu o evento”. Parece piada macabra, e não deixa de sê-lo, mas sobretudo descaso letal. Ou alguém deveria acreditar que a Vale instalou um sistema de alerta capaz de funcionar apenas no caso de acidentes que se anunciam cerimoniosamente a si mesmos, aguardam que sejam tomadas as providências de segurança e só então liberam sua fúria?

O descaso não é órfão. É filho dileto de uma mentalidade que mistura atraso com impunidade. O atraso foi o que levou as empresas de mineração a ignorar as lições de Mariana. Pior: elas trabalharam discretamente, sempre nos bastidores, para barrar iniciativas que, visando a ampliar a segurança nas barragens ,as levariam a gastar algum tempo e algum dinheiro. A impunidade é velha conhecida dos brasileiros. Três anos depois, dos 350 milhões de reais em multas aplicadas pelo Ibama à Samarco, responsável pelo desastre de Mariana, a mineradora não pagou nem um centavo até hoje.

Acidentes acontecem e voltarão a acontecer. Há os que decorrem de falha humana, os que resultam de erro de engenharia, os produzidos por falhas sistêmicas. Alguns são mais complexos do que outros. Nenhum deles, porém mesmo os inevitáveis “acidentes normais” de Perow, precisa ceifar tantas vidas. Eliminando-se o atraso e a impunidade, pode-se começar com uma sirene que toca.

Fonte: Veja,16 de fevereiro de 2019.


Texto II


I

O Rio? É doce.

A Vale? Amarga

Ai, entes fosse

Mais leve a carga.

II

Entre estatais

E multinacionais

Quantos ais!

III

A divida interna

A dívida externa

A divida eterna

IV

Quantas toneladas exportamos

De ferro

Quantas lágrimas disfarçamos

Sem berro?

Fonte: 1984, Lira Itabirana, Carlos Drummond de Andrade.

Em: “(...)dos 350 milhões de reais em multas aplicadas pelo lbama à Samarco, (...)'', o emprego do acento grave como exemplificado nessa estrutura se repetiria em:

Alternativas
Q1798066 Saúde Pública

O Manual de Controle da Leishmaniose Tegumentar Americana deve ser utilizado para responder a questão. 

Após a detecção de casos de LTA, a investigação epidemiológica faz-se necessária para identificar, exceto:
Alternativas
Q1798065 Saúde Pública

O Manual de Controle da Leishmaniose Tegumentar Americana deve ser utilizado para responder a questão. 

No tratamento da doença, a droga de primeira escolha é:
Alternativas
Q1798064 Saúde Pública

O Manual de Controle da Leishmaniose Tegumentar Americana deve ser utilizado para responder a questão. 

A respeito da Leishmania (Leishmania) amazonenses é errado afirmar:
Alternativas
Q1798063 Saúde Pública

As Noções básicas sobre o virus Zika devem ser utilizadas para responder a questão a seguir:

Inicialmente, médicos de três estados do Nordeste, Dr. Kleber Luz (Natal/RN), Dr. Celso Tavares (Maceió/Al) e Dr. Carlos Brito de Recife/PE (autor do capítulo), passaram a descrever grande número de pacientes que apresentavam doença aguda que era caracterizada por: |- exantema como principal e muitas vezes o primeiro sintoma, com padrão crânio-caudal, pruriginoso.
Il-febre era ausente na maioria dos casos ou, quando presente, de pequena intensidade e de curta duração. Ill- dor articular, edema de mãos, pés e tornozelos ocorria em alguns casos. Estão corretos apenas os itens:
Alternativas
Q1798062 Saúde Pública

As Noções básicas sobre o virus Zika devem ser utilizadas para responder a questão a seguir:

Analise as informações seguintes sobre o termo “tríplice epidemia”: I- refere-se à incidência de dengue, chikungunya e sarampo. Il - está associado a três tipos de vírus transmitidos por uma única espécie de mosquito. III - o mosquito Aedes aegypti é o responsável pela “tríplice epidemia''.
Alternativas
Q1798061 Saúde Pública

A questão deve ser respondida de acordo com o Plano de Contingência Nacional para a Febre Chikungunya.

Em caso de confirmação de casos de CHIKV por transmissão autóctone em uma determinada área, o diagnóstico deve ocorrer, exceto para as formas atípicas e óbitos, somente por critério:
Alternativas
Q1798060 Saúde Pública

A questão deve ser respondida de acordo com o Plano de Contingência Nacional para a Febre Chikungunya.

Havendo Indicadores de Notificação de casos importados no Brasil, a vigilância epidemiológica deve realizar as seguintes ações, exceto:
Alternativas
Q1798058 Saúde Pública

Utilize as orientações previstas nas “Ações de Controle da Malária: Manual para Profissionais de Saúde na Atenção Básica” para responder a questão: 

A respeito da descrição da doença e do seu Agente Etiológico, analise as afirmações seguintes e marque a alternativa correta: I- Amalária é também conhecida como febre intermitente.
Il- Os parasitos da malária são da família plasmodidae, gênero Plasmodium. IIl- É uma doença infecciosa e se caracteriza por acessos intermitentes de febre, calafrios, cefaléia e sudorese.
Alternativas
Q1798057 Saúde Pública

Utilize as orientações previstas nas “Ações de Controle da Malária: Manual para Profissionais de Saúde na Atenção Básica” para responder a questão: 

Sobre a Participação Comunitária e Mobilização Social é correto afirmar, exceto:
Alternativas
Q1798056 Saúde Pública
As Diretrizes Nacionais para a Prevenção e Controle de Epidemias de Dengue estabelece orientações sobre os “cenários”, tratando de Período não epidêmico e Período Epidêmico. Sobre o assunto, analise as assertivas seguintes e marque a alternativa correta: I- No Período não epidêmico, as diretrizes deverão ser utilizadas na elaboração e/ou adequação das estratégias estaduais e municipais, orientando a organização e o desenvolvimento da rotina das atividades de prevenção e controle da dengue no âmbito do sistema de saúde. II- No Período epidêmico, as diretrizes deverão ser utilizadas para a confecção de estratégias estaduais, regionais e municipais de contingenciamento, independente de associações. IlI- Considera-se Município em epidemia aquele com número de casos acima do esperado, de acordo com o diagrama de controle. Nos municípios de maior porte, deve-se levar em consideração o número de casos por região administrativa local.
Alternativas
Q1798055 Saúde Pública
De acordo com as Diretrizes Nacionais para a Prevenção e Controle de Epidemias de Dengue, apenas não se pode afirmar:
Alternativas
Q1798054 Saúde Pública
Segundo a Política Nacional de Atenção Básica (Portaria n.º 2.436, de 21 de setembro de 2017), umas das atribuições do ACEérealizar cadastramento e atualização da base de imóveis para, exceto:
Alternativas
Respostas
281: C
282: D
283: C
284: A
285: D
286: D
287: D
288: B
289: D
290: A
291: B
292: D
293: B
294: C
295: A
296: D
297: C
298: B
299: C
300: C