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Q3592924 Arquitetura de Computadores
Durante a montagem de um microcomputador, um técnico precisa instalar corretamente os componentes internos no gabinete. Assinale a alternativa que contém o hardware responsável por conectar e permitir a comunicação entre o processador, a memória RAM e os dispositivos de armazenamento. 
Alternativas
Q3592918 Português

A linguagem performática dos possuídos realizadores


    Ninguém sabe, exatamente, quando uma legião de brasileiros descobriu que já não era mais possível ter alguma coisa. Passaram a “possuir”. Também deixaram de fazer. Querem “realizar”. Para essa gente, oferecer, dar, emprestar, nenhum desses atos generosos sobreviveu à mania contemporânea de “disponibilizar”. A língua encheu-se de calos, pela dificuldade de falar palavras simples e diretas, velhas companheiras – exiladas, agora, por uma inexplicável doença semântica.

    A moléstia, contagiosa, é agravada pelos anglicismos selvagens de gente desacostumada a ler em português, ou exposta em excesso a obras dolorosamente mal traduzidas. Sintomas comuns dessa necrose linguística são o uso de “escalar”, não para montanhas, mas para expressar aumento ou amplificação de alguma coisa; a manifestação do desejo mórbido de “realizar” no lugar de “compreender”; a incapacidade paranoica de começar alguma ação sem o anúncio de que vai “estartar” a pobrezinha.

    Andam criando remédios para essa pandemia, que pede também injeções de sensatez e doses terapêuticas de bons livros e autores de qualidade. Em Brasília, mesmo, já se pode consultar o Manual de Linguagem Simples, de Patrícia Roedel, lançado há poucos dias – e em boa hora – pela Câmara dos Deputados, a exemplo de outros manuais do gênero criados pelo serviço público em vários estados. É torcer para o sucesso dessa tentativa de transfusão do bom senso.

    O elixir salvador, receitado pelo manual: escreva e fale para que entendam facilmente que diabos você quer dizer. Parece óbvio. Mas diga isso a quem redigiu um pedido de habeas corpus, encontrado pelas advogadas Danielle Serafino e Mariana Zonari, nesses termos: “o édito prisional hostilizado entremostra-se baldo de fundamentação, venia maxima concessa, de sua ilustre subscritora...”

    No país que guarda até hoje traços da Casa grande & senzala, falar enrolado sempre foi um modo de cobrar distinção. Não à toa, no Judiciário, onde até hoje existe elevador exclusivo para “eminentes magistrados”, a linguagem tortuosa desfila de queixo erguido e peito estufado. É uma felicidade ver escal..., digo, ganhar impulso o esforço para simplificar a comunicação em lugares como esse.

    As estrepolias beletristas do juridiquês deixam no chinelo a fala empolada, que, hoje em dia, nunca “usa”, só “utiliza”, e não desempenha mais, porque prefere “performar”. Tribunais gostam de ser chamados “egrégias cortes”, e, ao lhe impor textos incompreensíveis, desculpam-se com “data venia” e “elevada estima e consideração”. Mas vão além: ao entrar no Supremo Tribunal, você descobre, por exemplo, que chegou, segundo digníssimos advogados, ao “pretório excelso”.

    Barbaridade. Isso não é nome de alguma entidade mitológica, como o tal do “mesmo”, o ser misterioso citado nas placas de certos corredores, que devemos verificar se está parado, quem sabe nos espreitando, antes de pegar o elevador. Esse Pretório Excelso existe mesmo, pode perguntar nos tribunais. E, a depender do que anda fazendo, ele um dia pode botar as mãos em você.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/. Acesso em: maio de 2025.) 

O termo “estartar” (2º§) é um neologismo criado a partir do processo de formação de palavra semelhante ao de: 
Alternativas
Q3592917 Português

A linguagem performática dos possuídos realizadores


    Ninguém sabe, exatamente, quando uma legião de brasileiros descobriu que já não era mais possível ter alguma coisa. Passaram a “possuir”. Também deixaram de fazer. Querem “realizar”. Para essa gente, oferecer, dar, emprestar, nenhum desses atos generosos sobreviveu à mania contemporânea de “disponibilizar”. A língua encheu-se de calos, pela dificuldade de falar palavras simples e diretas, velhas companheiras – exiladas, agora, por uma inexplicável doença semântica.

    A moléstia, contagiosa, é agravada pelos anglicismos selvagens de gente desacostumada a ler em português, ou exposta em excesso a obras dolorosamente mal traduzidas. Sintomas comuns dessa necrose linguística são o uso de “escalar”, não para montanhas, mas para expressar aumento ou amplificação de alguma coisa; a manifestação do desejo mórbido de “realizar” no lugar de “compreender”; a incapacidade paranoica de começar alguma ação sem o anúncio de que vai “estartar” a pobrezinha.

    Andam criando remédios para essa pandemia, que pede também injeções de sensatez e doses terapêuticas de bons livros e autores de qualidade. Em Brasília, mesmo, já se pode consultar o Manual de Linguagem Simples, de Patrícia Roedel, lançado há poucos dias – e em boa hora – pela Câmara dos Deputados, a exemplo de outros manuais do gênero criados pelo serviço público em vários estados. É torcer para o sucesso dessa tentativa de transfusão do bom senso.

    O elixir salvador, receitado pelo manual: escreva e fale para que entendam facilmente que diabos você quer dizer. Parece óbvio. Mas diga isso a quem redigiu um pedido de habeas corpus, encontrado pelas advogadas Danielle Serafino e Mariana Zonari, nesses termos: “o édito prisional hostilizado entremostra-se baldo de fundamentação, venia maxima concessa, de sua ilustre subscritora...”

    No país que guarda até hoje traços da Casa grande & senzala, falar enrolado sempre foi um modo de cobrar distinção. Não à toa, no Judiciário, onde até hoje existe elevador exclusivo para “eminentes magistrados”, a linguagem tortuosa desfila de queixo erguido e peito estufado. É uma felicidade ver escal..., digo, ganhar impulso o esforço para simplificar a comunicação em lugares como esse.

    As estrepolias beletristas do juridiquês deixam no chinelo a fala empolada, que, hoje em dia, nunca “usa”, só “utiliza”, e não desempenha mais, porque prefere “performar”. Tribunais gostam de ser chamados “egrégias cortes”, e, ao lhe impor textos incompreensíveis, desculpam-se com “data venia” e “elevada estima e consideração”. Mas vão além: ao entrar no Supremo Tribunal, você descobre, por exemplo, que chegou, segundo digníssimos advogados, ao “pretório excelso”.

    Barbaridade. Isso não é nome de alguma entidade mitológica, como o tal do “mesmo”, o ser misterioso citado nas placas de certos corredores, que devemos verificar se está parado, quem sabe nos espreitando, antes de pegar o elevador. Esse Pretório Excelso existe mesmo, pode perguntar nos tribunais. E, a depender do que anda fazendo, ele um dia pode botar as mãos em você.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/. Acesso em: maio de 2025.) 

Na passagem “A moléstia, contagiosa, é agravada pelos anglicismos selvagens [...]” (2º§), o termo destacado exerce função sintática de: 
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Q3592916 Português

A linguagem performática dos possuídos realizadores


    Ninguém sabe, exatamente, quando uma legião de brasileiros descobriu que já não era mais possível ter alguma coisa. Passaram a “possuir”. Também deixaram de fazer. Querem “realizar”. Para essa gente, oferecer, dar, emprestar, nenhum desses atos generosos sobreviveu à mania contemporânea de “disponibilizar”. A língua encheu-se de calos, pela dificuldade de falar palavras simples e diretas, velhas companheiras – exiladas, agora, por uma inexplicável doença semântica.

    A moléstia, contagiosa, é agravada pelos anglicismos selvagens de gente desacostumada a ler em português, ou exposta em excesso a obras dolorosamente mal traduzidas. Sintomas comuns dessa necrose linguística são o uso de “escalar”, não para montanhas, mas para expressar aumento ou amplificação de alguma coisa; a manifestação do desejo mórbido de “realizar” no lugar de “compreender”; a incapacidade paranoica de começar alguma ação sem o anúncio de que vai “estartar” a pobrezinha.

    Andam criando remédios para essa pandemia, que pede também injeções de sensatez e doses terapêuticas de bons livros e autores de qualidade. Em Brasília, mesmo, já se pode consultar o Manual de Linguagem Simples, de Patrícia Roedel, lançado há poucos dias – e em boa hora – pela Câmara dos Deputados, a exemplo de outros manuais do gênero criados pelo serviço público em vários estados. É torcer para o sucesso dessa tentativa de transfusão do bom senso.

    O elixir salvador, receitado pelo manual: escreva e fale para que entendam facilmente que diabos você quer dizer. Parece óbvio. Mas diga isso a quem redigiu um pedido de habeas corpus, encontrado pelas advogadas Danielle Serafino e Mariana Zonari, nesses termos: “o édito prisional hostilizado entremostra-se baldo de fundamentação, venia maxima concessa, de sua ilustre subscritora...”

    No país que guarda até hoje traços da Casa grande & senzala, falar enrolado sempre foi um modo de cobrar distinção. Não à toa, no Judiciário, onde até hoje existe elevador exclusivo para “eminentes magistrados”, a linguagem tortuosa desfila de queixo erguido e peito estufado. É uma felicidade ver escal..., digo, ganhar impulso o esforço para simplificar a comunicação em lugares como esse.

    As estrepolias beletristas do juridiquês deixam no chinelo a fala empolada, que, hoje em dia, nunca “usa”, só “utiliza”, e não desempenha mais, porque prefere “performar”. Tribunais gostam de ser chamados “egrégias cortes”, e, ao lhe impor textos incompreensíveis, desculpam-se com “data venia” e “elevada estima e consideração”. Mas vão além: ao entrar no Supremo Tribunal, você descobre, por exemplo, que chegou, segundo digníssimos advogados, ao “pretório excelso”.

    Barbaridade. Isso não é nome de alguma entidade mitológica, como o tal do “mesmo”, o ser misterioso citado nas placas de certos corredores, que devemos verificar se está parado, quem sabe nos espreitando, antes de pegar o elevador. Esse Pretório Excelso existe mesmo, pode perguntar nos tribunais. E, a depender do que anda fazendo, ele um dia pode botar as mãos em você.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/. Acesso em: maio de 2025.) 

Dos enunciados a seguir, apenas um apresenta adjetivo adverbializado, isto é, com função de advérbio; assinale-o.
Alternativas
Q3592915 Português

A linguagem performática dos possuídos realizadores


    Ninguém sabe, exatamente, quando uma legião de brasileiros descobriu que já não era mais possível ter alguma coisa. Passaram a “possuir”. Também deixaram de fazer. Querem “realizar”. Para essa gente, oferecer, dar, emprestar, nenhum desses atos generosos sobreviveu à mania contemporânea de “disponibilizar”. A língua encheu-se de calos, pela dificuldade de falar palavras simples e diretas, velhas companheiras – exiladas, agora, por uma inexplicável doença semântica.

    A moléstia, contagiosa, é agravada pelos anglicismos selvagens de gente desacostumada a ler em português, ou exposta em excesso a obras dolorosamente mal traduzidas. Sintomas comuns dessa necrose linguística são o uso de “escalar”, não para montanhas, mas para expressar aumento ou amplificação de alguma coisa; a manifestação do desejo mórbido de “realizar” no lugar de “compreender”; a incapacidade paranoica de começar alguma ação sem o anúncio de que vai “estartar” a pobrezinha.

    Andam criando remédios para essa pandemia, que pede também injeções de sensatez e doses terapêuticas de bons livros e autores de qualidade. Em Brasília, mesmo, já se pode consultar o Manual de Linguagem Simples, de Patrícia Roedel, lançado há poucos dias – e em boa hora – pela Câmara dos Deputados, a exemplo de outros manuais do gênero criados pelo serviço público em vários estados. É torcer para o sucesso dessa tentativa de transfusão do bom senso.

    O elixir salvador, receitado pelo manual: escreva e fale para que entendam facilmente que diabos você quer dizer. Parece óbvio. Mas diga isso a quem redigiu um pedido de habeas corpus, encontrado pelas advogadas Danielle Serafino e Mariana Zonari, nesses termos: “o édito prisional hostilizado entremostra-se baldo de fundamentação, venia maxima concessa, de sua ilustre subscritora...”

    No país que guarda até hoje traços da Casa grande & senzala, falar enrolado sempre foi um modo de cobrar distinção. Não à toa, no Judiciário, onde até hoje existe elevador exclusivo para “eminentes magistrados”, a linguagem tortuosa desfila de queixo erguido e peito estufado. É uma felicidade ver escal..., digo, ganhar impulso o esforço para simplificar a comunicação em lugares como esse.

    As estrepolias beletristas do juridiquês deixam no chinelo a fala empolada, que, hoje em dia, nunca “usa”, só “utiliza”, e não desempenha mais, porque prefere “performar”. Tribunais gostam de ser chamados “egrégias cortes”, e, ao lhe impor textos incompreensíveis, desculpam-se com “data venia” e “elevada estima e consideração”. Mas vão além: ao entrar no Supremo Tribunal, você descobre, por exemplo, que chegou, segundo digníssimos advogados, ao “pretório excelso”.

    Barbaridade. Isso não é nome de alguma entidade mitológica, como o tal do “mesmo”, o ser misterioso citado nas placas de certos corredores, que devemos verificar se está parado, quem sabe nos espreitando, antes de pegar o elevador. Esse Pretório Excelso existe mesmo, pode perguntar nos tribunais. E, a depender do que anda fazendo, ele um dia pode botar as mãos em você.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/. Acesso em: maio de 2025.) 

No enunciado “A língua encheu-se de calos, pela dificuldade de falar palavras simples e diretas, [...]” (1º§), é possível conectar as duas orações por meio de uma locução conjuntiva, sem alterar as ideias originais, como se observa em:
Alternativas
Q3592914 Português

A linguagem performática dos possuídos realizadores


    Ninguém sabe, exatamente, quando uma legião de brasileiros descobriu que já não era mais possível ter alguma coisa. Passaram a “possuir”. Também deixaram de fazer. Querem “realizar”. Para essa gente, oferecer, dar, emprestar, nenhum desses atos generosos sobreviveu à mania contemporânea de “disponibilizar”. A língua encheu-se de calos, pela dificuldade de falar palavras simples e diretas, velhas companheiras – exiladas, agora, por uma inexplicável doença semântica.

    A moléstia, contagiosa, é agravada pelos anglicismos selvagens de gente desacostumada a ler em português, ou exposta em excesso a obras dolorosamente mal traduzidas. Sintomas comuns dessa necrose linguística são o uso de “escalar”, não para montanhas, mas para expressar aumento ou amplificação de alguma coisa; a manifestação do desejo mórbido de “realizar” no lugar de “compreender”; a incapacidade paranoica de começar alguma ação sem o anúncio de que vai “estartar” a pobrezinha.

    Andam criando remédios para essa pandemia, que pede também injeções de sensatez e doses terapêuticas de bons livros e autores de qualidade. Em Brasília, mesmo, já se pode consultar o Manual de Linguagem Simples, de Patrícia Roedel, lançado há poucos dias – e em boa hora – pela Câmara dos Deputados, a exemplo de outros manuais do gênero criados pelo serviço público em vários estados. É torcer para o sucesso dessa tentativa de transfusão do bom senso.

    O elixir salvador, receitado pelo manual: escreva e fale para que entendam facilmente que diabos você quer dizer. Parece óbvio. Mas diga isso a quem redigiu um pedido de habeas corpus, encontrado pelas advogadas Danielle Serafino e Mariana Zonari, nesses termos: “o édito prisional hostilizado entremostra-se baldo de fundamentação, venia maxima concessa, de sua ilustre subscritora...”

    No país que guarda até hoje traços da Casa grande & senzala, falar enrolado sempre foi um modo de cobrar distinção. Não à toa, no Judiciário, onde até hoje existe elevador exclusivo para “eminentes magistrados”, a linguagem tortuosa desfila de queixo erguido e peito estufado. É uma felicidade ver escal..., digo, ganhar impulso o esforço para simplificar a comunicação em lugares como esse.

    As estrepolias beletristas do juridiquês deixam no chinelo a fala empolada, que, hoje em dia, nunca “usa”, só “utiliza”, e não desempenha mais, porque prefere “performar”. Tribunais gostam de ser chamados “egrégias cortes”, e, ao lhe impor textos incompreensíveis, desculpam-se com “data venia” e “elevada estima e consideração”. Mas vão além: ao entrar no Supremo Tribunal, você descobre, por exemplo, que chegou, segundo digníssimos advogados, ao “pretório excelso”.

    Barbaridade. Isso não é nome de alguma entidade mitológica, como o tal do “mesmo”, o ser misterioso citado nas placas de certos corredores, que devemos verificar se está parado, quem sabe nos espreitando, antes de pegar o elevador. Esse Pretório Excelso existe mesmo, pode perguntar nos tribunais. E, a depender do que anda fazendo, ele um dia pode botar as mãos em você.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/. Acesso em: maio de 2025.) 

Assinale o item em que a mudança de posição do adjetivo em relação ao substantivo NÃO acarreta sensível alteração semântica. 
Alternativas
Q3592913 Português

A linguagem performática dos possuídos realizadores


    Ninguém sabe, exatamente, quando uma legião de brasileiros descobriu que já não era mais possível ter alguma coisa. Passaram a “possuir”. Também deixaram de fazer. Querem “realizar”. Para essa gente, oferecer, dar, emprestar, nenhum desses atos generosos sobreviveu à mania contemporânea de “disponibilizar”. A língua encheu-se de calos, pela dificuldade de falar palavras simples e diretas, velhas companheiras – exiladas, agora, por uma inexplicável doença semântica.

    A moléstia, contagiosa, é agravada pelos anglicismos selvagens de gente desacostumada a ler em português, ou exposta em excesso a obras dolorosamente mal traduzidas. Sintomas comuns dessa necrose linguística são o uso de “escalar”, não para montanhas, mas para expressar aumento ou amplificação de alguma coisa; a manifestação do desejo mórbido de “realizar” no lugar de “compreender”; a incapacidade paranoica de começar alguma ação sem o anúncio de que vai “estartar” a pobrezinha.

    Andam criando remédios para essa pandemia, que pede também injeções de sensatez e doses terapêuticas de bons livros e autores de qualidade. Em Brasília, mesmo, já se pode consultar o Manual de Linguagem Simples, de Patrícia Roedel, lançado há poucos dias – e em boa hora – pela Câmara dos Deputados, a exemplo de outros manuais do gênero criados pelo serviço público em vários estados. É torcer para o sucesso dessa tentativa de transfusão do bom senso.

    O elixir salvador, receitado pelo manual: escreva e fale para que entendam facilmente que diabos você quer dizer. Parece óbvio. Mas diga isso a quem redigiu um pedido de habeas corpus, encontrado pelas advogadas Danielle Serafino e Mariana Zonari, nesses termos: “o édito prisional hostilizado entremostra-se baldo de fundamentação, venia maxima concessa, de sua ilustre subscritora...”

    No país que guarda até hoje traços da Casa grande & senzala, falar enrolado sempre foi um modo de cobrar distinção. Não à toa, no Judiciário, onde até hoje existe elevador exclusivo para “eminentes magistrados”, a linguagem tortuosa desfila de queixo erguido e peito estufado. É uma felicidade ver escal..., digo, ganhar impulso o esforço para simplificar a comunicação em lugares como esse.

    As estrepolias beletristas do juridiquês deixam no chinelo a fala empolada, que, hoje em dia, nunca “usa”, só “utiliza”, e não desempenha mais, porque prefere “performar”. Tribunais gostam de ser chamados “egrégias cortes”, e, ao lhe impor textos incompreensíveis, desculpam-se com “data venia” e “elevada estima e consideração”. Mas vão além: ao entrar no Supremo Tribunal, você descobre, por exemplo, que chegou, segundo digníssimos advogados, ao “pretório excelso”.

    Barbaridade. Isso não é nome de alguma entidade mitológica, como o tal do “mesmo”, o ser misterioso citado nas placas de certos corredores, que devemos verificar se está parado, quem sabe nos espreitando, antes de pegar o elevador. Esse Pretório Excelso existe mesmo, pode perguntar nos tribunais. E, a depender do que anda fazendo, ele um dia pode botar as mãos em você.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/. Acesso em: maio de 2025.) 

No texto, o autor evidencia a existência de uma estreita relação entre língua e status socioeconômico, que pode ser verificada pelo(a): 
Alternativas
Q3592912 Português

A linguagem performática dos possuídos realizadores


    Ninguém sabe, exatamente, quando uma legião de brasileiros descobriu que já não era mais possível ter alguma coisa. Passaram a “possuir”. Também deixaram de fazer. Querem “realizar”. Para essa gente, oferecer, dar, emprestar, nenhum desses atos generosos sobreviveu à mania contemporânea de “disponibilizar”. A língua encheu-se de calos, pela dificuldade de falar palavras simples e diretas, velhas companheiras – exiladas, agora, por uma inexplicável doença semântica.

    A moléstia, contagiosa, é agravada pelos anglicismos selvagens de gente desacostumada a ler em português, ou exposta em excesso a obras dolorosamente mal traduzidas. Sintomas comuns dessa necrose linguística são o uso de “escalar”, não para montanhas, mas para expressar aumento ou amplificação de alguma coisa; a manifestação do desejo mórbido de “realizar” no lugar de “compreender”; a incapacidade paranoica de começar alguma ação sem o anúncio de que vai “estartar” a pobrezinha.

    Andam criando remédios para essa pandemia, que pede também injeções de sensatez e doses terapêuticas de bons livros e autores de qualidade. Em Brasília, mesmo, já se pode consultar o Manual de Linguagem Simples, de Patrícia Roedel, lançado há poucos dias – e em boa hora – pela Câmara dos Deputados, a exemplo de outros manuais do gênero criados pelo serviço público em vários estados. É torcer para o sucesso dessa tentativa de transfusão do bom senso.

    O elixir salvador, receitado pelo manual: escreva e fale para que entendam facilmente que diabos você quer dizer. Parece óbvio. Mas diga isso a quem redigiu um pedido de habeas corpus, encontrado pelas advogadas Danielle Serafino e Mariana Zonari, nesses termos: “o édito prisional hostilizado entremostra-se baldo de fundamentação, venia maxima concessa, de sua ilustre subscritora...”

    No país que guarda até hoje traços da Casa grande & senzala, falar enrolado sempre foi um modo de cobrar distinção. Não à toa, no Judiciário, onde até hoje existe elevador exclusivo para “eminentes magistrados”, a linguagem tortuosa desfila de queixo erguido e peito estufado. É uma felicidade ver escal..., digo, ganhar impulso o esforço para simplificar a comunicação em lugares como esse.

    As estrepolias beletristas do juridiquês deixam no chinelo a fala empolada, que, hoje em dia, nunca “usa”, só “utiliza”, e não desempenha mais, porque prefere “performar”. Tribunais gostam de ser chamados “egrégias cortes”, e, ao lhe impor textos incompreensíveis, desculpam-se com “data venia” e “elevada estima e consideração”. Mas vão além: ao entrar no Supremo Tribunal, você descobre, por exemplo, que chegou, segundo digníssimos advogados, ao “pretório excelso”.

    Barbaridade. Isso não é nome de alguma entidade mitológica, como o tal do “mesmo”, o ser misterioso citado nas placas de certos corredores, que devemos verificar se está parado, quem sabe nos espreitando, antes de pegar o elevador. Esse Pretório Excelso existe mesmo, pode perguntar nos tribunais. E, a depender do que anda fazendo, ele um dia pode botar as mãos em você.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/. Acesso em: maio de 2025.) 

Segundo o texto, pode contribuir para a exacerbação da “doença semântica” (1º§): 
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A linguagem performática dos possuídos realizadores


    Ninguém sabe, exatamente, quando uma legião de brasileiros descobriu que já não era mais possível ter alguma coisa. Passaram a “possuir”. Também deixaram de fazer. Querem “realizar”. Para essa gente, oferecer, dar, emprestar, nenhum desses atos generosos sobreviveu à mania contemporânea de “disponibilizar”. A língua encheu-se de calos, pela dificuldade de falar palavras simples e diretas, velhas companheiras – exiladas, agora, por uma inexplicável doença semântica.

    A moléstia, contagiosa, é agravada pelos anglicismos selvagens de gente desacostumada a ler em português, ou exposta em excesso a obras dolorosamente mal traduzidas. Sintomas comuns dessa necrose linguística são o uso de “escalar”, não para montanhas, mas para expressar aumento ou amplificação de alguma coisa; a manifestação do desejo mórbido de “realizar” no lugar de “compreender”; a incapacidade paranoica de começar alguma ação sem o anúncio de que vai “estartar” a pobrezinha.

    Andam criando remédios para essa pandemia, que pede também injeções de sensatez e doses terapêuticas de bons livros e autores de qualidade. Em Brasília, mesmo, já se pode consultar o Manual de Linguagem Simples, de Patrícia Roedel, lançado há poucos dias – e em boa hora – pela Câmara dos Deputados, a exemplo de outros manuais do gênero criados pelo serviço público em vários estados. É torcer para o sucesso dessa tentativa de transfusão do bom senso.

    O elixir salvador, receitado pelo manual: escreva e fale para que entendam facilmente que diabos você quer dizer. Parece óbvio. Mas diga isso a quem redigiu um pedido de habeas corpus, encontrado pelas advogadas Danielle Serafino e Mariana Zonari, nesses termos: “o édito prisional hostilizado entremostra-se baldo de fundamentação, venia maxima concessa, de sua ilustre subscritora...”

    No país que guarda até hoje traços da Casa grande & senzala, falar enrolado sempre foi um modo de cobrar distinção. Não à toa, no Judiciário, onde até hoje existe elevador exclusivo para “eminentes magistrados”, a linguagem tortuosa desfila de queixo erguido e peito estufado. É uma felicidade ver escal..., digo, ganhar impulso o esforço para simplificar a comunicação em lugares como esse.

    As estrepolias beletristas do juridiquês deixam no chinelo a fala empolada, que, hoje em dia, nunca “usa”, só “utiliza”, e não desempenha mais, porque prefere “performar”. Tribunais gostam de ser chamados “egrégias cortes”, e, ao lhe impor textos incompreensíveis, desculpam-se com “data venia” e “elevada estima e consideração”. Mas vão além: ao entrar no Supremo Tribunal, você descobre, por exemplo, que chegou, segundo digníssimos advogados, ao “pretório excelso”.

    Barbaridade. Isso não é nome de alguma entidade mitológica, como o tal do “mesmo”, o ser misterioso citado nas placas de certos corredores, que devemos verificar se está parado, quem sabe nos espreitando, antes de pegar o elevador. Esse Pretório Excelso existe mesmo, pode perguntar nos tribunais. E, a depender do que anda fazendo, ele um dia pode botar as mãos em você.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/. Acesso em: maio de 2025.) 

No texto, o autor utiliza a expressão “doença semântica” (1º§) para caracterizar as: 
Alternativas
Q3592910 Português

A linguagem performática dos possuídos realizadores


    Ninguém sabe, exatamente, quando uma legião de brasileiros descobriu que já não era mais possível ter alguma coisa. Passaram a “possuir”. Também deixaram de fazer. Querem “realizar”. Para essa gente, oferecer, dar, emprestar, nenhum desses atos generosos sobreviveu à mania contemporânea de “disponibilizar”. A língua encheu-se de calos, pela dificuldade de falar palavras simples e diretas, velhas companheiras – exiladas, agora, por uma inexplicável doença semântica.

    A moléstia, contagiosa, é agravada pelos anglicismos selvagens de gente desacostumada a ler em português, ou exposta em excesso a obras dolorosamente mal traduzidas. Sintomas comuns dessa necrose linguística são o uso de “escalar”, não para montanhas, mas para expressar aumento ou amplificação de alguma coisa; a manifestação do desejo mórbido de “realizar” no lugar de “compreender”; a incapacidade paranoica de começar alguma ação sem o anúncio de que vai “estartar” a pobrezinha.

    Andam criando remédios para essa pandemia, que pede também injeções de sensatez e doses terapêuticas de bons livros e autores de qualidade. Em Brasília, mesmo, já se pode consultar o Manual de Linguagem Simples, de Patrícia Roedel, lançado há poucos dias – e em boa hora – pela Câmara dos Deputados, a exemplo de outros manuais do gênero criados pelo serviço público em vários estados. É torcer para o sucesso dessa tentativa de transfusão do bom senso.

    O elixir salvador, receitado pelo manual: escreva e fale para que entendam facilmente que diabos você quer dizer. Parece óbvio. Mas diga isso a quem redigiu um pedido de habeas corpus, encontrado pelas advogadas Danielle Serafino e Mariana Zonari, nesses termos: “o édito prisional hostilizado entremostra-se baldo de fundamentação, venia maxima concessa, de sua ilustre subscritora...”

    No país que guarda até hoje traços da Casa grande & senzala, falar enrolado sempre foi um modo de cobrar distinção. Não à toa, no Judiciário, onde até hoje existe elevador exclusivo para “eminentes magistrados”, a linguagem tortuosa desfila de queixo erguido e peito estufado. É uma felicidade ver escal..., digo, ganhar impulso o esforço para simplificar a comunicação em lugares como esse.

    As estrepolias beletristas do juridiquês deixam no chinelo a fala empolada, que, hoje em dia, nunca “usa”, só “utiliza”, e não desempenha mais, porque prefere “performar”. Tribunais gostam de ser chamados “egrégias cortes”, e, ao lhe impor textos incompreensíveis, desculpam-se com “data venia” e “elevada estima e consideração”. Mas vão além: ao entrar no Supremo Tribunal, você descobre, por exemplo, que chegou, segundo digníssimos advogados, ao “pretório excelso”.

    Barbaridade. Isso não é nome de alguma entidade mitológica, como o tal do “mesmo”, o ser misterioso citado nas placas de certos corredores, que devemos verificar se está parado, quem sabe nos espreitando, antes de pegar o elevador. Esse Pretório Excelso existe mesmo, pode perguntar nos tribunais. E, a depender do que anda fazendo, ele um dia pode botar as mãos em você.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/. Acesso em: maio de 2025.) 

Segundo o texto, o Manual de Linguagem Simples, de Patrícia Roedel, aconselha: “escreva e fale para que entendam facilmente que diabos você quer dizer.” (4º§). Para isso, o procedimento adequado é o emprego: 
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Q3592909 Português

A linguagem performática dos possuídos realizadores


    Ninguém sabe, exatamente, quando uma legião de brasileiros descobriu que já não era mais possível ter alguma coisa. Passaram a “possuir”. Também deixaram de fazer. Querem “realizar”. Para essa gente, oferecer, dar, emprestar, nenhum desses atos generosos sobreviveu à mania contemporânea de “disponibilizar”. A língua encheu-se de calos, pela dificuldade de falar palavras simples e diretas, velhas companheiras – exiladas, agora, por uma inexplicável doença semântica.

    A moléstia, contagiosa, é agravada pelos anglicismos selvagens de gente desacostumada a ler em português, ou exposta em excesso a obras dolorosamente mal traduzidas. Sintomas comuns dessa necrose linguística são o uso de “escalar”, não para montanhas, mas para expressar aumento ou amplificação de alguma coisa; a manifestação do desejo mórbido de “realizar” no lugar de “compreender”; a incapacidade paranoica de começar alguma ação sem o anúncio de que vai “estartar” a pobrezinha.

    Andam criando remédios para essa pandemia, que pede também injeções de sensatez e doses terapêuticas de bons livros e autores de qualidade. Em Brasília, mesmo, já se pode consultar o Manual de Linguagem Simples, de Patrícia Roedel, lançado há poucos dias – e em boa hora – pela Câmara dos Deputados, a exemplo de outros manuais do gênero criados pelo serviço público em vários estados. É torcer para o sucesso dessa tentativa de transfusão do bom senso.

    O elixir salvador, receitado pelo manual: escreva e fale para que entendam facilmente que diabos você quer dizer. Parece óbvio. Mas diga isso a quem redigiu um pedido de habeas corpus, encontrado pelas advogadas Danielle Serafino e Mariana Zonari, nesses termos: “o édito prisional hostilizado entremostra-se baldo de fundamentação, venia maxima concessa, de sua ilustre subscritora...”

    No país que guarda até hoje traços da Casa grande & senzala, falar enrolado sempre foi um modo de cobrar distinção. Não à toa, no Judiciário, onde até hoje existe elevador exclusivo para “eminentes magistrados”, a linguagem tortuosa desfila de queixo erguido e peito estufado. É uma felicidade ver escal..., digo, ganhar impulso o esforço para simplificar a comunicação em lugares como esse.

    As estrepolias beletristas do juridiquês deixam no chinelo a fala empolada, que, hoje em dia, nunca “usa”, só “utiliza”, e não desempenha mais, porque prefere “performar”. Tribunais gostam de ser chamados “egrégias cortes”, e, ao lhe impor textos incompreensíveis, desculpam-se com “data venia” e “elevada estima e consideração”. Mas vão além: ao entrar no Supremo Tribunal, você descobre, por exemplo, que chegou, segundo digníssimos advogados, ao “pretório excelso”.

    Barbaridade. Isso não é nome de alguma entidade mitológica, como o tal do “mesmo”, o ser misterioso citado nas placas de certos corredores, que devemos verificar se está parado, quem sabe nos espreitando, antes de pegar o elevador. Esse Pretório Excelso existe mesmo, pode perguntar nos tribunais. E, a depender do que anda fazendo, ele um dia pode botar as mãos em você.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/. Acesso em: maio de 2025.) 

O autor acredita que empregar vocabulário exageradamente formal, repleto de jargão técnico e de estrangeirismos, traz como consequência: 
Alternativas
Q3588877 Odontologia
Na técnica radiográfica periapical da bissetriz, o correto posicionamento do filme radiográfico e do feixe de raios X é fundamental para se obter uma imagem adequada. Considerando o exposto, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q3588875 Odontologia
Sobre a cárie dentária, uma doença com alta prevalência no mundo inteiro, especialmente em crianças, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q3588874 Odontologia
Paciente, 35 anos, comparece à clínica odontológica se queixando de sangramento gengival ao escovar os dentes. Durante o exame clínico, havia presença de biofilme dental nas superfícies dentárias e inflamação gengival, principalmente na região posterior. O cirurgião-dentista solicita que o técnico em higiene dental oriente a paciente sobre técnicas adequadas de higiene bucal. Considerando o exposto, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q3588870 Odontologia
Durante uma ação educativa sobre biossegurança em certa escola, o técnico em higiene dental preparou uma apresentação sobre os riscos ocupacionais no ambiente odontológico. Sabe-se que um dos tópicos abordados foi a prevenção de infecções por HIV (vírus causador da AIDS) no contexto da prática profissional. Em relação aos meios de transmissão do HIV no ambiente odontológico, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3588867 Enfermagem
Segundo o Protocolo de Atenção à Saúde das Mulheres (2016), é uma ação de rotina recomendada na Atenção Primária para promoção da saúde da mulher:
Alternativas
Q3588866 Enfermagem
De acordo com o Protocolo de Atenção à Saúde das Mulheres (2016), um dos princípios fundamentais do cuidado às mulheres na Atenção Primária à Saúde é: 
Alternativas
Q3588865 Enfermagem
Na sala de enfermagem da Unidade de Saúde, o técnico em enfermagem realiza a triagem e prepara os materiais para a testagem rápida de HIV, que será conduzida pela enfermeira. Após o teste, uma usuária apresenta resultado reagente, demonstrando ansiedade e insegurança. Com base nas atribuições do técnico em enfermagem e nas orientações do Caderno de Atenção Básica nº 18 do Ministério da Saúde a conduta adequada do profissional é:
Alternativas
Q3588864 Enfermagem
Durante uma consulta de puericultura, o técnico em enfermagem auxilia no atendimento de uma criança de 10 meses, nascida a termo, com desenvolvimento motor aparentemente adequado. Considerando o Caderno de Atenção Básica nº 33 do Ministério da Saúde, é considerada atribuição do técnico em enfermagem na Atenção Primária: 
Alternativas
Q3588863 Enfermagem
Durante o atendimento em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), a técnica em enfermagem, Carla, percebe que uma paciente com hipertensão arterial descompensada está sem medicação há mais de duas semanas, devido à falta de acesso à farmácia da unidade em seu bairro, que está em reforma. Carla comunica à enfermeira responsável e, juntas, decidem registrar a situação e acionar a equipe de gestão para garantir o fornecimento contínuo do medicamento à paciente. Considerando a Lei nº 8.080/1990, a conduta da equipe de enfermagem está de acordo com o seguinte princípio: 
Alternativas
Respostas
121: A
122: B
123: C
124: B
125: B
126: C
127: B
128: D
129: A
130: B
131: B
132: C
133: D
134: B
135: A
136: D
137: C
138: D
139: D
140: C